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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Animais olímpicos: Sarah, a chita mais rápida do mundo

As chitas são os mamíferos terrestres mais rápidos - Fonte: wikipédia

Sarah, uma chita do jardim zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos, acaba de revalidar o título de 'chita mais rápida do mundo', fazendo os 100 metros em apenas 5,95 segundos.
Ao alcançar este resultado, Sarah, com 11 anos de idade, não só conseguiu bater em quase quatro segundos a marca obtida pelo jamaicano Usain Bolt (9,58 segundos), considerado o homem mais rápido do mundo, como também superou a sua própria marca anterior de 6,13 segundos, alcançada em 2009.
As chitas são conhecidas por serem os mamíferos terrestres mais rápidos do planeta. O seu corpo tem as características aerodinâmicas para a velocidade, ultrapassando facilmente os 95 Km/h. Na natureza, as chitas caçam as suas presas perseguindo-as a alta velocidade.
Sarah é considerada extraordinária e, apesar da idade, conseguiu atingir os 98Km/h, a velocidade correspondente ao tempo que ela fez.
Sarah foi cronometrada por uma equipa de investigadores que estava a fazer uma reportagem fotográfica para a National Geographic Magazine. O estudo anatómico de Sarah e o seu novo recorde mundial acabam de ser publicados no Journal of Experimental Biology.
Fonte: DN Ciência

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Animais olímpicos

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Animais olímpicos: A baleia-de-bossa compete na ginástica

Baleia-de-bossa em exibição aquática - Fonte: wikipédia

Apesar de seu enorme tamanho, as baleias-de-bossa ou baleias jubarte (Megaptera novaeangliae), são bastante conhecidas pelas suas acrobacias aquáticas. São espectaculares quando saltam sobre a água torcendo o corpo, envolvendo movimento lateral e, por vezes, até piruetas.
Além disso, elas também são muito boas nadadoras. Fazem grandes migrações entre as zonas de alimentação nas altas latitudes, onde passam o verão, e zonas de latitudes mais tropicais onde passam o inverno. Percorrem distâncias superiores a 25.000 km por ano, sendo recordistas entre os mamíferos.
As baleias-de-bossa, tal como muitas outras baleias, foram dizimadas durante décadas pela caça insustentável. Mas, uma moratória internacional sobre a caça comercial, de 1986, ajudou a recuperar a sua população. No entanto, continuam ameaçadas pela poluição, tráfego marítimo e por ficarem presas em redes de pesca.
Neste vídeo do Youtube, uma baleia-de-bossa é salva de uma rede de pesca, e no final, mostrou todas as suas capacidades olímpicas, durante mais de uma hora (sobretudo a partir do minuto 6:35 do vídeo).

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terça-feira, 31 de julho de 2012

Animais olímpicos: urso-polar, campeão de natação em água gelada

O urso-polar é um excelente nadador - Fonte: wikipédia

Embora sendo animais terrestres, os ursos-polares (Ursus maritimus) podem considerar-se verdadeiros campeões de natação, capazes de manter um ritmo de 9,9 Km/h em águas frias geladas, usando as patas dianteiras como remos e as patas traseiras funcionando como leme.
Eles dependem da sua capacidade de nadar na procura de alimento. Os ursos-polares são muito resistentes, nadando longas distâncias durante várias horas. Foram seguidos alguns que nadaram sem parar centenas de quilómetros, uma maratona na água.
A maior parte da sua vida é passada na água ou no gelo do mar, onde caçam. O degelo provocado pelo aquecimento global constitui, por isso, uma séria ameaça para a espécie, que pode não conseguir sobreviver se as temperaturas do planeta continuarem a subir.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Animais olímpicos: o rinoceronte compete na esgrima

Rinoceronte-branco - Fonte: wikipédia

Os rinocerontes usam o chifres para se defenderem dos predadores, nas lutas uns com os outros na conquista das fémeas e para escavar procurando água e comida.
No entanto, para o ser humano o chifre é apenas uma mercadoria cobiçada na medicina tradicional asiática e como amuleto no Oriente Médio. Muitas populações de rinocerontes asiáticos e africanos têm sofrido um sério declínio devido à sua caça ilegal, por vezes, por acção do crime organizado.
Numa tentativa para salvar os rinocerontes, que estão entre as espécies mais ameaçadas, a pedido da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e outras organizações conservacionistas, o Presidente da Indonésia declarou este ano de 2012 como o Ano Internacional do Rinoceronte.

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sábado, 28 de julho de 2012

Animais olímpicos: peixe-arqueiro, campeão de tiro ao alvo

Peixe-arqueiro caçando com jacto de água certeiro (reprodução)

O sul-coreano Im Dong Hyun estabeleceu o primeiro recorde do mundo dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, na prova individual masculina de tiro com arco. A marca mundial foi superada algumas horas antes da cerimónia de abertura oficial dos Jogos, sexta-feira (27).
A natureza também tem os seus campeões de tiro, embora sem arco. Os peixes-arqueiro, da família Toxotidae, desenvolverm uma estratégia extraordinária para capturar os insectos de que se alimentam.
Apesar da refracção, eles são capazes de fazer pontaria com precisão às suas presas, nos ramos fora de água, disparando com a boca especializada um poderoso jacto de água, quase sempre certeiro e que pode ir até dois metros ou mais. O insecto cai na água onde é facilmente apanhado (ver peixes-arqueiro praticando tiro).

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Animais olímpicos: macaco patas, o corredor mais rápido entre os primatas

Macaco patas (Erythrocebus patas) - Fonte: wikipédia

Periodicamente, os seres humanos mostram as suas capacidades atléticas nos Jogos Olímpicos, competindo uns com os outros, em cada modalidade, para ganhar a medalha de ouro.
Na natureza, os animais também têm as suas Olimpíadas, onde eles competem diariamente por um prémio precioso, a sobrevivência. Cada espécie desenvolveu 'habilidades atléticas' para ser bem sucedida no seu ambiente.
Os macacos patas (Erythrocebus patas) são considerados os primatas mais rápidos na Terra. Com os seus corpos delgados e membros longos, podem atingir velocidades máximas de 55 km/h, enquanto os melhores campeões olímpicos de 100 metros ficam bem abaixo dos 40Km/h.
No entanto, estes nossos parentes campeões não correm por uma medalha de ouro, mas para sobreviver na natureza. Vivendo no chão, os seus sprints são essenciais para enganar predadores como leões e hienas.