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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Descoberto primeiro fóssil de ave com dentes adaptados para alimentos duros

Ilustração da ave Sulcavis geeorum em voo - Crédito: Stephanie Abramowicz

Enquanto as aves actuais possuem bico para se alimentarem, órgãos com proporções e formas variadas - reflectindo a diversidade de habitats -, os seus antepassados fósseis apresentavam dentes. Agora foi descoberto um novo fóssil que mostra que algumas aves fósseis evoluíram desenvolvendo dentes adaptados a dietas especializadas.
Um estudo dos dentes de uma nova espécie de ave primitiva, Sulcavis geeorum, publicado na última edição do Journal of Vertebrate Paleontology, sugere esta ave fóssil tinha os dentes capazes de comer presas com exoesqueletos duros, como insectos ou caranguejos.
Os investigadores acreditam que os dentes do novo exemplar fazem aumentar bastante a diversidade conhecida de formas de dentes das aves primitivas, revelando uma diversidade ecológica anterior não reconhecida.
Sulcavis geeorum é uma ave Enantiornithes, do Cretáceo Inferior (121-125 milhões de anos) da província de Liaoning, na China. Enantiornithes constituía um grupo primitivo (já extinto) de aves, as mais numerosas do Mesozóico (o tempo dos dinossauros). Sulcavis é a primeira descoberta de uma ave com dentes ornamentados de esmalte.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Antárctida já teve palmeiras há milhões de anos

Antárctida já foi tropical, há 53 milhões de anos, e onde cresceram palmeiras - Fonte: wikipédia

Há cerca de 53 milhões de anos, o continente gelado da Antárctida estava coberto de florestas tropicais, onde cresciam palmeiras, revelou um estudo publicado na revista Nature. Além disso, os resultados também sugerem que as temperaturas da região nesse período, no início do Eoceno, oscilariam entre 10 graus Celsius no inverno e 25 graus durante o verão.
O início do período Eoceno, que foi marcado por um 'efeito estufa' do passado, tem despertado crescente interesse científico, pela possível semelhança com o aquecimento da Terra actual. Foi um período com concentrações atmosféricas de CO2 mais elevadas do que as actuais 395 partes por milhão (ppm), podendo ser superiores ao dobro ou mais.
Um melhor conhecimento do clima do passado pode ajudar a compreender o comportamento futuro do clima da Terra.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Bicentenaria argentina, uma nova espécie de dinossáurio carnívoro, com 90 milhões de anos

Ilustração da nova espécie (reprodução)

O Museu Argentino das Ciências Naturais anunciou a descoberta dos restos fossilizados de uma nova espécie de dinossáurio carnívoro, que podem fornecer informações importantes para compreender a evolução dos antepassados das aves. Os seus ossos estão em exposição no museu.
A nova espécie foi designada por Bicentenaria argentina, o nome escolhido pelos investigadores do museu para comemorar os dois séculos da independência argentina e, também, os 200 anos da criação do museu.
Os cientistas pensam que este dinossáurio possa ser o primeiro representante encontrado de uma nova linhagem da família dos Coelurosauria, aqueles dinossáurios que eventualmente originaram as aves.(ligação ao vídeo de apresentação da espécie, no final da mensagem)

domingo, 24 de junho de 2012

Cemitério de mamutes encontrado na Sérvia


Arqueólogos encontraram um cemitério de mamutes na Sérvia, revelado depois de uma forte chuvada. Os restos de pelo menos cinco animais estavam numa mina de carvão, em Kostolac, a leste de Belgrado.
Na mesma região, em 2009, já tinha sido encontrado o esqueleto de uma fêmea de mamute baptizada de Vika, pertencente a uma espécie sem pêlo e que pode ter até um milhão de anos.
Os ossos recentemente encontrados em grande número pertenciam a mamutes lanosos, que desapareceram há cerca de 10.000 anos. No mesmo local foram encontrados também túmulos da era romana.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Fósseis de tartarugas em pleno acto sexual, há 47 milhões de anos

Um dos pares de tartarugas fósseis já extintas Allaeochelys crassesculpta encontradas em Messel, na Alemanha. O macho (à direita), é cerca de 20% menor que a fêmea (à esquerda) e pode ser reconhecido pela sua cauda relativamente mais longa - Crédito: "Royal Society"

Uma equipa de cientistas alemães, da Universidade de Tübingen, encontraram os fósseis de duas tartarugas que estavam unidas na postura própria da cópula quando morreram. Assim foram encontradas, 47 milhões de anos depois, no local de Messel, perto de Darmstadt, na Alemanha. A descoberta vem publicada na revista 'Biology Letters' da Royal Society britânica.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cabra montês do sul dos Pirenéus, há 7000 anos, era gigante

Jovens cabras selvagens nos Alpes (Capra ibex) - Fonte: wikipédia

Um estudo publicado na revista 'Comptes Rendus Palevol' descreve a análise feita aos restos fósseis de cabra montês ibérica 'Capra pyrenaica pyrenaica', extinta no ano 2000. São descritos três crânios da espécie do Holoceno, dois machos e uma fêmea, entre 4.000 e 7.000 anos de antiguidade, encontrados no sudoeste dos Pirenéus, dois deles a grandes altitudes, em 1984 e 1994.
Os resultados apresentados sugerem que o tamanho destas cabras selvagens era 50% superior às cabras monteses mais modernas que viveram na Península Ibérica e se extinguiram em 2000. Além disso, apresentam um maior parentesco com o íbex-alpino (Capra ibex), que vive em estado selvagem na região dos Alpes.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Primeiros animais terrestres não conseguiam caminhar com os seus membros

Ilustração do tetrápode primitivo Ichthyostega - Fonte: wikipédia

Cientistas reconstruiram o esqueleto de um Ichthyostega, um dos primeiros vertebrados que viveu em terra firme - ou tetrápode - há cerca de 375 milhões de anos, mostrando que ele não podia caminhar com os quatro membros. O estudo vem publicado nesta quarta-feira (23) na revista científica Nature.
A reconstrução foi feita no computador e a três dimensões, com base em imagens obtidas a partir de fósseis de Ichthyostega (vídeo da reconstituição aqui).

Encontrado fóssil de enguia aquática com uma coluna vertebral de animal terrestre

A enguia fóssil Tarrasius problematicus (reconstruída na imagem), de 345 milhões de anos de idade, tem uma surpreendente coluna vertebral semelhante à humana, de acordo com a nova pesquisa da Universidade de Chicago - Crédito: Lauren Sallan/University of Chicago

A descoberta do fóssil de uma enguia de 345 milhões de anos veio contrariar o método usado pelos paleontólogos, há muito tempo, para determinar se um animal é aquático ou terrestre. Até agora eles acreditavam que uma coluna com vários segmentos era uma característica exclusiva dos animais que vivem na terra, os tetrápodes. Mas este fóssil apresenta a mesma característica anatómica de um animal de terra, apesar de ser aquático. A descoberta sugere que esta anatomia evoluiu separadamente e pode ter surgido antes dos primeiros animais terrestres caminharem sobre a Terra.
A enguia da espécie Tarrasius problematicus viveu nas águas rasas onde hoje é a Escócia, no período Carbonífero entre 359 milhões e 318 milhões de anos atrás.
Tal como em muitos peixes, pensava-se que ela deveria ter uma coluna vertebral com dois segmentos, corpo e cauda. Mas a investigação publicada no periódico científico Proceedings of the Royal Society B descreve a coluna vertebral da enguia com cinco segmentos, muito mais semelhante à coluna dos animais terrestres, incluindo o homem.
Mais informações em University of Chicago Medical Center

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fóssil de um tiranossauro asiático vai ser leiloado na Internet

'Tyrannosaurus bataar', Tyrannosaurus asiático - Fonte: wikipédia

O esqueleto de um dinossáurio que viveu há 70 milhões de anos no deserto de Gobi, na Ásia Central, vai ser leiloado pela Internet, no próximo dia 20 de Maio, com uma base de licitação de 875 mil dólares (671 mil euros).
O leilão vai ser feito pela Heritage Auctions, a leiloeira norte-americana especializada em leilões pela Internet. A empresa estima que o esqueleto de um 'Tyrannosaurus bataar' possa atingir um valor entre 950 mil e 1,5 milhões de dólares (720 mil euros e 1,1 milhões de euros). No mesmo dia serão leiloados outros fósseis e minerais raros.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Alguns dinossáurios já estavam em declínio quando o asteróide os atingiu

Grandes herbívoros com chifres, como os ceratópsidos, já estavam com problemas quando o asteróide atingiu a Terra - Fonte: wikipédia

Um novo estudo publicado esta semana na 'Nature Communications' sugere que os dinossáurios já tinham problemas de sobrevivência antes de serem atingidos por um meteorito que atingiu a Terra, há 65,5 milhões de anos. Algumas espécies já haviam começado a extinguir-se 12 milhões de anos antes do impacto, no final do período Cretácico.
Os autores do estudo acreditam que provavelmente alguns dinossáurios teriam desaparecido mesmo que o asteróide não tivésse caído, embora tenha havido outros, como o 'Tyrannosaurus rex', que mantiveram a sua população ou a aumentaram durante o mesmo período.
A descoberta mostra a grande biodiversidade destes animais, muito diferentes na morfologia e na dieta, e com uma evolução diferenciada durante o Cretáceo.

terça-feira, 27 de março de 2012

Uma espécie extinta de mocho foi descoberta na Madeira

O mocho-de-orelhas (Otus mauli) foi a primeira ave de rapina nocturna a extinguir-se na Madeira. Actualmente, só a coruja-das-torres nidifica no arquipélago - Fonte: wikipédia

Uma equipa internacional de investigadores, liderada por Juan Carlos Rando, da Universidade de La Laguna, Tenerife, Canárias, descreveu um novo tipo de fóssil de mocho-de-orelhas pertencente a uma nova espécie, o mocho-de-orelhas de Maul, a primeira ave extinta no arquipélago da Madeira (Portugal).

quinta-feira, 1 de março de 2012

Pulgas gigantes podem ter incomodado os dinossáurios

Uma equipa internacional de cientistas descobriu fósseis (9) de pulgas gigantes, entre três e quatro vezes maiores que as actuais, nas províncias chinesas de Daohugou, Mongolia Interior e Liaoning. As pulgas foram datadas de épocas diferentes, do Jurássico médio (há 165 milhões de anos) e do Cretácico inferior (entre 145 e 99 milhões de anos). A descoberta das "pulgas jurássicas" vem publicada na revista Nature.
Seguir o link para ver imagem maior.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

T.rex tinha a dentada mais poderosa do mundo animal

Tyrannosaurus rex, podia atingir 12 metros de comprimento e quatro de altura. Predador perigoso, era capaz de caçar grandes animais para alimentar-se e partir os ossos das presas com os dentes - Fonte: wikipédia

Uma simulação de computador mostrou que o 'Tyrannosaurus rex', que viveu há 65 milhões de anos, tinha a dentada mais poderosa do mundo animal, vivo ou já extinto, própria de um grande predador.
O estudo publicado recentemente na revista da Real Sociedade Britânica 'Biology Letters' demonstrou que o Tiranossauro rex podia exercer uma pressão entre 3,5 e 5,7 toneladas por dente quando mordia, sugerindo que ele era capaz de caçar grandes animais para alimentar-se e partir os ossos das presas com os dentes.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Música nas noites do Jurássico


Assim cantavam os grilos da época dos dinossáurios, há 165 milhões de anos, produzindo os sons roçando uma asa contra a outra, tal como fazem os grilos modernos, e que se conhece por 'estridular'.
Um grupo de paleontólogos conseguiu reconstruir o som que emitia uma espécie de grilo do Jurássico médio, a partir de um fóssil da espécie com as asas muito bem conservadas e contendo as partes que emitem os sons. O exemplar foi identificado como uma nova espécie com o nome científico de 'Archaboilus musicus'.
Os cientistas compararam o aparelho de canto do fóssil com o de 59 espécies actuais e concluiram que o grilo primitivo teve que produzir sons musicais em frequências simples de cerca de 6.400 ciclos por segundo, que é cerca de metade da frequência dos grilos actuais, de acordo com o estudo publicado hoje na revista online Proceedings of the National Academy of Sciences.
Estes sons teriam ajudado os grilos a distinguir os da sua espécie entre todos os sons da floresta. Actualmente, os grilos com o mesmo tipo de sons simples e curtos são activos de noite, por isso os investigadores sugerem que este grilo jurássico também teria vida nocturna para evitar atrair predadores com o seu canto, como os pequenos dinossáurios que se alimentavam durante o dia.
Fonte: El Mundo   /   Grilo jurássico "Archaboilus musicus"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fósseis dos primeiros animais da Terra, com 760 milhões de anos


Exemplar de Otavia antiqua gen. et sp. nov., uma das minúsculas esponjas encontradas na Namíbia, com dimensões entre 0,3 mm e 5 mm, forma alongada ovóide a globular, cheia de buracos que permitem a passagem da água. É um dos mais antigos representantes de vida animal, com cerca de 760 milhões de anos (barra da escala 100 µm)  - Crédito: The first animals/South African Journal of Science

Uma equipa de pesquisadores descobriu fósseis de antigas esponjas em rochas da Namíbia, com idades compreendidas entre 760 e 550 milhões de anos, o que torna este organismo o mais antigo registo de vida animal na Terra (metazoários). Esta descoberta coloca a origem dos animais 100 a 150 milhões de anos mais cedo do que se pensava. Até agora, a comunidade científica considerava que a vida animal apareceu na Terra entre 600 e 650 milhões de anos.
Os fósseis, de nome científico Otavia antiqua gen. et sp. nov., foram encontrados no Parque Nacional de Etosha (norte), e também noutros pontos do país. Segundo o estudo publicado no South African Journal of Science, estas minúsculas esponjas são os nossos antepassados mais afastados.
Fonte: The first animals    via  ÚltimoSegundo

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Os gigantes saurópodes tinham grande sentido de equilíbrio


Uma equipa internacional e investigadores, liderada por cientistas do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), reconstruiu, em três dimensões, o crânio do saurópode 'Spinophorosaurus nigeriensis' ('lagarto com espinhas').
Esta investigação, publicada na revista 'PLoS ONE', permitiu concluir que estes dinossáurios do Jurássico tinham um grande sentido de equilíbrio, pois tinham um ouvido interno muito desenvolvido, o que lhes trazia uma grande coordenação olhos e cabeça.
O 'Spinophosaurus', era um herbívoro quadrúpedo de pescoço comprido, que podia alcançar 15 metros de comprimento. A cauda tinha umas saliências ósseas, semelhantes a espinhas, o que deu origem ao seu nome científico.
Os fósseis utilizados neste estudo foram descobertos no centro da Nigéria, no deserto do Sahara, em 2006, ao Sul de Agades. Pertencem ao Jurássico médio, há 165 milhões de anos. Foi o primeiro dinossáurio deste tipo encontrados nesta região.
Fonte: El Mundo.es

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Fósseis recolhidos por Darwin foram redescobertos, passados 165 anos, num velho móvel britânico

Cientistas britânicos descobriram fósseis que o famoso naturalista britânico Charles Darwin e os colegas recolheram nas suas expedições, mas que estiveram perdidos por mais de 165 anos.
Os fósseis foram encontrados, por acaso, pelo paleontólogo Howard Falcon-Lang, num velho móvel do Instituto Geológico Britânico (BGS, sigla em inglês), perto de Keyworth (Reino Unido).
Estes fósseis já foram fotografados e estão agora disponíveis ao público numa exposição online.
Falcon-Lang, que trabalha para o departamento de Ciências da Terra no Instituto Royal Holloway da Universidade de Londres, descobriu uma colecção de 314 slides de espécies recolhidas por Darwin e outros membros da equipa como John Hooker - um botânico amigo de Darwin - e John Henslow, mentor de Darwin em Cambridge.
Muitas das amostras redescobertas por Falcon-Lang foram recolhidas por Darwin, durante a sua famosa expedição a bordo do HMS Beagle, em 1834. Foi nesta viagem que Darwin começou a desenvolver a sua teoria da evolução das espécies.
Os slides apresentam centenas de amostras fossilizadas de plantas e outras espécies, onde uma das mais surpreendentes é a de um fungo de 400 milhões de anos que pode atingir o tamanho de uma árvore.
Fonte: Publico.pt / Colecção de slides de J D Hooker

domingo, 4 de dezembro de 2011

Encontrado o fóssil de um réptil marinho pré-histórico

Ilustração de Plesiossauros, répteis marinhos do Mesozóico - Fonte: wikipédia

Foram encontrados os restos fósseis de um plesiossauro, um réptil marinho contemporâneo dos dinossáurios, com mais de 110 milhões de anos. O seu esqueleto, quase completo, foi descoberto nas areias petrolíferas de um campo de prospecção, em Alberta, no Canadá.
Os répteis marinhos, já extintos, conhecidos por plesiossauros, surgiram no Triássico Superior e existiram durante toda a era Mesozóica, a era dos dinossáurios, até ao seu desaparecimento ocorrido há mais ou menos 65,5 milhões de anos, supostamente devido ao impacto de um meteorito, que vitimou também a grande maioria dos dinossáurios e muitas outras espécies, causando grande impacto na biodiversidade da Terra.
Fonte: Via DN ciência

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Descoberto cemitério de baleias pré-históricas no deserto de Atacama, no Chile


Paleontólogos descobriram, no deserto do Atacama, no norte do Chile, um grande cemitério de baleias pré-históricas, antepassados antigos das baleias modernas.
Segundo John Vega, director do sítio, já foram encontradas quase 15 baleias, sendo oito delas com mais de sete milhões de anos. O mesmo lugar continha, também, restos fósseis de outros animais como tubarões, focas e golfinhos.
O achado é considerado de importância mundial pela variedade e quantidade de fósseis descobertos no lugar. Além disso, muitos dos fósseis são esqueletos quase completos, o que os torna essenciais para poder compreendê-los.
Fonte: Estadão.br

Link relacionado:
31 baleias mortas na Nova Zelândia

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Encontrado fóssil de mamífero parecido com o esquilo da "Idade do Gelo"

Pelos restos encontrados, o pequeno mamífero extinto Cronopio dentiacutus podia comparar-se à personagem Scrat do filme da "Idade do Gelo", o esquilo-dente-de-sabre que passava o tempo a correr atrás da bolota, mas tendo por companhia os dinossáurios

Paleontólogos descobriram, na Patagónia argentina, os crânios fossilizados de um pequeno mamífero que viveu com os dinossáurios há 96 milhões de anos.
O mamífero extinto é o primeiro do Cretáceo tardio encontrado na América do Sul. A espécie pertence ao grupo também já extinto Dryolestida, parentes dos mamíferos marsupiais e placentários de hoje, e recebeu o nome científico de Cronopio dentiacutus.