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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Saúde dos oceanos está a piorar devido ao aquecimento global

O aquecimento global e a poluição ameaçam os oceanos. Os recifes de coral não são capazes de se adaptar às rápidas mudanças climáticas - Crédito imagem: wikipédia

"Os oceanos estão cada vez mais quentes, mais ácidos e com menos oxigénio", alerta a recente avaliação do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos, uma iniciativa criada por investigadores da Universidade de Oxford, com o apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza.
De acordo com o investigador Alex Rogers, do Somerville College, da Universidade de Oxford, e um dos criadores do Programa Internacional para o Estado dos Oceanos, “a saúde dos oceanos está a piorar mais rapidamente do que se pensava”, o que deveria preocupar-nos, pois isso afecta "a capacidade dos oceanos em suportar a vida na Terra".
Os cientistas alertam para o aquecimento global, que está a aumentar a temperatura dos oceanos e também provoca a acidificação da água do mar, devido à absorção do excesso de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, por causa das actividades humanas. Um outro problema é a redução dos níveis de oxigénio provocada pelo aquecimento global e a poluição.
Todas estas alterações dos oceanos estão a ter consequências graves na fauna e flora marinha, das quais depende a humanidade e toda a vida na Terra. A situação torna-se ainda mais dramática com a exploração de modo insustentável de 70% da população de peixes, segundo dados da agência das Nações Unidas para a alimentação e agricultura (FAO, na sigla em inglês).
“Se os actuais níveis de libertação de CO2 se mantiverem, podemos esperar consequências extremamente sérias para a vida nos oceanos, e para a protecção alimentar e costeira”, dizem os cientistas. Por isso, consideram que é preciso reduzir as emissões de CO2, de modo a diminuir a sua concentração na atmosfera, e tentar que a temperatura média global não ultrapasse 2,0 graus acima dos valores anteriores à era industrial.
Mais informações em Publicopt

Link relacionado:
Somos culpados das alterações climáticas do nosso planeta, confirma novo relatório climático da ONU

sábado, 21 de abril de 2012

Chineses adoptam pequenos carros eléctricos


Pequenos carros eléctricos estão a tornar-se bastante populares na China. Embora a sua velocidade não ultrapasse os 30 Km/h, os seus donos não necessitam de carta de condução - segundo a lei chinesa não são carros - e poupam no combustível, movendo-se facilmente no meio do intenso trânsito das cidades. Além disso são relativamente baratos.
O governo chinês apoia o uso de carros eléctricos para combater a poluição atmosférica, no entanto, neste caso, apesar de não uarem gasolina, os pequenos veículos não são tão benéficos ao ambiente como se possa pensar, dado que a produção de electricidade, na China, resulta da queima de carvão. Este país é considerado um dos maiores produtores de gases de efeito de estufa do mundo.
Fonte: ÚltimoSegundo

terça-feira, 3 de abril de 2012

Os oceanos estão a aquecer há pelo menos um século

Os oceanos estão a aquecer, há pelo menos um século, uma indicação das alterações climáticas - Fonte imagem: wikipédia

O estudo realizado por uma equipa da Instituição de Oceanografia Scripps, nos EUA, e do Centro Nacional de Oceanografia, em Southampton, no Reino Unido, conclui que o excesso de calor na atmosfera, devido às alterações climáticas originadas pelas actividades humanas, sobretudo desde a Revolução Industrial, está a ser transferido para os oceanos há pelo menos mais de cem anos, isto é, globalmente os oceanos têm aquecido pelo menos desde o final do século XIX ou início do século XX.

terça-feira, 20 de março de 2012

O ano de 2010 foi o mais quente, segundo o registo mundial de temperaturas

Os dados da HadCRUT incluem informação das temperaturas nos continentes compiladas pela Unidade de Investigação Climática (CRU, sigla em inglês) da Universidade de East Anglia, em Norfolk, no Reino Unido e os registos de temperaturas da superfície dos oceanos, compilados pelo Centro de Hadley do Instituto de Meteorologia do Reino Unido. O artigo inclui as observações de 400 estações meteorológicas no Árctico, na Rússia e no Canadá, uma das regiões mais afectadas pelo aumento de temperatura. Os resultados também utilizaram registos novos vindo da África e da Austrália - Fonte imagem: wikipédia

Uma nova avaliação da evolução das temperaturas da Terra, feita pelo HadCRUT, um dos principais registos de temperatura global, do Reino Unido, revela que o ano de 2010 é o mais quente desde 1850, em vez de 1998. Os resultados foram publicados na revista Journal of Geophysical Research e mostram que o aumento médio de temperaturas desde 1900 continua a ser de 0,75 graus.

segunda-feira, 12 de março de 2012

População de Kiribati quer mudar-se para as Ilhas Fiji

Kiritimati ou ilha Christmas do Pacífico faz parte da república de Kiribati. É considerada o maior atol do mundo. Tem 642 km² de superfície emersa, o que representa 70% do território de Kiribati. É o primeiro local habitado do mundo a ver o nascer de cada dia, pois usa o fuso horário UTC+14 e consequentemente o primeiro a mudar o ano. Tem cerca de cinco mil habitantes. A imagem foi obtida pela tripulação da Expedição 4, a bordo da Estação Espacial Internacional, em 2002 - Fonte: wikipédia

O governo de Kiribati, um pequeno país no Oceano Pacífico, está a negociar com as autoridades das Ilhas Fiji a compra de terreno no arquipélago para mudar para lá toda a população.
Kiribati é um arquipélago constituído por 32 atóis e uma ilha vulcânica e vai desaparecer devido à subida das águas provocada pelas alterações climáticas. Como solução, o país decidiu comprar uma área de 20 Km2 de extensão na ilha Viti Levu, a maior e mais montanhosa do arquipélago das Fiji, para alojar os cerca de 103.000 mil habitantes, se a subida do oceano se verificar como apontam os especialistas.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Os cavalos primitivos chegaram a ser tão pequenos como gatos domésticos, devido ao calor

Durante o Máximo Térmico do Paleoceno – Eoceno, há cerca de 56 milhões de anos, os cavalos primitivos reduziram o seu tamanho. Quando o clima arrefeceu, evoluiram para tamanhos maiores, tal como são actualmente - Fonte: wikipédia

Os primeiros cavalos que apareceram, hé 56 milhões de anos, eram muito pequenos. Mas, durante os 130.000 anos seguintes, chegaram a ficar tão pequenos como gatos domésticos.
Estes cavalos primitivos, Sifrhippus sandrae, encolheram de tamanho para se adaptarem às altas temperaturas, provavelmente provocadas por gigantescas erupções vulcânicas. É a conclusão de um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science, onde os pesquisadores estimam que os pequenos cavalos terão perdido cerca de 30% da sua massa corporal (reprodução artística comparando o cavalo moderno com o primitivo Sifrihippys).
Os cientistas consideram que estes resultados podem dar indicações de como é que os animais actuais vão adaptar-se ao aquecimento provocado pelas alterações climáticas provocadas pelo homem.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Terra vai aquecer ainda mais nos próximos anos, segundo a NASA


As temperaturas globais têm aumentado significativamente desde 1880, quando os cientistas iniciaram o registo das temperaturas. Nesta animação de dados sobre as temperaturas de 1880-2011, o vermelho indica temperaturas mais altas que a média durante período base de 1951-1980, enquanto os azuis indicam temperaturas mais baixas do que a média do período base - Crédito: NASA Goddard Space Flight Center Scientific Visualization Studio)

De acordo com os cientistas da NASA, o ano de 2011 foi o nono mais quente desde 1880, quando se iniciou o registo sistemático das temperaturas. Além disso, nove dos dez anos mais quentes ocorreram no século 21.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O aquecimento global está a afectar as focas-da-Gronelândia

Cria de foca-da-Gronelândia, 'Pagophilus groenlandicus' - Fonte: wikipédia

O aquecimento global do Atlântico Norte, durante os últimos 32 anos, reduziu significativamente a cobertura de gelo nas zonas de reprodução das focas-da-Gronelândia, 'Pagophilus groenlandicus', provocando as mais altas taxas de mortalidade entre as crias de foca nos últimos anos.
Esta é a conclusão de um novo estudo da Universidade de Duke, publicado na revista 'PLoS ONE', o primeiro a mostrar que a cobertura de gelo marinho sazonal, nas quatro regiões de reprodução de focas-da-Gronelândia no Atlântico Norte, diminuiu até 6% por década desde 1979, quando começaram os registos por satélite.