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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Melhor mapa de sempre do Universo com 370 mil anos

O mapa mostra a radiação mais antiga de nosso Universo, com 370.000 anos, tal como foi detectada com a maior precisão de sempre pela missão Planck - Crédito: ESA e a colaboração Planck

Cientistas da missão Planck revelaram, em 21 de Março, o mapa mais preciso e detalhado de como era o Universo 370 mil anos depois do Big Bang. Ele mostra a luz mais antiga desse tempo, chamada radiação cósmica de fundo, que tem viajado durante biliões de anos desde o Universo primordial, e que agora chega até nós sob a forma de microondas, revelando novas informações sobre a sua idade, conteúdo e origens.
O novo mapa, obtido pelo telescópio espacial Planck, lançado pela Agência Espacial Europeia em Maio de 2009, permite ver minúsculas flutuações de temperatura no Universo, que correspondem a regiões de densidades ligeiramente diferentes e que representam as sementes de toda a estrutura futura: as estrelas e as galáxias (e aglomerados de galáxias) de hoje.
A azul, surgem as regiões ligeiramente mais frias, e a laranja as mais quentes onde, mais tarde, nasceram as galáxias, com grandes concentrações de matéria. Numa delas, surgiu a Via Láctea, onde nos encontramos actualmente, tentando descobrir como tudo aconteceu.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Medindo o Universo com mais precisão

Ilustração de um par de estrelas, binário de eclipse. Uma longa série de observações de binários de eclipse frios muito raros, levou à determinação mais precisa até agora da distância à Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha da Via Láctea, um passo importante na determinação de distâncias no Universo - Crédito:ESO/L. Calçada

Depois de quase uma década de observações cuidadas, uma equipa internacional de astrónomos mediu, com grande precisão, a distância à nossa galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães.
Utilizando telescópios do Observatório de La Silla do ESO, no Chile, e outros, os astrónomos observaram cuidadosamente uma classe rara de estrelas duplas da Grande Nuvem, chamadas binário de eclipse, conseguindo deduzir um valor muito mais preciso da distância à Grande Nuvem de Magalhães : 163.000 anos-luz.
As novas medições constituem um passo crucial na determinação de distâncias no Universo, que ajudam a determinar melhor a taxa de expansão do Universo - a constante de Hubble - e são importantes para a compreensão da misteriosa energia escura, que faz acelerar a expansão.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Voo através do Universo


Este espectacular voo simulado através do universo foi feito por Miguel Aragon da Johns Hopkins University, Mark Subbarao do Adler Planetarium e Alex Szalay da Johns Hopkins.
Há cerca de 400.000 galáxias na animação, com imagens das galáxias actuais nas suas posições, derivadas a partir de dados de galáxias lançados recentemente do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).
Cada ponto no vídeo acima é uma galáxia que contém biliões de estrelas. Muitas galáxias fazem parte de grandes aglomerados, filamentos longos, ou em pequenos grupos, enquanto também existem vazios quase sem galáxias.
O filme começa por voar direito através de um grande aglomerado de galáxias e, posteriormente, circunda o universo SDSS até cerca de 2 biliões de anos-luz da Terra.
As análises de posições e movimentos de galáxias continuam a reforçar a ideia que o nosso universo contém não só a matéria brilhante que se vê, como as galáxias, mas também uma quantidade significativa de matéria escura e energia escura invisíveis.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Descoberta a galáxia espiral mais antiga do universo

Imagem composta, em cor falsa, da galáxia BX442 (obtida a partir de imagens dos telescópios Hubble e Keck II), com a sua companheira anã no canto superior esquerdo - Crédito: David Law / Dunlap Instituto de Astronomia e Astrofísica

Uma equipa de astrónomos do Instituto de Astronomia e Astrofísica Dunlap da Universidade de Toronto descobriu, pela primeira vez, uma galáxia espiral do início do universo, formada um bilião de anos antes de outras galáxias espirais. A descoberta publicada na revista Nature, em 18 de Julho de 2012, confirma que a recém descoberta galáxia está localizada a 10,7 biliões de anos-luz da Terra, na constelação de Pégaso, o que significa que ela está a ser observada como era quando o Universo tinha apenas três biliões de anos, quando as espirais eram bastante raras. É a espiral mais distante conhecida e pode oferecer pistas para a origem da estrutura espiral das galáxias noutros lugares.
Os pesquisadores detectaram a galáxia, designada por BX442, em imagens captadas pelo Telescópio Espacial Hubble, que se encontrava a estudar cerca de 300 galáxias muito distantes, no início do Universo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Novo catálogo do céu da missão WISE, inteiramente em infravermelho

Mosaico de imagens que cobrem todo o céu, tal como foi observado em infravermelho pelo Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) - Crédito: NASA / JPL-Caltech / UCLA

A NASA apresentou hoje um novo Atlas e catálogo de todo o céu em infravermelho que mostra mais de meio bilião de estrelas, galáxias e outros objectos captados pela missão Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), o telescópio em infravermelho WISE. As imagens publicadas pela NASA sobre a missão encontram-se neste endereço.

quarta-feira, 7 de março de 2012

O facto mais surpreendente do Universo


Numa entrevista para a revista Time, perguntaram ao astrofísico Dr. Neil de Grasse Tyson "Qual é o facto que considera mais surpreendente no Universo?". A sua resposta está no vídeo acima, com imagens e música de Max Schlickenmeyer. As palavras do cientista motiva-nos a conhecer mais sobre o mundo e o universo.
Via Universe Today

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Novas imagens de todo o céu, de Planck, mostram gás frio e uma misteriosa neblina na Via Láctea


O novo mapa do céu mostra a distribuição de monóxido de carbono (CO), uma molécula usada pelos astrónomos para rastrear nuvens moleculares através do céu, tal como observado pela sonda Planck (a azul a partir do plano galáctico) - Crédito: ESA/Planck Collaboration

A missão Planck disponibilizou novas imagens sobre a nossa galáxia, mostrando que ela possui núcleos de gás frio, anteriormente desconhecidos, de formação de estrelas, e uma misteriosa neblina de emissões de microondas. Os resultados vão permitir conhecer melhor a nossa galáxia e o Universo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Telescópio Espacial Fermi observa os raios gama do Universo

Imagem global do céu em raios gama, com energias superiores a 1000 milhões de elétron-volts (GeV 1), obtida a partir de observações do Telescópio Fermi durante três anos. Cores mais brilhantes indicam fontes de raios gama também mais brilhantes. Todo o céu apresenta um brilho difuso, sendo mais brilhante ao longo do plano da nossa galáxia (meio). Discretas fontes de raios gama incluem pulsares e remanescentes de supernovas na nossa galáxia, assim como galáxias distantes alimentadas por buracos negros supermassivos - Crédito: NASA/DOE/Fermi LAT Collaboration

O Telescópio Espacial de Grande Átrea Fermi (LAT - Large Area Telescope) varre o céu procurando detectar raios gama, a radiação de maior energia do Universo. O telescópio consegue encontrar raios gama com energias que variam de 20 milhões para mais de 300 biliões de electrões-volt (GeV).
Em altas energias, os raios gama são raros. Acima de 10 GeV, Fermi detecta apenas um raio gama a cada quatro meses.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Quem descobriu o universo em expansão? Georges Lemaître e Edwin P. Hubble

Ilustração com o astrónomo americano Edwin Hubble (1889-1953), à direita, e o sacerdote cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966), à esquerda. Com base em novas provas, os dois cientistas devem partilhar o crédito pela descoberta, de forma independente, do universo em expansão, no final de 1920. Lemaître também propõs uma teoria para a origem do universo, que mais tarde seria chamada de "big bang". À esquerda está o telescópio Hooker, de 100 polegadas, no Monte Wilson, na Califórnia. O Telescópio Espacial Hubble está à direita - Crédito: NASA, ESA, and A. Feild (STScI)

Durante quase um século, Edwin P. Hubble foi considerado o autor da maior descoberta astronómica do século 20, informando que o universo está em expansão uniforme em todas as direcções. No entanto, parece que ele não foi o primeiro a fazer tal afirmação, e a confusão deve-se ao próprio descobridor original, o cosmógrafo Georges Lemaître, que omitiu algumas partes do seu trabalho. Esta é a conclusão a que chegou o astrofísico Mario Livio do Space Telescope Science Institute, num trabalho publicado, em 10 de Novembro de 2011, na revista Nature.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Galáxias distantes revelam como o nevoeiro cósmico se dissipou

Galáxias do Universo primitivo no final da "era da reionização" (ilustração)

Menos de um bilião de anos após o Big Bang, o Universo ainda estava parcialmente cheio de nevoeiro de hidrogénio que absorvia a luz ultravioleta.
Utilizando o Very Large Telescope, do ESO, os cientistas investigaram esta importante fase do Universo primitivo, estudando a luz de algumas das galáxias mais distantes já detectadas. Este período da história do Universo é conhecido pela "era da reionização", que ocorreu há cerca de 13 biliões de anos atrás.
Uma equipa internacional de astrónomos observou algumas das galáxias mais distantes no Universo primitivo. Ao medir as distâncias de forma precisa, os cientistas descobriram que estavam a ver estas galáxias tal como eram entre 780 a mil milhões de anos depois do Big Bang. Este facto levou-os a colocar as galáxias por ordem, criando assim uma linha cronológica que mostra como é que a luz das galáxias evoluiu no tempo. Deste modo, os astrónomos estabeleceram, pela primeira vez, uma linha cronológica para a "era da reionização". Durante esta fase o nevoeiro de hidrogénio gasoso estava a desaparecer, permitindo que a radiação ultravioleta atravessasse o Universo pela primeira vez sem ser impedida.
A equipa demonstrou também que esta fase deve ter ocorrido mais depressa do que os astrónomos pensavam anteriormente.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Nobel da Física distingue Saul Perlmutter, Brian Schmidt e Adam Riess e a sua descoberta sobre a aceleração do Universo

A bonita galáxia NGC 5584, a 72 milhões de anos-luz, na constelação de Virgem, contém cerca de 250 estrelas variáveis cefeidas e uma recente supernova do Tipo Ia, objectos-chave para a determinação de distâncias astronómicas. NGC 5584 é uma das oito galáxias usadas para observações adicionais do Telescópio Espacial Hubble com o objectivo de melhorar a medição da constante de Hubble - o taxa de expansão do Universo. Os resultados do estudo corroboram a teoria de que a energia escura realmente é responsável pela aceleração da expansão do Universo - Crédito: wikipédia/NASA, ESA, A. Riess (STScI/JHU), L. Macri (Texas A&M University), and Hubble Heritage Team (STScI/AURA)

O Prémio Nobel da Física foi atribuído aos cientistas Saul Perlmutter, do Lawrence Berkeley National Laboratory (EUA), Brian Schmid, da Universidade Nacional Australiana e Adam Riess, da Universide Johns Hopkins (EUA) pela sua descoberta da aceleração da expansão do Universo através da observação de supernovas distantes.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Visualização da matéria escura - Simulação Bolshoi

Esta visualização em 3D da matéria escura é a milésima parte da gigantesca simulação Bolshoi do Universo, ampliando uma região centrada no halo de matéria escura de um grande aglomerado de galáxias.

A "simulação Bolshoi" é a simulação cosmológica mais precisa da evolução da estrutura em larga escala do Universo que já se fez, incluindo a evolução e distribuição dos halos de matéria escura, uma substância misteriosa que domina o universo, mas não emite luz, e onde as galáxias se formaram e cresceram. Estas surgem devido à gravidade, em regiões com maior concentração de matéria escura.
O Universo foi simulado usando alguns dos mais rápidos supercomputadores do planeta. Estudos iniciais mostram haver uma boa concordância entre as previsões da simulação e as observações dos astrónomos.
Os dois primeiros de uma série de trabalhos de pesquisa descrevendo a Simulação Bolshoi e as suas implicações foram aceites para publicação no Astrophysical Journal.
A simulação Bolshoi constitui uma nova e poderosa ferramenta no estudo do Universo e compreensão de alguns dos seus mistérios como a formação de galáxias, a matéria escura, energia escura, como se formou a primeira geração de estrelas, entre outros.
Mais informações no site sobre a Simulação Bolshoi (Bolshoi Simulation).
Fonte: ScienceDaily

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ciência num minuto: O que é a matéria escura?


Mais um vídeo do Minute Physics no YouTube, onde se fala de ciência séria de forma simples, divertida e rápida.
Desta vez é sobre Dark Matter (matéria escura), um tipo exótico de matéria que se conhece muito pouco, apesar de constituir cerca de 80% de toda a matéria no universo!