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quarta-feira, 18 de julho de 2012

O Planeta azul tem pouca água na sua formação. Porquê?

Imagem da Terra mostrando se toda a água do planeta (líquida, gelo, água doce e salgada) fosse colocada numa esfera com cerca de 1.385 km de diâmetro, um pouco menor que a distância Lisboa-Paris - Crédito: Jack Cook, Woods Hole Oceanographic Institution; USGS

Cerca de três quartos da superfície da Terra está coberta de água, a maior parte no estado líquido, o que faz dela o Planeta Azul, de certeza o mais bonito do universo. No entanto, os astrónomos dizem que o nosso planeta é seco, facto que sempre os intrigou.
Na verdade, menos de um por cento da massa da Terra é água, e pensa-se que a maioria dela foi trazida por asteróides após a sua formação inicial.
Um novo estudo tenta explicar a falta de água do nosso planeta e sugere que, provavelmente, a Terra se formou numa parte mais quente e mais seca do sistema solar do que se pensava até agora.

sábado, 14 de julho de 2012

A água da Terra resultou, provavelmente, de colisões com asteróides

Ilustração do impacto de um asteróide na Terra. Asteróides condritos devem ter originado a água do nosso planeta, segundo o novo estudo - Fonte: wikipédia

Um novo estudo sugere que os meteoritos e os asteróides que os originaram, são as fontes mais prováveis ​​de água da Terra.
A nova pesquisa orientada por Alexander Conel, do Instituto Carnegie de Washington,nos Estados Unidos, foi publicada online, em 12 de Julho, no jornal Science Express. Os resultados apresentados contradizem as teorias existentes. Estas consideram que a maior parte da água do nosso planeta tem origem no sistema solar exterior e que chegou à Terra através de colisões de cometas ou asteróides, que se formaram para além da órbita de Júpiter e migraram, depois, para o interior.
O estudo centrou-se na água gelada que foi distribuída pelo sistema solar e que deixa evidências preservadas nos cometas e nos condritos carbonáceos (meteoritos muito primitivos) que a transportaram.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O ouro e metais preciosos podem resultar do bombardeamento de meteoritos

O ouro e outros metais preciosos que actualmente existem na crosta terrestre resultaram do bombardeamento de meteoritos que se produziu mais de 200 milhões de anos depois da Terra se formar, segundo um estudo publicado na revista Nature. Estes asteróides terão originado a maioria das crateras que se observam na Lua.

Durante o grande bombardeamento, os meteoritos que atingiram a Terra deixaram ouro e outros metais preciosos - Fonte: wikipédia

Durante a formação da Terra, o ferro fundido deslocou-se para o seu centro formando o núcleo. A grande maioria dos metais preciosos, com mais afinidade com o ferro, emigrou para o núcleo de ferro fundido logo que a Terra se formou, por isso eles não deveriam estar no manto, onde são mais abundantes que o previsto.
Esta abundância é explicada como o resultado de uma chuva cataclítica de meteoritos que atingiu a Terra, depois do núcleo estar formado. Deste modo, todo o ouro trazido pelos meteoritos se concentrou apenas no manto e não se afundou para o núcleo.