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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Mais de 2,5 milhões de pessoas pedem para que o Árctico seja um santuário protegido

Campanha "Salve o Árctico"

A organização ambientalista Greenpeace já recolheu mais de 2.500 milhões de assinaturas para que toda a área do Pólo Norte seja declarada um santuário ecológico protegido.
Hoje é o último dia em que é possível assinar a petição através da página da internet http://www.savethearctic.org/pt/, que representa uma declaração de compromisso pessoal para proteger o Árctico, onde sejam proibidas as prospecções petrolíferas e a pesca industrial.
A organização também pede aos estados membros do Conselho do Árctico, como a Rússia, Canadá e Estados Unidos, que apoiem a protecção das águas internacionais em relação às actividades humanas mais contaminantes.

sábado, 25 de agosto de 2012

Activistas do Greenpeace ocupam uma plataforma petrolífera para defender o Árctico

Activistas do Greenpeace escalam a plataforma petrolífera da companhia Gazprom, em 24 de Agosto, para proteger o Árctico - Crédito: Denis Sinyakov / Greenpeace

Um grupo de activistas do Greenpeace ocuparam, esta sexta-feira (24 de Agosto) a plataforma petrolífera Prirazlómnaya, da empresa russa Gazprom, localizada na zona do mar de Pechora, ao sul do mar de Barents, no Oceano Glacial Árctico.
Os seis activistas, entre os quais estava Kumi Naidoo, o director da organização, escalaram com cordas as Torres da plataforma, onde permaneceram algumas horas suspensos, interrompendo a actividade perfuradora da instalação flutuante.
A acção faz parte da nova campanha de protecção do Árctico. O objectivo é fazer que a empresa Gazprom termine, para sempre, as perfurações à procura de petróleo naquele ambiente natural único.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Greenpeace tenta impedir a exploração de petróleo no Árctico


Na passada quinta-feira (19), um grupo de 35 activistas de Greenpeace ocupou a plataforma de descarga da empresa petrolífera Shell, em Dock Sud, na província de Buenos Aires.
Disfarçados de ursos polares, os ecologistas penduraram um cartaz pedindo colaboração de todos (Ajude a deter a Shell) para pressionar a companhia a parar a exploração do Árctico.
No seu comunicado, os ambientalistas lembram que Shell é a primeira grande companhia internacional a realizar explorações no Árctico para extrair petróleo, e outras irão seguir-se se nada for feito para evitar.
Segundo Greenpeace, as reservas de petróleo do Árctico "poderiam cobrir apenas três anos da actual procura mundial de crudo". Além disso, "iriam contribuir para o aumento significativo das emissões de carbono e a sua exploração seria uma grave ameaça para o ecossistema do Árctico".
Para a organização, o Árctico é vulnerável e merece a mesma protecção que a Antárctida tem actualmente.
O protesto contra a Shell faz parte da campanha internacional "Salve o Árctico", lançada pelo Greenpeace há menos de um mês, na qual já participaram 1 milhão de pessoas em todo o mundo, através da plataforma http://savethearctic.org/pt/
Fonte: comunicado de Greenpeace Argentina

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Activistas da Greenpeace pintam barcos para denunciar a sobre-exploração dos oceanos

Activistas da Greenpeace pintaram quatro arrastões de profundidade espanhóis que contribuem para a destruição dos ecossistemas marinhos - Crédito: Greenpeace

Activistas do Greenpeace, do navio Arctic Sunrise, pintaram quatro arrastões de profundidade espanhóis, que estavam atracados no porto de Vigo.
Com a mensagem "Stop subsidies" ("Acabem com os subsídios"), Greenpeace quer denunciar como o dinheiro dos contribuintes financia práticas de pesca destrutivas, que prejudicam os ecossistemas marinhos e esgotam os stocks pesqueiros. A pesca de arrasto de profundidade danifica os fundos marinhos e destrói os ecossistemas por onde passa.
Greenpeace pretende chamar a atenção do governo espanhol e da Comissão Europeia para terminar com os subsídios das 107 embarcações de arrasto de profundidade que só gerem 0,95% de emprego. A organização ambientalista também apela às autoridades para que apoiem a pesca artesanal, uma actividade sustentável que produz 28,35% de empregos.
Fonte: Greenpeace Espnha

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Greenpeace alerta para o degelo do planeta

"O Homem Vitruviano em fusão" - Crédito: Nick Cobbing / Greenpeace

A tripulação do navio quebra-gelo da organização ambientalista Greenpeace ajudou artista John Quigley a recrear o famoso desenho de Leonardo da Vinci, "O Homem Vitruviano", no gelo do Árctico para alertar para o degelo que continua, como consequência das alterações climáticas.
 Fonte: Greenpeace Internacional

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Greenpeace exige o fim imediato do nuclear nas Portas de Brandeburgo, em Berlim

Um grupo de 14 activistas, da organização ecologista Greenpeace, colocou uma grande faixa na conhecida Porta de Brandeburgo de Berlím, exigindo o fim imediato do nuclear ao governo de Angela Merkel.

Nas Portas de Bradenburgo, em Berlim, a faixa do Greenpeace alerta "Cada dia com a energia nuclear é demasiado" - Crédito: Greenpeace

O grupo elogiou a decisão do governo alemão sobre o encerramento imediato de oito das centrais nucleares alemães, é um passo muito importante para acabar com a energia nuclear a nível mundial, mas defende que a Alemanha pode abandonar o uso da energia nuclear até 2015, e não prolongar até 2021 o encerramento definitivo das 17 centrais nucleares do país.
Segundo os ecologistas, a Alemanha, a quarta maior economia do mundo, pode fechar todos os 17 reactores nucleares até 2015, sem depender de importações de energia nuclear ou tecnologias de combustíveis fósseis, pela rápida substituição dos reactores por uma combinação de energias renováveis ​​e medidas de eficiência.
Este protesto do Greenpeace surgiu um dia depois das manifestações com dezenas de milhares de pessoas, em várias cidades alemães, exigindo o abandono imediato da energia nuclear.
Mais informações aqui e aqui.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ação da Greenpeace na central nuclear espanhola de Cofrentes, em Valência

Ativistas da organização ambientalista Greenpeace, em Espanha, escalaram nesta terça-feira (15) uma das torres de refrigeração da central nuclear de Cofrentes, para reivindicar o encerramento das instalações, situadas na província de Valência, em Espanha. A Greenpeace pede ao Conselho de Segurança Nuclear (CSN) e o Governo para não renovar a a licença de funcionamento de Cofrentes, que expira em 19 de março.

Crédito: Greenpeace

Os ecologistas pretendem denunciar o que consideram falta de segurança da central, o seu envelhecimento e o risco de acidentes. A central entrou em funcionamento em 1984 e cuja autorização de exploração está pendente de um relatório do Conselho de Segurança Nuclear e de uma posterior decisão do Ministério de Indústria, Turismo e Comércio.
A direção da central nuclear decidiu declarar "alerta de emergência", de acordo com seu Plano de Emergência Interior e continua a funcionar em condições estáveis e com todos os sistemas de segurança disponíveis.


Mais informações em: ÚltimoSegundo / El Mundo / Greenpeace em Espanha

Última Hora: foram detidos 15 ativistas da Greenpeace e um fotógrafo