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segunda-feira, 25 de março de 2013

Que fazer com tantos carros nas estradas do planeta?


Actualmente, mais de um bilião de carros em todo o mundo provocam congestionamentos e outros problemas, nomeadamente uma enorme poluição ambiental, sobretudo nas grandes cidades. Espera-se que sejam cerca de 4 biliões de carros nas estradas do nosso planeta, em 2050.
Cientistas e engenheiros já estão a pensar em soluções alternativas para tentar reduzir os problemas causados pelo tráfego intenso nas cidades.
Fonte: ÚltimoSegundo

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Boas notícias para os abutres ameaçados da Índia

Abutre-indiano-de-dorso-branco (Gyps bengalensis), uma das aves mais ameaçadas do Sul da Ásia. Os necrófagos alimentam-se de carcaças, um serviço muito útil numa região onde abundam as vacas sagradas - Crédito imagem: wikipédia

Os abutres, com uma envergadura que pode chegar aos dois metros, prosperaram no Sul da Ásia. São aves necrófagas e desempenham um papel importante na limpeza dos ecossistemas, pois alimentam-se de animais mortos ou em decomposição, que constituem um perigo para a saúde.
Mas, em meados da década de 1990, as populações de abutres da Índia, e países vizinhos, sofreram reduções catastróficas, caindo para menos de 1 por cento do que eram há algumas décadas, resultando numa quantidade enorme de carcaças de gado não comidas e um aumento no número de ratos, cães selvagens e casos de raiva humana por mordidas de cão.
Três espécies de abutres indianos ficaram à beira da extinção: o abutre-indiano-de-dorso-branco (Gyps bengalensis), o abutre-de-bico-longo (Gyps indicus) e o abutre-de-bico-estreito (Gyps tenuirostris).
Descobriu-se que as aves estavam a ingerir uma droga anti-inflamatória veterinária - diclofenaco - quando comiam o gado morto. Os agricultores usavam o produto para tratar o gado e foi considerado o principal causador do declínio dos abutres.
De acordo com um artigo publicado na revista Science, esta quinta-feira (7 de Fevereiro), ainda pode haver esperança para estes animais. O seu declínio desacelerou, parou ou mesmo reverteu em algumas áreas do subcontinente indiano.
Por fim, cientistas e políticos tentam resolver o acidental, mas catastrófico envenenamento dos abutres da região pelo uso generalizado de uma droga veterinária.

domingo, 20 de janeiro de 2013

ONU aprovou o primeiro conjunto de medidas obrigatórias para controlar as emissões de mercúrio

Termómetros, pilhas pequenas (como as usadas em relógios) e pesticidas, são alguns dos produtos contendo mercúrio, cuja produção, importação e exportação serão proibídas dentro de cinco a dez anos, como resultado da Convenção de Minamata, nos países onde ainda se utilizam. Em 2007, a União Europeia proibiu o uso de mercúrio em termómetros e barómetros - Crédito imagem: wikipédia

Mais de 140 países membros das Nações Unidas concordaram num conjunto de medidas juridicamente vinculativas para controlar as emissões de mercúrio para o ambiente.
As negociações decorreram durante uma semana, em Genebra (Suiça), e culminaram com a adopção do novo tratado, no início da manhã de 19 de Janeiro de 2013, que é o primeiro de carácter ambiental e a nível mundial da ONU nos últimos dez anos.
As medidas, conhecidas como a Convenção de Minamata - com o nome da cidade japonesa que viveu um dos piores casos mundiais de envenenamento por mercúrio - serão formalmente aprovadas pelos governos, numa conferência internacional a realizar no Japão, no próximo mês de Outubro de 2013.
Os dados publicados recentemente pela ONU mostram que as emissões de mercúrio estão a subir em alguns países em desenvolvimento que, por isso, enfrentam um crescente aumento de riscos para a saúde e o ambiente.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Último som original da Terra


Na Bearspace Gallery, em Londres, o artista italiano Gabo Guzzo recriou o ambiente sonoro de um lugar na Amazónia, um lugar onde há silêncio natural e que ele considera o único no mundo livre de sons gerados pelo homem, o som original do planeta. Guzzo usa uma gravação feita pelo ecologista sonoro americano Gordon Hempton, que estuda o ambiente sonoro do planeta há mais de trinta anos.
A gravação do som natural da Terra foi feita num lugar chamado Camp 41, da Amazónia brasileira, que provavelmente é o único lugar do mundo onde ainda há silêncio natural por muitas horas, segundo o ecologista Hempton.
Na instalação "The Quietest Place in the World" (O lugar mais silencioso do mundo), os visitantes são transportados para um lugar sem qualquer poluição sonora com origem no homem, e ouvindo a gravação deitados no chão, sobre um colchão redondo, representando o planeta Terra. "Uma experiência sensorial única", diz o artista.
A iniciativa tem o objectivo de alertar para um mundo cada vez mais barulhento.
Mais informações em ÚltimoSegundo

sábado, 21 de abril de 2012

Chineses adoptam pequenos carros eléctricos


Pequenos carros eléctricos estão a tornar-se bastante populares na China. Embora a sua velocidade não ultrapasse os 30 Km/h, os seus donos não necessitam de carta de condução - segundo a lei chinesa não são carros - e poupam no combustível, movendo-se facilmente no meio do intenso trânsito das cidades. Além disso são relativamente baratos.
O governo chinês apoia o uso de carros eléctricos para combater a poluição atmosférica, no entanto, neste caso, apesar de não uarem gasolina, os pequenos veículos não são tão benéficos ao ambiente como se possa pensar, dado que a produção de electricidade, na China, resulta da queima de carvão. Este país é considerado um dos maiores produtores de gases de efeito de estufa do mundo.
Fonte: ÚltimoSegundo

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pinguins na Antárctida com vestígios de metais pesados

As penas de pinguins-gentoo, pinguins-de-barbicha e pinguins-Adélia têm vestígios de metais pesados, de acordo com a investigação da Universidade de Múrcia. A Antárctida também já está poluída - Fonte imagem: wikipédia

De um modo geral, considera-se a Antárctida uma das regiões do planeta menos sujeita às consequências da intervenção humana. No entanto, um recente estudo da Universidade de Múrcia, publicado na revista “Environmental Pollution”, mostrou que as penas de três espécies de pinguins têm vestígios de vários metais pesados.
Investigadores espanhóis analisaram as penas de 207 pinguins-de-Adélia (Pygoscelis adeliae), pinguins-de-barbicha (Pygoscelis antarcticus) e pinguins-gentoo (Pygoscelis papua), em oito locais diferentes da Península Antárctica, encontrando-se concentrações de metais pesados como o chumbo, cádmio, níquel, cobre, zinco, arsénio e alumínio.
A Ilha King George e a Ilha Deception apresentaram níveis mais elevados dos metais, talvez devido a uma maior presença humana nos locais, quer pelo turismo quer por actividades científicas, para além da ameaça mais global provocada pelos poluentes vindos de outras partes do mundo.
Os investigadores alertam para a contaminação encontrada na Antárctida que é semelhante à encontrada noutras regiões do planeta, consideradas mais poluídas.
Fonte: Público.pt

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Segundo a OMS, Portugal não cumpre a qualidade do ar


Segundo o relatório divulgado ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Portugal é um dos 80 países que ultrapassam os valores de referência para as partículas em suspensão, um dos principais poluentes atmosféricos. O estudo da OMS abrangeu 91 países e 1100 cidades.
Estes poluentes são emitidos, por exemplo, pela queima da madeira, consumo de derivados do petróleo e tráfego automóvel, e quando respirados em excesso são prejudiciais à saúde, sobretudo ao sistema respiratório.
De acordo com a OMS, todos os anos morrem mais de dois milhões de pessoas por causa de doenças relacionadas com a poluição do ar. Se as normas sobre poluição atmosférica tivéssem sido respeitadas, 1,1 milhões de mortes poderiam ter sido evitadas.
“Se gerirmos de forma adequada o meio poderemos reduzir consideravelmente o número de pessoas com doenças respiratórias e cardíacas ou com cancro no pulmão”, comentou María Neira, directora de Saúde Pública e Ambiente na OMS.
Informações mais detalhadas no Público.pt e site da Organização Mundial de Saúde

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Alpinistas recolheram 8 toneladas de lixo do Monte Everest

Um grupo de alpinistas, membros da iniciativa "Salve o Everest", realizou a primeira expedição de limpeza do Everest, tendo conseguido retirar 8 toneladas de lixo da montanha mais alta do mundo.

Monte Everest (face norte) - Fonte: wikipédia

Entre os dias 22 de Abril e 28 de Maio, os alpinistas subiram té 8.700 metros ( o Everest tem 8.848 metros de altura) e recolheram lixo variado como cilindros de oxigénio, tendas, latas e todo tipo de baterias, cordas e papéis.
O objectivo desta limpeza é preservar o Monte Everest que esconde o lixo deixado pelos desportistas durante anos. Em 2010, a missão "Eco Everest" recolheu os restos de um helicóptero de uma expedição italiana de 1973.
A maioria dos resíduos encontrados na montanha são anteriores a 1996, quando entrou em vigor a regulamentação que obriga os desportistas a trazerem, de volta, o seu lixo, impondo punições a quem não cumprir.
Desde 1996, o governo nepalês permite o depósito de lixo incinerável na aldeia de Namche Bazaar, próximo da montanha, onde está instalado o Comité de Controle de Poluição de Sagarmatha (nome nepalês para o Everest), encarregado de queimar os resíduos.
A missão "Eco Everest", liderada por Dawa Steven Sherpa, pretende sensibilizar os alpinistas de que o Everest pode ser escalado de uma maneira limpa. Apesar de tudo, muitas expedições continuam a deixar os seus resíduos pelo caminho.
Para Steven Sherpa a montanha é vulnerável e os alpinistas devem garantir que sua visita não cause um impacto negativo.
Fonte: ÚltimoSegundo

domingo, 16 de janeiro de 2011

Degradação ambiental e Arte

O fotógrafo e activista J Henry Fair fotografa o impacto das actividades humanas no nosso planeta, criando imagens impressionantes pelo seu colorido, semelhantes a pinturas abstractas mas muito realistas na destrução ambiental que representam.
Algumas dessas imagens podem apreciar-se aqui (em inglês) ou aqui (em português)
Também podem ser vistas na exposição do artista "Abstracção da Destruição" actualmente na Galeria Peters Gerald, em Nova York.

Poluição atmosférica - Crédito: Daniel Rosenfeld, da Universidade Hebraica de Israel

Imagem em cor falsa, obtida através do NOAA Advanced Very High Resolution Radiometer (AVHRR), sobre a Austrália, mostrando que a poluição da indústria humana reduz o tamanho das partículas que formam as nuvens. As nuvens poluídas podem originar chuvas menos frequentes do que as não poluídas, porque os poluentes evitam que as gotas de água cresçam o suficiente para precipitarem. As áreas azuis não têm nuvens, enquanto que as áreas vermelho-arroxeadas estão cobertas por nuvens espessas compostas de grandes gotas. As estrias verde-amareladas e laranja são nuvens compostas de pequenas gotículas. São nuvens mais poluídas do que as nuvens vermelho-arroxeadas e permitem localizar perfeitamente as fontes de poluição.
Fonte: Visible Earth

sábado, 20 de novembro de 2010

Pequim coberta por nuvem de poluição

Uma espessa nuvem de poluição encobriu Pequim esta sexta-feira, reduzindo bastante a visibilidade.
De acordo com as autoridades, a má qualidade do ar de Pequim piorou neste outono por causa da queima de carvão mais intensa em vilarejos e fábricas. Além disso calcula-se que o número de carros nas ruas da capital chinesa é cada vez maior, cerca de 1,2 mil novos carros por dia.


Mais informações aqui.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Vídeo da NASA mostra a actual contaminação atmosférica

O hemisfério norte do planeta é o mais afectado pelo monóxido de carbono, em grande parte devido aos catastróficos incêndios que recentemente queimaram milhares de hectares de florestas na Rússia e no Canadá e contaminaram a atmosfera, afectando pessoas, animais e plantas. Um dos gases contaminantes, o dióxido de carbono, é responsável por graves problemas respiratórios.
O vídeo da Agência Espacial Americana mostra o alcance mundial dessa contaminação, onde as concentrações mais elevadas são representadas a amarelo e vermelho.
Mais informações aqui.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

As espécies mais perigosas no Mediterrâneo

A região mediterrânica apresenta uma grande variedade de espécies e ecossistemas terrestres e marínhos. Actualmente é afectada por vários problemas, resultantes da actividade humana, com graves consequências para a sua biodiversidade, áreas costeiras e recursos naturais. A poluição e a pesca excessiva são ameaças à fauna e flora do mar Mediterrâneo. Esta situação pode ser, também, agravada pelos vários impactos das mudanças climáticas.
Nos meus “passeios” pela internet encontrei um cartaz, elaborado por Klas Ernflo, para uma campanha a favor do Mediterrâneo, realizada pelo Governo da Catalunya, em 2005. Apesar do tempo passado, vale a pena ver, com um simples clic na imagem.
As mais perigosas espécies no Mediterrâneo
(clique na imagem)

A Generalitat de Catalunya faz parte do Centro de Cooperação do Mediterrâneo da IUCN  de que Portugal também é membro. Este Centro tem como objectivos prioritários, a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos naturais da região mediterrânica.