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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Chuvas torrenciais matam na Sicília


Inundações acompanhadas por deslizamentos de terra, causados por chuvas torrenciais, destruiram várias casas e mataram pelo menos três pessoas na cidade de Saponara, perto de Messina, no nordeste da Sicília, na quarta-feira.
Segundo as autoridades da cidade, que normalmente é conhecida pelos seus dias de sol, é a pior inundação dos últimos 50 anos, que deixou a cidade cheia de lama e destroços das casas demolidas pela água.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Inundações na Tailândia e os elefantes bebés


Na cidade tailandesa de Ayutthaya, as inundações obrigaram a recolher numa ilha de cimento 17 elefantes domesticados, metade dos quais bebés. Mães e crias permaneceram isoladas pelas águas, durante vários dias, sendo os alimentos transportados por barcos. Procurou-se evitar que se afogassem os elefantes bebés, demasiado pequenos para atravessar as águas da inundação, com cerca de dois metros de profundidade.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Inundações causam destruição no norte da Itália


As inundações que atingiram o norte da Itália provocaram vários mortos e desaparecidos. Imagens de televisão mostram a água correndo pelas ruas de Monterosso, uma cidade pequena na Província de La Spezia.
Áreas do vale do rio Vara estão sem energia eléctrica, água e telefones, e foram destruídas pontes na Ligúria e Toscana. Nalgumas regiões há dificuldades em retirar as pessoas.
Fonte: ÚltimoSegundo

Link relacionado:
Inundações na Tailândia

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Crocodilo escapa durante inundação na Tailândia


As tempestades tropicais têm causado inundações na Tailândia que já mataram oito pessoas e fizéram 500 mil desabrigados.
Para além das chuvas intensas, os tailandeses também têm de se proteger dos crocodilos. Nos arredores de Bangcoc, um crocodilo conseguiu fugir da quinta onde era criado, aproveitando a inundação. Pesando 400 Kg, foi capturado pelos moradores de uma aldeia. No entanto, o dono da quinta não sabe ao certo quantos animais conseguiram escapar.
Fonte: ÚltimoSegundo

Link relacionado:
Dezenas de crocodilos escapam após inundações na Tailândia

sábado, 2 de abril de 2011

Árvores 'apanhadas' por aranhas


As inundações que afectaram o Paquistão no passado mês de Janeiro transformaram as árvores nas novas casas das aranhas, em algumas regiões do país. Os animais subiram para as árvores para salvar-se da água e acabaram por ficar.
Na localidade de Sindh, as árvores parecem casulos gigantes de teias de aranhas, algo que os habitantes da zona nunca tinham visto. A paisagem é peculiar, mas verificou-se uma redução do número de mosquitos típicos da região, que ficam presos nas teias, beneficiando os habitantes. Isto acaba por reduzir os casos de malária, o que é muito bom para a população de Sindh, em comparação com as dificuldades noutras zonas do país depois das inundações.
Fonte: El Mundo.es

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

As inundações de Queensland já afectam a Grande Barreira de Coral

As inundações que devastaram grandes áreas de Queensland, desde o final do ano passado, já estão a perturbar a Grande Barreira de Corais, na Austrália.
A parte sul do recife, numa extenção de cerca de 2.000 Km ao longo da costa nordeste de Queensland, na Austrália, começou a receber as águas poluídas das inundações, lançadas pelos rios de Queensland.
Vai demorar alguns anos para se conhecer o verdadeiro impacto das inundações, que podem vir a afectar todo o ecossistema do grande recife de coral, o maior em todo o mundo e Património Mundial da Humanidade.

Em imagem de satélite pode ver-se as águas contaminadas do rio Fitzroy em direcção ao recife de coral (04/01/2011)

De acordo com Michelle Devlin, o investigador da Universidade James Cook, de Townsville, que está monitorizando a entrada de água contaminada, apenas as enchentes das bacias do Burnett Mary e do río Fitzory, no centro de Queensland, já cobrem 11% da superfície do oceano da Grande Barreira de Corais. Os corais correm um risco directo pelos efeitos das águas contaminadas com fertilizantes, pesticídas e outros produtos.

Água doce e águas contaminadas matam os corais - Crédito: wikipédia

No entanto, o maior impacto imediato das inundações é a grande quantidade de água doce que está correndo para o mar e invadindo o recife. Água doce mata o coral, por isso os recifes costeiros mais superficiais, no caminho das correntes contaminadas, estão ameaçados. As correntes de águas turvas, ricas em nutrientes, espalham a água poluída de pesticidas e também sufocam os corais de águas mais profundas, bloqueando a luz e limitando a fotossíntese, enquanto que favorecem o crescimento de competidores dos corais, como as macroalgas.
Para o Instituto Australiano de Ciência Marinha, que estuda os efeitos a longo prazo de uma inundação no recife, a sua maior ameaça pode surgir daqui a cerca de três anos, o tempo normal para aparecer a maior ameaça singular do coral, a estrela-do-mar coroa-de-espinhos, Acanthaster planci.

Estrela coroa-de-espinhos, Acanthaster planci, alimenta-se dos corais

As microalgas resultantes das águas contaminadas constituem o alimento ideal para as larvas da coroa-de-espinhos, e estas estrelas são predadores dos corais. Cada fêmea põe cerca de 60 milhões de ovos por ano, e depois de uma inundação praticamente verifica-se uma "explosão" na população de estrelas coroa-de-espinhos, que demoram três anos a atingir a maturidade. As larvas, transportadas de um recife para outro, podem invadir toda a barreira, matando os corais.
Estas grandes inundações, dois anos depois das inundações de 2008/2009, em Queensland, favorecem o desenvolvimento das larvas das estrelas. Receia-se que possa acontecer um surto destes predadores. Os recifes de coral tipicamente levam até 25 anos para se recuperar de cada evento da estrela-do-mar, e a Grande Barreira de Corais já tem um surto populacional de estrelas em média a cada 15 anos.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Alteração climática não pode ser desculpa para falta de prevenção de enchentes e deslizamentos

Gigantescas inundações na Austrália e agora a tremenda catástrofe humana que está a acontecer no Brasil, também consequência de chuvas de verão excepcionalmente fortes, que provocaram enchentes e deslizamentos mortais. São imagens impressionantes que mostram toda a nossa vulnerabilidade.

A falta de prevenção de deslizamentos agrava as consequências das inundações

Os dados colhidos pelo Centro de Pesquisas sobre a Epidemiologia de Desastres (Cred), de Bruxelas, na Bélgica, mostram que, na última década, se verificou um aumento considerável no número de enchentes, quer na quantidade de eventos quer no número de vítimas.
As alterações climáticas têm impacto na incidência de catástrofes naturais, o que se verifica pelo aumento de inundações, furacões e tempestades tropicais. No entanto, fenómenos climáticos extremos não podem ser usados como desculpa para nada fazer.
De acordo com a directora do Centro, Debarati Guha-Sapir, como não é possível evitar a chuva, é necessário identificar outros factores não ligados à chuva para compreender melhor e, sobretudo, prevenir os desastrres como os da Austrália e Brasil. A urbanização caótica, as altas concentrações demográficas e a falta de actuação do poder público agravam as consequências das inundações, entre elas o número de vítimas.
A Austrália tem uma área muito maior inundada, no entanto tem melhores infraestruturas, mais recursos e equipamentos para socorrer as populaçoes e, também, instituições e mecanismos mais eficientes para atender toda a gente afectada.
Para a especialista, o nível de educação da população tem impacto no número de mortes. "Pessoas mais educadas estão mais conscientes dos riscos e têm mais possibilidades de adotar acções apropriadas". Mas considera que as populações não devem ser responsabilizadas pelas enchentes, a responsabilidade cabe às autoridades.
Fonte: ÚltimoSegundo

Link relacionado:
Problema do Brasil está no boom urbano em áreas de risco (actualizado em 14/01/2011)
Causas da tragédia (infografia)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

As inundações de Queensland e a Grande Barreira de Coral

Sedimentos na costa de Queensland ameaçam a Grande Barreira de Coral, na Austrália

Imagem da Costa de Queensland, na Austrália, junto ao Cabo Bowling Green, observada (cor natural) pelo satélite Aqua da NASA, em 4 de Janeiro de 2011.
Os rios transbordaram e inundaram grande parte de Queensland, afectando milhares de pessoas. As suas águas deslocaram crocodilos e serpentes, desalojados dos seus habitats, mas também arrastam e transportam sedimentos que acabam por lançar no mar, junto à costa.
Junto ao Cabo Bowling Green, o Rio Burdekin tingiu de castanho (cor de lama) as águas costeiras e uma espécie de nuvem de sedimentos aproxima-se da Grande Barreira de Coral.
Nos sedimentos que chegam à costa, existem doses elevadas de nutrientes como azoto e fósforo dos adubos, o que aumenta o risco de proliferação de algas tóxicas (vulgarmente conhecido como maré vermelha), o que poderá levar ao encerramento da pesca e das áreas de natação. Grande quantidade de sedimentos também turva a água, interferindo na fotossíntese das plantas marinhas e matando alguns organismos. O grande recife de coral é um ecossistema muito sensível e relevante na vida na Terra, mas também é uma grande atracção turística e fonte de rendimento para a Austrália.
Fonte: Earth Observatory

Inundações em Queensland vistas pelo satélite Aqua


Imagem captada pelo satélite Aqua da NASA, em 4 de Janeiro de 2011, mostrando a inundação da bacia do Rio Fitzroy, em Queensland, na Austrália, agravada pela confluência das águas dos Rios Mackenzie e Dawson.


O satélite Aqua observou a mesma região, em 14 de Dezembro, antes das cheias. O contraste entre as duas imagens permite aperceber a gravidade da situação, que já afectou mais de 200 mil pessoas em 40 comunidades, em particular a cidade de Rockhampton, atravessada pelo Rio Fitzroy.
As imagens foram feitas com a cor verdadeira e luz infravermelha, para destacar a presença de água no solo. De um modo geral a água é preta neste tipo de imagens, mas aqui os rios surgem azuis revelando a contaminação por sedimentos arrastados pelas suas águas. Estas águas vão parar ao mar e encontram, mesmo na sua frente, a Grande Barreira de Coral, tal como se pode ver nestas imagens para o Rio Fitzroy.
De acordo com os Serviços de Meteorologia da Austrália, estas inundações são consequência do fenómeno climático, conhecido por La Niña, que nesta temporada tem causado chuvas torrenciais bastante fortes, depois de alguns anos de seca.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Inundações na Austrália ameaçam a Grande Barreira de Coral

O ínício de 2011 é uma verdadeira catástrofe para os australianos da província de Queensland. Mais de 40 cidades inundadas, com todos os prejuízos que isso acarreta. Têm de lutar contra a fúria das águas e proteger-se dos crocodilos e serpentes que também tentam procurar melhores condições.

Imagem de satélite de parte da Grande Barreira de Coral nas áreas costeiras de Queensland
Fonte: wikipédia

Agora chegou o alerta sobre a ameaça dos efeitos das inundações na Grande Barreira de Coral, considerada património mundial pela Unesco. Os detritos e pesticidas arrastados pelas águas que desaguam no mar são perigosos e podem afectar a cadeia alimentar e a vida dos corais (vídeo)

As águas contaminadas das inundações na Austrália podem destruir a vida na Grande Barreia de Coral
Fonte: wikipédia

Fonte: Público.pt

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Inundações e serpentes na Austrália

De acordo com o jornal El Mundo.es online, pelo menos três pessoas já morreram como consequência das inundações no estado de Queensland, no noreste da Austrália. As chuvas torrenciais resultaram do ciclone Tasha e afectaram mais de 200 mil pessoas. Estão a ser distribuídos alimentos e produtos de primeira necessidade. Muitas pessoas tiveram que abandonar as suas casas.
Com as inundações os australianos enfrentam, agora, um novo perigo, vários tipos de serpentes, algumas muito perigosas, procuram refúgio nos lugares mais secos, como as vivendas. As águas afastaram muitos répteis dos seus habitats e aparecem em todo o lado.

O veneno da sepente de Mulga danifica os nervos e o sistema de coagulação do sangue das suas vítimas
Fonte: wikipédia

Uma dessas serpentes venenosas é a serpente de Mulga, Pseudechis australis, É uma das maiores serpentes venenosas do mundo e segunda maior da Austrália, que pode injectar mais veneno que a maioria das espécies e danificar os nervos e o sistema de coagulação do sangue das suas vítimas. As autoridades enviaram mais antídoto para o norte de Queensland, o estado mais afectado pelas inundações.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Desastres naturais

Fumo sobre a Rússia Ocidental - Fonte: NASA (EOS)

Inundações no Paquistão e Europa Central, entre outros, e incêndios devastadores na Rússia. Portugal também está a arder em muitos locais, com esta vaga de calor. As consequências são desastrosas para o meio ambiente e perda de vidas humanas. "O mundo em luta com os elementos", é o título de uma fotogaleria publicada pela Visão. Veja aqui.

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