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domingo, 10 de junho de 2012

Os nossos vizinhos celestes mais próximos

O Sol e os objectos celestes na sua vizinhança, observados a partir de um ponto a 30 anos-luz da nossa estrela. As anãs castanhas estão marcadas por círculos. No fundo está a constelação de Orion (a meio do lado esquerdo) e o aglomerado de estrelas Pléiades (perto da borda superior), objectos do céu profundo - Crédito: NASA/JPL-Caltech

A imagem mostra os nossos vizinhos, do ponto de vista astronómico, a partir de um ponto a cerca de 30 anos-luz do Sol, e onde são mantidas as posições reais das estrelas. O sol é o ponto fraco amarelo no centro.
Na vizinhança solar estão destacadas, por meio de círculos, todas as anãs castanhas conhecidas dentro de um raio de 26 anos-luz - os cientistas da NASA calculam que haverá 33 anãs castanhas para 211 estrelas normais. Os círculos azuis indicam anãs castanhas previamente conhecidas, e os vermelhos as anãs castanhas identificadas, pela primeira vez, pelo Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), da NASA, no censo de 2010.
As observações do WISE mostram que as anãs castanhas são muito mais raras do que as estrelas: na vizinhança do Sol há cerca de 6 estrelas típicas para cada anã castanha conhecida. Estimativas anteriores apontavam números semelhantes. A conclusão pode ter implicações nas teorias sobre a formação de estrelas.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Asteróides potencialmente perigosos para a Terra (PHAs)

Os novos resultados de pesquisa NEOWISE revelam que os asteróides potencialmente perigosos, ou PHAs, estão mais estreitamente alinhados com o plano do nosso sistema solar do que sugeriam os modelos anteriores. PHAs são um subconjunto de asteróides perto da Terra (NEAs), com as órbitas mais próximas da órbita da Terra, chegando a entrar cerca de 8 milhões de Km. Estes asteróides são grandes o suficiente para sobreviver à passagem pela atmosfera terrestre e causar grandes danos - Crédito: NASA/JPL-Caltech

A NASA calcula que existam 4.700 asteróides potencialmente perigosos para a Terra, de acordo com os dados da sonda WISE que observou o cosmos através de raios infravermelhos.
Para a agência americana, o levantamento de asteróides potencialmente perigosos, ou PHAs, feito pelo projecto NEOWISE, da missão WISE, permitiu a melhor avaliação da 'população' desses asteróides no sistema solar. Os resultados revelam novas informações sobre os números totais, origens e os possíveis perigos que eles podem representar.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Novo catálogo do céu da missão WISE, inteiramente em infravermelho

Mosaico de imagens que cobrem todo o céu, tal como foi observado em infravermelho pelo Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) - Crédito: NASA / JPL-Caltech / UCLA

A NASA apresentou hoje um novo Atlas e catálogo de todo o céu em infravermelho que mostra mais de meio bilião de estrelas, galáxias e outros objectos captados pela missão Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), o telescópio em infravermelho WISE. As imagens publicadas pela NASA sobre a missão encontram-se neste endereço.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Telescópio WISE da NASA encontra menos asteróides próximos da Terra (NEO) do que se pensava

O gráfico mostra as novas estimativas sobre a população de asteróides próximos da Terra, em diferentes categorias de tamanho, como resultado das observações do WISE no seu projecto NEOWISE. Foram observados objectos maiores que 100 metros de diâmetro, considerados de médio e grande tamanho. Cada imagem representa cerca de 100 objectos reais. Os asteróides próximos da Terra que já foram encontrados estão preenchidos e aparecem de cor castanha. Cada linha com imagens de contorno azul mostra o total de asteróides que se pensava existir antes da pesquisa NEOWISE. Os contornos verdes mostram as novas estimativas reduzidas com base nos dados do WISE - Crédito: NASA/JPL-Caltech

A NASA anunciou que o Observatório de Pesquisa Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) mostrou que o número de asteróides de tamanho médio próximos da Terra é significativamente menor do que se pensava. Os resultados indicam, ainda, que foram encontrados mais de 90% dos maiores asteróides próximos da Terra.
Agora, os astrónomos estimam que existam cerca de 19.500 - e não 35.000 - objectos de tamanho médio próximos da Terra, o que equivale a uma redução de cerca de 44%. Para os cientistas, esta compreensão mais correcta sobre as populações de asteróides pode indicar que o perigo para o nosso planeta é menor do que se pensava.
No entanto, a maioria destes asteróides de tamanho médio ainda estão por descobrir. É preciso pesquisar mais para determinar se menos objectos de tamanho médio, entre 100 e 1.000 metros, também significa menos asteróides potencialmente perigosos, aqueles que mais se aproximam da Terra.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Missão WISE da NASA captura os jactos de buraco negro na Via Láctea

Ilustração sobre como deve ser o buraco negro GX 339-4, alimentado pelo material de uma estrela companheira. Observações em infravermelho do Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), da NASA, revelam a melhor informação até agora sobre os ambientes caóticos e extremos dos jactos deste buraco negro. WISE mostrou que os jactos são intermitentes e podem variar de tamanho - Crédito: NASA

O buraco negro, conhecido por GX 339-4, encontra-se a mais de 20.000 anos-luz de distância da Terra, perto do centro da nossa galáxia. Tem uma massa pelo menos seis vezes maior que a do Sol e, provavelmente, formou-se a partir de uma estrela que explodiu.
Tal como outros buracos negros, GX 339-4 é constituído por matéria muito densa e gravidade extraordinariamente elevada que nem a luz pode escapar. Está rodeado por um disco de acreção de material que está a ser atraído para o seu interior a partir de uma estrela vizinha que orbita o buraco. A maioria do material da estrela companheira é puxado para dentro do buraco negro, mas parte dele é atirado para fora na forma de um jacto (para cima e para baixo do disco) que flui a uma velocidade próxima à da luz.
Usando os infravermelhos do WISE, astrónomos captaram informações raras sobre o buraco negro, revelando novos detalhes sobre esses objectos poderosos e os seus jactos. As observações do WISE mostraram que que a actividade dos jactos apresenta flutuações que podem ir de 11 segundos a algumas horas. Além disso, a base dos jactos também varia, com alterações que podem ser tão grandes quanto um factor de 10 ou mais.
Um vídeo com as variações dos jacto do buraco negro, tal como foram vistas através das observações do WISE, está disponível online no endereço: http://www.astro.isas.jaxa.jp/~pgandhi/wise_gx339/wise_blackhole_anim.html
Fonte: NASA

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Telescópio WISE da NASA descobre a classe de estrelas mais frias

A ilustração representa uma anã Y, pertencente à classe de anãs castanhas mais frias que se conhece, com temperaturas que podem ser inferiores às do corpo humano - Crédito: NASA/JPL-Caltech

Com base em dados do Telescópio WISE da NASA, cientistas descobriram seis anãs Y, a classe mais fria de corpos semelhantes a estrelas, com temperaturas próximas das do corpo humano, relativamente próximos do nosso Sol, a uma distância de cerca de 40 anos-luz. Só foi possível detectá-las através da visão infravermelha de alta sensibilidade do WISE.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Galáxias do WISE

Galáxias WISE - Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

Conjunto de galáxias de vários tipos observadas pelo telescópio WISE, da NASA. Algumas são elegantes espirais. Há galáxias com centros arredondados e outras com barras alongadas centrais. Umas são vistas de frente e outras aparecem de lado.
Nas imagens em infravermelho, as estrelas mais velhas aparecem em azul, enquanto bolsas de estrelas recém-formadas têm tonalidades amarelas ou avermelhadas.
Fonte: NASA

sábado, 16 de abril de 2011

Missão WISE disponibiliza primeiro conjunto de dados sobre o mapa do céu

Mapa do céu coberto pelos dados preliminares WISE apresentados. Este mapa está centrado na Via Láctea. O plano da galáxia está situado ao longo do equador, e o centro da galáxia está no centro do mapa. - Crédito: NASA / JPL-Caltech / UCLA

Mapa da parte do céu coberta pelo conjunto de dados preliminares da missão WISE da NASA e que foram libertados. WISE foi lançado ao espaço em 14 de Dezembro de 2009, com o objectivo de mapear todo o céu em luz infravermelha, em quatro comprimentos de onda. Em 14 abril de 2011, a equipa responsável divulgou dados que representam 57 por cento do céu, tal como foi observado pelo telescópio. Esta versão preliminar dos dados está disponível online.
A pesquisa completa, com processamento de dados melhorado, será disponibilizada na primavera de 2012.
Os astrónomos de todo o mundo agora podem investigar centenas de milhões de galáxias, estrelas e asteróides que fazem parte deste primeiro conjunto de dados de campo da missão.
As regiões de cor cinza correspondem a dados ainda não disponíveis nesta primeira fase. Para as regiões com os dados, o azul e ciano revelam principalmente luz das estrelas, enquanto o verde e o vermelho resultam de poeira, principalmente quente.

Na constelação, a cabeça de Orion, o caçador, é representada pela estrela Lamdba Orionis (ponto vermelho no meio). Mas vista em luz infravermelha pelo WISE, mostra uma nebulosa gigante em torno de Lambda Orionis, o "Lambda Orionis anel molecular", ttambém conhecido como SH 2-264 ou anel Meissa (em árabe, a estrela Lambda Orionis é conhecida como "Meissa" ou "Al-Maisan", que significa "o brilhante"). A estrela azul brilhante, no canto inferior esquerdo da imagem, é Betelgeuse, que representa um ombro do caçador Orion - Crédito: NASA / JPL-Caltech / UCLA