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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Mimetismo ajuda a sobreviver na natureza

Cabeça da lagarta da borboleta Papilio Troilus, da família Papilionidae ou cauda-de-andorinha. A sua semelhança com uma cobra permite-lhe afastar predadores - Fonte: wikipédia

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Borboleta azul que imita as formigas já tem uma micro-reserva para a proteger

Em Portugal, foi criada uma micro-reserva para proteger a borboleta-azul - Fonte: wikipédia

Em Portugal, a borboleta-azul-das-turfeiras sobrevive à custa das formigas, uma estratégia única entre as 135 espécies conhecidas no nosso território.
Ao contrário do que acontece com as lagartas de outras espécies que, no Inverno, aguardam, escondidas na vegetação, pelo calor e Sol da Primavera para voar, a Phengaris alcon (anteriormente conhecida como Maculinea alcon) está debaixo da terra, dentro de um formigueiro, onde a lagarta se alimenta das larvas das formigas até estar pronta para surgir nos lameiros como uma das borboletas mais ameaçadas de Portugal.
Actualmente apenas são conhecidas populações no Parque Natural do Alvão e na serra de Montemuro, esta última descoberta no Verão de 2011 pelo Tagis - Centro de Conservação das Borboletas de Portugal.
Agora, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza - comprou 3500 metros quadrados no município de Castro Daire, na Serra de Montemuro, para criar uma micro-reserva e ajudar à sobrevivência dessa população de borboleta-azul.
Mais informações em Público.pt

terça-feira, 21 de junho de 2011

Solstício de Verão

Hoje, 21 de Junho, é o solstício de verão, o dia mais longo do ano. Um dia lindo, com muita luz, neste cantinho de Trás-os-Montes. Talvez não seja o melhor dia para fotografia, mas mesmo assim consegui captar (o melhor possível) duas amigas borboletas.

Borboleta do género Pieris, talvez Pieris rapae.

Borboleta ainda não identificada

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Borboletas fêmeas fecham as asas para evitar a atenção de machos

Segundo um estudo japonês publicado na revista “Ethology”, as borboletas fêmeas da espécie Lycena phlaeas fecham as asas, tornando-se menos visíveis, para evitar a aproximação de machos insistentes.

Borboleta Lycena phlaeas

Trata-se de uma estratégia das borboletas fêmeas que já copularam a fim de se protegerem. Na investigação, as borboletas fechavam as asas quando outras borboletas da mesma espécie voavam muito perto, o que já não acontecia com tanta evidência se as borboletas fossem de espécies diferentes.
Quando as borboletas já não necessitam copular, elas tentam esconder-se fechando as asas. No entanto, as fêmeas virgens que querem copular mantêm as asas abertas bem visíveis.
Fonte: Público.pt

sábado, 11 de dezembro de 2010

As borboletas estão a desaparecer da Europa

De adordo com um novo estudo da Butterfly Conservation Europe realizado em 15 países, as borboletas normalmente encontradas nos prados, estão em declínio em toda a Europa, apontando para uma enorme perda de biodiversidade na Europa. As populações de 17 espécies de borboletas caíram mais de 70% nos últimos 20 anos, tal como aconteceu com a borboleta azul de Adonis (Lysandra bellargus) e a Lulworth skipper (Thymelicus acteon), consequência do quase desaparecimento do seu habitat preferencial, os prados floridos do continente europeu.

Borboleta azul de Adonis (Lysandra bellargus) - Fonte: wikipédia

As borboletas são indicadores ambientais sensíveis e que alertam para os problemas subjacentes com o meio ambiente. Os prados são um habitat vital para a vida selvagem europeia e o apoio de uma grande variedade de plantas e insectos. Se o  números de borboletas está diminuindo, inevitavelmente, outros animais também estão em declínio. Esta perda de biodiversidade tem a ver com a mudança rápida das práticas agrícolas em diversos campos semi-naturais da Europa.

Euphydryas aurinia, borboleta ameaçada dos prados húmidos e calcários - Fonte: wikipédia

Durante séculos de ocupação humana, o cultivo de feno e pasto para o gado mantinha os campos europeus floridos. A substituição da agricultura tradicional por outras actividades mais rentáveis levou ao abandono dos campos ou ao desgate dos solos devido à agricultura intensiva, especialmente na Europa Oriental e regiões montanhosas".
São necessárias medidas urgentes a nível europeu para deter o seu declínio e restaurar uma paisagem rica em borboletas, mariposas e outros animais selvagens.

ARKive image - Lulworth skipper feeding
Borboleta Lulworth skipper (Thymelicus acteon)
Para Martin Warren, diretor executivo da Butterfly Conservation (Reino Unido), "Os resultados mostram a perda dramática e contínua de biodiversidade em campos europeus. Precisamos urgentemente de uma mudança na política agrícola que favoreça a agricultura de alto valor natural em vez de sobre-intensificação, como actualmente. Os resultados seriam melhores para o ambiente e para as comunidades rurais que estão lutando para sobreviver no actual sistema de apoio que favoreçe mais os produtores intensivos".
Mais ínformações em Estadão.com.br e Butterfly Conservation Europe