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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Radiação de Chernobyl ainda afecta fauna e flora
Depois de 25 anos do acidente de Chernobyl, parece que a natureza está a renascer no local. Mas, de acordo com os cientistas que investigam a região há anos, o nível de radiação continua 2 mil vezes acima do normal, afectando os animais e plantas que aí vivem.
Fonte: ÚltimoSegundo
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Protestos contra a energia nuclear assinalaram o aniversário da catástrofe de Chernobyl
Em vários países do mundo, protestos contra a energia nuclear marcaram o 25º aniversário da grande catástrofe de Chernobyl, ocorrida na Ucrânia, em 26 de abril de 1986, com a explosão do reactor 4 da central nuclear. A recente fuga de material radioactivo da central nuclear de Fukushima, no Japão, levantou, mais uma vez, a questão da segurança da energia nuclear.
Ver fotos das manifestações neste endereço.
Link relacionado:
Chernobyl, 25 anos depois (galeria de imagens)
Turismo radioactivo (em espanhol)
terça-feira, 26 de abril de 2011
A maior lição de Chernobyl é a necessidade de dizer a verdade às pessoas, afirmou o líder russo
A Ucrânia assinala hoje o 25º aniversário da explosão do reactor da central nuclear soviética de Chernobyl, considerada o mais grave acidente nuclear do mundo.
Na cerimónia na capital ucraniana de Kyiv estará presente o presidente ucraniano, Viktor Yanukovich e o seu homólogo russo, Dmitry Medvedev.
A maior lição que as autoridades de todo o mundo aprenderam com as tragédias de Chernobyl e Fukushima é que é necessário dizer sempre a verdade, disse o presidente russo Dmitri Medvedev, nesta segunda-feira, 25 de Abril.
Medvedev encontrava-se numa reunião com socorristas que participaram dos arriscados trabalhos de limpeza de Chernobyl. Estes técnicos foram expostos a níveis muito elevados de radiação e reclamavam da falta de informação por parte do governo sobre os reais riscos que corriam.
Medvedev condenou a atitude da União Soviética durante a catástrofe de Chernobyl, em 1986, cujas autoridades não queriam admitir a extensão do acidente e que nada informaram durante os três primeiros dias. Só no dia 28 as Agências oficiais anunciaram o acidente, depois do reactor nuclear de Forsmark, na Suécia, ter detectado um nível alto de radiação no continente.
A Tokyio Electrical Power Co. (Tepco), responsável pela central nuclear de Fukushima, no Japão, também foi acusada de não divulgar tudo o que sabia de maneira clara, principalmente nos primeiros dias após o acidente, cujas consequências ainda não foram completamente controladas.
Seis trabalhadores de limpeza de Chernobyl e 22 técnicos do reactor nuclear morreram em poucos meses, devido à exposição radioactiva. A maioria dos trabalhadores que sobreviveu ainda sofre com os graves problemas de saúde provocados pelo trabalho no local do desastre.
Dmitri Medvedev homenageou 16 dos trabalhadores com medalhas de honra, mas muitos veteranos do grupo lamentam o tratamento indiferente do Estado russo em relação a eles e às famílias dos que não sobreviveram nestes 25 anos.
Fonte: ÚltimoSegundo
Links relacionados:
Acidente de Chernobyl completa 25 anos
Chernobyl também carrega a negligência como legado
Milhares lembram Chernobyl e protestam contra energia nuclear
Na cerimónia na capital ucraniana de Kyiv estará presente o presidente ucraniano, Viktor Yanukovich e o seu homólogo russo, Dmitry Medvedev.
A maior lição que as autoridades de todo o mundo aprenderam com as tragédias de Chernobyl e Fukushima é que é necessário dizer sempre a verdade, disse o presidente russo Dmitri Medvedev, nesta segunda-feira, 25 de Abril.
Monumento, em Obninsk, aos bombeiros que trabalharam no reactor de Chernobyl, após a explosão - Fonte: wikipédia
Medvedev encontrava-se numa reunião com socorristas que participaram dos arriscados trabalhos de limpeza de Chernobyl. Estes técnicos foram expostos a níveis muito elevados de radiação e reclamavam da falta de informação por parte do governo sobre os reais riscos que corriam.
Reactor nuclear de Chernobyl envolto num sarcófago protector - Fonte: wikipédia
Medvedev condenou a atitude da União Soviética durante a catástrofe de Chernobyl, em 1986, cujas autoridades não queriam admitir a extensão do acidente e que nada informaram durante os três primeiros dias. Só no dia 28 as Agências oficiais anunciaram o acidente, depois do reactor nuclear de Forsmark, na Suécia, ter detectado um nível alto de radiação no continente.
A Tokyio Electrical Power Co. (Tepco), responsável pela central nuclear de Fukushima, no Japão, também foi acusada de não divulgar tudo o que sabia de maneira clara, principalmente nos primeiros dias após o acidente, cujas consequências ainda não foram completamente controladas.
Seis trabalhadores de limpeza de Chernobyl e 22 técnicos do reactor nuclear morreram em poucos meses, devido à exposição radioactiva. A maioria dos trabalhadores que sobreviveu ainda sofre com os graves problemas de saúde provocados pelo trabalho no local do desastre.
Dmitri Medvedev homenageou 16 dos trabalhadores com medalhas de honra, mas muitos veteranos do grupo lamentam o tratamento indiferente do Estado russo em relação a eles e às famílias dos que não sobreviveram nestes 25 anos.
Fonte: ÚltimoSegundo
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Chernobyl 25 anos depois (galeria de fotos)
Em 26 de Abril de 1986, o reactor nuclear 4 de Chernobyl explodiu, provocando o que é considerado, até agora, a pior catástrofe nuclear da história. A população da região, incluindo a cidade próxima Pripyat, foi evacuada apenas 30 horas depois do acidente e muita gente foi contaminada com a radiação.
Os dados oficiais do governo soviético contabilizaram 15 mil mortes, mas segundo organizações não governamentais, este número chega a 80 mil vítimas.
Passados 25 anos do acidente, os níveis de radiação diminuíram mas ainda é mantida uma área de exclusão à volta da central nuclear. O cenário é desolador.
A cidade abandonada de Pripyat ainda guarda os símbolos do regime soviético, um parque de diversões que nunca foi inaugurado permanece intacto sem que nenhuma criança tenha brincado nele. Escolas vazias ainda conservam máscaras de protecção usadas pelos alunos após o acidente. Clicar na imagem para ver fotos.
Fonte: ÚltimoSegundo
Os dados oficiais do governo soviético contabilizaram 15 mil mortes, mas segundo organizações não governamentais, este número chega a 80 mil vítimas.
Passados 25 anos do acidente, os níveis de radiação diminuíram mas ainda é mantida uma área de exclusão à volta da central nuclear. O cenário é desolador.
A cidade abandonada de Pripyat ainda guarda os símbolos do regime soviético, um parque de diversões que nunca foi inaugurado permanece intacto sem que nenhuma criança tenha brincado nele. Escolas vazias ainda conservam máscaras de protecção usadas pelos alunos após o acidente. Clicar na imagem para ver fotos.
Passados 25 anos do acidente, ainda é mantida uma área de exclusão à volta da central nuclear de Chernobyl. O cenário é de abandono - Crédito: wikipédia
Fonte: ÚltimoSegundo
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Chernobyl, abandono continua 25 anos depois
Quase 25 anos depois do pior desastre nuclear do mundo, o repórter da BBC Daniel Sandford foi autorizado a visitar a central nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. É um cenário de abandono, com uma zona de exclusão de 30 quilómetros à volta do reactor, onde é proibído o acesso.
O desastre no reactor 4 de Chernobyl aconteceu em 26 de Abril de 1986. Dezenas de pessoas morreram e outros milhares morreram de cancro - entre eles, soldados enviados para a operação de limpeza.
Pripyat, cidade fantasma tendo à direita o perfil de Chernobyl - Fonte: wikipédia
Centenas de funcionários trabalham na manutenção do abrigo para o reactor onde ocorreu o desastre, mas só podem permanecer duas semanas na região e são substituídos
Embora os níveis de radioactividade estejam mais baixos actualmente, dentro da sala do reactor que derreteu, o perigo ainda é grande.
A cidade de Pripyat, próxima do reactor, continua contaminada e abandonada, 50 mil pessoas foram desalojadas depois do desastre.
Fonte: ÚltimoSegundo
Link relacionado:
Chernobyl ainda contamina os alimentos na Ucrania (em espanhol)
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