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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Olinguito, o mamífero carnívoro terrestre recentemente descoberto na América

O Olinguito, habita as florestas da Colômbia e do Equador (reprodução)

Chama-se olinguito e é a primeira nova espécie de carnívoro a ser identificada no hemisfério ocidental, em 35 anos.
Ao abrir uma gaveta com peles e ossos de animais, no Museu de História Natural do Instituto Smithsonian, nos EUA, o zoologista Kristofer Helgen encontrou os restos de uma espécie desconhecida da ciência. Depois de alguns anos de investigação, o cientista identificou o olinguito, uma nova espécie de mamífero carnívoro. Há 35 anos que os cientistas não descobriam uma nova espécie de carnívoro no continente americano. A descoberta é considerada extremamente rara no século 21 (vídeo sobre a descoberta do olinguito).
Com cerca de 35 centímetros de comprimento, o olinguito pertence à família dos guaxinins e vive em florestas na Colômbia e no Equador. O seu nome científico, Bassaricyon neblina, é uma referência às florestas que habita e onde há neblinas frequentes, embora também tenha a ver com o facto de não ter sido visto até agora.
O animal é um mamífero carnívoro que se alimenta-se de insectos, mas sobretudo fruta. A sua classificação não resulta de ele comer carne, mas por pertencer à ordem Carnivora, onde também se incluem os felinos, cães e ursos, por exemplo.
Até ao momento, os cientistas apenas catalogaram uma parte das variadas formas de vida do nosso planeta. São descobertas regularmente novas espécies de insectos, vermes parasitas, bactérias e vírus. No entanto, a descoberta de novos mamíferos são raras.
"Isto recorda-nos que o mundo ainda não foi totalmente explorado e que a era das descobertas está longe de acabar", diz Helgen. "O olinguito faz-nos pensar: o que mais haverá por aí?"
Fonte: BBC Brasil e Publico.pt

domingo, 5 de maio de 2013

Os macacos também não gostam de desigualdades

 

Frans de Waal, biólogo especialista em primatas, submeteu dois macacos capuchinhos a um mesmo teste. Os animais tinham que entregar uma pedra, recebendo depois uma recompensa, pepino para um e uvas para o outro. No entanto, o primeiro não ficou muito feliz e reagiu à desigualdade no tratamento, como mostra o vídeo.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Estrutura em dupla hélice do ADN foi anunciada há 60 anos - Dia Internacional do ADN

Dupla-hélice do ADN (ilustração) - Crédito: NHGRI

Nesta quinta-feira, 25 de Abril de 2013, os portugueses celebram a Revolução dos Cravos, que deu início ao regime democrático no país, em 1974.
Neste mesmo dia, mas há 60 anos, a revista Nature anunciava uma das descobertas científicas mais importantes do século XX, a estrutura em dupla hélice do ADN. É através da molécula do ADN que são transmitidas as características hereditárias de cada ser vivo, o que a torna um factor essencial na biodiversidade. Por isso, este também é o Dia Internacional do ADN.
A estrutura do ácido desoxirribonucleico (ADN) foi uma descoberta conjunta pelo norte-americano James Watson e o britânico Francis Crick, em 7 de Março de 1953, o que lhes valeu o Prémio Nobel de Medicina em 1962, juntamente com Maurice Wilkins.
Fonte: via Publico.pt

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Encontrados importantes vestígios romanos no centro de Londres


Operários que trabalhavam na construção da nova sede da empresa Bloomberg, encontraram importantes vestígios da civilização romana em Londres. Foram registados mais de dez mil artefactos, alguns dos quais mostram como os moradores de Londinium, a cidade romana que deu origem a Londres, viviam e se vestiam. A importância dos achados é tal, que o sítio arqueológico já é chamado de "Pompeia do Norte". Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vídeo: O início do Universo


Como começou o Universo e como está a expandir-se?
O físico Tom Whyntie, do CERN, mostra como os cosmólogos e os físicos de partículas exploram estas questões, replicando o calor, energia e acividade dos primeiros segundos de nosso Universo, logo após o Big Bang (vídeo em inglês).
Se gosta de ciência encontra mais vídeos, alguns legendados em português, aqui.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Estudo prevê o desaparecimento do sexo masculino em 5 milhões de anos, devido à fragilidade do cromossoma Y

Cariótipo humano (masculino), conjunto de 23 pares de cromossomas presentes numa célula de um indivíduo, ordenados em pares de homólogos. Os cromossomas do par 23 (canto inferior direito) são idênticos na mulher (XX) e diferentes no homem (XY) e denominam-se cromossomas sexuais. De acordo com o novo estudo, o cromossoma Y está mais frágil que o X - Crédito: wikipédia

Um estudo da investigadora australiana Jennifer Graves prevê que o sexo masculino esteja em extinção dentro de cinco milhões de anos, dada a fragilidade do cromossoma y (que determina o sexo masculino). A cientista explicou a sua investigação na palestra "O Declínio e a Queda do Cromossoma Y e o Futuro do Homem", na Academia Australiana de Ciência, e afirmou que o desaparecimento do cromossoma Y é "um acidente evolutivo".
A investigadora recordou que os homens têm cromossomas XY e as mulheres, XX. Além disso, actualmente a estrutura do Y (masculino) está mais frágil em relação ao X (feminino). Há três milhões de anos, o cromossoma Y tinha cerca de 1400 genes, agora tem menos de 100 e a tendência é diminuir, essa fragilidade pode significar o seu desaparecimento no futuro.
A mulher tem dois cromossomas X, cada um dos quais com cerca de mil genes. Embora tenha começado com um número de genes semelhante, o cromossoma Y foi-se desintegrando.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Descobertos corpos de vítimas da peste negra em Londres


Escavações do sistema de transporte de Londres revelaram os esqueletos de 13 vítimas da peste negra, no século 14. Os arqueólogos pensam que o local faz parte de um cemitério que pode abrigar os restos mortais de cerca de 50.000 pessoas, mortas pela Peste Negra em Londres, há mais de 650 anos.
De acordo com Don Walker, arqueólogo do Museu de Londres, as análises de DNA dos esqueletos podem ajudar a entender melhor a pandemia de peste bubónica que afectou toda a Europa e matou cerca de 40% da população britânica, após o início do surto, em 1348. 
Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 11 de março de 2013

Afinal não havia uma nova bactéria na Antárctida, era apenas contaminação

Estação Russa Vostok, próxima do lago com o mesmo nome, o maior da Antárctida - Crédito: wikimédia commons

Uma agência de notícias russa anunciou, a semana passada, que uma equipa de cientistas tinha encontrado no Lago Vostok da Antártida, isolado pelo gelo durante cerca de 15 milhões de anos, uma bactéria que parecia nova para a ciência.
Agora, Vladimir Koroliov, director do laboratório de genética do Instituto de Física Nuclear de San Petersburgo, diz que apenas foram detectados "microorganismos contaminantes". O especialista desmente, assim, as informações sobre a possibilidade de uma nova bactéria.
É opinião corrente que os cientistas russos se precipitaram na divulgação da notícia, ignorando a chamada revisão por pares (peer review), que é um processo científico a que todos os resultados devem ser submetidos antes da sua publicação, geralmente na forma de um artigo numa revista científica.
Na revisão por pares, o trabalho científico é submetido ao escrutínio de um ou mais especialistas do mesmo escalão que o autor, que frequentemente fazem comentários ou sugerem a edição do trabalho analisado, contribuindo para a sua qualidade. As publicações que não passaram pela revisão paritária tendem a ser menos consideradas pelos académicos e profissionais de várias áreas.
Segundo Peter Doran, pesquisador do Árctico e Antárctida, na Universidade de Illinois, em Chicago, "pode dizer-se o que se quiser num comunicado de imprensa". E acrescentou "a literatura de revisão por pares, pelo contrário, é muito controlada. Precisa ser fundamentada e escrita em linguagem clara."
Fonte: OurAmazingPlanet

terça-feira, 5 de março de 2013

Matemática do Planeta Terra 2013

Entre os grandes problemas matemáticos ligados ao planeta Terra estão os económicos e os modelos climáticos relacionados com as alterações do clima - Crédito imagem: NASA

Hoje a Europa celebra o lançamento do Ano Internacional da Matemática do Planeta Terra 2013 (MPE2013), que visa mostrar aos cientistas e sociedade em geral como a matemática é importante nas questões relacionadas com o Planeta Terra.
A matemática desempenha um papel central no esforço científico para entender e lidar com os desafios para o planeta e a nossa civilização, neste início do século XXI, nomeadamente a energia para sustentar a civilização, a alimentação e a água para uma população crescente, as alterações climáticas, a sustentabilidade das cidades, as epidemias, a poluição, a crise económica.
Para além da componente científica, Matemática do Planeta Terra 2013 tem também uma componente de divulgação que ilustra para o público e escolas o papel das ciências matemáticas para ajudar na resolução de alguns dos problemas mais prementes do mundo.
Ao longo do ano de 2013 estão previstas várias actividades, no âmbito do programa MPT2013, subordinadas a quatro grandes temas: um planeta por descobrir, onde cabem os temas dos oceanos, dos recursos naturais ou do clima; um planeta suportado por vida, com a biodiversidade ou a ecologia; um planeta organizado por humanos, onde se inserem os sistemas políticos, económicos, sociais e financeiros; e um planeta em risco, onde se destacam as mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável.
A iniciativa tem o apoio da União Internacional de Matemática (IMU), e o envolvimento da UNESCO. A abertura oficial do ano MPT2013 decorre esta terça-feira (5 de Março), na sede da UNESCO, em Paris. Em Portugal, a cerimónia de abertura decorrerá pelas 19 horas, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Mais informações no site oficial para Portugalhttp://www.mat.uc.pt/mpt2013/
Fonte: via Publico.pt e MPT2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

Sabe por que precisam os astronautas de bons dentes?


Todos os astronautas parecem ter sempre muito bons dentes e é um requisito necessário. Será que é para ter um bonito sorriso? Também. Mas há outras razões. No vídeo, a Agência Espacial Europeia (ESA) pede a opinião de várias pessoas e explica porquê.

Vegetais ricos em ferro aliviam tensão pré-menstrual (TPM)

Os brócolos, e outros vegetais ricos em ferro, podem aliviar os sintomas que afectam as mulheres nos dias que antecedem a menstruação - Crédito imagem: wikipédia

Um novo estudo publicado no jornal American Journal of Epidemology mostra que uma dieta rica em alimentos com ferro, em particular vegetais como os brócolos, diminui o risco das mulheres sofrerem tensão pré-menstrual (TPM), síndroma que se verifica nos dias que antecedem a menstruação, normalmente com um aumento da irritabilidade, assim como manifestações físicas como inchaço abdominal ou cefaleia.
Um grupo de investigadores norte-americanos acompanhou cerca de 3.000 mulheres ao longo de 10 anos e avaliou a relação entre o consumo de ferro na alimentação com o desenvolvimento de TPM.
De acordo com os cientistas, a influência do ferro no alívio dos sintomas da TPM pode dever-se ao facto de estar associado à produção de serotonina, uma molécula que ajuda a regular o humor.
No entanto, como o excesso de ferro pode ser prejudicial à saúde, os especialistas chamam a atenção das mulheres que "devem evitar ingerir mais do que um total de 45mg por dia, a menos que o façam por recomendação médica".
Fonte: Boas Notícias

Médicos americanos anunciam "cura funcional" de bebé nascido com vírus da sida (VIH)

Investigadores norte-americanos anunciaram, este domingo, o que consideram ser o primeiro caso de “cura funcional” de um bebé nascido com HIV (vírus da imunodeficiência humana, VIH na sigla em português). A criança tinha sido infectada à nascença pela mãe seropositiva, e que desconhecia estar infectada durante a gravidez.
Segundo explicaram os virologistas, é uma "cura funcional" e não uma cura completa, porque o vírus não foi totalmente erradicado. A sua presença foi reduzida até níveis muito baixos, o que permite ao organismo controlá-lo sem a necessidade de fármacos.
O caso foi apresentado na 20.ª Conferência Anual de Retrovírus e Infecções Oportunistas, em Atlanta, Estados Unidos. O bebé, natural do Estado rural do Mississippi, começou a ser tratado pelos investigadores do Johns Hopkins Children's Center, em Baltimore, tendo-lhe sido administrados apenas medicamentos antirretrovirais comuns, cerca de 30 horas após o seu nascimento, um método pouco habitual e que poderá ter sido a chave da mudança.
Este bebé é a segunda pessoa em todo o mundo diagnosticada com "cura funcional". O norte-americano Timothy Brown foi considerado curado de HIV e leucemia, cinco anos depois de receber transplantes de medula de um dador com uma resistência natural e rara ao vírus.

Estranho crustáceo come a língua de um peixe


O vídeo explica o comportamento duma estranha criatura, um pequeno crustáceo parasita, 'Cymothoa exigua', que suga o sangue da língua de um peixe onde se encontra instalado, até ela desaparecer, e então ele ocupa o seu lugar.
O estranho crustáceo encontra-se principalmente em peixes do Golfo do da Califórnia. Os indivíduos podem atingir quase três centímetros, são hermafroditas, sem sexo definido.
Quando jovens, entram pelas brânquias do peixe onde se alojam e, em adultos, tornam-se machos. No entanto, um deles transforma-se numa fêmea e fixa-se com as patas traseiras na base da língua do peixe hospedeiro.
Para alimentar-se, a fêmea suga o sangue da língua do peixe, desintegrando-a completamente e ocupando o seu lugar. O peixe acaba por usar o parasita como substituto da sua língua perdida, enquanto ele continua a usar o sangue e o muco da boca do hospedeiro.
Via DN Ciência

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Abelhas são capazes de detectar e distinguir sinais eléctricos emitidos pelas flores

A descoberta que as abelhas são capazes de detectar o campo eléctrico produzido pelas flores abre uma nova compreensão sobre a percepção nos insectos e a comunicação nas flores.

As flores têm métodos de comunicação tão sofisticados como uma agência de publicidade, utilizando cores vivas, padrões e fragrâncias sedutoras para atrair os seus polinizadores.
Agora, uma pesquisa da Universidade de Bristol, no Reino Unido, publicada na revista Science, revela pela primeira vez que polinizadores, como as abelhas da espécie Bombus terrestris, também são capazes de detectar sinais eléctricos emitidos pelas flores, que permitem aos insectos distinguir entre as flores naturais pela sua carga eléctrica e encontrar as reservas de pólen e néctar.
Quando uma abelha se aproxima de uma flor, surge um pequeno campo eléctrico que potencialmente transmite informação que o insecto polinizador capta. Estes sinais eléctricos podem trabalhar em conjunto com outros sinais atraentes da flor e aumentar a sua publicidade. No entanto, os cientistas ainda não sabem de que forma as abelhas detectam esses campos eléctricos.
“Este novo canal de comunicação revela como as flores podem potencialmente informar os seus polinizadores sobre o verdadeiro estado das suas reservas de néctar e pólen”, disse Heather Whitney, co-autora do estudo.
Mais informações em Publico.pt e Science Daily

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Projecto Hypatiamat pretende promover o sucesso dos alunos do 2º e 3º ciclos, na disciplina de Matemática

A aprendizagem pode ser acompanhada por um tutor digital e o desempenho monitorizado pelos professores, alunos e encarregados de educação

O projecto Hypatiamat, pretende contribuir para a promoção do sucesso escolar dos alunos do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, na disciplina de Matemática.
É um portal de divulgação online com diversas ferramentas e aplicações hipermédia de apoio ao ensino e à aprendizagem desta disciplina; milhares de tarefas interactivas e dinâmicas; problemas com pistas e propostas de resolução; e fichas de avaliação e exercícios de exames nacionais e internacionais.
Também pode ser uma ferramenta para os professores, pois permite a marcação de trabalhos para casa.
O Hypatiamat possibilita ainda uma aprendizagem acompanhada por um tutor digital, bem como uma monitorização de desempenho pelos professores, alunos e encarregados de educação.
A iniciativa resulta de uma colaboração entre o Grupo Universitário de Investigação em Auto-regulação da Escola de Psicologia da Universidade do Minho e o Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra e, ainda, está em fase de teste em diversas escolas. No entanto é disponibilizada a toda a comunidade educativa, com a garantia da qualidade e correcção dos conteúdos.
Fonte: Via Ciência Hoje

sábado, 26 de janeiro de 2013

Expansão dos restos de supernova recriada em vídeo


Em 1901, a estrela GK Persei, a 1300 anos-luz da Terra, explodiu. A supernova tornou-se um dos objectos mais brilhantes no céu, chamando a atenção dos astrónomos.
A partir de imagens dos remanescentes da supernova, também conhecida por Nova Persei 1901, captadas durante mais de 60 anos por telescópios nas Ilhas Canárias, Espanha, foi possível criar um vídeo que reconstitui, em pormenor, a contínua expansão da supernova.
Os cientistas também construíram um modelo tridimensional dos restos deixados pela explosão, e que pode ser observado no vídeo. A reconstituição do evento cósmico revelou que a estrela ainda está a crescer com a impressionante velocidade de quase mil quilómetros por segundo.
Uma explosão supernova acontece quando o núcleo de uma estrela massiva entra em colapso, sob a pressão da sua própria gravidade, resultando uma forte erupção termonuclear, como a observada em 21 de Fevereiro de 1901, com GK Persei ou 'Nova Persei 1901'.
Fonte: DN Ciência

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Elefante asiático consegue imitar a voz dos seus treinadores

 

Koshik, um elefante do zoológico Everland, na Coreia do Sul, é capaz de imitar a fala humana, repetindo palavras em coreano, como "senta", não", "deita" e "bom". Para isso, ele criou a sua própria técnica, colocando a tromba na boca para pronunciar as palavras.
Usando a tromba, o elefante consegue imitar o tom e o timbre da fala humana, o que permite que ele seja perfeitamente compreendido por coreanos. Koshik imita "com precisão" o tom de voz dos seus treinadores.
Pesquisadores ainda não sabem explicar por que os sons de Koshik são tão parecidos com a fala humana, mas acreditam que esta habilidade esteja relacionada com o fato de ele ter vivido sozinho no zoológico, sem a presença de outros elefantes.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Baleia beluga pode imitar a voz humana

 

Pesquisadores dos Estados Unidos ficaram surpreendidos quando descobriram que uma baleia beluga produzia vocalizações muito semelhantes à fala humana. Até agora, nenhum animal tentou imitar os sons humanos de uma maneira espontânea.
Pela primeira vez, pesquisadores da Fundação Nacional de Mamíferos Marítimos, em San Diego, mostraram com gravações e análises acústicas que uma baleia-branca (Delphinapterus leucas) em especial - o macho NOC de nove anos - pode imitar a voz humana.
NOC morreu há cinco anos, depois de passar trinta anos na Fundação, mas a sua voz ainda pode ser ouvida na gravação realizada pelos cientistas.
O estudo publicado, nesta terça-feira (22 de Outubro), na revista Current Biology descreve como NOC conseguiu imitar tão bem um ser humano a falar.
Mais informações em BBC news e UltimoSegundo

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Prémios Eureka distinguem as melhores imagens de ciência


Todos os anos os Prémios Eureka distinguem as as melhores fotografias científicas, pela sua excelência em comunicar de forma eficaz os diversos aspectos da ciência.
Os prémios são apresentados pelo Museu Australiano e só podem concorrer fotógrafos do país. Este ano de 2012, os organizadores já seleccionaram as 10 melhores imagens representando elementos variados da ciência. O vencedor será anunciado no dia 28 deste mês.
As imagens podem ser vistas aqui ou aqui
Fonte: Eureka Prizes via El Mundo.es

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Identificado vírus letal de cobras

A cobra Boa constrictor é afectada pelo vírus IBD - Fonte: wikipédia

Um estudo recentemente publicado identificou um vírus como a causa de uma doença fatal que afecta cobras em cativeiro. O problema, conhecido por Doença do Corpúsculo de Inclusão Viral (IBD, na sigla em inglês), atinge as cobras constritoras, incluindo jibóias e pitões.
Não existe tratamento para a doença, que já existe há décadas, e que provoca problemas respiratórios e paralisia muscular em geral no animal, que fica com o olhar fixo para cima. Há muito que se pensava que a doença era causada por um vírus, mas não se sabia qual.
No estudo, publicado na revista de acesso aberto mBio, os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco, acreditam ter identificado o vírus através da análise de amostras obtidas de cobras diagnosticados com IBD, usando técnicas de sequenciamento de DNA.
Em algumas das cobras identificou-se material genético estranho - ácido nucleico - parecido com o encontrado em vírus do género arenavírus. Esta família inclui o vírus da febre de Lassa, que está associada à febre hemorrágica em seres humanos. No entanto, não há nenhuma evidência de que o vírus recentemente descoberto possa passar de cobras para pessoas.