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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Celebrando 1000 imagens compartilhadas da sonda Messenger, em órbita de Mercúrio

Mosaico comemorativo das 1000 imagens da sonda Messenger - Crédito: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington (permite ver imagem ampliada)

O mosaico apresentado pela equipa Messenger, esta terça-feira (10 de Setembro), celebra as 1000 imagens compartilhadas no site da missão, seleccionadas entre a enorme variedade de imagens, mapas e outros dados científicos enviados pela sonda, actualmente em órbita de Mercúrio. A primeira imagem foi apresentada em Agosto de 2005.
A sonda Messenger foi lançada para o espaço em 3 de Agosto de 2004, entrando em órbita em torno do planeta mais interno cerca de seis anos e meio depois, em 18 de Março de 2011. Pode ver a primeira imagem de Mercúrio a partir da sua órbita, assim como um vídeo de tributo à sonda Messenger.
As imagens apresentadas constituem, apenas, uma pequena parte do total de imagens já disponível online, e onde se pode distinguir, entre outras, o misterioso e escuro pólo norte de Mercúrio, a bacia Caloris em cores, canais de lava, Pantheon Fossae, imagens da Terra e de Vénus, e o monstro Cookie (O Monstro das Bolachas)!
Fonte: Messenger

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cratera Debussy, em Mercúrio, em homenagem ao grande compositor francês

Cratera Debussy com os seus raios impressos na superfície do planeta Mercúrio. Imagem captada pela sonda MESSENGER, em 29 de Março de 2011 - Crédito: NASA/Messenger

Esta quinta-feira, 22 de Agosto de 2013, marca os 151 anos de nascimento de Claude Debussy, compositor clássico e pianista francês de renome em todo o mundo.
Em homenagem ao grande músico impressionista, o seu nome foi dado a uma cratera de Mercúrio, em Março de 2010. A cratera Debussy, com mais de 80 Km de diâmetro, possivelmente resultou da colisão de um meteoro, chamando a atenção por causa dos seus raios proeminentes brilhantes, que se estendem por centenas de quilómetros em todo o planeta. O objecto que impactou provavelmente teria entre 4 a 8 Km de diâmetro.
As primeiras imagens da cratera Debussy, obtidas por uma nave espacial, foram captadas pela sonda MESSENGER, durante o segundo sobrevôo de Mercúrio, revelando com muito detalhe Debussy e as centenas de milhares de raios que dela partem.
Em 18 de Março de 2011 (UTC), MESSENGER tornou-se a primeira nave espacial a orbitar Mercúrio, o planeta do Sistema Solar mais perto do Sol.
Mas, a melhor homenagem que se pode fazer a Debussy neste dia é ouvir a sua música, por exemplo a famosa "Clair de Lune". 
Fonte: NASA/Messenger

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A sonda MESSENGER afastou-se da Terra, há oito anos


Há oito anos, a sonda MESSENGER captou imagens espectaculares da Terra, durante a sua passagem pelo nosso planeta, na viagem em direcção a Mercúrio. O vídeo segue a Terra girando à medida que vai ficando mais distante.
As imagens que mostram o ponto de vista da MESSENGER, enquanto se afastava, foram captadas ao longo de 24 horas, começando em 2 de Agosto de 2005, com a nave a 65.598 Km acima da América do Sul, e terminaram já a 3 de Agosto, com a sonda a 435.885 Km da Terra, mais longe do que a órbita da Lua.
Actualmente, a sonda MESSENGER encontra-se em órbita de Mercúrio, tendo concluído recentemente o primeiro mapa completo da sua superfície, que mostra o planeta como uma esfera giratória colorida. No entanto, a MESSENGER ainda não esqueceu o seu planeta de origem, e enviou também uma imagem da Terra e da Lua, dois minúsculos pontos brancos vistos a partir de Mercúrio.
O vídeo constitui a Astronomy Picture of the Day ou APOD (Imagem Astronómica do Dia).

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Terra e Lua vistas a partir de Mercúrio

Terra e Lua captadas pela sonda Messenger, a orbitar Mecúrio, em 19 de Julho de 2013 - Crédito: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington

O par de objectos brilhantes no painel central da imagem é bem conhecido (supostamente) de todos nós. É a Terra e a Lua fotografadas pela sonda Messsenger a uma distância de 98 milhões de quilómetros. 
No lado esquerdo está uma imagem gerada por computador mostrando como a Terra é vista a partir de Mercúrio. No momento, eram visíveis grande parte das Américas, toda a Europa e África, Oriente Médio e grande parte da Ásia.
A Terra e a Lua parecem muito grandes na foto, porque foram sujeitas a uma grande exposição de luz. Na verdade, a esta distância interplanetária, a Terra e Lua têm um tamanho inferior a um píxel e onde nada se pode distinguir. As "caudas" apontando para baixo a partir da Terra e da Lua são causadas ​​pela saturação da imagem.
A imagem do nosso planeta foi tirada pela sonda Messenger durante uma actividade de procura de satélites naturais de Mercúrio. Se existirem , são pequenos e potencialmente escuros, e são necessárias longas exposições para captar o máximo de luz. Como consequência, os objectos brilhantes no campo de visão ficam saturados e aparecem artificialmente grandes, como aconteceu com o nosso planeta e a Lua, captados durante a missão da sonda.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mercúrio visto a cores pela sonda MESSENGER

Mercúrio visto a cores pela sonda MESSENGER, revelando as diferenças geológicas da sua superfície. A cratera no canto superior direito, cujos raios atravessam o planeta, é Hokusai - Crédito:NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington

Visão colorida de Mercúrio, obtida através de imagens a cores tiradas pela sonda MESSENGER que orbita o planeta.
Mas, Mercúrio não tem todas essas cores. Aos olhos humanos, o planeta mais interior do Sistema Solar teria uma cor cinzenta acastanhada. Nas milhares de fotografias captadas pela Messenger foram usados filtros de várias cores para salientar as diferenças químicas, mineralógicas e físicas entre as rochas da superfície de Mercúrio.
“Existem áreas a laranja – essas são as planícies vulcânicas. Há regiões com um azul mais escuro que são ricas num mineral opaco que é, de alguma forma, misterioso – e que, na realidade, não sabemos muito bem do que se trata”, explicou à BBC News David Blewett, investigador do Laboratório de Física Aplicada da Universidade de Johns Hopkins. “E depois pode-se ver as lindíssimas estrias azuis claras que riscam a superfície de Mercúrio. Essas linhas são raios de crateras formados durante os impactos de meteoros, quando a rocha do chão é arrancada e espalhada pela superfície do planeta.”

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Uma verdadeira incógnita(X)

Cratera X - Crédito: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Instituição Carnegie de Washington

Imagem de uma cratera de Mercúrio, ainda sem nome. As linhas perpendiculares que a atravessam são cadeias de crateras secundárias, causadas por material ejectado a partir de dois impactos primários fora do campo de visão.
A cratera tem 116,5 Km de diâmetro e a imagem foi obtid pela sonda MESSENGER, em 24 de Abril de 2011.
Fonte: MESSENGER

terça-feira, 26 de abril de 2011

Um sorriso de Mercúrio



grande cratera ("sorridente") na parte superior da imagem é Al-Hamadhani, no planeta Mercúrio, nomeada em 1979 em homenagem ao autor iraniano do século X Zaman al Badi 'al-Hamadhani.
A imagem foi obtida pela sonda MESSENGER, orbitando Mercúrio, em 18 de Abril de 2011.
Fonte: MESSENGER

quarta-feira, 30 de março de 2011

A nave Messenger fotografa Mercúrio na sua órbita


Imagem a cor de Mercúrio obtida pela nave Messenger na sua orbita pela utilização de três filtros, vermelho, verde e azul. O diferente colorido (castanho e azul na imagem) indica material com composição distinta (reflectem a luz de modo diferente). A imagem é atravessada pelos raios claros de uma cratera (Hokusai).
Os conjuntos de imagens em cores ajudam a conhecer a variação na composição de lugar para lugar do planeta.

Primeira imagem de Mercúrio, obtida em órbita, com a "Narrow Angle Camera" (NAC), da Messenger, uma câmara com um campo de visão menor do que a câmara Wide Angle Camera (WAC) que tirou a primeira imagem de Mercúrio da mesma região.


A cratera que sobressai na imagem é um belo exemplo de uma cratera de impacto em Mercúrio, relativamente pequena, simples e recente. Ela ilustra uma cratera característica na sua faixa de tamanho. A forma é muito semelhante a uma tigela, com apenas uma pequena área plana no fundo. As paredes e os bordos são nítidos e não parecem ter sofrido colapso. Os raios claros de material ejectado estão distribuídos simetricamente à volta da cratera, indicando que o corpo que atingiu Mercúrio, para formar a cratera, se aproximou numa direcção quase vertical.
Outras imagens de Mercúrio neste endereço.
Mais informações sobre a missão actual da nave Messenger aqui