Mostrar mensagens com a etiqueta Microlentes Gravitacionais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Microlentes Gravitacionais. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Efeito de lente gravitacional

Ilustração sobre o efeito de lente gravitacional - Crédito: NASA, ESA, and Johan Richard (Caltech, USA)

A figura ilustra um espectacular fenómeno cósmico, conhecido por 'lente gravitacional', que acontece, neste caso, quando um objecto celeste massivo e uma galáxia mais afastada se encontram na nossa linha de mira.
A esfera azul representa a Terra e a esfera amarela, no centro, um corpo espacial massivo (pode ser uma galáxia, enxame de galáxias, ou outro grande corpo celeste) que se encontra bem alinhado com uma galáxia espiral mais distante.
A Teoria da Relatividade Geral de Einstein prevê que o corpo massivo, mais próximo da Terra, distorce o espaço-tempo, que está representado pela grelha amarela. Os raios de luz emitidos pela galáxia distante curvam-se seguindo esta grelha que os redirecciona para a Terra, onde os observadores, em vez de ver a galáxia espiral como é, vêem a galáxia distorcida, como arcos de luz. É como ter uma "lente" na frente da galáxia.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Na Via Láctea, planetas em torno de estrelas são a regra e não a excepção

Ilustração mostrando como os planetas são comuns em torno das estrelas na Via Láctea. Os planetas, as suas órbitas e estrelas hospedeiras estão todos muito ampliados, em comparação com as distâncias reais. Uma pesquisa de seis anos, usando a técnica de microlente, concluiu que os planetas ao redor de estrelas são a regra e não a excepção. O número médio de planetas por estrela é maior do que um - Crédito: ESO/M. Kornmesser

Utilizando a técnica de microlente gravitacional, uma equipa internacional, incluindo três astrónomos do Observatório Europeu do Sul (ESO), procurou determinar quão comuns são os planetas na Via Láctea.
Após uma busca observando milhões de estrelas, durante seis anos, a equipa concluiu que os planetas em torno de estrelas são a regra e não a excepção. Os resultados são publicados na revista Nature, em 12 de Janeiro de 2012.