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segunda-feira, 4 de março de 2013

Vénus visto através dos anéis de Saturno

A sonda Cassini capta o planeta Vénus brilhando através dos anéis de Saturno - Crédito:NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Por entre os anéis de Saturno e através do espaço interplanetário, a sonda Cassini, da NASA, observou o brilhante e nublado planeta terrestre, Vénus. Dada a grande distância, é apenas um pontinho branco, um pouco acima e à direita do centro da imagem.
Vénus, juntamente com Mercúrio, Terra, e Marte, é um dos planetas rochosos "terrestres" do Sistema Solar que orbitam relativamente próximos do Sol.
Embora Vénus tenha uma atmosfera de dióxido de carbono, que atinge cerca de 900 graus Fahrenheit ou 500 graus Celsius e uma pressão de superfície 100 vezes maior que a da Terra, ele é considerado um planeta gémeo do nosso pela semelhança do tamanho, massa, composição rochosa e órbita. Vénus está coberto por espessas nuvens de ácido sulfúrico que o tornam muito brilhante.
A imagem foi captada em 10 de Novembro de 2012, com a sonda a 802.000 quilómetros de Saturno e a 1,42 biliões de quilómetros de Vénus.
Outras imagens do Planeta dos Anéis como este espectacular mosaico de Saturno ou Na Sombra de Saturno, uma das imagens mais populares da Cassini até ao momento.
Fonte: NASA

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Sonda Cassini ajuda a conhecer o nevoeiro acastanhado de Titã

A imagem mostra o primeiro reflexo de luz solar num lago de Titã, lua de Saturno, confirmando a presença de líquido no hemisfério norte da lua, onde os lagos são mais numerosos e maiores que os do hemisfério sul. O Sol só começou a iluminar directamente os lagos do norte com a aproximação do equinócio de Agosto de 2009, quando se inicia a primavera no hemisfério norte de Titã. A imagem foi captada em 8 de Julho de 2009. Os cientistas já tinham confirmado a presença de líquido no Lago Ontário, o maior lago no hemisfério sul, em 2008 - Crédito: NASA/JPL/Universidade do Arizona /DLR

Com base em dados da missão Cassini, da NASA, cientistas descrevem em pormenor como se dá o arranque inicial dos aerossóis na parte mais alta da atmosfera de Titã, a maior lua de Saturno. Eles querem compreender a formação de aerossóis em Titã, pois poderia ajudar a prever o comportamento das camadas de aerossóis de poluentes na Terra.
De acordo com o novo estudo, publicado esta semana na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, a neblina castanha avermelhada característica de Titã parece começar com a radiação solar incidindo sobre as moléculas de azoto e metano, na ionosfera, o que faz criar uma mistura de iões positivos e negativos. As colisões entre as moléculas orgânicas e os iões ajudam as moléculas a crescerem, tornando-se em aerossóis maiores e mais complexos.
Mais abaixo na atmosfera, estes aerossóis colidem uns com os outros e coagulam e, ao mesmo tempo, interagem com outras partículas neutras. Eventualmente, eles constituem o núcleo dos processos físicos que fazem precipitar hidrocarbonetos líquidos na superfície de Titã (como a chuva (água) na Terra), com formação de lagos, canais e dunas, revelados pela sonda Cassini.
Fonte: NASA

domingo, 27 de janeiro de 2013

Primeira Lua Cheia do ano

Primeira Lua Cheia do ano, vista em Bragança, em 27 de Janeiro de 2013.
Para os entusiastas dos astros, à direita, e um pouco acima, pode ver-se a constelação de Orion, o Caçador, uma das mais bonitas do céu nocturno de Inverno, no hemisfério norte.
Abaixo desta constelação sobressai Sirius, a estrela mais brilhante do céu, e uma das mais próximas da Terra.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Expansão dos restos de supernova recriada em vídeo


Em 1901, a estrela GK Persei, a 1300 anos-luz da Terra, explodiu. A supernova tornou-se um dos objectos mais brilhantes no céu, chamando a atenção dos astrónomos.
A partir de imagens dos remanescentes da supernova, também conhecida por Nova Persei 1901, captadas durante mais de 60 anos por telescópios nas Ilhas Canárias, Espanha, foi possível criar um vídeo que reconstitui, em pormenor, a contínua expansão da supernova.
Os cientistas também construíram um modelo tridimensional dos restos deixados pela explosão, e que pode ser observado no vídeo. A reconstituição do evento cósmico revelou que a estrela ainda está a crescer com a impressionante velocidade de quase mil quilómetros por segundo.
Uma explosão supernova acontece quando o núcleo de uma estrela massiva entra em colapso, sob a pressão da sua própria gravidade, resultando uma forte erupção termonuclear, como a observada em 21 de Fevereiro de 1901, com GK Persei ou 'Nova Persei 1901'.
Fonte: DN Ciência

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Tempo espacial: buraco coronal (sul) do Sol

O vento solar que flui deste buraco coronal sul pode chegar à Terra em 26-27 de Janeiro de 2013 - Crédito: SDO / AIA.

Nas primeiras horas desta quarta-feira (23 de Janeiro de 2013), o Observatório Solar Dinânico (SDO), da NASA, observou um buraco na atmosfera do Sol - um "buraco coronal" - no hemisfério sul do Sol, e que está a lançar uma corrente de vento solar para o espaço.
Os buracos coronais são áreas na atmosfera solar onde o campo magnético do Sol se abre, permitindo que o vento solar escape. As temperaturas dos buracos são frias, em comparação com as regiões activas das proximidades. A temperatura mais baixa é uma das razões para a aparência mais escura.
Um fluxo de vento solar, que flui a partir deste particular buraco coronal, deve atingir a órbita da Terra, em 26-27 de Janeiro, embora não se saiba se realmente vai atingir o nosso planeta. Atendendo a que o buraco negro se localiza a uma latitude elevada (sul), o vento solar que emite pode falhar a Terra, passando ao alto sobre o pólo sul terrestre. No entanto, há possibilidade de se formarem bonitas e coloridas auroras. Fonte: SpaceWeathercom

sábado, 22 de dezembro de 2012

Trânsito de Vénus, visto pela sonda Cassini

Trânsito de Vénus observado pela sonda Cassini, a partir do sistema de Saturno, em 21 de Dezembro de 2012 - Crédito:NASA/JPL-Caltech

A sonda Cassini, em actividade no sistema de Saturno, observou a passagem de Vénus através do disco solar (da esquerda para a direita), em 21 de Dezembro de 2012.
É a primeira vez que uma nave espacial segue o trânsito de um planeta no nosso Sistema Solar a partir de um local para além da órbita da Terra.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A sonda Cassini comemora 15 anos de missão interplanetária

Ilustração da sonda Cassini sobre os anéis de Saturno - Crédito: wikipédia

Nesta segunda-feira (15 de Outubro), a sonda Cassini, da NASA, comemora 15 anos de voo na sua missão interplanetária.
Lançada para o espaço em 15 de Outubro de 1997, a nave espacial já percorreu mais de 6,1 biliões de km, o equivalente a circular a Terra mais de 152 mil vezes.
Depois de passar por Vénus duas vezes, pela Terra, e depois por Júpiter no seu caminho para Saturno, a Cassini entrou em órbita do planeta dos anéis, em 2004, onde tem passado os últimos oito anos estudando Saturno, os seus brilhantes anéis e as misteriosas luas.
Durante todo este tempo, Cassini já enviou para a Terra algo como 444 gigabytes de dados científicos e mais de 300.000 imagens.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Saturno - o grande "senhor dos anéis"

Saturno, visto pela sonda Cassini, em 15 de Junho de 2012 - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Planeta Saturno, captado pela sonda Cassini a partir do sul. Os anéis em diagonal projectam largas sombras no seu hemisfério sul.
A lua Enceladus (504 km de diâmetro) aparece como uma pequena mancha brilhante no canto inferior esquerdo da imagem, obtida a cerca de 2,9 milhões de quilómetros do gigante gasoso, em 15 de Junho de 2012.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Sonda detecta possível queda de neve de dióxido de carbono em Marte

Observações da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA, detectaram nuvens de neve de dióxido de carbono em Marte, e evidências da queda de neve de dióxido de carbono na superfície, à volta do pólo sul do planeta vermelho, durante o inverno. As cores representam diferentes tamanhos das partículas - Crédito: NASA / JPL-Caltech

A análise dos dados do Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA, revelou nuvens de neve de dióxido de carbono e evidências de queda de flocos de neve de dióxido de carbono em Marte, o que acontece pela primeira vez no sistema solar.
O dióxido de carbono congelado, mais conhecida por "gelo seco", requer temperaturas de cerca de menos 193 graus Fahrenheit (menos 125 graus Celsius), uma temperatura mais baixa que a necessária para congelar a água.
Enquanto na Terra a neve é de água, Marte tem neve de dióxido de carbono, mais uma vez fazendo lembrar a grande diferença entre os dois planetas, apesar de algumas semelhanças.
De acordo com os cientistas, é a primeira vez que são detectadas nuvens de neve de dióxido de carbono, espessas o suficiente para resultar deposição de neve na superfície. As quedas de neve ocorreram a partir de nuvens à volta do pólo sul do planeta vermelho, durante o inverno.
O relatório dos resultados está publicado no Journal of Geophysical Research.

Asteróide Vesta na despedida da sonda Dawn

Mosaico completo de Dawn que sintetiza algumas das melhores vistas da sonda sobre o asteróide gigante Vesta. A montanha elevada no pólo sul - mais de duas vezes a altura do Monte Everest - é visível na parte inferior da imagem. O conjunto de três crateras conhecidas como o "boneco-de-neve" pode ser visto na parte superior esquerda. - Crédito: NASA / JPL-Caltech / UCAL / MPS / DLR / IDA

A missão Dawn, da NASA, apresentou dois mosaicos como despedida de Vesta, utilizando algumas das últimas imagens da sonda enquanto se afastava do gigante asteróide.
O primeiro é um mosaico em preto e branco, mostrando o asteróide completo, criado com as melhores imagens da sonda Dawn, enquanto estudou Vesta desde Julho de 2011 a Setembro de 2012.
O segundo conjunto de imagens é um mapa de relevo, com código de cores, do hemisfério norte de Vesta, a partir do pólo ao equador. Ele incorpora imagens captadas por Dawn nas altas latitudes do norte, e que eram escuras quando a sonda chegou, em Julho de 2011.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Saturno e Titâ nas suas cores naturais

Uma lua gigante na frente de um planeta gigante, passando por mudanças sazonais, mosaico de imagens de Titã e Saturno captadas pela sonda Cassini em cores naturais, aproximadamente a 778000 quilómetros de Titâ, em 6 de Maio de 2012 - Crédito: NASA/JPL-Caltech/SSI

A NASA apresentou, nesta quarta-feira (29 de Agosto) espectaculares imagens de Saturno e da sua maior lua, Titã, em cores naturais. As imagens da sonda Cassini captam o sistema de Saturno que passa por uma mudança sazonal.
O planeta dos anéis e as suas luas estão muito diferentes de quando Cassini chegou, em 2004. Após a chegada da Cassini, há oito anos, o hemisfério norte de Saturno, no inverno, era azul-celeste. Agora que o inverno está a mudar-se para o hemisfério sul do planeta e o verão para o norte, o esquema de cores está a inverter-se: o azul está a surgir na atmosfera do sul e está a desaparecer do norte.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mimas à espreita


Mimas espreita por detrás da lua maior Dione, nesta visão espacial peculiar da sonda Cassini das luas de Saturno, obtida em 12 de Dezembro de 2011. A sonda encontrava-se, aproximadamente, a 606.000 km de Mimas (396 km de diâmetro) e 91.000 km de Dione (1.123 quilômetros de diâmetro).

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Fracturas no interior de crateras de Marte podem indicar a presença de água no passado

Crateras de impacto interligadas Sigli e Shambe, no interior da grande bacia de impacto Ladon, em Marte, observadas pela sonda Mars Express, da ESA - Crédito: ESA/DLR/FU Berlin (G. Neukum)

A sonda Mars Express, da ESA, observou a parte sul de uma cratera de impacto de 440 Km de diâmetro, parcialmente enterrada, conhecida por bacia Ladon, onde se distinguem duas crateras de impacto, Sigli e Shambe, interligadas e percorridas por várias fracturas.
A região, fotografada em 27 de Abril de 2012, mostra evidências significativos de antigos lagos e rios, o que a torna de grande interesse para os cientistas.
Atendendo à forma das crateras Sigli e Shambe, os cientistas acreditam que elas se formaram a partir do mesmo objecto espacial, que se fragmentou em dois mesmo antes de atingir Marte. Posteriormente, as duas foram parcialmente preenchidas com sedimentos. O leito destas crateras apresenta fracturas profundas, assim como outras fracturas mais subtis se notam no leito da bacia de impacto maior. De acordo com os cientistas, resultam da compactação da região provocada por grandes quantidades de sedimentos depositados na bacia de impacto.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Ciência colorida: Sol Van Gogh

O Sol, representado através da nova técnica de visualização, mostrando as áreas em que o plasma aqueceu e/ou arrefeceu - Crédito: NASA/Viall

Embora a imagem pareça uma pintura impressionista de Van Gogh, na realidade é uma belíssima imagem científica de uma região do Sol.
Resulta da aplicação de uma nova técnica de visualização de determinados dados do Sol, criada pela cientista solar Nicholeen Viall, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Md. Através da nova técnica, a cientista cria mapas coloridos mostrando como o plasma da atmosfera solar aquece ou arrefece, já que as cores representam diferentes temperaturas.
A cor de cada pixel contém uma riqueza de informações sobre a história de 12 horas de arrefecimento e aquecimento naquele ponto específico sobre o Sol. Essa história de calor tem pistas sobre os mecanismos que conduzem a temperatura e os movimentos da atmosfera do Sol, ou corona.

domingo, 15 de julho de 2012

Cometa 96P/Machholz 1 é observado aproximando-se do Sol


Cometa 96P/Machholz 1 é observado pelo instrumento LASCO C3 do observatório SOHO da NASA - Crédito: SOHO

O cometa 96P/Machholz 1 é captado pelo instrumento Lasco C3 do observatório SOHO, da NASA, tendo atingido o seu periélio (ponto mais próximo do Sol) em 14 de Julho de 2012. O cometa passa do canto inferior direito para o canto superior esquerdo das imagens SOHO.
96P/Machholz 1 foi descoberto em 1986 e apresenta um período orbital curto, completando uma órbita à volta do Sol a cada 5.24 anos. Como tem um período curto, esta já é a quarta vez que ele atravessa as imagens do observatório SOHO. Não é um cometa muito grande, mas os astrónomos consideram que tem uma bonita cauda de poeira.
Este cometa tem intrigado os cientistas, desde que descobriram que ele tem uma composição química diferente de outros cometas conhecidos. Em 2007, astrónomos do Observatório Lowell (Arizona) verificaram que ele contém quantidades significativamente menores de certos compostos (principalmente à base de carbono) do que quaisquer outros cometas que têm sido estudados de modo semelhante.

sábado, 14 de julho de 2012

Conjunção quádrupla de astros, vista directamente ou online neste domingo

Na madrugada de domingo, 15 de Julho, os planetas Vénus, Júpiter e a Lua formam uma conjunção quádrupla com a estrela Aldebaran, na constelação de Touro. O aglomerado de estrelas Pleíades situa-se um pouco acima.

Todos aqueles que gostam de astronomia não vão querer perder a oportunidade de observar, a olho nu, cinco planetas do nosso sistema solar, a brilhar no céu nocturno deste verão.
Durante Julho e Agosto, Vénus e Júpiter são os astros mais brilhantes a nordeste, no início de cada dia, mais ou menos duas horas antes do Sol nascer. Se for muito cedo para ver astros, Saturno e Marte estão a oeste, depois de anoitecer.
Mas hoje, 14 de Julho, a Lua junta-se a Júpiter e Vénus e, durante a madrugada desde domingo (15 de Julho), podemos apreciar uma espectacular conjunção quádrupla de astros, com os três planetas junto à estrela gigante vermelha Aldebaran, tendo um pouco mais acima o aglomerado de estrelas Pleíades.
No entanto, se o céu estiver nublado, é possível apreciar o espectáculo celestial via internet. Tal como tem acontecido com outros eventos cósmicos, a página web Slooh Space Camera vai transmitir imagens ao vivo da Lua, planetas Vénus e Júpiter e também do planeta Saturno - com início às 12:30 a.m. EDT (04:30 GMT) - utilizando telescópios colocados em dois locais diferentes.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Astrónomos descobrem nova lua gelada de Plutão

A imagem, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA, mostra as cinco luas que orbitam o distante e gelado planeta anão Plutão. O círculo verde marca a lua descoberta recentemente, designada P5. A câmera Wide Field 3 do Hubble captou a imagem em 7 de Julho - Crédito: NASA, ESA, M. Showalter, do SETI Institute

Uma equipa de astrónomos divulgou a descoberta, com a ajuda do Telescópio Espacial Hubble, de uma nova lua gelada a orbitar o planeta anão Plutão, aumentando para cinco os seus satélites conhecidos. Estima-se que a lua tem uma forma irregular, com 6 a 15 milhas de largura. Apresenta uma órbita circular à volta de Plutão, com cerca de 58000 milhas de diâmetro, supondo-se que se encontra no mesmo plano das outras luas do sistema.
A lua foi baptizada, provisoriamente, de S/2012 (134340) 1, e foi detectada pelo telescópio Hubble em vários conjuntos de imagens captadas em 26, 27 e 29 de Junho de 2012 e, ainda, em 7 e 9 de Julho de 2012.

sábado, 7 de julho de 2012

Panorama de Marte

Panorama de Marte captado pelo robô Opportunity, no local onde passou o último inverno marciano - Crédito: NASA / JPL-Caltech / Cornell / Arizona State Univ

Panorama circular completo captado pela câmara panorâmica (Pancam) do robô Opportunity, em Marte. Mostra a paisagem avermelhada que rodeava o robô, enquanto ele esteve estacionado nos quatro meses de trabalho durante o último inverno marciano.
O cenário foi gravado com a câmara a cor montada no mastro do robô, revelando os próprios painés solares e outras estruturas, em primeiro plano, onde a poeira se acumulou durante a sua estadia em Marte, desde Janeiro de 2004.
Esta imagem panorâmica de Marte, lançada esta semana, celebra dois marcos importantes para a NASA: o 3000 dia marciano do Opportunity, em 2 de Julho, e os 15 anos de presença robótica contínua da agência espacial americana em Marte. A missão Mars Pathfinder pousou em 4 de Julho de 1997.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Titã pode conter um oceano subterrâneo de água líquida

Ilustração da possível estrutura interna da Titã, sugerida pelos dados da sonda Cassini, da NASA. Os cientistas têm tentado determinar o que está por baixo da atmosfera de Titã, rica em compostos orgânicos, e da crosta gelada. Os dados sugerem fortemente um oceano global subterrâneo, sobre uma camada de gelo de alta pressão e um núcleo de silicatos hidratados - Crédito: A. Tavani

Os dados recolhidos pela sonda Cassini revelaram que Titã, a maior lus de Saturno, pode conter uma camada de água líquida no seu interior, debaixo da capa de gelo.
Segundo o estudo publicado esta semana na revista Science, as deformações observadas no interior da lua, enquanto orbita Saturno sugerem que Titã alberga um oceano subterrâneo de água líquida.
A atracção gravitacional de Saturno provoca deformações ou marés sólidas em Titã que foram observadas pela sonda Cassini. Os dados da nave mostram que essas deformações podem atingir 10 metros de altura, o que mostra que Titã não é feito apenas de material rochoso sólido.

terça-feira, 26 de junho de 2012

O grande Saturno e as suas pequenas luas

Saturno e as luas Enceladus (à esquerda) e Tetis (à direita), observados pela sonda Cassini em 2011 - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

O gigante gasoso Saturno aparece nesta imagem da sonda Cassini na companhia de três das suas luas.
À direita, abaixo dos anéis, está Tetis (1.062 Km de diâmetro). Enceladus, um pouco menor (504 Km de diâmetro), no extremo esquerdo e também abaixo dos anéis. Embora pouco visível, Pandora (81 Km de diâmetro) também foi fotografada. Surge como uma pequena mancha cinzenta sobre os anéis, junto ao limite esquerdo da imagem.
A sonda Cassini obteve a imagem, em 7 de Dezembro de 2011, a uma distância cerca de 2,1 milhões de quilómetros da Saturno.