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segunda-feira, 26 de março de 2012

"Olho de África" visto da ISS

Estrutura de Richat, vista da ISS - Crédito: ESA/NASA

Foto da enorme formação circular, conhecida por Estrutura de Richat, obtida pelo astronauta Andre Kuipers, a bordo da Estação Espacial Internacional.
Conhecida também por domo de Richat ou "Olho da África", a formação geológica com cerca de 40 Km de diâmetro, só é visível na totalidade a partir do espaço e está localizada no Deserto do Saara, na Mauritânia. Foi descoberta, em 1965, por uma das missões Gemini da NASA, permanecendo um enigma científico raríssimo.
Segundo os geólogos, a erosão de diversas camadas rochosas criou as estruturas em anel que a formação apresenta, mas a origem da Estrutura Richat permanece misteriosa.
Existem outras formações características no Saara, como o Uwaynat Jebel, utilizado para definir as fronteiras do Egipto, Sudão e Líbia, e também o Intrusion Brandberg, na Namíbia.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Cientistas reproduzem os sons da Terra provocados pelo terramoto do Japão

Exemplo de um dos registos do terramoto do Japão, realizado numa área da falha de San Andrés, na Califórnia. Em A, os pontos indicam os tremores resultantes do impacto do terramoto principal na zona. B é o correspondente sismograma que regista as energias envolvidas. C é o gráfico dos sons registados, correspondentes ao clip de som 6. Aqui pode "ouvir-se" o terramoto através da falha de S. André. O tremor principal soa como uma trovoada à distância e é seguido por um som parecido com o barulho da chuva, que representa a actividade sismica causada na falha californiana de San Andrés (reprodução)

Uma equipa de cientistas dos Estados Unidos conseguiram transformar as ondas sísmicas do terramoto que há um ano atingiu o Japão em sequências de áudio, nas quais é possível "ouvir" o tremor enquanto se propaga ao longo do planeta. Pode ser ouvido aqui.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Supercontinente Amásia deverá formar-se perto do Pólo Norte

(wikipédia)

Num artigo publicado hoje na revista Nature, geólogos da Universidade de Yale estimam que, dentro de 50 a 200 milhões de anos, a Terra terá um novo supercontinente, Amásia, formado pela junção da América, Ásia e Europa no Oceano Árctico, mais ou menos onde fica actualmente o Pólo Norte.
Até agora os geólogos acreditam que o próximo supercontinente se irá formar no mesmo local da Pangeia ou no lado oposto, baseando-se no estudo da geologia das cadeias montanhosas em todo o mundo.
No entanto, Ross N. Mitchell, geólogo da Universidade de Yale, e os colegas, autores do estudo, consideram que a Amásia deverá formar-se no Árctico. Para isso, eles analisaram o magnetismo de rochas antigas para determinar as suas localizações no globo terrestre ao longo do tempo. Além disso, mediram como a camada directamente abaixo da crosta terrestre, o manto, move os continentes que “flutuam” à sua superfície.


Para os cientistas, é fundamental "compreender a disposição das massas dos continentes para compreender a história da Terra”.
Mais informações em Publico.pt    /    Estudo publicado (em Pdf)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Revelado o mistério dos Cristais Gigantes de Naica, no México

A Gruta dos Cristais Gigantes de Naica é considerada um dos monumentos geológicos mais extraordinários do mundo, situada na profundidade de uma mina de chumbo e prata, no estado mexicano de Chihuahua. A gruta tem a maior acumulação de cristais de gesso conhecida no planeta e foi descoberta no ano de 2000, quando os operários escavavam uma galeria, a 300 metros de profundidade.

Interior da gruta mexicana de Naica, com os seus cristais de gesso gigantes - Fonte: wikipédia

A câmara subterrânea da gruta contém cristais gigantes de gesso, dos maiores cristais naturais encontrados na Terra, num ambiente sufocante, com 50ºC de temperatura e cerca de 90% de humidade relativa, algumas das estruturas cristalinas de gesso ultrapassam os 10 metros de comprimento e um metro de largura.