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sábado, 4 de maio de 2013

Chuva de meteoros Eta Aquáridas na noite de domingo

Chuva de meteoros eta Aquaridas no hemisfério norte, com máximo em 5-6 de Maio de 2013

A Terra entrou no rasto de detritos do cometa Halley, originando a chuva de meteoros eta Aquáridas desta época.
A "chuva de estrelas" tem o nome de uma estrela da constelação de Aquário, próximo da qual os meteoros parecem surgir. A estrela Eta Aquarii está a 156 anos luz da Terra e é 44 vezes mais luminosa que o nosso Sol.
A chuva de meteoros atinge o seu máximo na noite domingo para segunda-feira, 5-6 de Maio, e pode ser vista nos dois hemisférios. No entanto, como a constelação de Aquário não se eleva muito acima do horizonte no hemisfério norte, os observadores no hemisfério sul estão em vantagem e, possivelmente, irão ver mais meteoros que no norte. Os meteorologistas esperam até 55 meteoros por hora no hemisfério sul e metade desse número no norte.
A chuva eta Aquaridas é provocada pela poeira deixada pelo cometa Halley, que se aproximou da Terra pela última vez em 1986. Neste momento, o cometa está para além da órbita de Urano, mas deixou poeira no seu trajecto pelo Sistema Solar. A Terra atravessa essa poeira duas vezes por ano, causando "chuva de estrelas", em Maio - eta Aquaridas - e em Outubro - Oriónidas.
Para poder apreciar a eta Aquaridas, seja qual for o hemisfério, vai ser preciso levantar cedo, pois o melhor período para ver os meteoros é antes do nascer do Sol.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Chuva de meteoros eta Aquaridas do cometa Halley esta semana

Chuva de meteoros eta Aquaridas no hemisfério norte, com máximo em 6 de Maio de 2012

A Terra está a entrar no rasto de detritos do cometa Halley, originando a chuva de meteoros eta Aquaridas desta época. A "chuva de estrelas" tem o nome de uma estrela da constelação de Aquário, próximo da qual os meteoros parecem surgir. A estrela Eta Aquarii está a 156 anos luz da Terra e é 44 vezes mais luminosa que o nosso Sol.
A chuva de meteoros atinge o seu máximo domingo, 6 de Maio, e pode ser vista nos dois hemisférios. No entanto, como a constelação de Aquário não se eleva muito acima do horizonte no hemisfério norte, os observadores no hemisfério sul estão em vantagem e, possivelmente, irão ver mais meteoros que no norte.

sábado, 21 de abril de 2012

Esta noite, há chuva de estrelas Líridas

A chuva de estrelas das Líridas tem origem num ponto perto da constelação de Lira, entre esta e a constelação de Hercules, a nordeste. A imagem mostra o mapa celeste em Bragança, Portugal, cerca da meia-noite, em 21/22 de Abril


A chuva de estrelas das Líridas já se verifica há algumas noites, mas este fim-de-semana atinge o seu máximo, na madrugada de sábado para domingo. Os brilhantes meteoros vão aparecer de um ponto próximo da constelação de Lira, da qual receberam o nome.
No pico da chuva são esperados cerca de 18 meteoros por hora, mas devem ver-se toda a noite com um aumento de actividade a partir das 22 horas (em Portugal), quando a constelação Lira está um pouco mais alta no horizonte. Para encontrá-la basta procurar Vega, a sua estrela mais conhecida e a segunda mais brilhante do hemisfério norte, e que é perfeitamente visível a nordeste.
Os meteoros das Líridas costumam ser muito brilhantes, o que torna esta chuva de estrelas mais espectacular que outras com mais meteoros e mais conhecidas. Este ano, com a Lua Nova, podemos apreciar melhor o espectáculo cósmico, desde que não haja nuvens.
As Líridas têm origem no pó deixado pelo cometa 'Thatcher', sempre que a terra passa por ele, o que acontece todos os anos, nesta altura. As poeiras são atraídas pela gravidade terrestre e entram na atmosfera a cerca de 49 Km por segundo. Ao atravessá-la, a sua temperatura sobe e entram em combustão, produzindo a luz que se observa. O seu maior brilho deve-se à composição da cauda do cometa 'Thatcher' que visita o Sistema Solar cada 415 anos.
Embora a chuva de meteoros pareça nascer na constelação de Lira, olhar directamente para a constelação não será a melhor maneira de apreciar as Líridas, podem parecer pontos brilhantes com caudas muito curtas. Segundo os especialistas, o melhor a fazer é sair de casa e deitar-se de costas a olhar para cima.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Chuva de meteoros Oriónidas na madrugada deste sábado

A Terra está a passar, mais uma vez, pelos detritos deixados pelo cometa Halley provocando a conhecida "chuva de estrelas" resultante dos impactos das poeiras na atmosfera terrestre.

Chuva de meteoros Oriónidas, na madrugada de sábado, 22 de Outubro de 2011

É a chuva anual de meteoros Oriónidas, que acontece todos os anos em Outubro. O seu nome indica que os meteoros incandescentes parecem vir de um ponto (chamado radiante) na constelação de Orion.
Esta noite as Oriónidas atingim o seu pico, depois da meia-noite ou quando a constelação Orion estiver bem acima do horizonte, a este/sudeste no céu nocturno. Estima-se que possam ver-se 15-20 meteoros por hora antes do amanhecer.
No entanto, este ano talvez as Oriónidas sejam mais interessantes, irão atingir também a Lua e Marte. Estes dois planetas estarão na constelação de Leão, no momento mais activo da chuva.
Com um telescópio pode observar-se o brilho que resulta dos impactos na superfície lunar. Como a Lua não tem atmosfera, os meteoros impactam directamente na superfície do nosso satélite, provocando o aquecimento térmico das rochas lunares, que brilham durante breves instantes. É um espectáculo, sobretudo se os impactos são na face não iluminada.
Fonte: NASA Science

sábado, 8 de outubro de 2011

"Chuva de estrelas" Dracónidas este sábado, 8 de Outubro

Mapa celeste (noroeste-norte), em 08/10/2011

Neste sábado ocorre uma "chuva de estrelas", visível na Europa e em Portugal, com o seu pico entre as 17 h e as 22 h, quando atinge intensidade máxima, em que pode ser entre 600 e 800 estrelas cadentes por hora. Deverá ser a chuva mais intensa desde 2002 e não deverá repetir-se na próxima década.
A chuva de meteoros resulta da passagem da Terra por entre os detritos deixados pela passagem do cometa 21P/Giacobini-Zinner. A cada seis anos e meio, este cometa completa uma órbita à volta do Sol, deixando um rastro de pó, que o nosso planeta atravessa no início de Outubro. A colisão com a atmosfera terrestre origina o espectáculo de fogo de artifício das partículas incandescentes que parecem ter a sua origem a noroeste, na constelação de Dragão, daí o seu nome de Dracónidas.
A visibilidade do fenómeno pode ser dificultada com a lua cheia. Por isso, é melhor escolher um local longe dos centros urbanos, onde a poluição luminosa é bastante grande, para melhor apreciar o espectáculo.
Mais informações sobre a chuva de meteoros dracónidas neste endereço (em inglês)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Radar capta os sons da chuva de meteoros Perseidas

O Radar da Força Aérea de Vigilância Espacial dos Estados Unidos, no Texas, registou os sons da chuva de meteoros Perseidas, na sexta-feira (12 de Agosto), à medida que eles passavam na estação de monitoramento.
Este ano, apesar da interferência das nuvens e da lua cheia de Agosto, os meteoros Perseidas foram observados em vários lugares, como na Estação Espacial Internacional onde o astronauta Ron Garan fotografou alguns e que surgem no vídeo.


Os meteoros Perseidas na realidade são pedaços do cometa Swift-Tuttle, que orbita o sol uma vez a cada 133 anos. A chuva de meteoros Perseidas recebeu o seu nome a partir do ponto da sua origem no céu nocturno, a constelação de Perseus.
Todos os anos, em Agosto, a Terra passa através das nuvens de minúsculos detritos do cometa Swift-Tuttle, em que a maioria tem mais de 1.000 anos de idade e se queimam quando atravessam atmosfera, originando uma das 'chuvas de estrelas' mais espectaculares.
Fonte: via Space.com

sábado, 11 de dezembro de 2010

Chuva de meteoros Geminidas

Mapa celeste (este) a 13 de Dezembro de 2010

A chuva de meteoros Geminidas 2010 ocorre entre 12 e 16 de Dezembro, prevendo-se taxas de 50-80 meteoros por hora, com o seu pico potencial de 120 meteoros por hora, na noite de 13-14 de Dezembro.
Geminidas são meteoros de velocidade moderada a irradiar da constelação de Gémeos. Resultam do encontro da Terra com as partículas deixadas pelo asteróide (3200) Phaeton. Esta relação foi revelada após a descoberta do asteróide em 1983, pelo satélite IRAS, e foi a primeira chuva de meteoros a estar claramente ligada a um asteróide.
Se as condições de tempo não forem favoráveis no seu local de residência e/ou não estiver disposto(a) a enfrentar o frio, a NASA promete transmitir as Geminidas, através de uma rede de câmaras web ao vivo -'Up All Night' With NASA! - a partir de locais diferentes. Na noite de 13-14 de Dezembro estão disponíveis, nesta página, várias ligações para as transmissões ao vivo.

domingo, 14 de novembro de 2010

Chuva de estrelas Leónidas

Mapa de céu, em 18/11/2010 (1 30 h), Bragança

Este mês observe o céu nocturno e procure meteoros, "chuva de estrelas", depois da meia-noite, sobretudo quando ocorre o seu pico, de 17 para 18 de Novembro. Esperam-se cerca de 40 meteoros por hora.
É a conhecida chuva de meteoros Leónidas que ocorre quando o nosso planeta atravessa o rasto de poeiras deixado pelo cometa Tempel-Tuttle, cuja viagem ao redor do Sol o faz entrar no interior do sistema solar cada 33 anos.
As Leónidas foram assim baptizadas devido à aparente origem da constelação Leo.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Oriónidas, chuva de estrelas do cometa Halley

Meteoro Oriónida 2010, em Ontário Oeste, Canadá - (Meteor Physics Group, University of Western Ontario)

Mais uma vez a Terra tem o seu encontro de outono com os fragmentos de poeira e gelo, meteoróides, deixados para trás pelo cometa Halley na sua órbita. Da colisão desses pedaços do cometa com a atmosfera terrestre resulta uma chuva de meteoros, conhecida vulgarmente por chuva de estrelas, devido à incandescência produzida. Nesta altura os meteoros parecem vir da constelação de Orion, o Caçador, daí o seu nome, Oriónidas. Embora tenham tido o seu máximo na noite passada, ainda podem ser vistos neste mês de Outubro a partir das 23 horas.
No início de cada Maio a Terra tem outro encontro com os fragmentos do Halley, provocando a chuva de estrelas conhecida por Eta Aquáridas, com os meteoros vindos da constelação de Aquário.
Fonte: NASA