Cientistas portugueses do Instituto de Medicina Molecular (IMM), investigam a reprodução do vírus de dengue, de modo a que seja possível criar um tratamento eficaz para as infecções, que já não estão confinadas às regiões tropicais.
O aquecimento global e uma maior movimentação de pessoas e bens, trouxeram os mosquitos transmissores até à Europa, estando reunidas as condições para um surto.
Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e também febre amarela - Fonte: wikipédia
Embora este aumento do risco de surtos na Europa ou nos Estados Unidos tenha despertado algum interesse, os países do Hemisfério Norte têm dado pouca atenção à dengue e outras doenças tropicais porque não são afectados directamente até agora. Há pouco investimento na sua pesquisa.
O mosquito Aedes albopictus, é considerada a segunda espécie em importância para o homem, como vetor do vírus da dengue, sendo superado apenas pelo Aedes aegypti - Fonte: wikipédia
Para Nuno Santos, um dos investigadores do IMM, “mesmo com o crescer de importância no hemisfério norte, continua a não ter o mesmo grau de prioridade e impacto para a indústria farmacêutica que um tratamento para Alzheimer, sida, gripe ou doenças cardiovasculares”
O vírus de dengue é uma das principais causas de febre hemorrágica em todo o mundo, sendo que cerca de dois terços da população mundial vive em áreas onde o vírus é transmitido. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões a 100 milhões de pessoas são infectadas anualmente.
Um pouco da história do dengue no Brasil onde a doença é um problema.
Fonte:Público.pt
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