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sábado, 22 de dezembro de 2012

Trânsito de Vénus, visto pela sonda Cassini

Trânsito de Vénus observado pela sonda Cassini, a partir do sistema de Saturno, em 21 de Dezembro de 2012 - Crédito:NASA/JPL-Caltech

A sonda Cassini, em actividade no sistema de Saturno, observou a passagem de Vénus através do disco solar (da esquerda para a direita), em 21 de Dezembro de 2012.
É a primeira vez que uma nave espacial segue o trânsito de um planeta no nosso Sistema Solar a partir de um local para além da órbita da Terra.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Planeta Vénus, a "estrela" do momento

Vénus, a "estrela da tarde" na companhia da Lua, em 23 de Maio de 2012, a oeste de Bragança. Brevemente, Vénus vai deixar de se ver no início da noite.

Vénus é um dos planetas mais próximos da Terra. É por isso que ele aparece tão brilhante no céu, umas vezes de manhã e outras ao pôr-do-sol, daí ser chamado de "estrela da manhã" (Estrela d'Alva) ou "estrela da tarde ou vespertina".
Nos últimos tempos, Vénus tem sido uma verdadeira "estrela" para os entusiastas da astronomia em todo o mundo, que se preparam para ver o seu trânsito através do Sol, em 5 e 6 de Junho de 2012, dependendo do lugar. Nem todos vão conseguir apreciar directamente, mas podem fazê-lo pela Internet. É uma oportunidade a não perder, pois o próximo será em 2117.
Relacionado com o evento celeste, a Agência Espacial Europeia criou um vídeo interessante sobre Vénus, que alguns chamam de "planeta irmão" da Terra - por certo um parente planetário muito diferente - e que pode ser visto a seguir.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Vénus e Júpiter em Bragança

Vénus logo a seguir ao pôr-do-sol, em 15 de Fevereiro de 2012, sudoeste de Bragança, Portugal.

Vénus seguido por Júpiter, mais atrás, depois do pôr-do-sol, em 17 de Fevereiro de 2012, sudoeste de Bragança, Portugal

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Vénus está a girar mais lentamente do que se pensava

A animação mostra Vénus, um planeta muito parecido com a Terra em massa e tamanho, mas com uma atmosfera de nuvens de ácido sulfúrico e temperaturas de superfície superiores a 460 º C. Venus Express está a ajudar os cientistas a compreender como um planeta com características físicas semelhantes à Terra evoluiu de uma forma tão fundamentalmente diferente

A nave espacial Venus Express, da ESA, descobriu que o planeta Vénus gira mais devagar do que foi medido anteriormente, logo o seu dia é um pouco maior do que nessa altura.
Observando a superfície do planeta em infravermelho, para penetrar a espessa camada de nuvens, os cientistas verificaram que algumas das estruturas superficiais estavem deslocados do lugar onde deveriam estar à velocidade de rotação medida pela sonda Magalhães, da NASA, no início da década de 1990.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Venus Express descobre uma camada de ozono em Vénus

Ilustração de Venus Express a realizar "ocultação estelar" em Vénus. Foi a primeira missão de sempre a aplicar esta técnica em Vénus, analisando a forma como a luz solar é absorvida pela sua atmosfera, o que permite deduzir as características da própria atmosfera - Crédito: ESA (Image by AOES Medialab)

A sonda Venus Express, da ESA, desobriu uma camada de ozono na alta atmosfera de Vénus, quando observava estrelas através da atmosfera do planeta, procurando sinais característicos de gases da atmosfera, enquanto absorviam a luz em comprimentos de onda específicos.
O ozono foi detectado porque absorveu algumas radiações ultravioletas da luz das estrelas. Comparar as suas propriedades com as das camadas equivalentes na Terra e em Marte ajudará os astrónomos nas suas buscas sobre a vida noutros planetas.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Vénus fantástico

Crédito: NASA/JPL/USGS

Esta espantosa imagem de Vénus, centrada no Pólo Norte, foi criada usando mais de uma década de investigações de radar que culminaram com a missão Magalhães em 1990-1994.
Basicamente foi construída com um mosaico de imagens da sonda Magalhães. As lacunas da cobertura da sonda foram preenchidas com imagens a partir da Terra, do radar de Arecibo.
A imagem composta foi processada para melhorar o contraste e realçar pequenas características, e foi codificada por cores para representar a altitude. As lacunas nos dados de elevação do altímetro de radar da sonda Magalhães foram preenchidas com dados das missões a Vénus das naves espaciais Venera e Pioneer.
Fonte: NASA