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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Biodiversidade está a diminuir nas áreas protegidas tropicais

A rã-de-olhos-vermelhos (Agalychnis callidryas) é uma espécie de rã arborícola, nativa das florestas tropicais da América Central - Fonte: wikipédia

Um novo estudo sugeriu que a biodiversidade de metade das áreas tropicais protegidas está ameaçada, o que é preocupante, pois muitas áreas protegidas constituem o último refúgio para algumas espécies ameaçadas e ecossistemas naturais.
No estudo publicado na revista científica Nature, os especialistas estudaram mais de 30 categorias diferentes de espécies - desde árvores e borboletas a primatas e grandes predadores - dentro de 60 áreas protegidas em 36 países tropicais na África, Ásia e América do Sul. Para isso, entrevistaram 262 biólogos que trabalham nestas reservas, questionando sobre indicadores que pudessem medir a saúde da reserva.
Os resultados revelam que as áreas protegidas e os seus ambientes circundantes estão intimamente relacionados e que, para garantir a conservação de espécies na reserva, é preciso também preservar o que está à sua volta.
Muitas áreas protegidas nos trópicos estão vulneráveis ​​à invasão humana e ambiental. Os autores dizem que a perturbação florestal, a caça e exploração de madeira são grandes causas do declínio da biodiversidade.
A situação deteriorou-se rapidamente, especialmente nas reservas africanas, mas também é preocupante em muitas partes das florestas amazónicas da América Central.
Entre os animais mais ameaçados estão predadores, como jaguares e tigres, e mamíferos grandes, como elefantes e rinocerontes.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Floresta do Congo é reproduzida na conferência do clima, em Durban


Em Durban, na África do Sul, está a decorrer a Conferência sobre as Alterações Climáticas, até ao próximo dia 9 de Dezembro. Estão reunidos 191 países e a União Europeia para discutir e adoptar medidas contra o aquecimento global.
O encontro acontece no Centro de Convenções de Durban (ICC), onde a organização resolveu mostrar um pouco de África, recriando as florestas da bacia do Congo, dando a conhecer um pouco dos povos indígenas e a sua cultura, assim como a biodiversidade da floresta do Congo, que representa perto de um quarto das florestas tropicais do planeta.
Deste modo, o país anfitrião da COP-17 conseguiu trazer não só a beleza da Natureza até ao centro onde se discutem as alterações climáticas, mas também um alerta para as ameaças que a destruição das florestas tropicais representam ao clima do planeta.
Fonte: ÚltimoSegundo

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