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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Ilha de gelo à deriva no Estreito de Nares, no Árctico

A imagem do satélite Terra, da NASA mostra os fragmentos resultantes do iceberg libertado do glaciar de Petermann movendo-se lentamente no Estreito de Nares, no Árctico - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jeff Schmaltz

Em meados de Julho de 2012, um enorme iceberg libertou-se do glaciar de Petermann, no noroeste da Groenlândia. Esta ilha de gelo, nomeada PII-2012, foi-se afastando lentamente do glaciar, seguindo o Estreito de Nares, entre a Groenlândia e a Ilha Ellesmere.
Por volta de 4 de Setembro, o iceberg começou a fragmentar-se. A imagem em cor natural do satélite Terra da NASA, em 13 de Setembro de 2012, mostra o fragmento principal e dois pequenos à deriva no estreito.
PII-2012 separou-se do glaciar de Petermann, ao longo de uma fractura, visível em imagens de satélite, a partir de 2001. O iceberg formado era parte de uma plataforma de gelo do glaciar que se estende sobre o oceano.
Embora o desprendimento do iceberg possa não ser uma consequência directa do aquecimento global, acredita-se que as alterações climáticas têm um papel importante na queda deste ano da extensão do gelo do Árctico, que foi inferior ao recorde estabelecido em 2007, atingindo o mínimo desde que é observado por satélite, em 1979.
Fonte: Earth Observatory

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ilha de gelo que se libertou do glaciar Petermann, da Gronelândia

Grande iceberg originado a partir do glaciar de Petermann, observado pelo satélite Terra da NASA. A imagem foi rodada e o norte está para a direita. Há fissuras superficiais semelhantes tanto no glaciar Petermann como na ilha de gelo recentemente formada - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jesse Allen/Robert Simmon

Imagens do satélite Aqua da NASA, captadas em 16 e 17 de Julho de 2012, mostram que o grande glaciar Petermann, da Gronelândia, mais uma vez se quebrou formando um grande icebeg que se soltou e é visto descendo o fiorde em direcção ao mar.
A nova imagem captada pelo satélite Terra da NASA, em 21 de Julho, revela que o iceberg ocupa uma área de 32,3 quilómetros quadrados e continua a progredir no fiorde, dirigindo-se para o mar.
O Glaciar de Petermann está localizado no noroeste da Gronelândia e termina numa plataforma gigante de gelo flutuante no Oceano Árctico. Em 2010, este glaciar deu origem a um iceberg gigantesco, com cerca de 251 quilómetros quadrados. O iceberg que agora se formou é menor e libertou-se mais a montante no glaciar, ao longo de uma fenda que apareceu em imagens de satélite em 2001.
Segundo especialistas, a separação do iceberg está mais associada a correntes oceânicas do que ao degelo de superfície causado por alterações climáticas.
Fonte: NASA/Earth Observatory

terça-feira, 17 de julho de 2012

Grande iceberg separou-se de um glaciar da Gronelândia

O Glaciar de Petermann originou um novo iceberg gigante, observado através do satélite Aqua da NASA - Crédito: NASA/NASA Earth Observatory/Jesse Allen

O Glaciar de Petermann é um grande glaciar ao longo da costa Noroeste da Gronelândia, em direcção ao Oceano Árctico, onde termina numa plataforma de gelo gigante alongada flutuante.
Periodicamente, este glaciar quebra formando icebergs. Em 2010, Petermann originou um iceberg gigantesco, uma verdadeira ilha de gelo. Este ano, o glaciar voltou a quebrar, libertando mais um iceberg.
A formação do novo iceberg foi observada pelo satélite Aqua, da NASA, que tem uma órbita polar e passa sobre a região várias vezes por dia. As duas imagens do Glaciar de Petermann, captadas em 16 de Julho de 2012, permitem ver que às 10:25 Tempo Universal Coordenado (UTC), o iceberg ainda se mantinha próximo do glaciar, mas pelas 12:00 UTC, o iceberg já tinha começado a mover-se para o norte até ao fiorde. No dia seguinte, 17 de Julho, o afastamento do iceberg era maior.

terça-feira, 6 de março de 2012

A Lua pode estar relacionada com o naufrágio do Titanic, há 100 anos

Ilustração do naufrágio do Titanic, a 14 de abril de 1912 (este ano, completam-se 100 anos) foi um dos acontecimentos mais importantes do seu tempo, e onde morreram 1500 pessoas. O navio colidiu com um grande iceberg - Fonte: wikipédia

Umn estudo realizado por astrónomos da Universidade Estatal de Texas-San Marcos, admite que a Lua pode ter tido um papel crucial no afundamento do Titanic, ao influenciar as más condições do mar e a existência de numerosos icebergs na noite do acidente.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O nascimento de um grande iceberg na Antárctida

Uma grande fractura é claramente visível em toda a plataforma de gelo flutuante do glaciar de Pine Island, na Antárctida. A fractura pode partir-se nos próximos meses e formar um iceberg com cerca de 800 quilómetros quadrados - Crédito: NASA / Michael Studinger

Em Outubro de 2011, cientistas do programa IceBridge da NASA descobriram uma enorme fenda no glaciar Pine Island, no oeste da Antárctida. Esta fractura, que atravessa a plataforma de gelo flutuante do glaciar, estende-se por 29 Km de comprimento e com 50 metros de profundidade, poderá produzir um iceberg com mais de 800 Km quadrados de tamanho.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O tsunami de 11 de Março do Japão criou icebergs na Antártida

Kelly Brunt, um especialista da criosfera no Goddard Space Flight Center, em Greenbelt, e os colegas descobriram que se formaram icebergs a partir da plataforma de gelo de Sulzberger, na Antártida, como consequência do Tsunami Tohoku, originado pelo terramoto da costa do Japão, em 11 de Março de 2011.

Imagens da plataforma de gelo de Sulzberger, antes (esquerda) e depois (direita), ilustram a quebra de gelo associada como terramoto e tsunami resultante no Japão, ocorridos em 11 de Março de 2011. Os icebergs estão apenas começando a separar-se na imagem da esquerda. Crédito: Agência Espacial Europeia/Envisat

A descoberta, detalhada num artigo publicado hoje no Journal of Glaciology, marca a primeira observação directa de uma ligação entre tsunamis e icebergs.

sábado, 2 de julho de 2011

Ilha de gelo separada do glaciar de Petermann está na costa do Labrador

Imagem em cor natural da gigantesca ilha de gelo nas costas do Labrador, no Canadá, em 25 de Junho de 2011, obtida pelo satélite Aqua - Crédito: Earth Observatory/Jeff Schmaltz

Em 5 de Agosto de 2010, um enorme pedaço de gelo, com aproximadamente 251 quilómetros quadrados, separou-se do glaciar de Petermann, ao longo da costa noroeste da Gronelândia, constituindo o maior iceberg do Árctico desde 1962, uma verdadeira ilha de gelo.

A ilha de gelo formou-se a partir do glaciar de Petermann, em 5 de Agosto de 2010 - Crédito: Earth Observatory/Jesse Allen e Robert Simmon

Passados 11 meses, a ilha de gelo maciço estende-se por 62 quilómetros quadrados de área e 3,5 a 4 biliões de toneladas de peso. Na sua viagem de quase 30 graus de latitude e mais de 3.000 Km, foi quebrando e derretendo lentamente. Actualmente encontra-se nas costas do Labrador, no Canadá, levada pelas correntes oceânicas.
A ilha de gelo, agora designada  PII-A, vem sendo acompanhada, via satélite e rádio, pelo Canadian Ice Service. Eventualmente pode representar um perigo para plataformas de petróleo e rotas de navegação de Newfoundland.
Um pescador do Canadá filmou o gigantesco iceberg.


Em 17 de Setembro de 2010, o Canadá colocou um sinal no bloco gelo, de modo a poder ser rastreado. Pode seguir-se o seu trajecto neste endereço.
Fonte: Earth Observatory

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Icebergs na Antárctida

No mês de Dezembro, enquanto a escuridão cobre o Árctico, a Antárctida é iluminada pelo Sol que faz um circuito por dia em todo o horizonte. Como a luz chega num ângulo baixo, as longas sombras de diferentes icebergs projectam-se no gelo do mar circundante.

Icebergs na Costa da Princesa Ragnhild, na Antárctica Oriental

A imagem foi obtida pelo satélite Terra, em 13 de Dezembro de 2010, e mostra icebergs ao longo da Costa da Princesa Ragnhild, na Antárctida Oriental.
Na imagem podem distinguir-se icebergs com superfícies diferentes, umas são lisas e outras enrugadas. As superfícies de textura rugosa indicam que esses icebergs se originaram fora do litoral, longe desta área e passaram algum tempo boiando sobre o oceano aberto. A acção das ondas de pressão aplicada no fundo e nos lados propagou-se através do gelo até à superfície, fracturando os pontos fracos e formando fendas que foram preenchidas por gelo e neve, que as alargaram ainda mais. Em contrapartida, os icebergs lisos provavelmente formaram-se nesta região e ainda não viajaram para longe.
Os icebergs estão rodeados de gelo de dois tipos distintos - o gelo do mar e gelo rápido. Á esquerda da imagem, o gelo do mar é mais fino, com aberturas que revelam o oceano escuro abaixo. Junto à costa, o gelo rápido forma uma camada mais espessa, embora não tão grossa quanto os icebergs.
Fonte: Earth Observatory