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terça-feira, 14 de junho de 2011
Espécie de água-viva primitiva encontrada na China
Cientistas descobriram um grande número de uma espécie primitiva de água-viva, num lago no leste da China.
Os animais foram considerados um verdadeiro fóssil vivo. Pensa-se que esta espécie de água-viva tenha surgido na Terra há milhões de anos, antes mesmo dos dinossáurios. Por isso, os seus genes são únicos e de extrema importância nas pesquisas sobre evolução.
Fonte: ÚltimoSegundo
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Foram encontrados fósseis de marsupiais primitivos na Bolívia
Os cientistas pensavam que o gambá-comum, Didelphis marsupialis, tinha herdado o comportamento solitário dos seus antepassados - Fonte: wikipédia
Especialistas do Instituto Real de Ciências Naturais da Bélgica descobriram os fósseis de 35 membros de uma espécie primitiva de marsupiais da época do Paleoceno, na Bolívia. A descoberta vem publicada na revista Nature.
Foram encontrados fósseis de marsupiais da espécie Pucadelphys andinus, com 64 milhões de anos, machos e fêmeas em vários estágios de maturidade (imagens aqui)
Os esqueletos da espécie foram encontrados numa área de um metro quadrado, evidenciando que viviam em grupos sociais, contrariamente aos costumes dos gambás contemporâneos, que são solitários por natureza e de maior dimensão.
sábado, 7 de maio de 2011
Pesquisadores descobrem que os insectos Membracidae têm um par de asas extra
Os Membracidae constituem uma família de insectos, relacionados com as cigarras, conhecidos pelas suas formas, texturas e cores originais. A diversidade de espécies deve-se, sobretudo, a uma estrutura invulgar, uma espécie de 'capacete' que ornamenta grande parte do seu corpo, aparentemente uma ajuda na camuflagem.
Uma equipa do Instituto de Biologia do Desenvolvimento de Marseille-Luminy (CNRS/Université Aix-Marseille 2), comprovou que o 'capacete exuberante' dos Membracidae, na realidade é um terceiro par de asas profundamente modificadas. Esta descoberta é o primeiro exemplo, em 250 milhões de anos de evolução nos insectos, de uma mudança no seu corpo pela adição de uma inovação evolucionária, o mais normal é haver transformações ou perdas.
Este 'capacete' dos Membracidae é um apêndice dorsal ligado a cada lado do tórax por uma articulação, com os músculos e uma membrana flexível que permite que ele se mova. Estas observações anatómicas foram confirmados pela equipa de investigadores a nível genético: os mesmos genes estão envolvidos no desenvolvimento do 'capacete' e das asas. Deste modo, os Membracidae podem ser insectos com três pares de asas, um dos quais é fortemente modificado e irreconhecível.
A estrutura, que é um par de asas, surgiu há cerca de 40 milhões de anos e conseguiu libertar-se das suas funções de vôo, contribuindo para a extraordinária e original diversidade desta famíla de insectos.
A descoberta foi publicada na revista Nature, em 5 de maio de 2011.
Fonte: ScienceDaily
Umbonia crassicornis, da família dos Membracidae - Fonte: wikipédia
Uma equipa do Instituto de Biologia do Desenvolvimento de Marseille-Luminy (CNRS/Université Aix-Marseille 2), comprovou que o 'capacete exuberante' dos Membracidae, na realidade é um terceiro par de asas profundamente modificadas. Esta descoberta é o primeiro exemplo, em 250 milhões de anos de evolução nos insectos, de uma mudança no seu corpo pela adição de uma inovação evolucionária, o mais normal é haver transformações ou perdas.
Ceresa taurina, da família dos Membracidae - Fonte: wikipédia
Este 'capacete' dos Membracidae é um apêndice dorsal ligado a cada lado do tórax por uma articulação, com os músculos e uma membrana flexível que permite que ele se mova. Estas observações anatómicas foram confirmados pela equipa de investigadores a nível genético: os mesmos genes estão envolvidos no desenvolvimento do 'capacete' e das asas. Deste modo, os Membracidae podem ser insectos com três pares de asas, um dos quais é fortemente modificado e irreconhecível.
A estrutura, que é um par de asas, surgiu há cerca de 40 milhões de anos e conseguiu libertar-se das suas funções de vôo, contribuindo para a extraordinária e original diversidade desta famíla de insectos.
A descoberta foi publicada na revista Nature, em 5 de maio de 2011.
Fonte: ScienceDaily
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Dinossáurios podem ter sido atormentados pelos piolhos
Um novo estudo da evolução dos piolhos sugere que os dinossáurios foram infestados pelos piolhos, inclusive podem ter sido os primeiros hospedeiros do parasita. A nova descoberta também apoia a diversificação de aves e mamíferos antes do final da Era dos Dinossauros, e não depois do seu desaparecimento, como é actualmente aceite.
Os piolhos são especializados, com características próprias para cada hospedeiro, o que torna difícil a mudança para outros hospedeiros, ele evolui em estreita sintonia com seus anfitriões. Actualmente parasitam aves e mamíferos.
De acordo com pesquisador Vincent Smith, do Museu de História Natural, em Londres "o registo de nosso passado está escrito nestes parasitas, e pela reconstrução da sua história evolutiva, podemos usar os piolhos como marcadores para investigar a história evolutiva dos seus hospedeiros". Os piolhos ajudaram, por exemplo, a entender quando os humanos começaram a usar roupas.
Os pesquisadores usaram os piolhos para compreender melhor os factores que estiveram na origem da diversidade de aves e mamíferos de hoje. Aceita-se que a extinção dos dinossáurios, há 65 milhões de anos, deu novos territórios e tipos de habitats para as aves e mamíferos, favorecendo a sua diversificação e expansão no planeta.
A análise do DNA de 69 espécies actuais do parasita indica que as espécies especializadas de piolho já existiam há mais de 75 milhões de anos, antes do fim dos dinossáurios. Os pesquisadores também usaram fósseis de piolhos de aves e mamíferos cujas idades foram determinadas pelas idades das formações geológicas em que foram encontrados.
Os resultados do estudo, publicado na revista Biology Letters, sugerem que as aves e os mamíferos começaram a diversificar antes da extinção em massa dos dinossáurios. Se os piolhos começaram a especializar-se por volta de 100 milhões de anos, isso poderia ser uma resposta ao aumento da diversidade de mamíferos e aves, ainda no tempo dos dinossáurios.
Nehum réptil ou anfíbio moderno tem piolhos. Penas e pêlos são importantes para este parasita. Sabe-se que muitos dinossáurios tinham penas, ou estruturas semelhantes a penas. Então, os dinossáurios podem ter sido hospedeiros adequados para os piolhos.
Fonte: LiveScience / ÚltimoSegundo
Os piolhos são especializados, com características próprias para cada hospedeiro, o que torna difícil a mudança para outros hospedeiros, ele evolui em estreita sintonia com seus anfitriões. Actualmente parasitam aves e mamíferos.
Fóssil de piolho de 44 milhões de anos (à esquerda) que ajudou no estudo da evolução de piolhos modernos (à direita) - Crédito: Vincent Smith (divulgação)
De acordo com pesquisador Vincent Smith, do Museu de História Natural, em Londres "o registo de nosso passado está escrito nestes parasitas, e pela reconstrução da sua história evolutiva, podemos usar os piolhos como marcadores para investigar a história evolutiva dos seus hospedeiros". Os piolhos ajudaram, por exemplo, a entender quando os humanos começaram a usar roupas.
Os pesquisadores usaram os piolhos para compreender melhor os factores que estiveram na origem da diversidade de aves e mamíferos de hoje. Aceita-se que a extinção dos dinossáurios, há 65 milhões de anos, deu novos territórios e tipos de habitats para as aves e mamíferos, favorecendo a sua diversificação e expansão no planeta.
A análise do DNA de 69 espécies actuais do parasita indica que as espécies especializadas de piolho já existiam há mais de 75 milhões de anos, antes do fim dos dinossáurios. Os pesquisadores também usaram fósseis de piolhos de aves e mamíferos cujas idades foram determinadas pelas idades das formações geológicas em que foram encontrados.
Anchiornis huxleyi, espécie de dinossauro terópode com penas do período Cretáceo Inferior, da China. O nome específico huxleyi foi dado em honra de T. H. Huxley, o primeiro a propor o parentesco próximo entre dinossáurios e aves. Anchiornis significa "próximo a ave" - Fonte: wikipédia
Os resultados do estudo, publicado na revista Biology Letters, sugerem que as aves e os mamíferos começaram a diversificar antes da extinção em massa dos dinossáurios. Se os piolhos começaram a especializar-se por volta de 100 milhões de anos, isso poderia ser uma resposta ao aumento da diversidade de mamíferos e aves, ainda no tempo dos dinossáurios.
Nehum réptil ou anfíbio moderno tem piolhos. Penas e pêlos são importantes para este parasita. Sabe-se que muitos dinossáurios tinham penas, ou estruturas semelhantes a penas. Então, os dinossáurios podem ter sido hospedeiros adequados para os piolhos.
Fonte: LiveScience / ÚltimoSegundo
sexta-feira, 25 de março de 2011
Herbívoro pré-histórico, com dentes de sabre, descoberto no Brasil
Foi descoberto no Brasil o fóssil de um animal pré-histórico, que viveu há 260 milhões de anos, um herbívoro mas com caninos semelhantes a dentes de sabre.
Trata-se de uma nova espécie, com o nome científico Tiarajudens eccentricus, que significa "dente excêntrico de Tiaraju", em homenagem ao lugar onde foi encontrado, o distrito de Tiarajú, em São Gabriel, na região central do Rio Grande do Sul.
Segundo o pesquisador Juan Carlos Cisneros, principal autor do artigo publicado na revista Science, o fóssil, com a sua estranha dentição, constitui uma nova espécie para a ciência, sendo o registo mais antigo de um terapsídeo com capacidade de mastigar de forma eficiente os alimentos e também o mais antigo herbívoro com dentes de sabre, talvez utilizados para defesa de predadores, disputa de território e de fêmeas. Neste fóssil há evidência de encaixe perfeito entre os dentes superiores e os inferiores (oclusão dentária), uma característica que se pensava própria dos mamíferos, que surgiram posteriormente.
A habilidade de mastigar do Tiarajudens eccentricus permitiu-lhe processar plantas com grande quantidade de fibra, mais abundantes, e ele pôde expandir-se para novos nichos ecológicos, um primeiro passo em direcção a um ambiente com predomínio de vertebrados herbívoros e um número menor de carnívoros, mais semelhante aos ecossistemas modernos.
Fonte: Estadão
Link relacionado:
Pesquisadores apresentam fóssil marinho de 525 milhões de anos
Science Daily
Trata-se de uma nova espécie, com o nome científico Tiarajudens eccentricus, que significa "dente excêntrico de Tiaraju", em homenagem ao lugar onde foi encontrado, o distrito de Tiarajú, em São Gabriel, na região central do Rio Grande do Sul.
(reprodução)
O fóssil foi identificado como pertencendo ao grupo dos terapsídeos e que viveu no Período Permiano, da Era Paleozoica. O animal apresentava uma dentição de herbívoro, com incisivos e molares, mas com os molares implantados no palato e, além disso com grandes dentes de sabre (12 cm).Segundo o pesquisador Juan Carlos Cisneros, principal autor do artigo publicado na revista Science, o fóssil, com a sua estranha dentição, constitui uma nova espécie para a ciência, sendo o registo mais antigo de um terapsídeo com capacidade de mastigar de forma eficiente os alimentos e também o mais antigo herbívoro com dentes de sabre, talvez utilizados para defesa de predadores, disputa de território e de fêmeas. Neste fóssil há evidência de encaixe perfeito entre os dentes superiores e os inferiores (oclusão dentária), uma característica que se pensava própria dos mamíferos, que surgiram posteriormente.
A habilidade de mastigar do Tiarajudens eccentricus permitiu-lhe processar plantas com grande quantidade de fibra, mais abundantes, e ele pôde expandir-se para novos nichos ecológicos, um primeiro passo em direcção a um ambiente com predomínio de vertebrados herbívoros e um número menor de carnívoros, mais semelhante aos ecossistemas modernos.
Fonte: Estadão
Link relacionado:
Pesquisadores apresentam fóssil marinho de 525 milhões de anos
Science Daily
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Hino à evolução
O vídeo "Evolution Made Us All" (A evolução fez-nos a todos - tradução muito livre), de Ben Hillman e que pode ser visto no Vimeo (clicar na imagem).
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