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terça-feira, 12 de junho de 2012

Vaca clonada argentina começou a produzir leite semelhante ao materno

A vaca Rosita Isa, em 2011, quando foi apresentada (reprodução)

A vaca, de nome Rosita Isa, começou a produzir leite semelhante ao materno. Nascida em 2011, foi clonada por cientistas argentinos com genes bovinos e humanos para produzir proteínas humanas no seu leite.
Pesquisadores da Universidade Nacional de San Martín (Unsam) e do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) inseriram em Rosita Isa dois genes humanos codificadores de duas proteínas presentes no leite humano, a lactoferrina e a lisozima. O objectivo é ajudar na "luta contra a mortalidade infantil, já que uma proteína permite evitar doenças infecciosas do aparelho digestivo e evitar anemia nos recém-nascidos". Mas, de acordo com os investigadores, o leite destina-se aos bebés que, por quaisquer razões, não têm acesso ao leite da própria mãe.
Mais informações em ÚltimoSegundo

sábado, 11 de junho de 2011

Argentinos criam vitela capaz de produzir leite semelhante ao humano

Rosita é a primeira a incorporar genes humanos que codificam proteínas presentes no leite humano

Chama-se Rosita Isa e é uma vitela argentina clonada com genes humanos para produzir leite com características humanas. Nasceu a 6 de Abril e resulta de um trabalho conjunto do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária e da Universidade Nacional de San Martin
Os genes humanos utilizados codificam proteínas presentes no leite humano e que são de grande importância na nutrição dos lactantes. As proteínas são a lactoferrina e a lisozima, que aumentam o valor nutritivo do leite bovino e têm propriedades antibacterianas.
Os chineses também estão interessados no leite maternizado (semelhante ao humano). Em Março anunciaram a criação de quatro vacas capazes de produzir a proteína lisozima.
Fonte: euronews

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Investigadores japoneses querem fazer regressar o mamute à vida na Terra

Uma equipa de investigadores da Universidade de Tóquio tenciona trazer à vida, novamente, o mamute, o paquiderme que existiu na Terra até cerca de 6 mil anos atrás, graças ao avanço na tecnologia de clonagem.
Os cientistas pretendem criar um embrião com genes de mamute (extraídos das suas células) a partir de óvulos de elefante, onde se substitui os núcleos originais por aqueles obtidos das células do mamute. O embrião irá desenvolver-se no interior do útero de um elefante até ao parto.

Mamute lanoso, Mammuthus primigenius. O gelo da Sibéria guarda os seus restos bem conservados
Fonte: wikipédia

Os trabalhos de recuperação desta espécie vão começar já este ano. Alguns membros da equipa vão à Rússia recolher amostras de tecido mole de um mamute congelado. Os melhores exemplares congelados e muito bem conservados têm sido encontrados na camada subterrânea de gelo ou permafrost da zona da Sibéria.
Se a investigação tiver êxito, os mamutes poderão voltar a existir dentro de cinco anos. Os cientistas esperam esclarecer as razões da extinção da espécie.
Uma das explicações mais recentes refere que o aumento de temperatura depois da última glaciação, há cerca de 10 mil anos, afectou o habitat do mamute. No entanto, o animal conseguiu sobreviver a outras alteração climáticas no passado. Neste período, a perda do habitat e a perseguição dos caçadores primitivos levaram-no à extinção.
Apesar das questões éticas levantadas na comunidade científica sobre o regresso à vida de um animal cujo habitat já desapareceu, há hipótese dos cientistas conseguirem o seu propósito. Um outro investigador japonês, Teruhiko Wakayama, com uma técnica pioneira em 2008, conseguiu clonar um rato a partir das células de outro que estiveram congeladas, a temperaturas muito baixas, durante 16 anos.

Fonte: El Mundo  / The Telegraph