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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Buraco do ozono da Antárctida tem o segundo mínimo em 20 anos

O buraco do ozono atingiu o seu tamanho máximo em 22 de Setembro de 2012, ocupando 21,2 milhões de quilómetros quadrados - Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center

Este ano, a área média coberta pelo buraco do ozono da Antárctida foi a segunda menor nos últimos 20 anos, de acordo com os dados colhidos pelos satélites da NASA e da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA). Os cientistas pensam que a mudança se deve ao aumento das temperaturas na estratosfera inferior da Antárctida.
O buraco do ozono atingiu o seu tamanho máximo em 22 de Setembro, ocupando 21,2 milhões de quilómetros quadrados, equivalente à área dos Estados Unidos, Canadá e México juntos. O seu tamanho médio em 2012 foi de 17,9 milhões de quilómetros quadrados. O seu maior valor registado, 29,9 milhões de quilómetros quadrados, aconteceu a 6 de Setembro de 2000.
"O buraco de ozono é causado principalmente pelo cloro produzido a partir dos químicos de origem humana, e estes níveis de cloro ainda são consideráveis na estratosfera da Antárctida", disse Paul Newman, cientista atmosférico da NASA. "Flutuações naturais nos padrões climáticos resultaram em temperaturas estratosféricas mais elevadas, este ano. Estas temperaturas causaram um buraco do ozono menor".

sábado, 22 de outubro de 2011

Buraco do ozono da Antárctida, em 2011, está entre os 10 piores das últimas duas décadas e meia

Imagem em cor falsa da área geográfica abrangida pelo buraco de ozono sobre a Antárctida, em 12 de Setembro de 2011, quando atingiu a sua extensão máxima. As cores roxo e azul indicam os lugares onde há menos ozono, e os amarelos e vermelhos mostram onde há mais ozono. Os dados são baseados em observações do satélite Aura da NASA - Crédito: NASA Ozone Watch

Cientistas da NASA e da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) confirmaram que o buraco de ozono da Antárctida, em 2011, está entre os 10 piores em amplitude e profundidade de perda de ozono nos registos dos últimos 26 anos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Venus Express descobre uma camada de ozono em Vénus

Ilustração de Venus Express a realizar "ocultação estelar" em Vénus. Foi a primeira missão de sempre a aplicar esta técnica em Vénus, analisando a forma como a luz solar é absorvida pela sua atmosfera, o que permite deduzir as características da própria atmosfera - Crédito: ESA (Image by AOES Medialab)

A sonda Venus Express, da ESA, desobriu uma camada de ozono na alta atmosfera de Vénus, quando observava estrelas através da atmosfera do planeta, procurando sinais característicos de gases da atmosfera, enquanto absorviam a luz em comprimentos de onda específicos.
O ozono foi detectado porque absorveu algumas radiações ultravioletas da luz das estrelas. Comparar as suas propriedades com as das camadas equivalentes na Terra e em Marte ajudará os astrónomos nas suas buscas sobre a vida noutros planetas.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Buraco" de ozono no Árctico

Observações da missão Aura no Árctico mostram uma redução da camada de ozono em algumas áreas, no inverno de 2011. Em meados de Março de 2011, a quantidade de ozono era muito baixa (cores roxo e cinza sobre a região polar norte), a uma altitude de aproximadamente 20 km. Foram observados, no mesmo dia e à mesma altitude (cores azul escuro), grandes quantidades de monóxido de cloro, o principal agente de destruição química do ozono na estratosfera polar inferior fria. A linha branca marca a área em que ocorreu a destruição química do ozono - Crédito: NASA/JPL-Caltech

Um estudo publicado online no domingo, 2 de Outubro, na revista Nature mostra que houve uma grande diminuição da camada de ozono sobre o Árctico, durante o último inverno e primavera, comparável à observada em alguns anos, na Antárctida, onde se forma um "buraco" a cada primavera, desde meados dos anos 1980. A perda de ozono superou 80% acima de 18-20 Km de altitude.
Os dados indicam que essa redução do ozono foi causada por um período anormalmente prolongado de temperaturas extremamente baixas na estratosfera no Pólo Norte.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Grande destruição de ozono no Árctico

Observações recentes de satélites e estações terrestres sugerem que os níveis de ozono atmosférico de Março, no Árctico, estavam a aproximar-se dos níveis mais baixos medidos nos últimos anos.

Crédito: NASA/Rob/ Hole Watch

Estes mapas das concentrações de ozono sobre o Árctico foram obtidos pelo  Ozone Monitoring Instrument (OMI), do satélite Aura da NASA: a imagem da esquerda, em 19 de Março de 2010, e a da direita na mesma data em 2011. Em Março de 2010 a concentração de ozono era relativamente elevada, mas em Março de 2011 os níveis eram baixos. A animação neste endereço mostra a dinâmica da camada de ozono entre 1 Janeiro e 23 Março, em ambos os anos.
O ozono é destruído quando compostos à base de bromo ou cloro, especialmente os clorofluorcarbonos (CFCs) quebram, libertando os seus átomos que se combinam com o oxigénio. A destruição do ozono é maior quando a estratosfera está especialmente fria, o que tem acontecido nas últimas semanas. Os valores encontrados indicam que a camada de ozono registou uma perda de 40 por cento na região do Árctico entre o início do Inverno e o fim do mês de Março.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Está a diminuir o buraco de ozono na Antárctica

De acordo com o Instituto Nacional da Água e Investigação Atmosférica da Nova Zelândia, o "buraco" na camada de ozono sobre a Antárctica diminuiu durante os últimos cinco anos.

Buraco do ozono Antárctida (30/11/2010) - Fonte: NASA


Em Setembro de 2010, o relatório «Scientific Assessment of Ozone Depletion: 2010», elaborado pela Organização Mundial de Meteorologia (OMM) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) apontava para uma recuperação da camada de ozono até meados deste século, atingindo os níveis registados antes de 1980, com excepção das regiões polares, mais afectadas pela destruição do ozono.
Boas notícias para o planeta, pois a camada de ozono protege-o dos efeitos nocivos da radiação solar. Para além disso significa que o Protocolo de Montreal está a resultar.
Fonte: El Mundo.es

Acompanhe a evolução do buraco de ozono, em tempo real. (Ozone Hole Watch)
Química do ozono, animações interessantes em Educação.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Camada de ozono poderá recuperar até 2050

Ontem, 16 de Setembro, data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) asinalou  O Dia Internacional da Preservação da Camada de Ozono, foi apresentado, em Genebra, o relatório «Scientific Assessment of Ozone Depletion: 2010», elaborado pela Organização Mundial de Meteorologia (OMM) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Buraco do ozono Antárctida (14/09/2010) - Fonte: NASA

De acordo com o estudo feito, a eliminação progressiva dos CFC's e outras substâncias prejudiciais à camada de ozono, está a dar resultados positivos, pois verifica-se que a concentração de ozono à escala mundial, nomeadamente no Árctico e Antárctida não tem variado.
O estudo aponta para uma recuperação da camada de ozono até meados deste século, atingindo os níveis registados antes de 1980. Exceptuam-se as regiões polares, mais afectadas pela destruição do ozono.
Mais informações aqui e aqui.

Links relacionados:
Acompanhe a evolução do buraco de ozono, em tempo real.
Química do ozono, animações interessantes em Educação.
Protocolo de Montreal
Protocolo de Quioto