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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Descoberta floresta fossilizada com 298 milhões de anos, início do período Pérmico da História da Terra

Os pesquisadores dataram a floresta fóssil com uma idade de 298 milhões de anos, no início do Permiano, quando os continentes tinham uma distribuições muito diferente da de hoje. A Europa actual e a América estavam unidas e China ficava num continente afastado. O clima era semelhante ao ao actual - Fonte: wikipédia

Uma floresta com quase 300 milhões de anos foi encontrada numa mina no norte da China. A floresta de fetos arbóreos foi coberta e preservada por cinzas vulcânicas, como aconteceu com a cidade romana de Pompeia, sepultada pelas cinzas do Vesúvio durante a erupção de 79 d.C.
O estudo desta jazida fóssil, de grande extensão, está descrito na revista Proceedings of the Natural Academy of Sciences desta semana e permitiu reconstruir a composição botânica e a estrutura de uma floresta do início do Pérmico, fornecendo pistas sobre o clima da época e ajudando a compreender melhor a evolução das florestas da Terra numa altura em que ainda não havia flores.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

NASA disponibiliza mapa global da altura das florestas da Terra

Mapa global da altura das florestas da Terra, produzido pelos sensores ICESAT/GLAS, MODIS e TRMM, da NASA. O mapa será uma ajuda para compreender melhor os habitats terrestres da floresta e o seu papel no ciclo do carbono da Terra - : Crédito: NASA/JPL-Caltech

Uma equipa de cientistas liderados pela NASA criou um mapa global de alta resolução da altura das florestas da Terra. Foram utilizados 2,5 milhões de impulsos de laser globalmente distribuídos e medidos a partir do espaço. Os dados foram colhidos, em 2005, pelo satélite ICESat da NASA (Ice, Cloud and land Elevation Satellite). Os investigadores complementaram os dados do satélite com outros tipos de dados para compensar dados não suficientes, efeitos da topografia e cobertura de nuvens.
De um modo geral, verifica-se que as alturas das florestas diminuem em altitudes mais elevadas e são maiores em latitudes mais baixas, diminuindo em altura quanto mais longe estão dos trópicos. A grande excepção encontra-se por volta dos 40º de latitude sul, nas florestas tropicais do sul da Austrália e Nova Zelândia, onde se destaca o eucalipto, uma das plantas com flores mais altas do mundo, podendo ultrapassar os 40 metros.
O mapa vai ajudar os cientistas a entender melhor o papel das florestas nas alterações climáticas e como a sua altura influencia os habitats da vida selvagem que albergam, ao mesmo tempo, ajudando-os a quantificar o carbono armazenado na vegetação da Terra.
Fonte: NASA

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Floresta do Congo é reproduzida na conferência do clima, em Durban


Em Durban, na África do Sul, está a decorrer a Conferência sobre as Alterações Climáticas, até ao próximo dia 9 de Dezembro. Estão reunidos 191 países e a União Europeia para discutir e adoptar medidas contra o aquecimento global.
O encontro acontece no Centro de Convenções de Durban (ICC), onde a organização resolveu mostrar um pouco de África, recriando as florestas da bacia do Congo, dando a conhecer um pouco dos povos indígenas e a sua cultura, assim como a biodiversidade da floresta do Congo, que representa perto de um quarto das florestas tropicais do planeta.
Deste modo, o país anfitrião da COP-17 conseguiu trazer não só a beleza da Natureza até ao centro onde se discutem as alterações climáticas, mas também um alerta para as ameaças que a destruição das florestas tropicais representam ao clima do planeta.
Fonte: ÚltimoSegundo

Link relacionado:
Ban Ki-moon apela a uma extensão do Protocolo de Quioto

Senado brasileiro aprova novo código florestal temido por ambientalistas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Activistas do Greenpeace protestam em Durban contra o desflorestamento da Amazónia

Greenpeace em Durban - Crédito: John Robinson / Greenpeace

Activistas do Greenpeace protestam contra o desflorestamento da Amazónia, durante a Conferência sobre as Alterações Climáticas (COP-17), onde participam cerca de 190 países e que decorre em Durban, na África do Sul, até ao próximo dia 9 de Dezembro. É considerada a última oportunidade de salvar o Protocolo de kioto, que limita a emissão de gases poluentes.
Mais imagens das manifestações ambientalistas no Conferência do Clima, em Durban, neste endereço.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Greenpeace acusa a Barbie de destruir as florestas tropicais da Indonésia


Greenpeace acusa os fabricantes de brinquedos, como Mattel e Walt Disney, de contribuirem para a destruição das florestas tropicais da Indonésia. Segundo a organização ambientalista, as caixas da boneca Barbie são feitas com cartão proveniente das florestas daquele país.
Para Yakarta Buster Maitar, líder da campanha do Greenpeace para salvar as florestas da Indonésia, "Barbie está a destruir florestas tropicais e levando à extinção a vida selvagem que está em perigo, como os tigres".
Na terça-feira, um grupo de activistas de Greenpeace, vestidos como o boneco Ken, penduraram um cartaz azul e rosa no edifício da Mattel, em Los Angeles, onde se podia ler: "Barbie, acabou-se. Eu não saio com garotas que apoiam a desflorestação".
Fonte: El Mundo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Valorizar as florestas, diz a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN)

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), as florestas mundiais geram anualmente meios de subsistência directa, como bens alimentares, medicamentos, combustível, rendimentos e emprego, para populações de baixos rendimentos avaliados em 130 mil milhões de dólares (cerca de 100 mil milhões de euros). Isto é superior às reservas de ouro da França e da Suíça juntas.

As florestas têm valor económico, mas também são o lar de 80% da biodiversidade terrestre e oferecem uma ampla gama de serviços ambientais tais como água potável, proteção contra inundações e outros desastres naturais. Fonte: wikipédia

No seu relatório "The Value of Investing in Locally-controlled Forestry", apresentado nas Nações Unidas na véspera do início do Ano Internacional das Florestas, a IUCN quer mostrar o impacto económico global das florestas, se são geridas e controladas pelas pessoas que vivem nelas ou à sua volta.
Para Stewart Maginnis, director da UICN para o Ambiente e Desenvolvimento, “A gestão florestal localmente controlada é um investimento público e uma opção de ajuda ao desenvolvimento altamente rentável”. Para ele "é uma forma absolutamente revolucionária de mudar a economia mundial, e mudá-la para melhor".
O estudo da UICN defende que os benefícios das florestas são “massivamente subvalorizados” por governos e gestores financeiros. Uma melhor avaliação desses benefícios e investimento em projectos florestais sustentáveis envolvendo as comunidades permitiria melhorar as condições de vidas das populações, abrir novos mercados e estimular o crescimento económico.
As florestas são tradicionalmente valorizadas pela sua principal fonte comercial, a madeira. Mas elas são o lar de 80% da biodiversidade terrestre e oferecem uma ampla gama de serviços ambientais tais como água potável, proteção contra inundações e outros desastres naturais.
Mais informações em: Público.pt