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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Terramoto da grande intensidade provoca tsunami nas Ilhas Salomão

Um forte terramoto atingiu as Ilhas Salomão, no Pacífico Sul, causando um tsunami (reprodução)

Um tsunami, provocado por um forte terramoto de 8 graus na escala Richter, atingiu a cidade de Lata, capital da província de Temotu, no extremo leste das Ilhas Salomão, esta quarta-feira (5 de Fevereiro de 2013) (pode ver aqui um vídeo).
Segundo as autoridades locais, o tsunami gerou ondas até 1,5 metros de altura na parte oeste da ilha de Santa Cruz, destruindo dezenas de casas em quatro aldeias atingidas e provocando, pelo menos, cinco mortos confirmados. Muitos moradores refugiaram-se nas partes mais altas da região. Outras áreas das Ilhas Salomão não foram afectadas

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O tsunami do Japão chegou ao céu


Não foi apenas o oceano que foi perturbado pela grande terramoto que abalou o Japão, em Março de 2011. Imagens divulgadas pela NASA mostram que também a camada mais alta da atmosfera, ou ionosfera, foi afectada.
O terramoto e o posterior tsunami tiveram efeitos devastadores na superfície do planeta. As suas ondas de choque foram de tal maneira violentas que atingiram as partículas da ionosfera. Imagens da NASA, recolhidas por satélites e receptores GPS, captaram e registaram as ondas de energia dos dois fenómenos e a turbulência que provocaram nos electrões da ionosfera.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mota japonesa aparece no Canadá, provavelmente levada pelo tsunami do ano passado


Foi encontrada uma motocicleta Harley-Davidson, com matrícula japonesa, numa praia do Estado de Columbia Britânica, na costa oeste do Canadá. A mota está registada na prefeitura de Miyagi, uma das áreas mais atingidas pelo tsunami que atingiu o Japão, em Março de 2011.
A mota estava dentro de um contentor que continha, também, tacos de golfe, ferramentas e equipamentos de camping. Suapeita-se que a moto tenha sido levada pelo tsunami, tendo conseguido percorrer no último ano os cerca de 7.000 Km entre a costa japonesa e a praia onde foi encontrada.
As autoridades estão a tentar localizar o dono da mota, para saber se conseguiu sobreviver à catástrofe.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Indonésia é abalada por fortes terramotos

Foto de Banda Aceh, seis semanas após o tsunami de 26 de Dezembro de 2004, que matou 230.000 mil pessoas em 13 países - Fonte: wikipédia

A Indonésia voltou a ser abalada por um terramoto de grande intensidade. O sismo, de intensidade 8,6 na escala de Richter, ocorreu às 16h38 locais (9h52 em Portugal), com epicentro, no mar, a 495 quilómetros de distância da cidade de Banda Aceh, no noroeste da ilha de Sumatra, a uma profundidade de 22,9 quilómetros, segundo os Serviços Geológicos norte-americanos (USGS, sigla em inglês). Registaram-se várias réplicas, a maior das quais com magnitude de 8,2 na escala de Richter.
Foi lançado o alerta de tsunami no Oceano Índico pelo Centro de Alerta de Tsunamis para o Pacífico, mas foi levantado poucas horas depois do primeiro abalo. Este Centro de Alertas, que depende da agência norte-americana para os Oceanos e Atmosfera (NOAA), referiu que as estações de medição do nível do mar na região registaram a ocorrência de um tsunami com ondas de pequenas alturas, entre os 3 e os 31 centímetros.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

"Navio fantasma" do tsunami japonês foi afundado pela Guarda costeira dos Estados Unidos


A Guarda costeira dos Estados Unidos usou tiros de canhão para afundar um navio japonês que estava à deriva há um ano, desde o sismo e tsunami de 11 de Março de 2011, no Japão. O navio, de nome Ryon-Un Maru e apelidado de "navio fantasma", foi avistado ao largo da costa da Colúmbia Britânica, no Canadá, há cerca de duas semanas.
As autoridades decidiram afundar o navio por considerarem que ele constituia um perigo para a a circulação marítima, estando à deriva num corredor marítimo entre os Estados Unidos e o Canadá.
Este navio é apenas uma pequena parte da grande quantidade de destroços resultantes do tsunami do Japão e que se encontram à deriva no Pacífico, devendo atingir as costas dos Estados Unidos e Canadá nos próximos anos. As autoridades japonesas estimam cerca de 1,5 milhões de toneladas de destroços variados, incluindo navios como o afundado.
Fonte: ÚltimoSegundo

domingo, 11 de março de 2012

Japoneses recordam em silêncio vítimas do tsunami, um ano depois da catástrofe


Milhões de japoneses rezam e recordam hoje em silêncio as vítimas do terramoto e tsunanmi, enquanto nas regiões costeiras, ainda em recontrução, soaram as sirenes em homenagem, um ano depois da tragédia.
Em 11 de Março de 2011, pelas 14h45 (hora local), a costa leste do Japão foi abalada violentamente por um terramoto de grande intensidade, seguido por um tsunami que matou quase 20 mil pessoas (incluindo os desaparecidos) e cerca de 326 mil desalojados, causando o pior acidente nuclear civil da história em Fukushima, depois de Tchernobil.
O mundo também sinalizou o primeiro aniversário da catástrofe com um concerto em Nova York, na Assembleia Geral da ONU, lembrando as vítimas do terramoto e tsunami.
Participaram do concerto o grupo musical Wakumizu Kagura, da região rural de Tohoku, uma das mais atingidas pelo terremoto, e Ondekoza, um grupo de tambores japoneses, ou taiko, considerada uma arte milenar.
Simultaneamente, também foi aberta, na sede da ONU, uma exposição com 160 fotos sobre o terremoto e o tsunami, material produzido por 23 fotógrafos do Japão e 25 jornais e agências de notícias do país.

sábado, 12 de novembro de 2011

Jornalistas visitaram pela primeira vez Fukushima desde o acidente nuclear


30 jornalistas, quase todos japoneses, foram autorizados a visitar pela primeira vez o reactor nuclear de Fukushima, danificado pelo terramoto e tsunami de Março deste ano.
Equipados com máscaras, roupas de protecção e sem descer dos autocarros que os transportaram, os jornalistas atravessaram as cidades abandonadas na zona interdita de 20 quilómetros em redor da central. Constataram que o nível de radioactividade já era de 20 microsieverts por hora às portas da central. À medida que os veículos se aproximavam dos reactores, o nível subiu rapidamente para os 500 microsieverts por hora, junto aos reactores. A dose anual máxima imposta em tempos de normalidade na maioria dos países é de mil microsieverts.
Um jornalista contou que o edifício do reactor 3 era o mais danificado, rodeado de partes de camiões, barreiras metálicas retorcidas e reservatórios de água esventrados.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O tsunami de 11 de Março do Japão criou icebergs na Antártida

Kelly Brunt, um especialista da criosfera no Goddard Space Flight Center, em Greenbelt, e os colegas descobriram que se formaram icebergs a partir da plataforma de gelo de Sulzberger, na Antártida, como consequência do Tsunami Tohoku, originado pelo terramoto da costa do Japão, em 11 de Março de 2011.

Imagens da plataforma de gelo de Sulzberger, antes (esquerda) e depois (direita), ilustram a quebra de gelo associada como terramoto e tsunami resultante no Japão, ocorridos em 11 de Março de 2011. Os icebergs estão apenas começando a separar-se na imagem da esquerda. Crédito: Agência Espacial Europeia/Envisat

A descoberta, detalhada num artigo publicado hoje no Journal of Glaciology, marca a primeira observação directa de uma ligação entre tsunamis e icebergs.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Japão usa robôs de peluche para fazer companhia às vítimas do tsunami nos abrigos


Focas robôs de peluche estão a ser usadas como companhia das vítimas do terramoto e tsunami do Japão e que ainda se encontram nos abrigos. Os robôs reagem ao toque e aos sons através de sensores e um sistema de inteligência artificial.
Os robôs surgiram há sete anos, como resultado do trabalho de um instituto de pesquisa do governo, e eram destinados a idosos que moravam em casas de repouso onde não se permitiam animais de estimação.
Segundo os especialistas, os robôs podem ser ainda mais eficientes do que outras pessoas, dando um pouco de ânimo às pessoas que se encontram isoladas e separadas das suas famílias e amigos.
Fonte: ÚltimoSegundo

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Guarda Costeira do Japão divulgou novas imagens do tsunami


A Guarda Costeira do Japão divulgou novas imagens do tsunami que atingiu o país depois do terramoto de 11 de março.
Mais de um mês depois da catástrofe, o Japão ainda busca as vítimas desaparecidas. Muitas pessoas foram arrastadas para o alto-mar e outras ficaram soterradas pelos escombros e pela lama.
O governo enviou cerca de 25 mil soldados para uma nova busca por vítimas. Até agora, 14.238 pessoas foram confirmadas mortas e 12.228 continuam desaparecidas. Outras 139.350 pessoas continuam vivendo em abrigos provisórios.
Fonte: ÚltimoSegundo

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Gravação do ruido da propagação do terramoto do Japão, através da crosta terrestre e do oceano

Som do terramoto que desencadeou o tsunami mortal do Japão, acelerado 16 vezes.



Cientistas capturaram este ruído, produzido pelo enorme terramoto de magnitude 9,0 que atingiu o Japão em 11 de Março, o quarto maior sismo de todos os tempos . O sismo desencadeou uma tsunami que devastou a costa, danificou os reatores nucleares e matou um número estimado de 27.000 pessoas.
A gravação foi feita por um hidrofone, um microfone subaquático. O hidrofone estava localizado perto das Ilhas Aleutas do Alasca, a cerca de 1.500 Km do epicentro do terramoto, que foi ao largo da costa da cidade de Sendai, na ilha principal do Japão, Honshu.
O forte terramoto provocou centenas de réplicas, incluindo mais de 60 de magnitude 6,0 ou superior, e três acima de magnitude 7,0.
O terramoto foi causado pela falha de subducção perto da Fossa do Japão, no limite entre as placas tectónicas do Pacífico e da América do Norte. Na falha de subducção uma placa tectónica mergulha sob a outra. Neste caso, a placa do Pacífico está mergulhando sob a placa norte-americana.
O ruído do terramoto foi capturado por cientistas no Laboratório Ambiental Marinho do Pacífico e da Oregon State University, em Corvallis, Oregon.
Fonte: OurAmazingPlanet

terça-feira, 5 de abril de 2011

A radioactividade pode ameaçar a pesca mundial

A água utilizada para arrefecer, desde o exterior, os reactores nucleares japoneses danificados converteu-se em mais um resíduo nuclear em Fukushima. Parte dessa água contaminada conseguiu chegar até ao mar, o Oceano Pacífico, através de fendas abertas nos reactores.
Nos últimos dias, a filtração de água altamente contaminada obrigou a verter para o oceano cerca de 11.500 toneladas de água radioactiva, uma água de baixa radioactividade, segundo informações da empresa Tepco, responsável pelos reactores nucleares japoneses.
Contudo, embora essa água tenha uma baixa radioactividade, pode ter efeitos graves nos ecossistemas marinhos e recursos pesqueiros. Os cálculos da empresa indicam que o impacto sobre um adulto que comesse peixe de água contaminada seria de 0,6 milisieverts por ano, 25% da dose anual de radiação que a população está exposta na natureza. Segundo os especialistas, a curto prazo pode não ser problemático, mas pode converter-se numa ameaça nos próximos anos, devido ao efeito cumulativo. A curto prazo, é mais grave a contaminação de alguns vegetais e da água potável.

sábado, 2 de abril de 2011

Cenas de uma tragédia


A guarda costeira do Japão resgatou, nesta sexta-feira, um cão que conseguiu sobreviver durante três semanas no mar, no telhado flutuante de uma casa arrastada pelo tsunami de 11 de Março. O animal foi encontrado no meio de destroços, na costa de Kesennuma, na Província de Myiagi, uma das mais devastadas pela tragédia.

quarta-feira, 23 de março de 2011

A ave selvagem mais antiga conhecida sobreviveu ao tsunami

Um albatroz Laysan, chamado Wisdom (Sabedoria), com mais de 60 anos de idade e considerada a ave selvagem mais antiga dos Estados Unidos, sobreviveu ao tsunami que atingiu o seu ninho, no Atol de Midway, no Pacífico, após o grande terramoto no Japão. A ave e a cria foram vistos na Ilha Sand (Areia), uma das ilhas que constituem o atol, cerca de uma semana após o tsunami.

Wisdom alimentando a cria após o tsunami - Crédito: Pete Leary/U.S. Fish and Wildlife Service

O Refúgio Nacional de Vida Selvagem de Midway é conhecido pela sua população de albatrozes Laysan, embora seja apenas uma das 23 espécies de aves marinhas que aí nidificam, num total de cerca de 3 milhões de aves, para além de outras espécies. O atol fica situado a noroeste das Ilhas do Havai e pertence aos Estados Unidos.
Midway foi atingido por ondas de cerca de 1,5 metros de altura depois do terramoto, matando dezenas de milhares de crias de albatrozes Laysan e cerca de 2.000 adultos. As perdas noutras espécies ainda não foram contabilizadas.
Os albatrozes Laysan ( immutabilis Phoebastria ) passam metade do ano no mar e voltam a terra apenas para procriar. O tsunami surgiu na época de criação dos filhotes para esta espécie. Wisdom e a sua cria tiveram sorte.
Galeria de imagens do atol depois do tsunami
Fonte: ourAmazingplanet

Drama humano no Japão


Em Minasoma, a 25 Km da central nuclear de Fukushima, na zona de exclusão nuclear do Japão, as ruas estão vazias.
Quase 270 mil pessoas já foram forçadas a deixar as suas casas devido ao risco de contaminação nuclear. Mais de 100 mil antigos moradores estão abrigados em locais de emergência noutras cidades japonesas.
Há dificuldades na alimentação, o governo japonês impôs restrições na distribuição e consumo de alguns alimentos das áreas afectadas pela fuga radioactiva da central nuclear de Fukushima.
Fonte: ÚltimoSegundo

domingo, 20 de março de 2011

Os albatrozes do Atol de Midway depois do tsunami

O enorme tsunami que resultou do terramoto de magnitude 9.0 no Japão, propagou-se através do Oceano Pacífico, tendo atingido vários locais sem causar mais vítimas humanas. Um desses lugares foi o Atol de Midway que, em parte, ficou coberto de escombros, afectando a sua vida selvagem.
O Atol de Midway localiza-se Oceano Pacífico Norte, perto da extremidade noroeste do arquipélago do Havaí, sensivelmente a meio caminho entre os Estados Unidos e o Japão. É constituído por uma barreira de recifes em forma de anel e algumas pequenas ilhas e ilhotas de areia que são o habitat de milhões de aves marinhas. Actualmente é um refúgio de vida selvagem.

Uma grande população de albatrozes de Laysan nidifica no Atol de Midway. Cerca de 110.000 crias foram mortas pelo tsunami - Fonte da imagem: wikipédia

O Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Atol de Midway alberga normalmente, para além de outras espécies, 21 espécies de aves marinhas, quase 3 milhões de aves que aí nidificam, ocupando quase todo o espaço disponível. É famosa a sua população de albatrozes Laysan, Phoebastria immutabilis, que nesta época se ocupa da criação dos seus filhotes.

Milhares de aves Petrel Bonin ficaram enterradas vivas nos escombros. Algumas, como esta, foram salvas - Crédito: Pete Leary/U.S. Fish and Wildlife Service

De acordo com a página Web do Refúgio, muitos adultos e dezenas de milhares de crias de albatrozes Laysan foram arrastadas pelas ondas e milhares de Petrel Bonin, hypoleuca Pterodroma, foram enterradas vivas.

A única cria de albatroz-de-cauda-curta sobreviveu ao tsunami, mas tudo depende de voltar a encontrar os pais - Crédito: Pete Leary/U.S. Fish and Wildlife Service

Os albatrozes-de-cauda curta desapareceram das ilhas do Pacífico devido à utilização das suas penas como elementos decorativos. A formação de uma colónia neste refúgio pode ser uma esperança para esta espécie em perigo de desaparecer.
Ainda não se sabe, ao certo, o real impacto do tsunami em todos os habitantes selvagens do Atol de Midway. No entanto acredita-se que devem recuperar com o tempo.
Imagens do Atol de Midway depois do tsunami neste endereço.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Tragédia humana no Japão

O Japão elevou o nível de alerta nuclear de quatro para cinco, numa escala de sete pontos internacional de incidentes nucleares. A crise na central Daiichi Fukushima, antes considerada como um problema local, é agora considerada como tendo "conseqüências mais amplas".
A neve veio acabar com as últimas esperanças de encontrar alguém vivo nos escombros. O número de vítimas aumenta, mas há milhares desaparecidos. O Japão guardou um minuto de silêncio pelos seus mortos.
Milhões de pessoas foram afectadas pelo desastre - muitos dos sobreviventes ficaram sem água, eletricidade, combustível ou comida suficiente. Pela primeira vez os moradores foram autorizados a regressar às áreas destruídas.
Apesar das autoridades japonesas tentarem acalmar as pessoas, muitos estrangeiros e japoneses estão a sair do país. O Big Picture e as histórias que as suas fotos mostram aqui.

Cenas de uma tragédia


Cão japonês recusa-se a abandonar o amigo (outro cão), na cidade de Sendai, cidade mais atingida pelo tsunami causado pelo terremoto de 8.9 graus na escala Richter que devastou a costa japonesa na última sexta-feira, 11 de março.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 16 de março de 2011

Tragédia humana no Japão

O sofrimento contido e os receios dos sobreviventes do tsunami no Japão, onde a terra continua a tremer e a fuga de radiação nuclear é uma realidade com efeitos inevitáveis na saúde. Familiares e amigos reencontram-se trazendo alguma esperança. A busca e salvamento por entre destroços vai confirmando o elevado número de vítimas e desaparecidos, uma tragédia humana contada em fotografias neste endereço.

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Japão depois do terramoto


Fotos impressionantes da tragédia que se abateu sobre o leste do Japão e do seu povo, com milhares de mortos e muitos mais desaparecidos, cidades que deixaram de existir e a luta para evitar um desastre nuclear, em consequência do terramoto de grau 8,9 na escala de Richter e o tsunami que se seguiu.
O Japão depois do terramoto (em inglês)
Terramoto e Tsunami no Japão (em português)