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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Visão espacial da nova ilha formada pelo terramoto do Paquistão

Nova "ilha de lama" formada depois do catastrófico sismo do Paquistão - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jesse Allen/Robert Simmon

Imagem da nova ilha surgida ao largo da costa do Paquistão, captada pelo satélite Earth Observing-1 (EO-1), da NASA, em 26 de Setembro de 2013.
A "ilha de lama" emergiu do fundo do mar Arábico, perto da cidade costeira Gwadar, em 24 de Setembro, pouco depois de um terramoto de magnitude 7.8 que atingiu a província do Baluchistão, no noroeste do Paquistão, causando grande destruição e centenas de mortes e feridos.
A imagem da mesma região adquirida pelo satélite Landsat 8, em 17 de Abril de 2013, não revela qualquer formação na superfície do mar.
Fonte: NASA/Earth Observatory

domingo, 15 de setembro de 2013

Incêndios em Moçambique e Madagascar

Incêndios em Moçambique e Madagáscar, captados pelo satélite Aqua, da NASA, em 11 de Setembro de 2013. Os incêndios estão destacados a vermelho e, na sua maioria, o fogo é em pastagens ou terra cultivada, de cor castanha nesta imagem. - Crédito: NASA/Jeff Schmaltz, MODIS Rapid Response Team.

A imagem do satélite Aqua, da NASA, em 11 de Setembro de 2013, mostra a quantidade enorme de focos de incêndio detectados em Moçambique e Madagáscar.
A localização, dispersão na natureza e quantidade sugerem que os fogos têm uma origem humana, como resultado do cultivo da terra.
Os agricultores usam as queimadas para devolver os nutrientes ao solo e destruir as plantas indesejadas, para ajudar as culturas e as gramíneas para pastagem, embora o fumo resultante prejudique a qualidade do ar. Em Moçambique e Madagáscar, o desenvolvimento das culturas acontece a partir das primeiras chuvas em Outubro-Novembro, daí a limpeza das terras em Setembro.
Madagáscar é um dos países com maior diversidade de fauna e flora em todo o planeta, abrigando milhares de espécies de plantas, pássaros, répteis e anfíbios, muitos deles existentes apenas no seu território, como o lémure. No entanto, cerca de 90% das suas matas já foram destruídas por meio de corte e queimadas para cultivo de arroz e crescimento de erva de pasto para gado.
Fonte: NASA

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A sonda MESSENGER afastou-se da Terra, há oito anos


Há oito anos, a sonda MESSENGER captou imagens espectaculares da Terra, durante a sua passagem pelo nosso planeta, na viagem em direcção a Mercúrio. O vídeo segue a Terra girando à medida que vai ficando mais distante.
As imagens que mostram o ponto de vista da MESSENGER, enquanto se afastava, foram captadas ao longo de 24 horas, começando em 2 de Agosto de 2005, com a nave a 65.598 Km acima da América do Sul, e terminaram já a 3 de Agosto, com a sonda a 435.885 Km da Terra, mais longe do que a órbita da Lua.
Actualmente, a sonda MESSENGER encontra-se em órbita de Mercúrio, tendo concluído recentemente o primeiro mapa completo da sua superfície, que mostra o planeta como uma esfera giratória colorida. No entanto, a MESSENGER ainda não esqueceu o seu planeta de origem, e enviou também uma imagem da Terra e da Lua, dois minúsculos pontos brancos vistos a partir de Mercúrio.
O vídeo constitui a Astronomy Picture of the Day ou APOD (Imagem Astronómica do Dia).

terça-feira, 30 de julho de 2013

A Terra vista do espaço

Magnífica imagem da Terra captada pelo satélite Suomi NPP, da NASA, em 3 de Fevereiro de 2012, mostrando o Norte de África e a Península Ibérica espreitando por entre as nuvens, na parte central.
Mais imagens espectaculares do nosso planeta em Visible Earth.
Crédito: Norman Kuring, NASA GSFC

Península Ibérica vista do espaço

A imagem mostra a Península Ibérica observada pelo satélite Terra, da NASA, nesta terça-feira (30 de Julho de 2013).
É sempre bom verificar que pelo menos a essa hora - cerca das 11:30 (UTC-hora de Lisboa) - não havia qualquer foco de incêndio activo em Portugal, um flagelo frequente nesta época de calor e que todos os anos vai destruindo a riqueza florestal do país, colocando em perigo as vidas e bens dos habitantes.
Na vizinha Espanha o satélite detecta o que parece serem quatro fogos (os pontinhos avermelhados).
Mais informações em http://lance-modis.eosdis.nasa.gov/cgi-bin/imagery/realtime.cgi

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O "pequeno ponto azul" visto de Saturno

Imagem única, obtida em 19 de Julho de 2013, em que a sonda Cassini captou os anéis de Saturno, o nosso planeta Terra e a Lua no mesmo quadro - Crédito: NASA / JPL-Caltech / Space Science Institute

Imagem rara a cores obtida pela câmara grande angular da sonda Cassini, da NASA, em 19 de Julho de 2013, onde os anéis de Saturno, o nosso planeta Terra e sua Lua surgem no mesmo enquadramento. O nosso planeta surge como um "pequeno ponto azul", com uma ténue saliência do lado direito, que é a Lua.
Nas imagens Cassini, a Terra e a Lua aparecem como simples pontos - a Terra em azul pálido e a Lua a branco - visíveis entre os anéis de Saturno.
As imagens foram tiradas combinando filtros de cores vermelho, verde e azul para dar uma visão de cor natural. A sonda Cassini encontrava-se a cerca de 1212 mil km de Saturno e a 1.440 milhões km da Terra.
Foi a primeira vez que uma câmera de alta resolução da Cassini captou a Terra e a sua lua como dois objectos distintos. Os dois podem ser claramente vistos na imagem seguinte, que foi ampliada cinco vezes.

Terra e Lua vistas a partir de Mercúrio

Terra e Lua captadas pela sonda Messenger, a orbitar Mecúrio, em 19 de Julho de 2013 - Crédito: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington

O par de objectos brilhantes no painel central da imagem é bem conhecido (supostamente) de todos nós. É a Terra e a Lua fotografadas pela sonda Messsenger a uma distância de 98 milhões de quilómetros. 
No lado esquerdo está uma imagem gerada por computador mostrando como a Terra é vista a partir de Mercúrio. No momento, eram visíveis grande parte das Américas, toda a Europa e África, Oriente Médio e grande parte da Ásia.
A Terra e a Lua parecem muito grandes na foto, porque foram sujeitas a uma grande exposição de luz. Na verdade, a esta distância interplanetária, a Terra e Lua têm um tamanho inferior a um píxel e onde nada se pode distinguir. As "caudas" apontando para baixo a partir da Terra e da Lua são causadas ​​pela saturação da imagem.
A imagem do nosso planeta foi tirada pela sonda Messenger durante uma actividade de procura de satélites naturais de Mercúrio. Se existirem , são pequenos e potencialmente escuros, e são necessárias longas exposições para captar o máximo de luz. Como consequência, os objectos brilhantes no campo de visão ficam saturados e aparecem artificialmente grandes, como aconteceu com o nosso planeta e a Lua, captados durante a missão da sonda.

domingo, 21 de julho de 2013

Terra e Lua captadas pela sonda Cassini a partir de Saturno

Aqui estamos nós, com os nossos amores, preconceitos, ódios,... Imagem não processada, da Terra iluminada e Lua (pontinho em baixo e à esquerda), captada pela sonda Cassini a partir de Saturno, em 19 de Julho de 2013 - Crédito: Missão Cassini

Imagem não processada da Terra e Lua, vistos pela sonda Cassini sexta-feira (19) a partir de Saturno, à distância de cerca de 898 milhões de quilómetros.
Cassini tirou várias fotografias do sistema de Saturno, e algumas delas captaram a Terra, uma imagem brilhante do nosso planeta com a sua lua (pontinho mais pequeno em baixo), a terceira obtida do sistema solar exterior. Em 1990, a nave Voyager 1 registou o famoso "pale blue dot", a partir de 4 biliões de quilómetros. A segunda foto foi captada pela sonda Cassini, em 2006, a uma distância de 926 milhões de quilómetros.
Em todas as imagens, o tamanho da Terra pouco difere de um pixel mas, tal como afirmou Carl Sagan olhando para esse "pequeno ponto azul", "É aqui! É o nosso lar! Somos nós! Aqui, todos os que amamos, conhecemos ou de quem nunca ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, viveram as suas vidas!".
De acordo com a NASA, o mosaico final das imagens do sistema de Saturno recentemente captadas - e onde se inclui a Terra - deverá estar completo dentro de "várias semanas".
Mais informações no site da NASA.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Sorria, pois está a ser fotografado a partir de Saturno

Imagem Cassini de 2006, captada a 1,49 biliões de quilómetros, mostrando a Terra como um pequeno ponto azul, visto através dos anéis do gigante gasoso (acima dos sistema principal de anéis) - Crédito:NASA/JPL/Space Science Institute

Hoje, sexta-feira (19 de Julho), entre as 21:27 e 21:47 ( UTC – hora de Portugal), olhem para Saturno – a Sul e à direita da Lua – e mostrem o vosso melhor sorriso, porque estão a ser fotografados!
A partir do sistema do gigante dos anéis, a sonda Cassini, da NASA, vai fotografar a Terra a cerca de 900 milhões de milhas (cerca de 1,5 biliões de quilómetros) de distância do nosso planeta, quase 10 vezes a distância entre a Terra e o Sol.
Esta é a segunda vez que a Cassini fotografa o nosso Planeta Azul, no entanto, é a primeira vez que os terráqueos tiveram conhecimento, com antecedência, que a sua foto será tirada a partir de distâncias interplanetárias.
Simultâneamente, os cientistas pensam que também podem obter imagens da Terra captadas pela sonda Messemger, a orbitar Mercúrio, e vão tentar captá-las em 19 e 20 de Julho, entre as 11:49, 12:38 e 13: 41 (UTC – hora de Lisboa), em ambos os dias.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Primavera na Baía da Biscaia, em França

Proliferação de fitoplâncton na Baía da Biscaia, em França, nesta primavera. Imagem captada pelo satélite Aqua, da NASA, em 20 de Abril de 2013 - Crédito: NASA GSFC

A imagem colorida do satélite Aqua, da NASA, em 20 de Abril de 2013, mostra os redemoinhos de tons verdes da proliferação de fitoplâncton própria da primavera, na Baía da Biscaia, na costa francesa.
O fitoplâncton é constituído por minúsculos microorganismos semelhantes a plantas que tanto podem viver em água doce como água salgada. Quando as condições são favoráveis, eles podem crescer de forma explosiva, como acontece neste local.
Na primavera, a luz do Sol, o aumento da carga de nutrientes arrastados para a baía pelas correntes oceânicas e pela neve derretida transportada por rios de água doce, combinada com o aquecimento das águas cria as condições perfeitas para provocar um crescimento enorme do fitoplâncton.
Esta explosão de fitoplâncton forma redemoinhos multicoloridos facilmente visíveis do espaço, sobretudo durante os meses de Março e Abril. Normalmente, desaparecem em Maio, quando as condições deixam de ser adequadas na Baía da Biscaia.
Fonte: NASA

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O planeta Terra visto pelo satélite Terra

Mapa da Terra, obtido pelo satélite Terra, em 11 de Julho de 2005 - Crédito: NASA

Terra, o principal satélite do Sistema de Observação da Terra da NASA, foi lançado em 18 de Dezembro de 1999. Desde então, o satélite tem recolhido informações sobre as alterações climáticas do nosso planeta.
A missão marcou o início de uma década de observações terrestres por diversos satélites, que monitorizam como a Terra está a mudar.
A imagem da nossa bonita Terra está baseada principalmente em observações do sensor MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer), a bordo do satélite Terra, captadas em 11 de Julho de 2005. Algumas falhas de cobertura do sensor entre passagens, assim como a Antárctica (que está na escuridão polar em Julho), foram preenchidas utilizando satélites meteorológicos GOES e a mais recente versão do "Blue Marble" (Berlinde azul) da NASA.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vulcão Galeras, na Colômbia, visto do espaço

Vulcão Galeras, na Colômbia, visto pelo UAVSAR - Crédito:NASA/JPL-Caltech

Imagem em cor falsa do vulcão Galeras, na Colômbia, adquirida pelo UAVSAR (Uninhabited Aerial Vehicle Synthetic Aperture Radar), da NASA, - avião equipado com radar para estudar a Terra - em 13 de Março de 2013.
 Galeras é um vulcão muito activo, que apresenta uma caldeira em parte destruída e um cone activo que produz numerosas pequenas a moderadas erupções explosivas.
UAVSAR vai fazer precisamente o mesmo voo sobre o vulcão em 2014, para poder detectar possíveis mudanças na superfície da Terra, causados ​​por deformação vulcânica.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Celebrando o Dia da Terra com dois novos vídeos da NASA


 Comemorando o Mês da Terra (Abril) e, sobretudo, o Dia da Terra, 22 de Abril, a NASA divulgou dois novos vídeos onde podemos apreciar a beleza e maravilha da Terra vista do espaço por astronautas da Estação Espacial Internacional, satélites científicos ou aviões de pesquisa. Todos ajudam os cientistas a descobrirem como funciona o nosso planeta vivo, de modo a que possa ser sustentável.
O vídeo acima mostra a Terra a partir da ISS e em baixo com imagens de satélites.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Observando os oceanos Pacífico e Atlântico

O novo vídeo apresentado pela NASA combina dados dos satélites NOAA GOES-13 e GOES-15, mostrando dois globos da Terra girando unidos, dando uma visão contínua dos oceanos Atlântico e Pacífico, como se estivesse a olhar ao mesmo tempo para ambos os oceanos, com olhos muito grandes...
A animação é executada a partir de 19 de Marco de 2013, às 12:00 UTC a 29 de Março, pelas 12:00 UTC.
NOAA GOES-13 e GOES-15 são satélites meteorológicos, numa órbita fixa sobre o leste e oeste dos EUA, que fornecem previsões de tempo, observando o movimento dos sistemas meteorológicos no oceanos Atlântico e Pacífico.
Os satélites Geoestacionários Operacionais Ambientais da NOAA recolhem imagens de disco completo dos lados leste e oeste das Américas a cada três horas, proporcionando 8 observações diárias das nuvens que cobrem todo o hemisfério ocidental. Sobreposta em mapas a cores, a série temporal das imagens de nuvens GOES fornecem uma análise em larga escala do tempo.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A Terra vista do espaço, em 2012


Retrospectiva com as melhores vistas do nosso planeta a partir do espaço, em 2012, incluindo imagens de satélite em cores verdadeiras, visualizações da Terra a partir da Estação Espacial Internacional, modelos de computador e dados científicos.
Para mais fantásticas imagens da Terra em 2012, consulte o site da NASA "Earth Month web interactive 2013" (site interactivo do Mês da Terra 2013).
Também se pode ter acesso à lista ordenada de todas as imagens usadas e as respectivas ligações no endereço http://www.nasa.gov/topics/earth/earthmonth/earth-from-orbit-2012.html.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Tempestades e mais tempestades!

Imagem da Terra captada pelo satélite meteorológico EUMETSAT, em 29 de Janeiro de 2013, mostrando várias tempestades - Crédito: NASA/Earth Observatory/Robert Simmon

As tempestades podem ter vários nomes. Nos boletins meteorológicos ouvem-se tempestades de neve, chuvas de granizo, nevões, sistemas de baixa pressão, furacões, tornados, tempestades tropicais, entre outras.
Na pesquisa em meteorologia e climatologia há uma maneira mais simples de classificar as tempestades: trovoadas, ciclones tropicais, mais conhecidos por furacões e tufões e, ainda, ciclones extratropicais. Todas são perturbações atmosféricas que redistribuem o calor e produzem uma combinação de nuvens, vento e precipitação.
O satélite meteorológico EUMETSAT, em 29 de Janeiro de 2013, captou a imagem acima da Terra, que mostra exemplos dos três tipos de tempestades. As trovoadas são as menores, os ciclones tropicais são significativamente maiores e os ciclones extratropicais são ainda os maiores.
Nas imagens de satélite, as nuvens de um ciclone extratropical maduro estão estendidas e em forma de vírgula, enquanto nos ciclones tropicais maduros estão dispostas em espiral e muitas vezes têm um olho distinto no centro. As nuvens de trovoada apresentam forma irregular e com cúmulos de nuvens imponentes ondeando para cima, criando uma aparência texturizada nos topos das camadas de nuvens.
Os três tipos de tempestades requerem humidade, energia e certas condições de vento para se desenvolverem, mas a combinação dos ingredientes varia de acordo com o tipo de tempestade e as condições meteorológicas locais.
Fonte: NASA/Earth Observatory

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A nossa bonita Terra vista da Estação Espacial Internacional


O vídeo, editado por Brian Tomlinson, mostra imagens lindíssimas do nosso planeta, captadas a partir da Estação Espacial Internacional. Inicia com a Lua a esconder-se na atmosfera terrestre, seguindo-se uma visão nocturna de Portugal, Península Ibérica e Europa. Podemos apreciar tempestades de relâmpagos, brilhantes auroras, a galáxia Via Láctea e uma série de vistas da mais incrível nave espacial que é a nossa maravilhosa Terra.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Lançamento do satélite Landsat 8 para observação da Terra

O Landsat Data Continuity Mission (LDCM) foi lançado com sucesso da Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, a bordo de um foguetão Atlas 5, esta segunda-feira (11 de Fevereiro de 2013). A nave vai observar a Terra a partir do espaço, dando continuidade ao Programa Landsat - Crédito: NASA/United Launch Alliance

O mais recente satélite de observação da Terra, o Landsat Data Continuity Mission (LDCM ou Missão de Continuidade de dados Landsat), foi lançado da Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, esta segunda-feira (11 de Fevereiro), para acompanhar as mudanças ambientais e o uso dos recursos em todo o planeta.
O Landsat (LDCM), que é uma colaboração da NASA e do Serviço Geológico dos EUA (U.S. Geological Survey (USGS), é o oitavo satélite do Programa Landsat, que há 40 anos monitoriza a Terra a partir do espaço, funcionando continuamente desde o lançamento do primeiro satélite, Landsat 1, em 1972.
Ao acompanhar a expansão urbana, o uso dos recursos naturais, o recuo dos glaciares ou a perda de florestas, o Landsat 8 ajudará a entender como o crescimento da população humana está a afectar o planeta.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Da noite para o dia, e para a noite novamente


O vídeo foi elaborado pela tripulação da Expedição 34, a bordo da Estação Espacial Internacional, com base numa sequência de imagens adquiridas em 3 de Janeiro de 2013. Mostra a beleza do nosso planeta a partir da estação orbital, enquanto ela realiza duas órbitas e meia em torno da Terra, cruzando a linha terminador - que separa a noite do dia - várias vezes. A ISS atravessa esta linha 16 vezes, num período de 24 horas, atendendo a que demora 90 minutos em cada órbita.
As imagens aceleradas mostram o movimento da linha que separa a parte iluminada da parte obscurecida do nosso planeta, durante o trajecto. O vídeo começa com a passagem da ISS da noite para o dia e, depois, novamente para a noite, enquanto a Lua nasce no lado esquerdo.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Visão nocturna da nossa maravilhosa Terra em 2012

O lado nocturno da Terra, captado pelo satélite Suomi NPP, da NASA, em Abril e Outubro de 2012 - Crédito: NASA/Earth Observatory/Robert Simmon

Um dia o mundo vai acabar. De acordo com os cientistas, será daqui a 5000 anos (mais ou menos). O destino do planeta está ligado à morte do Sol. Entretanto, podemos apreciar e cuidar o melhor possível da nossa bonita Terra.
Nesta nova visão nocturna, o planeta cintila com as luzes, onde primeiro se destacam as cidades. "Nada nos diz mais sobre a disseminação dos seres humanos em toda a Terra do que as luzes das cidades", afirma Chris Elvidge, um cientista da NOAA.
A nova imagem da Europa, da África e do Oriente Médio foi composta a partir de dados obtidos pelo satélite Suomi NPP, da NASA, em Abril e Outubro de 2012.
Fonte: NASA/Earth Observatory/Robert Simmon

Veja também:
A nossa bonita Terra