A primeira neve deste inverno em Bragança, Portugal.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Furacão Rina observado pela Estação Espacial Internacional
Imagens do furacão Rina, captadas por câmeras externas na Estação Espacial Internacional, em 25 de Outubro de 2011, voando a 248 milhas de altitude, sobre o mar das Caraíbas, a leste de Belize.
Este furacão do final da temporada e que continua a intensificar-se, foi localizado a 300 milhas a leste-sudeste de Chetumal, Mexico, movendo-se lentamente para oeste-noroeste.
Rina apresenta ventos de 105 quilómetros por hora, e possibilidade de chuvas fortes, prevendo-se que vai intensificar-se para um grande furacão à medida que se aproxime da Península de Yucatán, no México.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
NASA vai lançar novo tipo de satélite para observar as alterações climáticas na Terra
Satélite NPP está a ser preparado para o lançamento na Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia - Crédito: NASA/30th Communications Squadron, VAFB
A agência espacial NASA vai lançar o satélite de observação da Terra NPP - o National Polar-orbiting Operational Environmental Satellite System Preparatory Project - a primeira missão projectada para recolher os dados necessários para melhorar as previsões meteorológicas a curto prazo e aumentar a compreensão a longo prazo das alterações climáticas.
sábado, 27 de agosto de 2011
Formação do furacão Irene
Apesar dos cientistas ainda não terem comprendido totalmente como se forma um furacão, o vídeo, que surge hoje no Astronomy Picture of the Day (APOD), fornece algumas pistas sobre a formação do furacão Irene, uma grande tempestade que actualmente ameaça a costa leste dos Estados Unidos.
Irene começou com uma pequena diferença de pressão, visível na forma de nuvens incaracterísticas no canto inferior direito, e foi crescendo até formar um grande sistema de tempestade em espiral de baixa pressão, ao largo da costa da Carolina do Sul.
Um furacão é alimentado por evaporação da água do oceano e, assim, normalmente ganha força sobre águas mornas e perde força sobre a terra. Além do planeta Terra, outros planetas também têm furacões semelhantes a grandes tempestades, como acontece em Vénus, Saturno, Júpiter, Urano e Neptuno.
No entanto, grandes tempestades como furacões e ciclones na Terra ainda continuam, em parte, desconhecidas para os cientistas, como por exemplo o trajecto exacto seguido pela tempestade e cujo conhecimento é essencial na prevenção dos efeitos, por vezes catastróficos, destes grandes eventos naturais.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Furacão Irene dirige-se para a costa leste dos Estados Unidos
O furacão Irene aproxima-se da costa Leste dos Estados Unidos que deverá atingir durante o fim-de-semana. Em sete estados - Carolina do Norte, Maryland, Virgínia, Delaware, New Jersey, Nova Iorque e Connecticut – foi declarado o estado de emergência.
Em Nova Iorque, o mayor Michael Bloomberg ordenou a evacuação obrigatória das regiões mais vulneráveis, o que deverá afectar pelo menos 250 mil pessoas. O sistema de transportes ferroviários, incluindo o metropolitano, vai fechar a partir do meio-dia de sábado.
Noutras regiões, como Delaware, Maryland, New Jersey e Carolina do Norte estão já a decorrer evacuações forçadas. O presidente Obama alertou as pessoas para estarem preparadas para o pior e seguirem as ordens de evacuação.
Irene é um furacão enorme, com um diâmetro de cerca de 820 quilómetros, o que representa cerca de um terço da costa Leste norte-americana.
O furacão Irene foi filmado pelos astronautas abordo da Estação Espacial Internacional, quando passou pelas Bahamas ontem, 25 de Agosto. As imagens do vídeo mostram bem a sua dimensão.
Mais informações em Público.pt / NASA
Imagem do furacão Irene obtida pelo satélite GOES-13, em 26 de Agosto de 2011 .A extensão da cobertura de nuvens de Irene cobre um terço da costa leste dos EUA - Crédito: NASA/NOAA GOES Project
Em Nova Iorque, o mayor Michael Bloomberg ordenou a evacuação obrigatória das regiões mais vulneráveis, o que deverá afectar pelo menos 250 mil pessoas. O sistema de transportes ferroviários, incluindo o metropolitano, vai fechar a partir do meio-dia de sábado.
Noutras regiões, como Delaware, Maryland, New Jersey e Carolina do Norte estão já a decorrer evacuações forçadas. O presidente Obama alertou as pessoas para estarem preparadas para o pior e seguirem as ordens de evacuação.
Irene é um furacão enorme, com um diâmetro de cerca de 820 quilómetros, o que representa cerca de um terço da costa Leste norte-americana.
O furacão Irene foi filmado pelos astronautas abordo da Estação Espacial Internacional, quando passou pelas Bahamas ontem, 25 de Agosto. As imagens do vídeo mostram bem a sua dimensão.
Mais informações em Público.pt / NASA
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Furacão Irene provoca destruição nas Caraíbas e ameaça os Estados Unidos
Imagem do furação Irene fotografado pelo astronauta Ron Garan, a bordo da Estação Espacial Internacional, em 22 de Agosto de 2011, quando passava sobre as Caraíbas - Crédito: NASA/Ron Garan
O furacão Irene já deixou um rastro de destruição em Porto Rico e República Dominicana, seguindo em direcção ao Haiti, onde as agências humanitárias já se prepararam para possíveis enchentes, e armazenando comida, medicamentos e outros materiais para ajudar a população do país, onde centenas de milhares ainda vivem em barracas desde o terremoto de 2010.
Segundo os metereologistas, o Irene deve ganhar força nos próximos dias e atingir o sudeste dos EUA no fim de semana.
Fonte: ÚltimoSegundo
sábado, 14 de maio de 2011
Seca na Europa Ocidental observada por satélite
A Primavera extremamente seca que se verifica na Europa Ocidental, também é observada a partir do espaço, através do satélite do observação terrestre da Agência Espacial Europeia, SMOS. Os dados relativos ao mês de Abril, foram apresentados esta sexta-feira (13) em forma de mapas que mostram a diferença de humidade do solo, em comparação com o ano anterior.
A seca está a causar problemas na agricultura, pois não há ou há pouca água no solo para as plantas, e dificulta a gestão dos recursos hídricos. Além disso, a vegetação seca em terra também seca aumenta o risco de incêndios florestais.
A missão SMOS da ESA mede a humidade do solo e a salinidade do oceano. Orbita a Terra há cerca de 18 meses, fazendo observações globais da humidade nas camadas superiores do solo e de sal nas águas superficiais dos oceanos. Estes dados são essenciais na previsão de temperatura, humidade ambiente e precipitação. A missão SMOS fornece uma imagem global da humidade do solo à superfície a cada três dias.
Com base nestes dados, são feitas estimativas para a quantidade de água armazenada na zona da raiz, cerca de 1-2 metros de profundidade, a partir da qual as plantas podem extrair a água do solo e, eventualmente, também libertar para a atmosfera através das folhas pelo processo de transpiração. Estas informações são úteis para a agricultura e permitem melhorar as previsões meteorológicas.
Comparação da humidade do solo 2010 e 2011. Os amarelos mostram as superfícies secas. As cores azuis e verdes representam zonas mais húmidas - Crédito: ESA / CESBIO
A seca está a causar problemas na agricultura, pois não há ou há pouca água no solo para as plantas, e dificulta a gestão dos recursos hídricos. Além disso, a vegetação seca em terra também seca aumenta o risco de incêndios florestais.
A missão SMOS da ESA mede a humidade do solo e a salinidade do oceano. Orbita a Terra há cerca de 18 meses, fazendo observações globais da humidade nas camadas superiores do solo e de sal nas águas superficiais dos oceanos. Estes dados são essenciais na previsão de temperatura, humidade ambiente e precipitação. A missão SMOS fornece uma imagem global da humidade do solo à superfície a cada três dias.
O satélite SMOS observa a humidade do solo e a salinidade do oceano, para uma melhor compreensão do ciclo da água na Terra - Crédito: ESA - P. Carril
Com base nestes dados, são feitas estimativas para a quantidade de água armazenada na zona da raiz, cerca de 1-2 metros de profundidade, a partir da qual as plantas podem extrair a água do solo e, eventualmente, também libertar para a atmosfera através das folhas pelo processo de transpiração. Estas informações são úteis para a agricultura e permitem melhorar as previsões meteorológicas.
Fonte: ESA
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