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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Orcas presas no gelo no Canadá já se libertaram


Um grupo de 11/12 orcas ficou preso debaixo do gelo que se formou na superfície do mar, na Baía de Hudson, no Canadá. Entre elas havia crias, poderia ser um grupo familiar. Os animais ficaram bloqueados desde segunda-feira (7 de Janeiro).
Segundo os moradores de uma comunidade próxima, Inuit de Inukjuak, no Quebec, as orcas faziam turnos para respirar através de uma pequena abertura para a superfície, que parecia cada vez mais pequena. As orcas corriam o risco de morrerem sufocadas ou por exaustão. Elas não costumam aparecer na baía durante o mês de Janeiro. No entanto, este ano o gelo formou-se mais tarde, o que deve ter surpreendido os animais.
Na impossibilidade de as poderem salvar, pois estavam a 25 Km de um local de mar não congelado, os habitantes locais solicitaram ao governo canadiano um navio quebra-gelo para abrir uma passagem através do gelo.
Entretanto, começaram a circular notícias na Internet que as orcas conseguiram libertar-se sozinhas, esta noite, possivelmente aproveitando alterações das condições de tempo na região.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Baleias encalham numa praia da Escócia


Especialistas e voluntários tentaram reconduzir para o mar 26 baleias que encalharam numa praia da Escócia. Mas apenas 10 conseguiram salvar-se, os restantes animais não resistiram e morreram.
Fonte: ÚltimoSegundo

terça-feira, 22 de maio de 2012

Baleia jubarte foi salva das cordas que a prendiam


Magnus Spence, comandante de um barco de turismo de observação de baleias nas ilhas do norte da Escócia, saltou para a água e conseguiu libertar uma baleia jubarte, de cerca de 12 metros, que se debatia enrolada em cordas de pesca abandonadas no mar.
Fonte: ÚltimoSegundo

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Uma orca branca adulta é observada na natureza, pela primeira vez


Foi observada, pela primeira vez na natureza, uma orca adulta branca. O cetáceo foi avistado por um grupo de cientistas e estudantes russos, perto da costa de Kamchatka, na Rússia, durante uma expedição de pesquisa, co-liderada por Erich Hoyt, conhecido cientista especializado em orcas, que agora faz parte da Sociedade para a Conservação de Baleias e Golfinhos (WDCS, na sigla em inglês).
A orca, baptizada por Iceberg, parece saudável e vive num grupo familiar com mais 12 orcas.
Já foram observados cetáceos brancos de várias espécies, mas as únicas orcas conhecidas eram jovens, nomeadamente uma com um problema genético raro, que morreu num aquário do Canadá, em 1972.
Iceberg apresenta uma nadadeira dorsal de 2 metros de um adulto macho, o que significa que pode ter mais de 16 anos. Estes animais atingem a idade adulta aos 15 anos e os machos chegam a viver 50 ou 60 anos, embora a expectativa de vida mais comum seja de 30 anos.
Não se conhece a causa desta pigmentação invulgar. Os cientistas esperam observar os olhos do animal, tentando descobrir se o cetáceo é albino.
O projecto Far East Russia Orca Project (Ferop), co-liderado por Hoyt, estuda os hábitos sociais das baleias, numa zona próxima das ilhas Commander, um contributo para melhor compreender a complexa estrutura social das orcas, também conhecidas por 'baleias assassinas'.
Pesquisadores e ambientalistas esperam que a singularidade de Iceberg seja um incentivo na sensibilização para a necessidade de proteger as orcas e outras espécies de cetáceos na região, preservando a área protegida marinha que a Rússia estabeleceu à volta das ilhas Commander.
Mais informações em  página web "Russian Orcas"

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Ambientalistas tentam libertar baleia presa em redes de pesca na Califórnia


Ambientalistas do Pacific Marine Mammal Center estão a tentar libertar uma baleia-cinzenta que ficou presa numa rede de pesca, com cerca de 30,5 metros, na costa da Califórnia. É o terceiro animal, num mês, a ser afectado por aparelhos de pesca.
Apesar de parecer um animal saudável, a baleia-cinzenta corre o risco de morrer se não se libertar da rede.
Fonte: ÚltimoSegundo

Link relacionado:
Mais de 400 tartarugas encontradas em malas em Bangladesh

sexta-feira, 9 de março de 2012

Banhistas salvam 30 golfinhos numa praia do Rio de Janeiro


Em poucos minutos, banhistas e populares conseguiram salvar, nesta segunda-feira (5), um grupo de cerca de 30 golfinhos (Delphinus capensis) que, inesperadamente, encalharam na praia de Arraial do Cabo, na região de Lagos (Rio da Janeiro).
No entanto, os especialistas alertaram para a forma inadequada como as pessoas pegaram nos animais, arrastar pela cauda pode causar lesões graves e até a morte, embora salientando o salvamento dos golfinhos.
Segundo o especialista Salvatore Siciliano, perito em fauna marinha, "as pessoas devem comunicar o que aconteceu aos órgãos responsáveis. Depois, é preciso manter os golfinhos molhados e protegidos do sol, para não desidratarem. Além disso, é importante evitar confusão, barulho, e isolar a área".
Via Publico.pt

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O tribunal de San Diego decidiu que as orcas do SeaWorld não estão escravizadas porque não são pessoas

Orca Tilikum com a barbatana dorsal colapsada, o que acontece em cativeiro (wikipédia)

O tribunal de San Diego, nos Estados Unidos, considerou que as orcas do SeaWorld não estão escravizadas porque não são pessoas. A decisão foi tomada como resposta à acção apresentada pela organização PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) que pretende a libertação dos animais.
A organização de defesa dos direitos dos animais Peta apresentou uma queixa contra os parques aquáticos SeaWorld, em Orlando e San Diego, em nome de cinco orcas que diariamente aí trabalham, as orcas Tilikum, Katina (no SeaWorld de Orlando), Kasatka, Ulises e Corky (no SeaWorld de San Diego).
Os activistas consideram que as orcas são tratadas como escravas, vivendo em tanques e forçadas a fazer apresentações diárias nos parques aquáticos, o que contraria o artigo 13 da Constituição americana que aboliu a escravatura.
Mas para o juiz Jeffrey Miller, que tratou do caso, o artigo refere-se apenas a pessoas e não a orcas. No entanto, salientou que os animais têm direitos legais no âmbito da legislação e reconheceu que “proteger o bem-estar dos animais é louvável”, embora invocar o artigo 13º da Constituição não seja a abordagem mais correcta.
Mais informações em Publico.pt e Peta

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ruído do tráfego marítimo causa “stress crónico” nas baleias

Baleia-franca do Atlântico Norte e cria. Os investigadores aperceberam-se da ligação directa entre o ruído e os níveis hormonais nas baleias relacionados com o stress durante a paragem brusca do tráfego marítimo causada pelos atentados do 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, ao realizarem uma campanha de estudo das baleias-francas do Atlântico Norte (Eubalaena glacialis) que, todos os anos, se juntam na Baía de Fundy, no Canadá, para alimentar as suas crias - Fonte imagem: wikipédia

"O ruído causado pelo tráfego marítimo causa “stress crónico” nas baleias, revela, pela primeira vez, um estudo de investigadores norte-americanos publicado nesta quarta-feira, na revista Proceedings of the Royal Society B.
Segundo o estudo, a poluição sonora tem origem nas hélices e motores dos navios comerciais feita “em frequências baixas, entre os 20 e os 200 Hertz”, as mesmas que são utilizadas pelas baleias para comunicarem entre si.
Nos últimos 50 anos, a prospecção petrolífera, os sonares militares e o aumento do tráfego marítimo têm feito aumentar a poluição sonora submarina. “A boa notícia nisto tudo é que este é um problema com solução”, disse Rosalind Rolland, principal autora do estudo e investigadora do Aquário de Nova Inglaterra, em Boston.Rolland, lembrando que o ruído dos navios se deve, muitas vezes, a defeitos nos motores das embarcações. Actualmente, a União Europeia e a Organização Marítima Internacional estão a estudar formas de reduzir o ruído nos oceanos."
Mais informação em Público.pt   /   Science

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Orcas do SeaWorld processam o parque por escravidão

Orca Tilikum em espectáculo no SeaWorl (wikipédia)

A organização de defesa dos direitos dos animais Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), três especialistas em mamíferos marinhos e dois ex-treinadores apresentaram uma queixa na justiça americana contra os parques aquáticos SeaWorld, na Califórnia e Florida, em nome de cinco orcas que diariamente aí trabalham.
O processo judicial baseia-se na 13ª emenda à Constituição americana, que aboliu a escravidão e a servidão involuntária no país e defende que as orcas têm os mesmos direitos de proteção contra a escravidão que os humanos.
Segundo os activistas, as orcas Tilikum, Katina (no SeaWorld de Orlando), Kasatka, Ulises e Corky (no SeaWorld de San Diego) são tratadas como escravas, porque vivem em tanques e são forçadas a fazer apresentações diárias nos parques SeaWorld na Califórnia e na Flórida.
Embora tenham surgido dúvidas sobre o facto dos animais constarem como autores do processo e se considere ser pouco provável que as orcas sejam libertadas, os activistas acreditam que já é um êxito o caso ter chegado ao tribunal,  é mais um passo na defesa dos direitos dos animais.
"Pela primeira vez na história de nossa nação, um tribunal federal ouviu os argumentos sobre se seres vivos, que respiram e sentem, têm direitos ou podem ser escravizados simplesmente porque não nasceram humanos", disse Jeffrey Kerr, advogado que representa as cinco orcas.
«Escravidão não depende da espécie do escravo, assim como não depende de raça, género ou etnia. A coerção, degradação e submissão são características da escravidão e, essas orcas, enfrentaram todas as três", acrescentou o advogado.
Mais informações em ÚltimoSegundo e Peta Files

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Voluntários conseguiram salvar mais baleias-piloto na Nova Zelândia

Voluntários salvaram 60 baleias-piloto do grupo inicial de 99 encalhadas numa baía de Nova Zelândia (reprodução)

Depois de passarem mais de 48 horas em terra, conseguiram libertar-se as últimas 33 baleias-piloto que estavem encalhadas numa baía da Nova Zelândia. Cerca de 200 voluntários salvaram um total de 60 baleias.
Nesta segunda-feira, um grupo inicial de 99 baleias-piloto desorientaram-se e ficaram presas nas águas pouco profundas de Golden Bay, perto de Farewell Spit, o maior cordão de areia da Nova Zelândia, na ilha Sul, com 25 quilómetros de extensão.
“Tendo em conta o longo período em que estiveram na costa este foi um resultado melhor do que esperávamos”, disse Kimberly Muncaster, responsável pelo Project Jonah, que desde 1974 treina voluntários para salvar baleias. “As baleias estavam exaustas e desorientadas e, depois de tanto tempo em terra, o seu organismo sofreu alguns danos”, acrescentou.
De acordo com as informações prestadas ao jornal Público por Marina Sequeira, bióloga do Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) e especialista em cetáceos, os salvamentos de baleias são feitos correndo contra o tempo, pois os animais “ficam com todo o peso do seu corpo assente sobre a caixa torácica durante várias horas”. Além disso, “como não têm pêlo e têm uma camada de gordura significativa, sofrem bastante com a exposição ao Sol, correndo o risco de uma subida perigosa da temperatura corporal que pode levar à morte”. Por isso, nos últimos dois dias, cerca de 200 voluntários tentaram manter os animais molhados.
Mais informações em Publico.pt / Project Jonah

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Voluntários tentam salvar baleias-piloto encalhadas na Nova Zelândia

Voluntários tentam salvar as 48 baleias-piloto que ainda estão encalhadas na Nova Zelândia (reprodução)

Mais de 90 baleias-piloto foram encontradas, ontem, presas nas águas baixas da baía de Golden Bay, na Nova Zelândia.
A baía fica perto de Farewell Spit, o maior cordão de areia da Nova Zelândia, na Ilha Sul, com 25 quilómetros de extensão. É uma reserva natural e um santuário para aves, com mais de 90 espécies registadas na zona.
Mais de 90 pessoas, entre especialistas e voluntários, já conseguiram salvar 17 dos animais, mas ainda restam no local 48 baleias por libertar, encalhadas durante a maré baixa. Do grupo inicial já morreram 34.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Para salvar baleias, o melhor é colocar-lhes um preço e pô-las à venda, dizem cientistas

"Baleias não têm preço" (imagem wikipédia)

Perante o aumento da caça à baleia no mundo e a constante luta entre conservacionistas e baleeiros, os investigadores Christopher Costello e Steven Gaines, da Escola Bren de Ciência e Gestão Ambiental, da Universidade da Califórnia, e a bióloga conservacionista Leah Gerber, da Universidade do Arizona, propuseram um sistema de comércio de quotas de caça para tentar reduzir as capturas de baleias.
No artigo publicado no periódico científico Nature, os autores escrevem: “Propomos um caminho alternativo para este impasse: cotas que podem ser compradas e vendidas, criando um mercado que seja económico, ecológico e socialmente viável para os baleeiros e conservacionistas”. É uma proposta que tem gerado polémica, nomeadamente a nível das organizações conservacionistas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Austrália pede a libertação de activistas que entraram em baleeiro japonês


A Austrália pediu ao governo do Japão a libertação de três activistas que entraram ilegalmente num barco baleeiro japonês, quando ele se encontrava em águas internacionais, a oeste da costa australiana.
Os activistas australianos tentam impedir a caça de baleias na Antártida pelos japoneses.
Fonte: ÚltimoSegundo

domingo, 16 de outubro de 2011

Golfinho boto-vermelho da Amazónia é caçado para servir de isco na pesca

O boto-vermelho ou boto-cor-de-rosa da região amazónica está ameaçado de extinção e é caçado para servir de isco na pesca - Fonte: wikipédia

Pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazónia (Inpa/MCTI), através do Projeto Boto, mostraram que a população de boto-vermelho, Inia geoffrensis, está diminuir 10% por ano em algumas regiões da Amazónia.
O boto-vermelho é o maior dos golfinhos de água-doce, endémico da Amazónia, e está a ser morto de forma insustentável, sobretudo para servir como isco na pesca de peixes como o bagre e a piracatinga, um peixe necrófago. Também o caçam para fazer amuletos com algumas das suas partes ou como participação em rituais religiosos. Muitos são apanhados nas redes de pesca. Por tudo isso, o boto da região amazónica está ameaçado de extinção.
Fonte: ÚltimoSegundo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Descoberta nova espécie de golfinho na Austrália

Investigadores australianos descobriram uma nova espécie de golfinho na costa sudeste da Austrália.
Cerca de 150 golfinhos que vivem ao largo de Melbourne, até agora foram considerados como uma das duas espécies conhecidas de golfinhos nariz-de-garrafa que vivem na área. No entanto, estudos do ADN e análises detalhadas dos crânios guardados em vários museus de história natural mostraram que se trata de uma nova espécie.

A nova espécie, golfinho Burrunan, Tursiops australis sp. - Fonte: wikipédia

A nova classificação científica, Tursiops australis sp., vem descrita na revista PLoS One. A espécie recebeu o nome comum de 'golfinho Burrunan' um nome aborígene australiano que significa "peixe grande do mar do tipo boto".
A nova espécie Tursiops australis forma duas populações, vivendo na Baía de Port Phillip e em Gippsland Lakes, no estado de Vitória. Pensava-se que estes golfinhos podiam pertencer a qualquer uma das espécies, Tursiops truncatus (golfinho-roaz) ou Tursiops aduncus (golfinho-nariz-de-garrafa-do-Índico) que ocorrem na costa australiana.

Portugal tem uma população de 27 golfinhos-roaz, Tursiops truncatus, residente no estuário do Rio Sado, em Setúbal - Fonte: wikipédia

Dada a proximidade destas duas pequenas populações residentes de Tursiops australis de grandes centros urbanos e agrícolas, os investigadores alertam para a necessidade da sua conservação. A espécie é um endemismo australiano susceptível a numerosas ameaças antropogénicas, deverá ser incluída na lista australiana das espécies em perigo.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Filhote de baleia é salvo e regressa para a mãe


Uma equipe de resgate, formada por bombeiros, salva-vidas e especialistas, conseguiu desencalhar, e devolver para a mãe, um filhote de baleia que ficou preso na lama na praia de Immingham Docks, no leste da Inglaterra. Enquanto decorreram as operações de salvamento, que duraram sete horas, a mãe aguardou no mar o regresso da sua cria.
Fonte: ÚltimoSegundo

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cria de baleia-de-bossa é devolvida ao mar na Austrália


Equipas de resgate, na Costa da Austrália, devolveram ao mar uma baleia-de-bossa bebé, com cerca de duas semanas, que foi encontrada encalhada numa praia onde esteve doze horas. Foi necessário cavar uma passagem na areia e usar jet skis, com a colaboração de dezenas de voluntários.
Os cientistas esperam que a mãe ainda se encontre na área e possa reunir-se com ela.

sábado, 6 de agosto de 2011

Baleia-de-bossa presenteia os seus salvadores com um magnífico espectáculo de saltos


Neste vídeo, Michael Fishbach, co-fundador da "The Great Whale Conservancy" (GWC), narra o seu encontro com uma jovem baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), presa numa rede de pesca, no Mar de Cortez, na Califórnia.
Agindo rapidamente, Fishbach e sua equipa conseguiram libertar a baleia que "agradeceu" o resgaste e a sua liberdade com uma magnífica exibição de saltos aéreos, durante mais de uma hora.

domingo, 17 de julho de 2011

Comissão Baleeira Internacional (IWC) aprova maior transparência entre os países membros

A Comissão Baleeira Internacional (IWC), reunida em Jersey (Reino Unido), aprovou um conjunto de medidas para garantir a transparência no pagamento das cotas, um dos assuntos mais controversos desta organização.

Caça de baleia na Islândia (reprodução)

A proposta foi apresentada pelo Reino Unido à Comissão, na sua reunião, entre 11 e 14 de Julho, para discutir a "pesca" comercial de cetáceos. Depois de vários dias de discussões, a proposta foi aprovada por consenso e ficou decidido que os países membros pagarão as suas cotas através de transferência bancária. Deste modo espera-se localizar os pagamentos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Número recorde de baleias e krill encontrados nas baías da Antárctida

Cientistas observaram um número elevado de baleias-jubarte, mais de 300, alimentando-se numa grande concentração de krill antárctico, como já não se via há mais de 20 anos, nas baías ao longo da Península Antárctida Ocidental.

A baleia-jubarte ou baleia-de-bossa, Megaptera novaeangliae, é uma espécie ameaçada - Fonte: wikipédia

Os avistamentos foram feitos durante o outono austral, em águas ainda não geladas, o que sugere que estas baías são importante locais de alimentação para esta espécie ameaçada, mas revelam também os impactos rápidos das alterações climáticas na região.

O Krill é o alimento de muitas espécies na Antárctida - Fonte: wikipédia

Esta concentração de baleias e krill foi monitorada por uma equipa da Universidade Duke, durante uma expedição de seis semanas nas baías da Península da Antárctida, em Maio de 2009, segundo um estudo publicado na revista “PLoS ONE”.