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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

NASA divulga órbitas de asteróides potencialmente perigosos (PHAs)

O gráfico mostra as órbitas (em cor azul) dos asteróides potencialmente perigosos, cerca de 1400 no início de 2013. A imagem mostra, apenas, os trajectos no sistema solar interior. A órbita da Terra está representada a branco - Crédito: NASA/Photojournal

A NASA divulgou o mapa de "asteroides potencialmente perigosos" designados por PHAs. Nele estão representadas as órbitas de mais de 1.400 desses corpos celestes já conhecidos e cujas trajectórias passam muito perto da Terra.
Os PHAs são considerados perigosos porque são bastante grandes (pelo menos 140 metros de largura) e as suas órbitas os aproximam demasiado da órbita do nosso planeta (dentro de 7,5 milhões de quilómetros). No entanto, de acordo com os cientistas, esta classificação não significa que um desses asteróides vai impactar a Terra. Embora perigosos, não constituem "uma ameaça preocupante para os próximos cem anos".
A observação e o estudo deste tipo de asteróides permite aos cientistas calcular as suas órbitas com mais rigor, facilitando previsões mais precisas sobre futuras aproximações e probabilidades de impacto.
Fonte: NASA/Photojournal e Space.com

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

NASA descarta impacto do asteróide Apophis com a Terra em 2036

Asteróide Apophis foi descoberto em 19 de Junho de 2004. De acordo com os cálculos efectuados por cientistas, ele não vai impactar a Terra em 2029, embora passe muito perto, nem em 2036 - Crédito: UH / IA 

Após a passagem - bastante distante - do asteróide Apophis pela Terra, os cientistas da NASA colocaram de lado a possibilidade do asteróide Apophis chocar com a Terra, durante um voo rasante em 2036. Os cientistas utilizaram informação actualizada obtida através de telescópios em 2011 e 2012, bem como os novos dados conseguidos com a aproximação do asteróide a cerca de 14,5 milhões de Km do nosso planeta, em 9 de Janeiro de 2013.
Descoberto em 2004, o asteróide, que é do tamanho aproximado de 3,5 campos de futebol, chamou logo a atenção de cientistas e meios de comunicação, porque os cálculos iniciais da órbita indicavam uma possibilidade 2,7 por cento de um impacto com a Terra, durante um sobrevoo em 2029. Cálculos posteriores eliminaram essa hipótese, restando ainda uma possibilidade remota de impacto em 2036.
No entanto, os novos dados proporcionados recentemente por observação óptica e radar permitem descartar a hipótese de um impacto do Apophis com a Terra em 2036, segundo os cientistas da NASA.
Para Don Yeomans, director do programa Near-Earth Object Program (NEO), da NASA, "a probabilidade de impacto, tal como estão agora, é inferior a um num milhão, o que nos deixa confortáveis para dizer que podemos efectivamente descartar um impacto com a Terra em 2036. O nosso interesse no asteróide Apophis vai ser essencialmente científico."

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Asteróides e cometas para observar em 2013

A 9 de Janeiro de 2013, o asteróide 99942 Apophis, de 270 metros de diâmetro, passará a 14,5 milhões de Km da Terra - Crédito; NEO NASA (Near Earth Object)

Em 2013, a Terra será visitada por vários corpos espaciais, como sempre. No entanto, dois asteróides e dois cometas serão mais notados, quer pelo seu tamanho, raridade ou proximidade do nosso planeta, tornando-se relativamente fáceis de observar.
Na próxima semana, a 9 de Janeiro de 2013, o asteróide "99942 Apophis" - assim chamado em homenagem ao deus egípcio do mal e da escuridão - passará a cerca de 14,5 milhões de quilómetros da Terra.
Avistada pela primeira vez em 2004, esta rocha espacial com cerca de 270 metros de diâmetro, tem uma massa capaz de libertar uma energia equivalente a 25 mil bombas de Hiroshima, caso atingisse o nosso planeta. É considerado um asteróide potencialmente perigoso, pela sua massa e trajectória.
Quando foi descoberto, o "Apophis" causou preocupação entre os especialistas, pois os cálculos preliminares efectuados indicavam uma probabilidade de 2,7% de atingir a Terra em 2029, atendendo à sua trajectória. Cálculos posteriores mais precisos corrigiram os valores encontrados, embora continue a existir "um pequeno risco de impacto" a 13 de Abril de 2036, segundo a NASA, com uma probabilidade de menos de um para 250 mil.

sábado, 16 de junho de 2012

Grande asteróide 2011 AG5 não deverá colidir com a Terra em 2040

Órbita (a azul) e posição do grande asteróide 2011 AG5 em 15 de Junho de 2012 - Crédito: NASA/JPL-Caltech

O grande asteróide 2011 AG5, que os cientistas pensavam poder ser uma ameaça real para o nosso planeta em 2040, deverá passar em segurança, sem provocar qualquer impacto com a Terra nessa altura.
A nova previsão baseia-se em mais pesquisas que foram feitas sobre este asteróide. A rocha espacial mede cerca de 140 metros e foi descoberta em Janeiro de 2011. Durante nove meses foi monitorada por vários observatórios, até se encontrar demasiado longe e fraca para ser detectada.
Os dados existentes actualmente indicam que ainda existe uma pequena hipótese de 2011 AG5 atingir a Terra dentro de 28 anos. No entanto, os cientistas esperam fazer mais observações espaciais e terrestres nos próximos quatro anos para conhecer melhor a sua órbita e mostrar que a probabilidade do asteróide falhar o nosso planeta, em 2040, é superior a 99 por cento.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Asteróides potencialmente perigosos para a Terra (PHAs)

Os novos resultados de pesquisa NEOWISE revelam que os asteróides potencialmente perigosos, ou PHAs, estão mais estreitamente alinhados com o plano do nosso sistema solar do que sugeriam os modelos anteriores. PHAs são um subconjunto de asteróides perto da Terra (NEAs), com as órbitas mais próximas da órbita da Terra, chegando a entrar cerca de 8 milhões de Km. Estes asteróides são grandes o suficiente para sobreviver à passagem pela atmosfera terrestre e causar grandes danos - Crédito: NASA/JPL-Caltech

A NASA calcula que existam 4.700 asteróides potencialmente perigosos para a Terra, de acordo com os dados da sonda WISE que observou o cosmos através de raios infravermelhos.
Para a agência americana, o levantamento de asteróides potencialmente perigosos, ou PHAs, feito pelo projecto NEOWISE, da missão WISE, permitiu a melhor avaliação da 'população' desses asteróides no sistema solar. Os resultados revelam novas informações sobre os números totais, origens e os possíveis perigos que eles podem representar.