Ilustração de colisão de partículas no detector de partículas Compact Muon Solenoid (CMS). O bosão de Higgs é produzido na colisão de protões. Foi nas colisões de protões (partículas do núcleo do átomo), lançados uns contra
os outros a velocidades vertiginosas no LHC (Grande Colisionador de Hadrões ), que os físicos do CERN detectaram
um excesso de sinais, que indicam a existência da nova
partícula - Crédito: CERN
A comunidade científica está entusiasmada com a descoberta de uma
nova partícula que pode ser o
bosão de Higgs, uma entidade subatómica fundamental para explicar por que existe a matéria tal como a conhecemos.
A
Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) anunciou nesta quarta-feira (4 de Junho) a descoberta da nova partícula subatómica com características de massa e comportamento previstas para o bosão de Higgs, conhecida também pela "
partícula de Deus", e que já é procurada há quase 50 anos. Mas são precisas ainda mais experiências para o confirmar.
Até agora, o bosão de Higgs é a partícula que falta detectar para completar a tabela das partículas elementares previstas pelo que os físicos chamam de
Modelo-Padrão. É o modelo que se utiliza actualmente para
explicar como funciona a física subatómica.
A existência deste bosão foi proposta pelo físico britânico Peter Higgs, em 1964, que deu o seu nome à partícula. É o
bosão de Higgs que confere massa às outras partículas e sem o qual o Universo e a matéria, tal como a conhecemos, não existiria, incluindo o ser humano.
Vídeo que pode ajudar a esclarecer o
significado do bosão de Higgs.
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