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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Abutre-preto recomeçou a reproduzir-se em Portugal

Depois de 40 anos, o abutre-preto está a começar a reproduzir-se em Portugal - Fonte: wikipédia

“Idanha”, “Tejo” e “Aravil” são abutres-pretos nascidos em Portugal nos dois últimos anos, os primeiros desde 1973.
No Parque Natural do Tejo Internacional, junto à fronteira, está a iniciar-se uma pequena colónia com três casais reprodutores de abutre-preto (Aegypius monachus), espécie classificada como "criticamente em perigo" e que conseguiram reproduzir-se no nosso país, depois de uma ausência de 40 anos.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Abutre com fome gera movimento de solidariedade

Um abutre-fouveiro (Gyps fulvus), também conhecido pelo nome de grifo, aterrou ontem junto a um grupo de pessoas idosas que se preparavam para a tradicional novena a Nossa Senhora da Serra, na Serra da Nogueira, nos arredores de Bragança.

O grifo pode chegar a medir até 1 metro de comprimento e 2,7 metros de envergadura, pesando entre 6 a 12 kg - Crédito: Richard Bartz/wikipédia

Como o animal não reagia perante a curiosidade das pessoas que giravam à sua volta, o que não é próprio da espécie, foi contactado o Serviço de Protecção á Natureza (SEPNA) da GNR, que verificou que o grifo não parecia ferido nem doente, provavelmente estava cansado e com fome. Imediatamente se gerou um movimento de solidariedade entre todos e alimentaram o animal.
Passadas umas horas, já no final do dia, mais descansado e reconfortado, o grifo levantou voo e continuou a sua viagem para sul.
A história vem contada no blog dos Bombeiros Voluntários de Bragança, com fotografias do grifo e pessoas que ajudaram a ave, incluindo os próprios bombeiros presentes na área.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Abutres-do-Egipto marcados com sistema GPS já estão de regresso a Espanha

estão de regresso a Espanha os quatro exemplares de abutres-do Egipto que, em Agosto de 2010 foram marcados com um sistema de satélite pela organização WWF. O objectivo é conhecer os caminhos que eles seguem durante a migração e também as ameaças que encontram nessas viagens anuais.

Abutre-do-Egipto, Neophron percnopterus - Fonte: wikipédia

A rota migratória dos abutres Vega, Sahel, Duna y Trigo está a ser seguida desde a sua partida de Espanha, em Setembro de 2010. Depois de quase seis meses no deserto do Sahel, na África Subsariana, os abutres voam agora sobre o deserto do Saara, antes de chegar ao Estreito de Gibraltar e atravessar a Península Ibérica até às Gargantas de Riaz, em Segóvia, onde têm a sua área de nidificação.
As viagens de regresso destes quatro abutres-do-Egipto podem ser seguidas, em tempo real,  na página Web especialmente construída para esse fim, procurando desenvolver uma maior consciência sobre as ameaças a que esta espécie está sujeita.
Esta página fornece informações, em tempo real, sobre os quatro abutres-do-Egipto. Por exemplo, Duna visitou três países, Mauritânia, Mali e Senegal, durante o inverno.
Segundo WWF, a travessia da Península Ibérica é a etapa mais perigosa para os abutres, dado que março é o mês de maior uso de iscos envenenados nos campos, a principal ameaça para este necrófago em perigo de desaparecer de Espanha. Possíveis choques com geradores de energia eólica e electrocussão nos cabos de energia eléctrica são outros perigos que ameaçam estas aves. Nestas situações, os animais são localizados pelos emissores que transportam, permitindo intervir imediatamente, sobretudo no caso de envenenamento.
Desde 1995, a organização WWF já contabilizou cerca de 200 abutres mortos por envenenamento em toda a península.
Em Portugal, as escarpas do rio Douro, no norte, são habitat dos abutres. Aqui, os "alimentadores de abutres" ajudam na conservação das espécies selvagens de necrófagos ameaçadas, tal como o abutre-do-Egipto.
Fonte: El Mundo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A presença humana favoreceu o estabelecimento do abutre do Egipto nas Ilhas Canárias

As alterações ambientais provocadas pela intervenção humana desde sempre têm conduzido à extinção de muitas espécies. No entanto, por vezes verifica-se que essas modificações ambientais podem favorecer a expansão e a evolução de outras espécies. De acordo com investigadores espanhóis da Estação Biológica de Doñana, o abutre do Egipto (Neophron percnopterus ), das Ilhas Canárias, é uma dessas espécies que beneficiou com a presença humana nas ilhas.

Abutre do Egipto, espécie Em Perigo - Fonte: wikipédia

Os resultados da investigação, publicada na última edição da revista “BNC Evolutionary Biology” demonstram que a chegada dos seres humanos às Ilhas Canárias possibilitou o estabelecimento de abutres do Egipto e a sua subsequente explosão demográfica e diferenciação. O estabelecimento desta população teve lugar cerca de 2500 anos atrás, combinando com a data de colonização humana, o que é consistente com a falta de fósseis anteriores.
Os investigadores espanhóis da Estação Biológica de Doñana descobriram, ainda, que os abutres das ilhas são mais pesados e maiores que aqueles que vivem na Península Ibérica.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Reprodução em cativeiro do quebra-ossos

Na Europa, as montanhas dos Pirineus são o habitat natural do abutre quebra-ossos, Gypaetus barbatus, a única ave do mundo que se alimenta de ossos e uma das mais ameaçadas de extinção.

Quebra-ossos, Gypaetus barbatus - Fonte: wikipédia

Para salvar esta espécie, há mais de 10 anos, em Espanha, são criados exemplares em cativeiro, que depois são libertados no seu habitat, nos Picos da Europa.


Mais informações aqui.

sábado, 23 de outubro de 2010

Alimentadores de abutres

Os alimentadores de abutres são um contributo muito importante para a conservação das espécies selvagens de necrófagos. No caso das espécies ameaçadas, como o abutre do Egipto, Neophron percnopterus, contribui para aumentar o sucesso reprodutivo desta espécie.

Abutres do Douro Internacional

As escarpas do rio Douro, no norte de Portugal, são o habitat dos abutres. O maior de todos é o grifo, Gyps fulvus e o menor, dos que aparecem no território, é o abutre do Egipto, Neophron percnopterus. São um importante indicador da saúde dos ecossistemas, os polícias sanitários da natureza.