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quinta-feira, 14 de março de 2013

Meteorologia espacial: Sol produziu duas ejecções de massa coronal (CMEs)

O Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) captou esta imagem de uma ejecção de massa coronal (CME), a partir do lado esquerdo, pelas 9:25 EDT em 12 de Março de 2013. A parte central do Sol está escurecida com um coronógrafo, para poder observar melhor o que se passa à sua volta - Crédito: ESA e NASA/SOHO

O Sol produziu recentemente duas ejecções de massa coronal, CME. A primeira, em 12 de Março de 2013, foi dirigida a três naves espaciais da NASA, o Spitzer, Kepler e Epoxi. No entanto, não há partículas de radiação associadas ao evento, que poderiam afectar os computadores a bordo.
A segunda CME, em 13 de Março, pode passar pela Terra e onde não se espera um grande impacto.
Modelos de pesquisa experimentais da NASA, baseados em informações dos observatórios Solar Terrestrial Relations Observatory (STEREO) e Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), da ESA/NASA, indicam que as duas CMEs deixaram o Sol a cerca de 400 quilómetros por segundo, uma velocidade bastante típica para CMEs.
A ejecção de massa coronal ou CME pode enviar partículas solares para o espaço e chegar à Terra um a três dias mais tarde. Quando dirigida ao nosso planeta, pode provocar uma tempestade geomagnética, por um tempo prolongado, ao encontrar a superfície exterior da magnetosfera que proteje a Terra.
Tempestades semelhantes a estas últimas CMEs costumam originar auroras perto dos pólos, sendo pouco provável que afectem os sistemas eléctricos em Terra ou interfiram com GPS ou sistemas baseados em satélites de comunicações.
Mais informações em SpaceWeather.com.
Fonte: NASA

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Sol produz filamento "Dragon Tail" (Cauda de Dragão)



O Observatório Solar Dinâmico (SDO), da NASA, registou a erupção de um gigantesco filamento solar de plasma super aquecido, ejectado a partir da superfície do Sol.
A erupção de plasma solar, que os cientistas da NASA apelidaram de "Dragon Tail" (Cauda de Dragão), aconteceu nesta quinta-feira (31 de Janeiro de 2013), estendendo-se através da face nordeste do Sol ao longo de quatro horas.
Algum do plasma ejectado foi lançado para o espaço, mas outro voltou a cair na estrela devido à intensa atracção gravitacional. SDO gravou o evento em luz de vários comprimentos de onda.
Os filamentos são formações de plasma no Sol, esculpidas pelo seu intenso campo magnético. Uma das extremidades fica presa na superfície e a outra pode estender-se no espaço, centenas de milhares de quilómetros para além da coroa solar.
Actualmente o Sol está numa fase activa do seu ciclo de 11 anos (ciclo solar 24), a caminho do máximo de actividade, esperado em 2013.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sol produziu duas ejecções de massa coronal (CME)


O vídeo mostra as duas ejecções de massa coronal (CMEs) produzidas pelo Sol ontem, 23 de Janeiro de 2013. As imagens foram captadas pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO), missão conjunta da ESA e NASA.
A primeira CME não foi dirigida à Terra, mas a segunda é, embora não se espere que tenha um impacto forte. A primeira ejecção de massa coronal passou em frente ao planeta Mercúrio, como pode ver-se na parte final do vídeo (último terço).
A CME pode enviar partículas solares para espaço, e que chegam à Terra entre um e três dias. Quando as CMEs são dirigidas à Terra, podem provocar tempestades geomagnéticas ao atingirem a camada exterior do campo magnético terrestre, a magnetosfera, durante um período de tempo que pode ser prolongado.
As CMES agora produzidas pelo Sol foram ejectadas para o espaço a velocidades da ordem dos 375 quilómetros por segundo, o que é uma velocidade bastante típica para CMEs, e que não costumam causar grandes tempestades geomagnéticas. Às vezes, originam auroras perto dos pólos, mas é improvável que afectem os sistemas eléctricos na Terra ou interfiram com o GPS ou sistemas baseados em satélites de comunicações.
Mais informações em SpaceWeather.
Fonte: NASA

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Sol saúda 2013 com uma erupção solar

Erupção solar, em 31 de Dezembro de 2012, captada pelo SDO. Embora relativamente pequena, o plasma estendeu-se cerca de 20 vezes o diâmetro do nosso planeta - Crédito: NASA/SDO/Steele Hill


Uma erupção solar emergiu do Sol, em 31 de Dezembro de 2012, torcendo-se e girando como num ballet. As forças magnéticas que dirigem o fluxo de plasma não foram suficientemente fortes para vencer a gravidade, e o plasma acabou por cair para o Sol (ver vídeo aqui).
O evento durou cerca de quatro horas e foi captado, em luz ultravioleta extrema, pelo Observatório Solar Dinâmico (SDO), da NASA, com o plasma estendendo-se por 160000 milhas fora do Sol. Embora possa considerar-se uma erupção solar relativamente pequena, ainda é cerca de 20 vezes o diâmetro da Terra (7.900 milhas).
Fonte: NASA

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Actividade solar continua a aumentar

Imagem de uma tempestade solar em 22 de Outubro de 2012, obtida em dois comprimentos de onda diferentes (131 e 335 Angstroms), captada pelo Observatório Solar Dinâmico da NASA. O primeiro comprimento de onda, de cor verde-azulada, é particularmente bom para observar tempestades solares, enquanto o segundo, de cor azul, ajuda a destacar as regiões activas do Sol onde essas erupções se podem originar - Crédito: NASA / SDO / GSFC

Nesta segunda-feira (22 de Outubro), o Sol produziu uma erupção de nível médio a partir da região activa AR 1598, no lado esquerdo do disco solar e que está a rodar para a visão da Terra. A erupção está classificada de classe M5, um pouco mais fraca da verificada na mesma mancha solar, em 20 de Outubro de 2012.
As erupções solares são explosões gigantescas de radiação. Esta radiação nociva não pode passar através da atmosfera da Terra e não afecta os seres humanos. Mas, quando é intensa o suficiente, pode perturbar a camada da atmosfera onde se deslocam os sinais de GPS e comunicações, o que faz interromper os sinais de rádio durante o tempo que dura a erupção, desde alguns minutos a várias horas.
A mesma região activa também tem emitido várias ejeções de massa coronal (CMEs) relativamente lentas, outro fenómeno solar que pode enviar partículas solares para o espaço e que pode atingir a Terra, um a três dias mais tarde.
Quando são dirigidas à Terra, as CMEs podem afectar os sistemas eletrónicos em satélites e na Terra. No entanto, como esta região activa ainda está do lado esquerdo do Sol, essas CMEs não atingem a Terra.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Aurora boreal na Grã-Bretanha


Desta vez, também a Escócia teve o privilégio de observar uma aurora boreal. O fenómeno, também conhecido por luzes do norte, é mais comum em áreas nas altas latidudes, próximas do pólo, em países como a Suécia, Noruega ou Finlândia.
As auroras são provocadas por partículas carregadas resultantes de explosões solares e que, movendo-se no espaço em direcção à Terra, atingem o campo magnético do nosso planeta.
Fonte: ÚltimoSegundo

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O Sol produziu uma CME bastante ampla, embora seja considerada não perigosa

O Observatório Solar e Heliosférico da NASA captou esta imagem de uma ejecção de massa coronal particularmente ampla (CME), que surgiu a partir do Sol, em 27 de Setembro de 2012, pelas 22:23 EDT. A CME parece envolver mais da metade do Sol, enquanto se move para o espaço - Crédito: SOHO / ESA e NASA

O Sol produziu uma ejecção de massa coronal (CME) bastante ampla e orientada directamente para a Terra, em 27 de Setembro de 2012, 10:25 p.m. EDT. A CME está associada a uma erupção solar bastante pequena, de classe C, a terceira em força depois das erupções de classes X e M. A erupção surgiu na região activa AR 1577, no lado mais afastado do Sol.
As CMEs podem enviar biliões de toneladas de partículas solares para o espaço e que, por vezes, atingem o nosso planeta, entre um a três dias mais tarde, afectando os sistemas eletrónicos nos satélites e em terra.
De acordo com Modelos experimentais de pesquisa da NASA, a nuvem de partículas desta CME viaja a cerca de 700 quilómetros por segundo e irá atingir a Terra sábado (29 de Setembro). Com velocidades desta grandeza, espera-se que a CME não cause interrupção de sistemas eléctricos ou interferências significativas em GPS ou sistemas baseados em satélites de comunicações. CMEs semelhantes no passado causaram auroras perto dos pólos.
Mais informações em http://spaceweather.com/
Fonte: NASA

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Longo filamento solar captado em vários comprimentos de onda

Quatro imagens do filamento de material solar que emergiu em 31 de Agosto de 2012, e que foi captado pelo Observatório Solar Dinâmico da NASA em vários comprimentos de onda, 335, 171, 304 e 131 Angstrom (começando no canto superior esquerdo e seguindo o sentido horário) - Crédito: NASA / SDO / AIA / GSFC

Em 31 de Agosto de 2012, um longo filamento de material solar que pairou na atmosfera do Sol (coroa) irrompeu no espaço, constituindo uma ejecção de massa coronal (CME) que se deslocou a mais de 900 quilómetros por segundo. Embora não dirigida à Terra, a CME interferiu com o campo magnético terrestre, produzindo auroras na noite de segunda-feira (3 de Setembro).
O filamento solar foi captado pelo Observatório Solar Dinâmico da NASA, em diferentes comprimentos de onda, como se vê na imagem. Os cientistas usam imagens como estas para observar como o material solar se move durante uma erupção, atendendo que cada comprimento de onda de luz geralmente corresponde a material solar com uma determinada temperatura.
Fonte: NASA

domingo, 2 de setembro de 2012

O Sol mostra que se aproxima do seu período máximo de actividade



Em oito dias, entre 20 e 27 de Agosto de 2012, o Sol produziu pelo menos 16 ejecções de massa coronal (CME), observadas e registadas pela nave espacial STEREO de observação solar, da NASA. As CMEs partiram de várias regiões activas do Sol. As nuvens de partículas lançadas em cascata são impressionantes, transportando muitos milhões de toneladas de partículas carregadas para o espaço. Esta quantidade de CMEs é mais um sinal que o Sol está a aproximar-se do seu período máximo de actividade.
Mais informações em http://soho.nascom.nasa.gov/pickoftheweek/old/31aug2012/

sábado, 1 de setembro de 2012

Erupção de filamento solar


Em 31 de Agosto de 2012, o Sol produziu um filamento que colapsou de forma espectacular e foi registado em vìdeo pelo Observatório Solar Dinâmico, em luz ultravioleta extrema e comprimento de onda de 304 angstroms (Red Sun - Sol vermelho), cobrindo quase três horas.
Os filamentos longos como este costumam colapsar e produzir explosões quando atingem a superfície do Sol. De acordo com SpaceWeather.com, o filamento ondulando no extrema sudeste do Sol produziu uma ejecção de massa coronal (CME) e uma explosão solar de classe 8, que lançou a CME para o espaço a mais de 500 Km/h.
A nuvem de partículas não se dirige directamente para a Terra, mas poderá atingir o campo magnético do nosso planeta, cerca de 3 de Setembro.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Tempo espacial: Sol produz erupção de intensidade média

Em 28 de Julho de 2012, o Sol produziu uma explosão de radiação de nível médio, classificada como M6.2. A erupção é visível na parte inferior do lado esquerdo, vinda da região activa no Sol AR 1532. A imagem foi captada pelo Observatório Solar Dinâmico (SDO), da NASA, no comprimento de onda de131 Angstrom (em tons de verde) -  Crédito: NASA / SDO

A nossa estrela produziu mais uma erupção de energia classificada de nível médio, M6.2, sábado (28 de Julho de 2012). A radiação teve origem na região activa do Sol AR 1532, visível na parte inferior do lado esquerdo.
A erupção foi acompanhada por uma ejecção de massa coronal (CME) que poderá atingir o campo magnético terrestre, em 31 de Julho, de acordo com os analistas do Laboratório do Clima Espacial (Goddard Space Weather Lab). No entanto o impacto deverá ser fraco, atendendo a que é uma CME lenta e não está directamente dirigida à Terra. Estima-se que a velocidade da nuvem de partículas seja de 382Km/s.

sexta-feira, 30 de março de 2012

SDO filma tornados gigantes na superfície solar

 

Pesquisadores da Universidade de Aberystwyth, no País de Gales, filmaram um grupo de tornados gigantes na superfície do Sol, com um tamanho diversas vezes o da Terra.
Os tornados solares foram detectados, em 25 de Setembro de 2011, com a ajuda do Observatório Solar Dinâmico (SDO), da NASA.
O telescópio observou gases superaquecidos – com temperaturas entre 47.250 e 2 milhões de graus Celsius – circulando em distâncias de cerca de 200 mil Km, por períodos de pelo menos três horas. A velocidade dos gases pode atingir até 300 mil Km por hora. Na Terra, os tornados de ar chegam a 150 Km por hora, no máximo.
Fonte: ÚltimoSegundo

sexta-feira, 16 de março de 2012

Ouvindo a tempestade solar


O pesquisador Robert Alexander, da Universidade de Michigan, criou um vídeo onde ele sonorizou a recente tempestade solar. Não há som no espaço, mas Alexander transformou em sons as informações colhidas por duas sondas espaciais, durante a grande actividade solar dos últimos tempos.
Neste projecto, Alexander usou os dados medidos a partir da sonda Messenger, que orbita Mercúrio, bem como do Observatório Solar e Heliosférico (SOHO), ambos da NASA, à medida que as naves eram atingidas pelas partículas solares, durante a tempestade solar.
No bombardeamento de Mercúrio, os sons obtidos da sonda Messenger parecem rugidos de grandes felinos, um pouco assustadores.
Robert Alexander é um compositor com uma bolsa de estudos da NASA, e transforma dados espaciais em sons para investigar como esta maneira diferente de representar a informasção pode ajudar a descobrir novas relações ou conhecimentos.
Fonte: University of Michigan News via Universe Today

sábado, 10 de março de 2012

O que são erupções (labaredas) solares?

Imagem captada pelo Observatório Solar Dinâmico (SDO), em 10 de Março de 2012, no comprimento de onda de 304 Angstrom. A mancha solar activa AR 1429, vista como a área brilhante à direita, foi-se movendo na face do Sol, da esquerda para a direita desde 2 de Março de 2012. Esta área activa já produziu, até agora, três erupções de classe X e numerosas de classe M - Credito: NASA / SDO / AIA

A mancha solar AR 1429 continua activa e hoje produziu mais duas erupções de classe M: uma M5.4 seguida de uma M8.4, quase atingindo a classe X. Além disso, a explosão produziu mais outra ejecção de massa coronal (CME) que deverá chegar à magnetosfera em 12 de Março de 2012. Não esquecer, que amanhã chega uma CME que, segundo os especialistas, tem 50% de probalidades de ser uma forte tempestade geomagnética.
As erupções (labaredas) são as maiores explosões do nosso sistema solar. Uma labareda solar é uma intensa explosão de radiação resultante da libertação de energia magnética associada com manchas solares.
As erupções observam-se como áreas brilhantes sobre o Sol e podem durar de minutos a horas. Normalmente, vê-se a erupção (labareda) solar devido aos fotões ou luz que ela liberta, na maioria dos comprimentos de onda do espectro. Estas explosões são monitorizadas através dos raios X e luz visível libertados.
O Sol é uma estrela activa e tem um ciclo solar. Num período de 11 anos a sua actividade aumenta, atinge o denominado máximo solar e, depois, diminui. Actualmente, o Sol caminha para o seu máximo do ciclo 24, espera-se que a actividade continue a aumentar, com mais tempestades solares, umas maiores que outras.

O que é uma tempestade geomagnética?

Ilustração do campo magnético da Terra protegendo o nosso planeta das partículas solares - Crédito: NASA/GSFC/SVS

Uma das formas mais comuns do tempo espacial é a tempestade geomagnética, que acontece cada vez que o ambiente magnético da Terra, a magnetosfera, sofre uma mudança súbita e repetida. A magnetosfera da Terra é criada pelo nosso campo magnético e protege-nos da maioria das partículas que o Sol emite. Durante uma tempestade geomagnética, os campos magnéticos estão continuamente a realinhar e a energia salta rapidamente de uma área para outra.
A expressão "clima espacial" ou (tempo espacial) refere-se às condições no espaço exterior ao ambiente da Terra, da mesma forma que "tempo" e "clima" dizem respeito às condições da baixa atmosfera da Terra.
O Sol atinge regularmente a Terra e o resto do nosso sistema solar com energia na forma de partículas de luz e eletricamente carregadas e campos magnéticos. Os impactos resultantes constituem o clima espacial, o que inclui tudo o que pode afectar os sistemas tecnológicos no espaço e na superfície terrestre e, através deles, a vida humana na sociedade tecnológica actual.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Meteorologia espacial: o Sol ainda não acalmou, mais uma tempestade geomagnética a caminho

As três imagens mostram a evolução da ejeção de massa coronal (CME) de hoje, 9 de Março, tal como foram capatadas pelo Observatório Solar Heliosférico (SOHO). O Sol está obscurecido nesta imagem, chamada de coronograph, de modo a observar melhor a atmosfera obscura - ou corona - em torno do Sol. As manchas brancas na imagem são "ruído" de partículas solares que atingem o instrumento de imagem da nave espacial SOHO - Crédito: SOHO / ESA e NASA

O Sol continua agitado, nesta sua fase do ciclo solar 24, a caminho do seu máximo, previsto para 2013. A mancha solar 1429 é bastante activa e produziu mais uma explosão moderada de classe M6.3 hoje, 9 de Março. Cerca de uma hora depois, houve uma ejeção de massa coronal (CME). Esta nuvem de material solar viaja a cerca de 700 Km por segundo, devendo atingir a magnetosfera - a camada exterior protectora dos campos magnéticos em volta do nosso planeta - no início da manhã de 11 de Março.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Meteorologia espacial: Sol tem a segunda grande erupção do ciclo solar

Grande erupção solar X5.4, produzida pela mancha activa AR1429, em 7 de Março de 2012 - Crédito: NASA/SDO/AIA

A grande mancha solar AR1429 libertou uma das maiores explosões solares no início do dia de hoje, 7 de Março. A erupção foi classificada de classe X5.4, a segunda mais potente depois de uma explosão X6.9, em 9 de Agosto de 2011.
O aumento do número de erupções de classe X (as mais fortes) faz parte do ciclo solar normal de onze anos, durantte o qual a sua actividade aumenta até ao máximo solar, e cujo pico se espera no final de 2013. Cerca de uma hora depois, a mesma região produziu outra erupção de classe x1.3 (cerca de 5 vezes menor que a primeira).

segunda-feira, 5 de março de 2012

Meteorologia espacial: actividade solar continua com mais CMEs

Erupção solar de classe X1, em 5 de Março de 2012, provocando apagões de rádio de nível 3. A imagem foi obtida pelo Observatório Solar Dinâmico, na cor dourada do comprimento de onda 171 Angstrom - Crédito: NASA

O Sol volta a aumentar a sua actividade. A mancha solar AR1429, produziu uma erupção de classe X1.1 (erupções X são as mais potentes), precisamente nesta manhã de 5 de Março de 2012, e que provocou apagões de rádio na Austrália, China e Índia, devido à ionização na atmosfera terrestre. Segundo os especialistas, este tipo de radiação demora cerca de 8 minutos a alcançar a Terra.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Meteorologia espacial: cinco erupções solares em dois dias e chegada de CME à Terra

O sol produziu cinco erupções em dois dias. A quarta erupção lançou material quente branco (no interior do círculo) bem alto na coroa solar - Crédito: NASA/SOHO/H. Zell

Entre 23 e 24 de Fevereiro de 2012 o Sol produziu cinco erupções solares em várias direcções, quatro delas num só dia.
Uma das erupções, na forma de um grande filamento magnético sinuoso, na madrugada de 24 de Fevereiro, lançou a primeira de duas ejecções de massa coronal (CME) em direcção à Terra. Segundo os cientistas, esta nuvem de partículas vai atingir o campo magnético terrestre em 26 de Fevereiro, provocando provavelmente tempestades geomagnéticas e auroras.
Dois dias depois, estas partículas vão atingir também o planeta Marte e, se as previsões estiverem corretas, em 27 de Fevereiro a CME pode alcançar o robô Curiosity, que se encontra a bordo da nave espacial Mars Science Lab, a caminho do planeta vermelho para a sua missão científica.


O vídeo do Observatório Solar Dinâmico mostra a erupção do filamento solar em comprimento de onda ultravioleta extremo, que forma uma clivagem visível na atmosfera do Sol, de onde partem ondas de plasma em direcções opostas. Esta separação estende-se desde a localização inicial do filamento, quase 400.000 Km.
Os filamentos são constituídos por material solar mais escuro e mais frio que flutua sobre a superfície do Sol, suspenso por forças magnéticas. Se surgem nos bordos do disco solar designam-se por proeminências.
Mais informações em SpaceWeather.com
Fonte: NASA

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Grande erupção solar classe X em 27 de Janeiro



O vídeo mostra a grande erupção solar classe X, em 27 de Janeiro de 2012, a partir de uma região activa no limite oeste solar. As imagens foram captadas pelo Telescópio de Raios X em Hinode e mostram a emissão de plasma aquecido a mais de 8 milhões de graus, durante a libertação de energia da explosão solar.
Fonte: NASA