Certos alimentos são naturalmente radioactivos. As bananas acumulam um isótopo radioativo de potássio naturalmente, mas é seguro comê-las - Fonte imagem: wikipédia
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sábado, 16 de abril de 2011
Sim, ainda comemos bananas, ...
"Sim, ainda comemos bananas, mesmo as que são radioactivas", artigo interessante publicado no ÚltimoSegundo, onde se fala sobre os riscos da radiação. O artigo é a tradução de um ensaio de Denise Grady, publicado no "The New York Times".
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Chernobyl 25 anos depois (galeria de fotos)
Em 26 de Abril de 1986, o reactor nuclear 4 de Chernobyl explodiu, provocando o que é considerado, até agora, a pior catástrofe nuclear da história. A população da região, incluindo a cidade próxima Pripyat, foi evacuada apenas 30 horas depois do acidente e muita gente foi contaminada com a radiação.
Os dados oficiais do governo soviético contabilizaram 15 mil mortes, mas segundo organizações não governamentais, este número chega a 80 mil vítimas.
Passados 25 anos do acidente, os níveis de radiação diminuíram mas ainda é mantida uma área de exclusão à volta da central nuclear. O cenário é desolador.
A cidade abandonada de Pripyat ainda guarda os símbolos do regime soviético, um parque de diversões que nunca foi inaugurado permanece intacto sem que nenhuma criança tenha brincado nele. Escolas vazias ainda conservam máscaras de protecção usadas pelos alunos após o acidente. Clicar na imagem para ver fotos.
Fonte: ÚltimoSegundo
Os dados oficiais do governo soviético contabilizaram 15 mil mortes, mas segundo organizações não governamentais, este número chega a 80 mil vítimas.
Passados 25 anos do acidente, os níveis de radiação diminuíram mas ainda é mantida uma área de exclusão à volta da central nuclear. O cenário é desolador.
A cidade abandonada de Pripyat ainda guarda os símbolos do regime soviético, um parque de diversões que nunca foi inaugurado permanece intacto sem que nenhuma criança tenha brincado nele. Escolas vazias ainda conservam máscaras de protecção usadas pelos alunos após o acidente. Clicar na imagem para ver fotos.
Passados 25 anos do acidente, ainda é mantida uma área de exclusão à volta da central nuclear de Chernobyl. O cenário é de abandono - Crédito: wikipédia
Fonte: ÚltimoSegundo
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Chernobyl, abandono continua 25 anos depois
Quase 25 anos depois do pior desastre nuclear do mundo, o repórter da BBC Daniel Sandford foi autorizado a visitar a central nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. É um cenário de abandono, com uma zona de exclusão de 30 quilómetros à volta do reactor, onde é proibído o acesso.
O desastre no reactor 4 de Chernobyl aconteceu em 26 de Abril de 1986. Dezenas de pessoas morreram e outros milhares morreram de cancro - entre eles, soldados enviados para a operação de limpeza.
Pripyat, cidade fantasma tendo à direita o perfil de Chernobyl - Fonte: wikipédia
Centenas de funcionários trabalham na manutenção do abrigo para o reactor onde ocorreu o desastre, mas só podem permanecer duas semanas na região e são substituídos
Embora os níveis de radioactividade estejam mais baixos actualmente, dentro da sala do reactor que derreteu, o perigo ainda é grande.
A cidade de Pripyat, próxima do reactor, continua contaminada e abandonada, 50 mil pessoas foram desalojadas depois do desastre.
Fonte: ÚltimoSegundo
Link relacionado:
Chernobyl ainda contamina os alimentos na Ucrania (em espanhol)
terça-feira, 5 de abril de 2011
A radioactividade pode ameaçar a pesca mundial
A água utilizada para arrefecer, desde o exterior, os reactores nucleares japoneses danificados converteu-se em mais um resíduo nuclear em Fukushima. Parte dessa água contaminada conseguiu chegar até ao mar, o Oceano Pacífico, através de fendas abertas nos reactores.
Nos últimos dias, a filtração de água altamente contaminada obrigou a verter para o oceano cerca de 11.500 toneladas de água radioactiva, uma água de baixa radioactividade, segundo informações da empresa Tepco, responsável pelos reactores nucleares japoneses.
Contudo, embora essa água tenha uma baixa radioactividade, pode ter efeitos graves nos ecossistemas marinhos e recursos pesqueiros. Os cálculos da empresa indicam que o impacto sobre um adulto que comesse peixe de água contaminada seria de 0,6 milisieverts por ano, 25% da dose anual de radiação que a população está exposta na natureza. Segundo os especialistas, a curto prazo pode não ser problemático, mas pode converter-se numa ameaça nos próximos anos, devido ao efeito cumulativo. A curto prazo, é mais grave a contaminação de alguns vegetais e da água potável.
Nos últimos dias, a filtração de água altamente contaminada obrigou a verter para o oceano cerca de 11.500 toneladas de água radioactiva, uma água de baixa radioactividade, segundo informações da empresa Tepco, responsável pelos reactores nucleares japoneses.
Contudo, embora essa água tenha uma baixa radioactividade, pode ter efeitos graves nos ecossistemas marinhos e recursos pesqueiros. Os cálculos da empresa indicam que o impacto sobre um adulto que comesse peixe de água contaminada seria de 0,6 milisieverts por ano, 25% da dose anual de radiação que a população está exposta na natureza. Segundo os especialistas, a curto prazo pode não ser problemático, mas pode converter-se numa ameaça nos próximos anos, devido ao efeito cumulativo. A curto prazo, é mais grave a contaminação de alguns vegetais e da água potável.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Vestígios da nuvem radioactiva foram detectados em Ponta Delgada e Santarém, em Portugal, mas sem perigo para a saúde
Partículas radioactivas libertaram-se dos reactores de Fukushima e são transportadas pela circulação atmosférica (reprodução)
De acordo com um comunicado, divulgado ontem 31 de Março de 2011, pelo Instituto Tecnológico e Nuclear (ITN), vestígios ínfimos da nuvem radioactiva libertada pela central de Fukushima, no Japão, já chegaram a Portugal. Foram detectados vestígios de radionuclidos de iodo e césio na Estação de Amostragem do Campus do ITN, em Sacavém. As concentrações medidas para estes elementos são muito baixas e não representam quaisquer perigos para a saúde pública.
O resultado das medições de ontem pode ser visto num gráfico, na página do ITN na Internet, em que cada pequeno pico é a assinatura de um elemento radioactivo.
De acordo com Pedro Vaz, responsável pela Unidade de Protecção e Segurança Radiológica do ITN, são quantidades muito abaixo de um milésimo da dose máxima admissível para membros do público, isto é, são doses bastante inferiores a um milésimo de um milisievert, que é a dose máxima de radiações artificiais admitida por ano para quem não tem um trabalho que o exponha a materiais radioactivos.
Esta nuvem com substâncias radioactivas, libertada entre 12 e 15 de Março de Fukushima, já percorreu milhares de quilómetros até chegar à Europa, depois de atravessar o Pacífico, os Estados Unidos e o Atlântico. Ao longo do percurso a nuvem vai-se dispersando cada vez mais.
Também foram detectados vestígios de Fukushima em Ponta Delgada, nos Açores.
Fonte: Público.pt
Link relacionado:
Radioactividade de Fukushima chega à água subterrânea (Japão)
quarta-feira, 23 de março de 2011
Drama humano no Japão
Em Minasoma, a 25 Km da central nuclear de Fukushima, na zona de exclusão nuclear do Japão, as ruas estão vazias.
Quase 270 mil pessoas já foram forçadas a deixar as suas casas devido ao risco de contaminação nuclear. Mais de 100 mil antigos moradores estão abrigados em locais de emergência noutras cidades japonesas.
Há dificuldades na alimentação, o governo japonês impôs restrições na distribuição e consumo de alguns alimentos das áreas afectadas pela fuga radioactiva da central nuclear de Fukushima.
Fonte: ÚltimoSegundo
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