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segunda-feira, 22 de abril de 2013

União Europeia pretende recuperar as ruínas de Pompeia


A União Europeia anunciou um projeto de quase 150 milhões de dólares para preservar, conjuntamente com o governo italiano, as ruínas de Pompeia, consideradas património mundial pela UNESCO e que estão a degradar-se.
Pompeia foi outrora uma cidade do Império Romano, localizada perto de Nápoles. No ano de 79 dC, foi destruída por uma erupção violenta do Vulcão Vesúvio e, actualmente, é um dos maiores sítios arqueológicos do mundo, possibilitando uma visão detalhada da vida numa cidade dos tempos da Roma Antiga.
Os representantes europeus dizem que a preservação das ruínas - o Grande Projecto de Pompeia - pode trazer grandes benefícios económicos, com novos empregos e turismo. No entanto, tratando-se de uma área dominada pela máfia napolitana, receia-se que o crime organizado possa afectar os investimentos do projecto.
Fonte: ÚltimoSegundo
Link relacionado: Burocracia italiana ameaça preservação de Pompeia

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Encontrados importantes vestígios romanos no centro de Londres


Operários que trabalhavam na construção da nova sede da empresa Bloomberg, encontraram importantes vestígios da civilização romana em Londres. Foram registados mais de dez mil artefactos, alguns dos quais mostram como os moradores de Londinium, a cidade romana que deu origem a Londres, viviam e se vestiam. A importância dos achados é tal, que o sítio arqueológico já é chamado de "Pompeia do Norte". Fonte: ÚltimoSegundo

segunda-feira, 18 de março de 2013

Descobertos corpos de vítimas da peste negra em Londres


Escavações do sistema de transporte de Londres revelaram os esqueletos de 13 vítimas da peste negra, no século 14. Os arqueólogos pensam que o local faz parte de um cemitério que pode abrigar os restos mortais de cerca de 50.000 pessoas, mortas pela Peste Negra em Londres, há mais de 650 anos.
De acordo com Don Walker, arqueólogo do Museu de Londres, as análises de DNA dos esqueletos podem ajudar a entender melhor a pandemia de peste bubónica que afectou toda a Europa e matou cerca de 40% da população britânica, após o início do surto, em 1348. 
Fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Arqueólogos encontraram restos de soldado morto em Waterloo


Arqueólogos belgas descobriram os restos, quase intactos, de um jovem soldado no local da batalha de Waterloo, há 200 anos. Junto do esqueleto estava uma moeda, uma faixa de couro e um pedaço de madeira com as iniciais C. e B. Encontraram também uma bala que, provavelmente, terá morto o jovem com um tiro no peito.
Supõe-se que se trata de um soldado inglês, pois os restos foram encontrados em território belga, num local ocupado pelos britânicos durante a batalha de Waterloo, onde a França liderada por Napoleão foi derrotada pelos ingleses. O esqueleto estava debaixo de uma camada de terra de 40 cm, o que sugere que o corpo foi sepultado no local.
Os cientistas pretendem identificar o soldado, assim como conhecer alguma coisa da sua história. Mais de 12 mil soldados britânicos morreram em Waterloo, em Junho de 1815.
Fonte: ÚltimoSegundo

terça-feira, 29 de maio de 2012

Desigualdade entre os homens já vem da Idade da Pedra

Artefactos do período Neolítico. O novo estudo mostra que os homens do início do Neoliítico enterrados com ferramentas de trabalho tinham vivido em melhores condições que aqueles que não tinham artefactos junto ao corpo, uma primeira evidência da desigualdade hereditária entre seres humanos - Fonte: wikipédia

Uma nova pesquisa revela que a desigualdade hereditária entre seres humanos começou há mais de 7.000 anos, no início do Neolítico, período em que se iniciou a sedentarização e surgiu a agricultura na pré-história europeia.
Arqueólogos das Universidades de Bristol, Cardiff e Oxford encontraram novas evidências que mostram que os agricultores dessa altura enterrados com ferramentas viveram em melhores terras do que aqueles que foram enterrados sem elas. A pesquisa foi publicada na revista 'Proceedings of National Academy of Science' (PNAS), em 28 de Maio.
Os cientistas analisaram os isótopos de estrôncio de mais de 300 esqueletos humanos distribuídos por várias jazidas na Europa Central. Estes isótopos dão indicações do lugar de origem. Os resultados sugerem que os homens enterrados com ferramentas para cortar madeira tiveram acesso consistente a terras mais próximas, e possivelmente melhores do que os outros. Estas são as evidências mais antigas do diferente acesso à terra entre os primeiros agricultores do Neolítico.

sábado, 5 de novembro de 2011

Arqueólogos encontram túneis da batalha de Somme, da Primeira Grande Guerra


Arqueólogos franceses e britânicos estão a pesquisar mais de seis quilómetros de túneis, encontrados na aldeia de de La Boisselle, no norte da França, local de uma das batalhas mais famosas da Primeira Guerra Mundial, a Batalha de Somme.
Os túneis, que agora estão a ser reabertos, foram escavados no caminho dos ataques do Exército Britânico na Batalha de Somme. Serviam para colocar os explosivos que abririam brechas nas defesas alemães.
Os arqueólogos seguem velhos mapas da época para se orientar no labirinto de túneis, e percorrem caminhos que ficaram fechados durante mais de 90 anos. Batendo nas rochas do seu interior, conseguem ser ouvidos pelos que estão na superfície e assim descobriram as entradas dos túneis. Também os soldados usaram esta tecnologia simples para tentarem encontrar os inimigos.
A Batalha do Somme, também conhecida como Ofensiva do Somme, foi travada entre Julho e Novembro de 1916, sendo considerada uma das maiores batalhas da Primeira Guerra Mundial.
Foi uma ofensiva anglo-francesa, com o objetcivo de romper as linhas de defesa alemães, ao longo de 19 Km, estacionadas na região do Rio Somme (França). As baixas foram elevadíssimas para ambos os lados, sobretudo para a Grã-Bretanha, ainda mais pelo facto do objectivo não ter sido atingido.
A batalha teve mais de 1,2 milhões de vítimas (entre mortos e feridos), em cinco meses de combate, foi uma das operações militares mais violentas da História da Humanidade. A batalha também marcou a estreia dos tanques de guerra.
Fonte:ÚltimoSegundo

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A primeira "oficina de arte" do homem moderno

Molusco marinho, Haliotis midae (abalone), encontrado nas praias da África-do-Sul, e cuja concha o homem moderno usou, há 100.000 anos para armazenar a mistura de ocre para as suas "decorações artísticas" - Fonte: wikipédia

Uma equipa de investigadores sul-africanos e franceses encontrou, na gruta Blombos dos arredores da Cidade do Cabo, um conjunto de ferramentas e recipientes que foram utilizados para criar pigmentos há 100.000 anos, revelando que o homem moderno já era capaz de criar arte, muito tempo antes de deixar África.
As descobertas mostraram uma espécie de oficina de trabalho onde foi produzida uma mistura rica em ocre armazenada em duas conchas de Haliotis midae (abalone ), uma espécie de caracol-do-mar, que ainda hoje se encontra com facilidade nas praias da África-do-Sul. Foram encontradas também várias pedras utilizadas para moer o mineral ocre, juntamente com outros elementos moídos, como ossos de mamíferos, pedaços de pedra, carvão e algum líquido. Não se sabe onde era aplicada a mistura, talvez para decorar e proteger a pele ou para decoração da roupa.
Até agora, a utilização do ocre e das técnicas de esmagamento e raspagem para a sua obtenção estava datada apenas há 60.000 anos. Todas estas ferramentas encontradas fornecem mais evidências sobre o desenvolvimento tecnológico e o comportamento social dos primeiros homens modernos na África.
"Esta descoberta é um marco na evolução da cognição humana complexa porque demonstra que os humanos há 100.000 anos tinham a capacidade de procurar, produzir e armazenar substâncias que usavam nas suas práticas sociais", assinalou Christopher Henshilwood, um dos autores do artigo publicado na revista Science.
 Fonte: El Mundo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Monumento de Stonehenge e os seus mistérios


Em 2008, os arqueólogos exumaram os corpos de 50 pessoas que estavam enterradas, há 5 mil anos, nos misteriosos círculos de pedra do monumento de Stonehenge.
O líder druida King Arthur Pendragon queria que os restos mortais fossem devolvidos ao local, mas perdeu o processo na Justiça britânica contra os arqueólogos da Universidade de Sheffield. Os achados vão poder ser estudados até 2015.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Túneis e catacumbas da cidade de Paris


Por baixo de Paris estende-se uma complexa rede de túneis, com cerca de 290 Km, formando uma espécie de "cidade abaixo da cidade". Todas as câmaras foram mapeadas e baptizadas com o nome da rua correspondente à superfície.
Os túneis estão fechados ao público, desde 1955, mas as catacumbas podem ser visitadas. Na época da construção dos túneis, os cemitérios estavam a ficar superlotados e muitas ossadas foram trazidas e armazenadas nas câmaras subterrâneas (catacumbas) que, actualmente, constituem um pólo de interesse turístico.
Fonte: ÚltimoSegundo

terça-feira, 19 de abril de 2011

Arqueólogos encontram indícios de massacre na Idade do Ferro


Esqueletos de mulheres e crianças, encontrados numa vala na Inglaterra, indicam que a história da região é mais violenta do que esperavam. Os achados evidenciam um massacre ocorrido na Idade do Ferro numa colina em Derbyshire, no centro da Inglaterra, junto ao forte de Fin Cop, em Peak District.

BBC recorda gravação do som do "trompete do faraó Tutancamon" de 1939


O trompete de bronze do faraó Tutancamon foi um dos objetos raros roubados do Museu do Cairo, durante a recente revolta popular contra o governo egípcio.
Este trompete de bronze e outro de prata faziam parte do tesouro do faraó Tut do Antigo Egípto, encontrado pelo arqueólogo britânico Howard Carter, em 1922, na sua tumba, no Vale dos Reis, localizado no sul do território egípcio, onde permaneceu durante mais de 3.000 anos. Na altura do assalto, o trompete de prata não estava no museu.
O roubo e a posterior recuperação do instrumento musical antigo deixado, conjuntamente com outros artefactos roubados no museu, num saco no metro do Cairo, levaram a BBC a procurar nos seus arquivos uma gravação com o som do instrumento, feita em 1939.
O músico James Tappern executou o trompete do faraó no histórico programa da BBC, gravado em 1939 e transmitido para cerca de 150 milhões de ouvintes em todo o mundo.
Áudio do trompete de Tutancamon e mais informações em  BBC Brasil

sábado, 26 de março de 2011

Novos artefactos humanos sugerem que as Américas foram povoadas mais cedo

A descoberta de novos artefactos humanos no sítio arqueológico Debra L. Friedkin, no Texas, Estados Unidos, revelou evidências de ocupação humana anterior, à volta de  2.500 anos, à cultura Clóvis, que se acredita ter sido a primeira a povoar as Américas há cerca de 13.000 anos.

Artefactos
Clicar para ver imagens e vídeos da pesquisa e artefactos encontrados

Uma equipe liderada por Michael Waters, da Universidade do Texas A&M, descobriu milhares de peças, cerca de 16.000, onde algumas são ferramentas e outros são lascas de pedra afiada associadas ao fabrico, por exemplo de facas e ferramentas para cortar e raspar. A sua datação por luminescência, mostrou que eles têm entre 13.200 e 15.500 anos, portanto anteriores ao povo Clovis. A técnica por luminescência determina a data dos sedimentos que circundam os artefactos, indicando a última vez que eles estiveram expostos ao Sol. O trabalho vem publicado na revista Science.
De acordo com esta descoberta, muito antes da cultura Clóvis, um grupo de seres humanos terá chegado ao chamado Novo Mundo, depois de atravessar o estreito de Bering vindo da Ásia, e depois ter-se-ia espalhado pela América do Norte, América Central e do Sul.
A Cultura Clóvis é uma cultura pré-histórica da América que surgiu no final da última Idade do Gelo. Chama-se assim por causa dos artefactos encontrados perto da cidade de Clovis (Novo México). O povo de Clóvis era considerado o mais antigo habitante do Novo Mundo.

Vestígios da Cultura Clovis - Fonte: wikipédia

Acreditava-se que os primeiros povos tinham cruzado o Estreito de Bering da Sibéria para o Alasca quando o nível do mar entre os continentes baixara, iniciando assim uma caminhada em direcção ao sul do continente. Contudo, novas evidências têm sido encontradas em vários locais, indicando que a cultura Clóvis pode não ter sido a primeira das Américas.
Para Michael Waters, "Essa descoberta desafia-nos a repensar o início da colonização das Américas. Não há dúvida de que estas ferramentas e as armas são de fabrico humano e datam de cerca de 15.500 anos atrás, fazendo deles os mais antigos artefactos encontrados tanto no Texas e na América do Norte". E, referindo-se à continuação do estudo dos artefactos, "Esses estudos vão ajudar-nos a descobrir de onde vieram essas pessoas, como se adaptaram aos novos ambientes que encontraram, e compreender as origens de grupos posteriores como os Clovis".
Fonte: ÚltimoSegundo / Artigo sobre a investigação

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Arqueólogos encontraram, em Londres, vestígios de aldeia romana de 2 mil anos de idade

Durante as escavações para a construção de um novo hotel no parque Syon, em Londres, foi descoberta uma aldeia romana até então desconhecida, onde foram encontrados mais de 11 mil artefatos.


Mais informações aqui.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O homem já comia pão há 30 mil anos, na Europa

Um novo estudo, publicado esta semana no  'Proceedings of the National Academy of Sciences' (PNAS), mostra que as populações do continente europeu durante o Paleolítico Superior, há 30 mil anos, eram capazes de fabricar farinhas a partir de uma grande variedade de plantas, o que torna a sua alimentação mais variada do que se pensavava até agora, que seria constituída essencialmente por carne, gorduras animais e vegetais.

Typha latifolia, espadana utilizada para obter farinha há 30 mil anos
Fonte: wikipédia

Durante uma investigação em vários sítios arqueológicos na Europa,  foram encontrados restos de grãos de diferentes plantas selvagens e pedras para moer com 30 mil anos (datação por radiocarbono), revelando que a moagem de plantas para obtenção de farinha era prática comum antes da existência da agricultura no Neolítico. Antes, tinham sido encontradas pedras de moagem com 20 mil anos, em Israel.
O estudo mostra que podiam moer raízes, sementes ou rizomas, dependendo da planta. Entre as mais comuns estavam a Typha angustifolia e Typha latifolia, conhecidas por espadanas e semelhantes a juncos.
pita (pão sírio)

Com a farinha das plantas e água, faziam um pão achatado, em forma de bolacha, que era cozinhado numa pedra quente. Conseguiam, assim, um alimento que se conservava mais tempo, fácil de transportar nas suas caminhadas (eram caçadores recolectores) e bastante energético para combater o frio.
Mais informações aqui e aqui (espanhol)
Informação de suporte ao estudo (inglês)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Myrtis, a menina grega de há 2500 anos

Cientistas reconstruíram o rosto de uma menina grega de 11 anos que morreu no ano de 430 antes de Cristo, vitima de febre tifóide.

Myrtes, a menina grega

Utilizando tecnologia 3D, a reconstrução foi feita a partir do crânio da menina. É uma técnica também muito utilizada na reconstrução facial de algumas múmias egípcias. Veja como se faz no vídeo, no final do texto.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Titanic filmado com tecnologia 3D

Cientistas estão a filmar, em 3D, os destroços do Titanic, o famoso navio afundado em 1912, durante a sua primeira viagem.

Proa do RMS Titanic - Fonte: wikimedia commons

Estas imagens irão permitir criar um mapa tridimensional dos restos do barco.
Mais informações e vídeo aqui.

Link relacionado:
Arqueólogos embarcam em operação para mapear Titanic