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sábado, 24 de agosto de 2013

Observar auroras boreais em casa

Aurora boreal em Muonio, na Finlândia - Crédito: NASA/Thomas Kast

Se é apreciador de auroras boreais, agora tem uma oportunidade de observá-las através da internet, comodamente instalado na sua casa. Não é o mesmo que observar o fenómeno em directo, mas nem todos vivem ou podem deslocar-se às regiões polares onde acontecem estes espectáculos de luz e cor da natureza.
Está prevista a transmissão em directo de auroras desde a Gronelândia, via online, com início pelas 2 horas desta madrugada de sábado para domingo (25 de Agosto, hora de Lisboa), através dos sites live.gloria-project.eu ou sky-live.tv.
É uma iniciativa do projecto Gloria - Global Robotic-telescopes Intelligent Array - uma rede mundial de telescópios à qual se pode aceder gratuitamente através da Internet, e que tem como objectivo promover a astronomia entre o público.
A transmissão das auroras é garantida por uma equipa chefiada pelo astrofísico espanhol Miquel Serra-Ricart que, pelo segundo ano consecutivo, se deslocou ao sul da Gronelândia. Em 2012 a transmissão em directo das auroras boreais teve 15 mil espectadores online.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nuvens noctilucentes e auroras


Bonito vídeo de Maciej Winiarczyk sobre nuvens noctilucentes e auroras.
As nuvens noctilucentes ou nuvens mesosféricas polares são nuvens nocturnas muito brilhantes, localizadas nas altas camadas da atmosfera das regiões polares, a cerca de 80 Km de altura, onde também ocorrem as auroras.
Ao contrário das outras nuvens, formadas na maioria por gotinhas de água, as nuvens noctilucentes são compostas por cristais de gelo extremamente pequenos, visíveis apenas quando iluminados pela luz do sol abaixo do horizonte, logo depois do pôr-do-sol, enquanto as camadas mais baixas da atmosfera estão na sombra da Terra. Podem ser observadas nos meses de verão, em latitudes entre 50 ° e 70 ° a norte e sul do equador.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Auroras de Saturno observadas pelo telescópio Hubble

Primeira imagem de espetaculares auroras de luz ultravioleta rodeando os pólos norte e sul de Saturno, a mais de mil milhas acima do topo das nuvens. A visão foi captada pelo Telescópio Espacial Hubble, em Outubro de 1997, com o planeta dos anéis a 1.300 mil quilómetros da Terra.
Crédito: J.T. Trauger (Jet Propulsion Laboratory) and NASA/ESA

terça-feira, 16 de abril de 2013

Auroras boreais: Espíritos polares


Novo trabalho do fotógrafo Ole Salomonsen sobre as fantásticas auroras boreais ou luzes do norte deste ano. A maior parte das imagens foi captada na região árctica, no norte da Noruega, perto da cidade de Tromso que, muitas vezes, é referida como a "cidade das luzes do norte".
O vídeo está feito pela combinação de fotografias de alta resolução, onde o autor tenta mostrar a majestosa dança das luzes no céu, seja lenta ou mais rápida, preservando o mais possível a sua velocidade real, dado o tempo disponível num vídeo curto. No entanto, a meio do vídeo, Salomonsen também inclui algumas sequências de vídeo gravadas em tempo real, para "mostrar melhor como os 'espíritos polares' podem ser extremamente rápidos e bonitos a dançar".
Outros vídeos de Ole Salomonsen em:
http://vimeo.com/40555466
http://vimeo.com/21419634

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Aurora boreal na Grã-Bretanha


Desta vez, também a Escócia teve o privilégio de observar uma aurora boreal. O fenómeno, também conhecido por luzes do norte, é mais comum em áreas nas altas latidudes, próximas do pólo, em países como a Suécia, Noruega ou Finlândia.
As auroras são provocadas por partículas carregadas resultantes de explosões solares e que, movendo-se no espaço em direcção à Terra, atingem o campo magnético do nosso planeta.
Fonte: ÚltimoSegundo

sábado, 21 de julho de 2012

Aurora austral observada de ISS

Aurora austral vista da Estação Espacial Internacional - Crédito: ISS/NASA

O astronaura Joe Acaba, da NASA, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), voando a uma altitude de aproximadamente 240 quilómetros, registou algumas imagens de Aurora Australis, ou luzes do sul, em 15 de Julho de 2012. O braço robótico Canadarm2 aparece em primeiro plano.
Mais imagens de auroras neste endereço.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Aurora austral sobre uma estação de pesquisa na Antárctida

Aurora austral ou Luzes do Sul, na Antárctida - Crédito: ESA/IPEV/ENEAA/A. Kumar & E. Bondoux

Espectacular aurora austral sobre a estação Concordia na Antárctida, um dos lugares mais remotos da Terra, em 18 de Julho de 2012. A Via Láctea brilha por detrás das luzes do sul.
A imagem foi captada pelos cientistas Alexander Kumar e Erick Bondoux, nas proximidades da estação de pesquisa franco-italiana Concordia, localizada à latitude de –75°S.
A ESA utiliza esta base na preparação para futuras missões de longa duração para além da Terra. Durante o inverno, a estação fica em escuridão quase total, com uma temperatura média de -51 °C e um recorde de temperatura mínima de -85 °C. É um lugar ideal para estudar os efeitos sobre pequenas equipas multiculturais, isoladas por longos períodos num ambiente extremo, hostil.
Fonte: ESA

sábado, 14 de julho de 2012

Tempo espacial: tempestade geomagnética e auroras



O Observatório Solar Dinâmico da NASA registou, em vários comprimentos de onda, a explosão solar de classe X1.4, que emergiu a partir do centro do Sol da região activa 1520, em 12 de Julho de 2012.
O vídeo utiliza imagens AIA SDO em 131 (verde azulado), 171 (ouro) e comprimentos de onda 335 angstrom (azul). Cada comprimento de onda mostra uma diferente temperatura plasma na atmosfera do Sol. 171 mostra 600.000 Kelvin plasma, 335 mostra 2,5 milhões Kelvin plasma, e 131 mostra 10 milhões Kelvin plasma. A cena final é uma composição em 171 e 335 angstrom.
A erupção foi acompanhada por uma ejecção de massa coronal (CME) que atingiu a Terra este sábado, 14 de Julho, pelas 18:00 UT.
De acordo com Spaceweather, as condições parecem favoráveis ​​à formação de auroras nas mais altas latitudes, nalguns locais como o Canadá, Escandinávia, Antárctida e Sibéria.
Ainda não se sabe se a tempestade geomagnética vai tornar-se mais forte e provocar auroras em latitudes mais baixas.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Tempo espacial: a Terra foi atingida por duas ejecções de massa coronal

Aurora boreal observada em Badlands, South Dakota - Crédito: NASA/Marko Korosec

Em 16 de Junho de 2012, a magnetosfera Terra foi atingida por duas ejecções de massa coronal da região activa AR 1504, cujos efeitos combinados comprimiram fortemente a magnetopausa - região limite da magnetosfera -  para um mínimo aproximadamente de 24.000 milhas da superfície terrestre. Isto significou uma altitude cerca de 2.000 milhas inferior à orbita geoestacionária da nave espacial Advanced Composition Explorer (ACE), da NASA, que se encontra a cerca de 900.000 Km da Terra e que pode detectar estas nuvens de partículas 30-45 minutos antes de baterem na magnetosfera protectora do nosso planeta.
A mudança de forma da magnetopausa da Terra influenciou a formação de auroras boreais, originando brilhantes e coloridas auroras observadas em latitudes mais baixas do que o normal.
Fonte: NASA

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Hubble observa auroras boreais no planeta Urano

Auroras do planeta Urano captadas, pela primeira vez, da Terra. Esta imagem composta combina observações das auroras, em luz visível e ultravioleta, realizadas pelo Telescópio Espacial Hubble, em 2011, com duas fotos do disco ciano de Urano, tiradas pela nave Voyager em luz visível, em 1986, e ainda as observações, em luz infravermelha, do ténue sistema de anéis de Urano, feitas pelo Observatório Gemini, em 2011 - Crédito: NASA, ESA, and L. Lamy (Observatory of Paris, CNRS, CNES)

Estas são as primeiras imagens de auroras boreais no planeta Urano, captadas a partir da Terra, a mais de 2,5 biliões de quilómetros.
As auroras foram detectadas através de observações do Telescópio Espacial Hubble, na forma de pontos luminosos ténues e de curta duração (apenas alguns minutos), ao contrário da Terra onde as auroras podem tornar o céu verde e roxo durante horas. As auroras foram observadas no lado diurno do planeta, o único que o Hubble pode observar.
As imagens em ultravioleta foram tiradas num momento da actividade solar intensa, em Novembro de 2011, em que jactos de partículas solares carregadas atingiram, sucessivamente, a Terra, Júpiter e Urano.

terça-feira, 13 de março de 2012

Aurora Austral vista da ISS

Aurora austral - Crédito: ESA/NASA/André Kuipers

Aurora austral captada pelo astronauta André Kuipers, da Agência Espacial Europeia (ESA), a bordo da Estação Espacial Internacional. A imagem foi obtida, em 10 de Março, na alta atmosfera entre a Austrália e a Antárctida.
No norte, as auroras boreais também têm fascinado com o seu colorido movimento. Um vídeo com auroras observadas sobre Abisko National Park, em 12 de Março de 2012, na Lapónia, Suécia, pode ser visto neste endereço. Nas imagens ainda podemos ver Júpiter e Vénus, o aglomerado de estrelas Pleíades e, ainda, parte da Constelação de Orion (lado esquerdo).
Para os apreciadores destas impressionantes luzes, auroras boreais sobre Muonio, Finland, em 11 de Março, neste outro vídeo.
As fortes tempestades solares que atingiram a Terra, na última semana, produziram muitos espectáculos de luzes nos céus dos pólos Norte e Sul. As partículas solares carregadas, quando atingem o campo magnético terrestre movem-se em direcção aos pólos, ionizando azoto e oxigénio atmosféricos que originam a luminosidade.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Bonita Aurora depois de fim-de-semana solar activo

Aurora boreal em Muonio, na Finlândia - Crédito: NASA/Thomas Kast.

Bonita Aurora Boreal de alta latitude, resultante do impacto da ejecção de massa coronal solar (CME de sexta-feira(24)) com o campo magnético terrestre, em 26 de Fevereiro de 2012, observada sobre Muonio, na Finlândia.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Primeiras imagens "em movimento" de aurora boreal vista do espaço


A NASA divulgou novas imagens de aurora boreal vistas do espaço, usando uma nova técnica fotográfica de time-lapse, isto é,  a captura de imagens fixas que depois são reproduzida a uma velocidade superior à que foram tomadas.
Combinando centenas de fotografias captadas em sequência a partir da Estação Espacial Internacional, resultou o primeiro "filme" que mostra as imagens em movimento das espectaculares luzes do norte, como a cientista da NASA Melissa Dawson explica no vídeo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Aurora 2012 sobre a Noruega


No final de Janeiro de 2012, o Sol atravessou uma fase de maior actividade, originando uma maior quantidade de manchas solares, erupções de energia e ejecções de massa coronal. Este tipo de actividade expulsa partículas carregadas, algumas das quais atingem a atmosfera terrestre e podem desencadear auroras. O vídeo mostra imagens fantásticas de auroras, captadas por Christian Mülhauser, sobre Ravnastua, Skoganvarre and Lakselv, na Noruega, nesse período. A música é Path of Stars por Jonathan Geer.
O vídeo original encontra-se no Vímeo, em http://vimeo.com/36141149

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tempestade solar cria festival de luzes nos céus da Suécia


O fotógrafo Chad Blakley, de Lights Over Lapland, captou estas fantásticas imagens da aurora boreal observada nos céus da Suécia, em consequência da poderosa tempestade solar que atingiu o campo magnético terrestre ontem, 24 de Janeiro de 2012. O vídeo foi gravado durante três horas.

Como se origina uma aurora boreal


Numa altura em que o nosso Sol está empenhado em criar bonitas auroras na Terra, o vídeo explica como isso acontece quando as partículas carregadas de uma tempestade solar atingem o campo magnético terrestre. Pode formar-se uma aurora boreal (no norte) e/ou aurora austral (no sul) e cujo nome resulta de Aurora, a deusa romana do 'amanhecer'. Boreal vem da palavra grega Boreas, que significa norte.
Pode ver auroras em directo neste endereço.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Grande tempestade solar atingiu a Terra hoje

Evolução da tempestade solar, observada pelo Observatório Solar Dinâmico da NASA, em 22 e 23 de Janeiro de 2012 - Crédito: NASA/Earth Observatory

As partículas carregadas de uma enorme tempestade solar atinguiram a Terra, nesta terça-feira(24), pelas 15.10 UTC, podendo originar bonitas auroras nas regiões polares e pequenas interferências nos satélites, durante os próximos dois dias, segundo os cientistas da NASA.
A tempestade começou ontem com uma erupção solar de intensidade M8.7, muito próxima da erupção mais intensa de "classeX".
Esta erupção ejectou e enviou uma corrente rápida de protões altamente energéticos em direção à Terra, provocando a tempestade solar mais intensa, desde Setembro de 2005, uma tempestade de grau S3, na escala do Space Weather Prediction Center, da NOAA.
A erupção foi acompanhada por uma ejecção de massa coronal (CME) extremamente rápida, uma nuvem de plasma solar que foi ejectada da atmosfera solar na direcção da Terra, aonde deve chegar entre hoje (24) e amanhã (25).
No entanto, a CME e a tempestade de radiação associada não estão directamente orientadas para o nosso planeta, atingem a Terra num determinado ângulo, o que diminui os efeitos do seu impacto no campo magnético terrestre. Provavelmente vão formar-se auroras nas latitudes mais altas, nas proximidades das zonas polares, podendo verificar-se alguns problemas nas comunicações nestas zonas.
Mais informações em SpaceWheather.com
Pode ver auroras em directo neste endereço.
Fonte: NASA/Earth Observatory

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Aurora boreal observada na Noruega


Vídeo da aurora boreal resultante da ejecção de massa coronal (CME) que atingiu o campo magnético da Terra em 22 de Janeiro de 2012.
As imagens foram captadas por Helge Mortensen, em Tromvik, na Noruega e que podem ser vistas, em HD, no Vimeo.
Também pode ver imagens de auroras, em directo, neste endereço.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Aurora boreal vermelha

Aurora vermelha captada em Independence, Mo, em 24 de Outubro de 2011 - Crédito: NASA/Tobias Billings

Uma ejecção da massa coronal (CME), produzida no Sol na noite de 21 de Outubro, atingiu a Terra ontem, 24 de Outubro. Esta CME causou fortes flutuações do campo magnético perto da superfície terrestre, originando-se bonitas auroras boreais ou "luzes do norte", vistas em todo o Canadá e grande parte dos Estados Unidos, até ao sul do Alabama.
As auroras completamente vermelhas não são tão comuns como as verdes, mas podem formar-se durante uma actividade solar forte, ocorrendo um pouco mais frequentemente em latitudes baixas, como no caso da imagem tirada em Independence, Missouri.
No vídeo, mais uma aurora observada no Michigan, também em 24 de Outubro.


A forte CME que nos atingiu também alterou o limite do campo magnético da Terra - uma fronteira conhecida por magnetopausa - que passou de 40 mil milhas de distância da Terra para cerca de 26 mil milhas, área onde se encontram os satélites em órbita geoestacionária que, durante algum tempo, viajaram num ambiente com material e campos magnéticos diferentes do normal.
Mais informações e imagens de auroras no endereço http://spaceweather.com/
Fonte: NASA

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Aurora boreal na Lapónia finlandesa

Aurora boreal

O vídeo, de Flatlight Films, mostra uma selecção de espectaculares auroras boreais, durante o inverno de 2011 em vários locais na Lapónia finlandesa.