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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Primavera na Baía da Biscaia, em França

Proliferação de fitoplâncton na Baía da Biscaia, em França, nesta primavera. Imagem captada pelo satélite Aqua, da NASA, em 20 de Abril de 2013 - Crédito: NASA GSFC

A imagem colorida do satélite Aqua, da NASA, em 20 de Abril de 2013, mostra os redemoinhos de tons verdes da proliferação de fitoplâncton própria da primavera, na Baía da Biscaia, na costa francesa.
O fitoplâncton é constituído por minúsculos microorganismos semelhantes a plantas que tanto podem viver em água doce como água salgada. Quando as condições são favoráveis, eles podem crescer de forma explosiva, como acontece neste local.
Na primavera, a luz do Sol, o aumento da carga de nutrientes arrastados para a baía pelas correntes oceânicas e pela neve derretida transportada por rios de água doce, combinada com o aquecimento das águas cria as condições perfeitas para provocar um crescimento enorme do fitoplâncton.
Esta explosão de fitoplâncton forma redemoinhos multicoloridos facilmente visíveis do espaço, sobretudo durante os meses de Março e Abril. Normalmente, desaparecem em Maio, quando as condições deixam de ser adequadas na Baía da Biscaia.
Fonte: NASA

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Plâncton no Oceano Atlântico

Redemoinhos de plâncton azul eléctrico, ao largo da Irlanda, captados pelo satélite Envisat, em 23 de Maio de 2010 - Crédito: ESA

Os redemoinhos de plâncton azul elétrico no Oceano Atlântico, ao largo da Irlanda, mais parecem uma pintura impressionista de pintor francês Claude Monet.
O plâncton é o tipo de vida mais abundante no oceano, constituído por plantas marinhas microscópicas que flutuam sobre ou perto da superfície do mar.
Embora sejam microscópicas, a sua clorofila - que usam para a fotossíntese - tinge as águas do oceano, proporcionando um meio de detectar esses minúsculos organismos a partir do espaço.
Esta imagem foi captada pelo satélite Envisat, em 23 de Maio de 2010. Actualmente, este satélite da Agência Espacial Europeia (ESA) já se encontra fora de serviço, desde 8 de Abril de 2012 , altura em que deixou de comunicar com a Terra. Agora é apenas mais um enorme pedaço de lixo espacial orbitando o nosso planeta.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Explosão de fitoplâncton "comedor" de carbono no Mar Negro

Explosão de fitoplâncton no Mar Negro, provavelmente de cocolitóforos, algas unicelulares que participam no ciclo de vida do carbono (retiram-no da atmosfera), ajudando a estabelizar o clima na Terra - Crédito: NASA/Earth Observatory/Norman Kuring

A imagem mostra uma explosão de fitoplâncton microscópico no Mar Negro, revelada pela cor ciano claro da sua superfície. Estas algas unicelulares são, provavelmente, cocolitóforos, um dos tipos de organismos da Terra responsáveis pela extracção de carbono. Os cocolitóforos removem, constantemente, o dióxido de carbono da atmosfera, enviando-o lentamente até ao fundo do mar, o que ajuda a estabilizar o clima da Terra.
A imagem foi captada pelo satélite Aqua da NASA, em 15 de Julho de 2012 e foi rodada de modo a ficar o norte para a direita. Segundo Norman Kuring, do Goddard Space Flight Center da NASA, pode ser a alga da espécie Emiliania huxleyi, mas não é possivel ter a certeza sem uma análise da água.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A alga marinha mais comum consegue adaptar-se à acidificação dos oceanos

Proliferação explosiva de Emiliania huxleyi no Mar Barents, vista pelo satélite Aqua da NASA. Os cocólitos (placas de carbonato de cálcio) das suas carapaças reflectem a luz, tornando a superfície do oceano de cor azul leitoso e visível do espaço. As diferenças no brilho e cor devem-se, em parte, à profundidade a que se encontram as algas microscópicas - Crédito: NASA/Earth Observatory

A alga microscópica Emiliania huxleyi, é a mais abundante do fitoplâncton dos oceanos, desempenhando um papel importante na cadeia alimentar e no ciclo de carbono do planeta.
Cientistas alemães quiseram saber como esta alga - com forma de esfera e coberta por uma carapaça de carbonato de cálcio - reagia ao aumento de dióxido de carbono dissolvido na água do mar e que está a torná-la mais ácida.
Na experiência publicada ontem na edição online da revista Nature Geoscience, a Emiliania huxleyi foi submetida a várias concentrações de dióxido de carbono, durante um ano. Os cientistas descobriram que, ao fim de várias gerações, a alga não foi tão afectada como se pensava e até tinha conseguido evoluir e adaptar-se.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O redemoinho e o plâncton

Ampliação do redemoinho sinalizado pela "explosão" de fitoplâncton  no Atlântico Sul, captado pelo satélite Terra, em 26 de Dezembro de 2011 - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jesse Allen

O satélite Terra, da NASA, captou esta imagem, em cor natural, de um profundo redemoinho (eddy) no Oceano Atlântico, cerca de 800 Km a sul da África do Sul, em 26 de Dezembro de 2011.
A imagem ampliada mostra a estrutura de vórtice do redemoinho, marcada em azul claro pela proliferação de plâncton, com cerca de 150 Km de largura.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A Terra vista do Espaço: proliferação de fitoplâncton em forma de oito(8)

Proliferação de fitoplâncton, em forma de oito, no Oceano Atlântico Sul - Crédito: ESA

Imagem do satélite Envisat, adquirida em 2 de Dezembro de 2011, mostrando uma proliferação de redemoinhos de fitoplâncton, em forma de oito(8), no Oceano Atlântico Sul, a cerca de 600 km a leste das Ilhas Malvinas.
Nesta altura no hemisfério sul, o oceano enriquece-se em minerais com a mistura das águas superficiais e as águas mais profundas. O fitoplâncton depende desses minerais, desenvolvendo-se desta maneira, normalmente na primavera e no verão.
Estes organismos microscópicos são a base da cadeia alimentar marinha, e desempenham um grande papel na remoção do dióxido de carbono da atmosfera e da produção de oxigénio nos oceanos. Ajudando a regular o ciclo do carbono, o fitoplâncton é importante para o sistema climático global. Pode apresentar-se com diferentes cores, como o azul e verde da imagem, indicando diferentes tipos e quantidades de fitoplâncton.
Os satélites de observação terrestrre monitorizam estas algas, quando proliferam, tentando identificar as espécies e a sua toxicidade através do pigmento de clorofila que apresentam (a sua cor).
Atendendo a que o fitoplâncton é sensível às mudanças ambientais, é importante a sua monitorização relativamente às alterações climáticas ou até para identificar as proliferações potencialmente prejudiciais.
Fonte: ESA

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Explosão de cores no Mar de Barents


Uma explosão massiva de fitoplâncton, com milhões de organismos microscópicos, fez explodir estes tons brilhantes de azul e verde no Mar de Barents, comum na área durante o mês de Agosto. A imagem foi obtida pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer ( MODIS ), do satélite Aqua, em 14 de Agosto de 2011. A cor azul leitosa indica que existe, provavelmente, cocolitóforos, que é plâncton microscópico com uma carapaça de carbonato de cálcio branco. Quando vistos através da água do oceano, os cocolitóforos tendem a ser azul brilhante. Outras cores podem resultar de sedimentos ou outras espécies de fitoplâncton, particularmente diatomáceas.
A área na imagem está localizada imediatamente a norte da península escandinava. Todos os anos ocorrem explosões de plâncton com centenas ou mesmo milhares de quilómetros no Atlântico Norte e Oceano Ártico, fazendo com que muitas espécies prosperem nestas águas frias, que tendem a ser mais ricas em nutrientes e vida vegetal que as águas tropicais.
Fonte: Earth Observatory

terça-feira, 5 de abril de 2011

Capacidade da Terra para sustentar a vida

Durante 13 anos, entre 1998 e 2010, o sensor SeaWiFS, fez uma medida simples da clorofila presente nos mares e em terra. A clorofila é o pigmento verde que ajuda a transformar a luz solar em energia orgânica para as plantas. Estas medições dão uma indicação sobre a capacidade do planeta sustentar a vida, para além de fornecer, aos cientistas, um dos melhores pontos de referência para estudo da resposta biológica do planeta para um ambiente em mudança.

O sensor SeaWiFS mediu até que ponto a Terra é verde e pode sustentar a vida  - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jesse Allen/ Ocean Color Web team

A imagem mostra os dados do SeaWiFS como uma média global ao longo dos 13 anos de registo. Para os oceanos, as cores representam a concentração de clorofila e indicam onde o fitoplâncton floresceu, na maioria das vezes, desde 1998. Em terra, os dados são representados como um Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) -  Normalized Difference Vegetation Index (NDVI) -  que mostra a densidade da vegetação verde. Um NDVI zero significa sem plantas verdes e um valor alto (0,8 ou 0,9) é uma zona espessa de folhas verdes.

sábado, 29 de janeiro de 2011

"Explosão" de fitoplâncton no Mar de Ross, na Antárctida

Na primavera e no verão da Antárctida, o Mar de Ross enche-se de vida. Plantas microscópicas flutuantes, conhecidas como fitoplâncton, absorvem a luz solar e os nutrientes do Oceano Meridional e crescem de forma "explosiva", tornando-se num grande banquete para o krill, peixes, pingüins, baleias e outras espécies marinhas que vivem nas águas frias do extremo sul.

A imagem desta "explosão" de fitoplâncton foi captada em 22 de Janeiro de 2011 no Mar de Ross, pelo satélite Aqua da NASA, onde o verde das plantas de vida substituiu o azul escuro das águas do oceano aberto. - Crédito: NASA/Norman Kuring, Ocean Color Team at NASA Goddard Space Flight Center

O Mar de Ross é uma baía relativamente rasa, na costa da Antárctida a sul da Nova Zelândia. À medida que o tempo de primavera derrete o gelo marinho ao redor da Antárctida,  áreas de mar aberto cercadas por gelo - polynyas - surgem sobre a plataforma continental. Nestas águas abertas, a luz solar fornece o combustível e vários sistemas de correntes fornecem os nutrientes de águas mais profundas, para formar as "explosões" de vida (fitoplâncton) que podem ir até 100 ou 200 Km, as maiores em extensão e abundância em todo o mundo.
 Este mês, os investigadores a bordo do navio quebra-gelos dos EUA , Nathaniel B. Palmer , vão cruzar o Mar de Ross procurando evidências desse sistema de correntes, que os cientistas consideram responsáveis por retirarem das águas profundas os nutrientes que sustentam o crescimento do plâncton.
Fonte: Earth Observatory

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Oceano de vida

Bloom de fitoplâncton ao largo da costa atlântica da Patagónia, Argentina, imagem captada palo satélite Aqua da NASA, em 21 de Dezembro de 2010.
Os cientistas usaram sete bandas espectrais para realçar as diferentes comunidades de plâncton nesta zona do oceano.

Duas correntes oceânicas originam um bloom massivo de plâncton na costa atlântica da Patagónia

Este bloom verde e azul lácteo desenvolve-se numa área onde se encontram duas fortes correntes oceânicas, uma de águas salgadas e quentes vinda do Brasil para sul,  e outra de águas mais frias vinda do Oceano Antártico para norte. Onde essas correntes se chocam, ao longo da plataforma continental, forma-se um redemoinho que retira nutrientes das profundezas do oceano. Além disso, o Rio da Prata despeja no mar azoto e sedimentos carregados de ferro, mesmo ao norte da área vista na imagem.
O Sol de verão e todos estes nutrientes favorecem a "explosão" de plantas microscópicas flutuantes do fitoplâncton, que formam o centro da teia alimentar do oceano. Essas plantas são alimento para tudo, desde animais microscópicos (zooplâncton), peixes e baleias.
Fonte: Earth Observatory