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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Observatório espacial solar detecta mancha solar de rápido crescimento

Duas manchas solares apareceram rapidamente ao longo de 19-20 Fevereiro de 2013. Elas constituem um mesmo sistema, com uma extensão maior que seis diâmetros da Terra.A imagem é uma combinação de imagens do Observatório Solar Dinâmico, da NASA - Crédito: NASA / SDO / AIA / HMI / Goddard Space Flight Center 

Enquanto os campos magnéticos do Sol se reorganizam e alinham, podem aparecer manchas solares na sua superfície. Ao longo de 19-20 Fevereiro de 2013, cientistas observaram a formação de uma mancha solar gigante, em menos de 48 horas. Ela cresceu numa extensão superior a seis diâmetros da Terra.
O local rapidamente evoluiu para o que se chama "uma região delta", em que as áreas mais claras em torno da mancha solar, a penumbra, apresentam campos magnéticos que apontam na direcção oposta dos campos do centro, a área escura. Esta configuração é considerada bastante instável e os cientistas sabem que pode originar erupções solares.
Fonte: NASA

domingo, 23 de setembro de 2012

Actividade solar, nos últimos cinco anos e meio, em vídeo


O vídeo mostra cinco anos e meio de observações em raios X (XRT) do disco solar.
Como ilustração do ciclo solar, o vídeo começa cerca de um ano antes da primeira inversão de polaridade das manchas solares que aconteceu no ciclo actual, em 8 de Janeiro de 2008.(http://goo.gl/GF3FR).
O ciclo solar é uma variação periódica na actividade do Sol, causada por um aumento gradual de complexidade e eventual inversão do seu campo magnético. O interior do Sol é como um dínamo que produz um campo magnético, que depois é incorporado no seu plasma. Como as regiões equatoriais do Sol giram mais depressa do que os pólos, o campo lentamente deforma até que arcos de linhas de campo magnético surgem e projectam-se na superfície da nossa estrela.
Estes arcos salientes mudam radicalmente a estrutura da coroa solar, dando origem a eventos energéticos como erupções solares (http://www.youtube.com/watch?v=FciD033Eaiw) e ejecções de massa solar (CMEs) (http://www.youtube.com/watch?v=BXTRu25ScTI) a partir de regiões activas.
O vídeo mostra o surgimento desses eventos - que vão aumentando com o tempo - e termina, nos dias actuais, menos de um ano antes do máximo de actividade solar, previsto entre o início e meados de 2013, depois do qual a polaridade (pólos positivos e negativos) do campo magnético solar terá invertido de novo e o número de regiões activas da coroa começa a diminuir também.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Enorme mancha solar atravessa o disco solar


O vídeo mostra o grupo de manchas solares denominado "Região Activa 1476", um dos maiores desde 2003 ("Storm Halloween ou Tempestade de Halloween". Pode ver-se o movimento e o desenvolvimento deste grupo de manchas solares a partir de 5 de Maio (quando surgiu à esquerda) até 11 de Maio de 2012.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O Sol hoje: tempo espacial

Explosão solar de energia de classe M4.7, em 9 de Maio de 2012, captada pelo Observatório Solar Dinâmico, da NASA. Foi uma erupção rápida e não houve ejecção de massa coronal associado. A imagem foi obtida no comprimento de onda de 131 Angstrom, que permite uma observação mais detalhada do evento - Crédito: NASA/SDO

Uma mancha solar particularmente grande surgiu, em 5 de Maio, no extremo esquerdo do Sol, deslocando-se ao longo do disco solar enquanto acompanha a rotação da nossa estrela.
A mancha parece-se muito com o arquipélago do Havaí, mas é muito maior que qualquer ilha na Terra, é cerca de doze vezes maior do que o nosso planeta.
A enorme mancha AR1476 revela grande actividade e já produziu diversas explosões de energia de classe M e tem características para produzir erupções mais fortes de classe X, as mais poderosas, pois tem campos magnéticos do tipo 'beta-gama-delta'.

A grande e complexa mancha solar AR1476 é uma região activa que já desencadeou várias explosões de classe M, mas ainda não produziu ejecções de massa coronal que possam causar tempestades geomagnéticas na Terra. A mancha acompanha a rotação do Sol e, brevemente, estará na parte central do astro, alinhada com a Terra, onde as partículas das suas explosões poderão atingir mais facilmente o nosso planeta - Crédito: NASA/SDO

Até agora as explosões de energia são de curta duração e não estão associadas a ejeções de massa coronal, por isso não se esperam quaisquer tempestades geomagnéticas na Terra.
Fonte: NASA e SpaceWeather

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Actividade solar forte, com origem na mancha solar 1302


O Observatório Solar Dinâmico registou a erupção X1.9 em ultravioleta extremo num comprimento de onda composto (211, 193, 171 angstrom). Na parte superior, está um gráfico da intensidade de raios-x durante o surto, tal como foi registado pela nave GOES. A imagem foi rodada de 90 graus no sentido horário, para uma melhor apresentação - Crédito: NASA/SDO/GOES

O Observatório Solar Dinâmico (SDO) registou mais uma erupção solar forte, de categoria X1.9, que irrompeu da mancha solar activa 1302, na manhã de sábado, 24 de Setembro de 2011.
O vídeo também mostra uma onda de choque sombria deslocando-se para longe do local de origem, o que significa que a explosão produziu uma ejecção de massa coronal (CME), que pode atingir o campo magnético da Terra em 26 de Setembro.

domingo, 21 de agosto de 2011

Detecção da manchas solares antes de surgirem à superfície pode melhorar os avisos de tempestades solares

Os cientistas descobriram uma maneira de detectar regiões activas do Sol, abaixo da superfície solar, antes de emergirem na superfície da nossa estrela, sob a forma de manchas solares.

Imagem de uma mancha solar, uma área escura na superfície do Sol, um pouco mais fria e menos luminosa do que a zona à volta. A mancha é criada pelo campo magnético solar e pode ser maior do que a Terra. Normalmente, dura apenas alguns dias. A imagem de alta resolução também mostra claramente que o Sol apresenta um mar borbulhante de células de gás quente, conhecidas por grânulos. Um grânulo solar tem cerca de 1000 quilómetros de diâmetro e dura cerca de 10 minutos. Muitos grânulos acabam explodindo - Fonte: wikipédia

Utilizando observações passadas e recentes do Observatório Solar Dinâmico (SDO) e do Observatório Solar e Heliosférico (SOHO, uma missão conjunta da NASA e da Agência Espacial Europeia, o professor Stathis Ilonidis e a sua equipa, da Universidade de Standford (California), conseguiram detectar sinais da formação de manchas solares emergentes antes de atingirem a superfície do Sol. A nova técnica para detectar estas regiões dinâmicas profundas mede as ondas acústicas abaixo da superfície do Sol e pode ajudar os cientistas a melhorar a previsão do tempo espacial e de tempestades solares potencialmente perigosas.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Cientistas explicam a ausência de manchas solares entre 2008 e 2010.

Mais proeminências, erupções e tempestades solares mostram que a actividade solar está a aumentar, depois de um longo período de pouca actividade, no final do seu ciclo 23. Em 2008-2010, as manchas solares quase desapareceram completamente, durante dois anos e a actividade solar foi a menor em cem anos.
Agora, numa pesquisa publicada na revista Nature, um grupo de cientistas desenvolveu, pela primeira vez, novas simulações de computador do interior do Sol que sugerem que o longo período de calmaria solar foi o resultado de variações dos fluxos de plasma quente no interior do Sol.

O Sol apresenta correntes de plasma (linhas a preto) que unem a superfácie da estrela ao seu interior - Crédito: Muñoz Jaramillo, da Harvard. CfA Andrés

De acordo com Andrés Muñoz-Jaramillo, pesquisador em Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (CfA), o Sol contém enormes 'rios' de plasma semelhante às correntes oceânicas da Terra e esses rios de plasma solar afectam a actividade da nossa estrela.
O Sol é formado por plasma onde fluem livremente partículas electrizadas, formando correntes de plasma responsáveis pelos campos magnéticos solares, que estão na base da actividade solar através, nomeadamente, da criação de proeminências, erupções e manchas solares.

sábado, 13 de novembro de 2010

Mancha solar (1123) ejecta material em direcção à Terra

A imagem mostra um filme de 3,5 horas (0000 - 0330 UT) sobre a emissão de energia e material do Sol
Crédito: NASA/SDO

Uma mancha solar activa (1123), teve uma erupção na manhã de ontem, 12 de Novembro, produzindo uma emissão de energia classe C4 e, aparentemente,  atirando um filamento de material na direcção da Terra.
Imagens do Solar and Heliospheric Observatory (SOHO) e da sonda STEREO da NASA, mostram uma ligeira ejecção de massa coronal emergindo do local da explosão e dirigindo-se em direcção à Terra. O campo magnético terrestre poderá ser atingido a 14 ou 15 de Novembro. Nestas datas poderão observar-se auroras nas regiões de maiores latitudes.
Saiba mais sobre o Sol e a sua actividade em SpaceWeather.com e o  Solar Dynamics Observatory website
Fonte: NASA/SDO