Todos nós sabemos para que serve a máquina de lavar louça, mesmo sem a ter. Mas, talvez não imaginávamos que ela pode constituir um habitat ideal para determinados seres microscópicos.
Cientistas encontraram um fungo prejudicial em 56% das máquinas de lavar louça que analisaram, em 189 lares de 101 cidades em seis continentes.
O fungo negro Exophiala dermatitidis foi encontrado associado com o fungo E. phaeomuriformis, na borracha da vedação das portas das máquinas. Ambas as espécies são bastante tolerantes a temperaturas elevadas, detergentes agressivos e a águas ácidas e alcalinas.
Estes fungos são "extremófilos" e raros na natureza. O calor e a humidade da máquina proporcionam um ambiente favorável ao seu desenvolvimento, o que representa um risco potencial à saúde.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Descoberta nova bactéria nos restos do Titanic
Chama-se Halomonas titanicae, uma bactéria do género Halomonas a que pertence, também, a bactéria capaz de viver no arsénio. São microrganismos que conseguem viver em condições de alta salinidade.
Esta bactéria é a responsável pela corrosão do casco do Titanic, afundado em 1912 e que se encontra a 3800 metros de profundidade, no Oceano Atlântico Norte. A pressão elevada, a salinidade do meio e a ausência de luz são condições ambientais muito duras para esta bactéria, o que faz dela um organismo extremófilo, capaz de viver em condições extremas não suportadas pela maioria dos seres vivos. É um tipo de microrganismos que interessa à Astrobiologia pelas condições de vida que possa existir nouros planetas.
Mais informações sobre esta descoberta em El Mundo.es
Proa do Titanic mostrando a biocorrosão - Fonte: wikipédia
Mais informações sobre esta descoberta em El Mundo.es
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Cientistas da NASA encontraram uma "forma de vida estranha" na Terra
Foi mesmo no nosso planeta Terra que os cientistas descobriram uma espécie de vida estranha, uma bactéria que pode viver e crescer inteiramente com um veneno, arsénio (em vez do habitual fósforo). Esta bactéria, GFAJ-1, foi encontrada no lago Mono da Califórnia e é um membro da família Halomonadaceae das Proteobactérias.
De acordo com as experiências realizadas em laboratório, GFAJ-1 substituiu o fósforo pelo arsénio, nas suas biomoléculas fundamentais, incluindo o DNA.
Esta pesquisa mostra, pela primeira vez, um microrganismo capaz de usar um produto químico tóxico para sustentar o crescimento e a vida. É uma forma de "vida diferente" daquela vida conhecida da Terra, considerada única até agora ( fósforo, carbono, hidrogénio, oxigénio, nitrogénio e enxofre tomam parte nas funções vitais). (ver vídeo sobre a descoberta).
Segundo os cientistas, esta descoberta que ocorre numa bactéria naturalmente expande o limite da pesquisa da vida para fora da Terra, podendo ser um contributo importante para o programa de Astrobiologia da agência espacial americana, pois sugere que os requisitos básicos para a construção da vida são mais flexíveis do que se pensava.
Fontes: Universe Today / Science / EurekAlert / NASA / Nature
Link relacionado:
Bactérias que comem arsénio podem levar a NASA a descobrir vida noutros planetas
Lago Mono, onde foi descoberta a bactéria, tem uma das maiores concentrações de arsénio natural na Terra
Fonte: wikipédia
De acordo com as experiências realizadas em laboratório, GFAJ-1 substituiu o fósforo pelo arsénio, nas suas biomoléculas fundamentais, incluindo o DNA.
Esta pesquisa mostra, pela primeira vez, um microrganismo capaz de usar um produto químico tóxico para sustentar o crescimento e a vida. É uma forma de "vida diferente" daquela vida conhecida da Terra, considerada única até agora ( fósforo, carbono, hidrogénio, oxigénio, nitrogénio e enxofre tomam parte nas funções vitais). (ver vídeo sobre a descoberta).
Segundo os cientistas, esta descoberta que ocorre numa bactéria naturalmente expande o limite da pesquisa da vida para fora da Terra, podendo ser um contributo importante para o programa de Astrobiologia da agência espacial americana, pois sugere que os requisitos básicos para a construção da vida são mais flexíveis do que se pensava.
Fontes: Universe Today / Science / EurekAlert / NASA / Nature
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Bactérias que comem arsénio podem levar a NASA a descobrir vida noutros planetas
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