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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Morcegos-vampiro atacam crias de pinguins


Uma equipa de documentaristas da BBC filmou morcegos-vampiro predando filhotes de pinguins da espécie Humboldt.
A equipa encontrava-se nos arredores do deserto de Atacama, no sul do Peru, para registar como os pinguins conseguem sobreviver na vizinhança de uma colónia de 20.000 leões marinhos predadores. As extraordinárias imagens fazem parte de uma série da BBC One.
Os pinguins Humboldt reproduzem-se no litoral da América do Sul, onde eles caçam peixes nas águas frias da corrente também nomeada em homenagem ao naturalista alemão Alexander von Humboldt.
Embora os ataques de morcegos vampiros a leões marinhos já sejam conhecidos, esta foi a primeira vez que registaram o comportamento em relação a filhotes de pinguins, que são presas mais fáceis.
Fonte: ÚltimoSegundo

sábado, 14 de abril de 2012

Imagens de satélite duplicam a população de pinguins-imperador na Antárctida

Pinguim-imperador (Aptenodytes forsteri), adultos e crias - Fonte: wikipédia

Uma equipa internacional de cientistas utilizou imagens de muito alta resolução tiradas por satélite para estimar o número de pinguins-imperador na Antárctida e descobriu que eles são muito mais abundantes do que se pensava.
Os resultados da pesquisa indicam 595.000 pinguins, quase o dobro das estimativas anteriores, com números entre 270.000 e 350.000 aves. É o primeiro censo completo de uma espécie, feito a partir do espaço.
O estudo, publicado sexta-feira na revista PLoS ONE, não só revelou que há mais pinguins na Antárctida, mas também descobriu sete colónias anteriormente desconhecidas. É uma descoberta agradável e tranquilizadora para os pinguins-imperador que podem estar ameaçados pelo aquecimento global e poderão continuar a ser monitorizados no futuro.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pinguins são devolvidos ao mar, depois de limpos do petróleo


49 pinguins, atingidos por derramamento de petróleo, foram devolvidos ao seu habitat natural, os mares da Nova Zelândia, depois de resgatados, limpos e catalogados para monitoramento.
É o primeiro grupo a ser libertado, de um total de 350 pinguins, que foram apanhados pelo petróleo derramado de um navio na costa neo-zelandesa, em 5 de Outubro.
Fonte: ÚltimoSegundo

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pinguins-de-Adélia podem "roubar" o ninho do vizinho na colónia


Para gravar um programa, uma equipa de filmagens da BBC passou quatro meses perto de uma grande colónia de pinguins-de-Adélia, na Antárctida, na época de reprodução.
Os machos da espécie constroem os ninhos com pedras para proteger os ovos. Os que conseguem os melhores ninhos têm mais hipótese de conseguir uma fémea. Por isso, nas colónias com milhares de pinguins as melhores pedras são muito disputadas, inclusivamente podem ser retiradas do ninho do vizinho, como a equipa de filmagem teve oportunidade de presenciar. Enquanto um dos pinguins se empenhava na construção do seu ninho, o "ladrão" esperava que ele se afastasse para lhe "roubar" as pedras rapidamente.
Fonte: ÚltimoSegundo

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pinguins na Antárctida com vestígios de metais pesados

As penas de pinguins-gentoo, pinguins-de-barbicha e pinguins-Adélia têm vestígios de metais pesados, de acordo com a investigação da Universidade de Múrcia. A Antárctida também já está poluída - Fonte imagem: wikipédia

De um modo geral, considera-se a Antárctida uma das regiões do planeta menos sujeita às consequências da intervenção humana. No entanto, um recente estudo da Universidade de Múrcia, publicado na revista “Environmental Pollution”, mostrou que as penas de três espécies de pinguins têm vestígios de vários metais pesados.
Investigadores espanhóis analisaram as penas de 207 pinguins-de-Adélia (Pygoscelis adeliae), pinguins-de-barbicha (Pygoscelis antarcticus) e pinguins-gentoo (Pygoscelis papua), em oito locais diferentes da Península Antárctica, encontrando-se concentrações de metais pesados como o chumbo, cádmio, níquel, cobre, zinco, arsénio e alumínio.
A Ilha King George e a Ilha Deception apresentaram níveis mais elevados dos metais, talvez devido a uma maior presença humana nos locais, quer pelo turismo quer por actividades científicas, para além da ameaça mais global provocada pelos poluentes vindos de outras partes do mundo.
Os investigadores alertam para a contaminação encontrada na Antárctida que é semelhante à encontrada noutras regiões do planeta, consideradas mais poluídas.
Fonte: Público.pt

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pinguim-imperador Happy feet regressa à Antárctida


O pinguim-imperador que se perdeu da sua colónia e apareceu na Nova Zelândia, em Junho, iniciou ontem a viagem de regresso à Antárctida, depois de recuperado.
Happy Feet, como foi baptizado, foi submetido a uma cirurgia, para lhe remover cerca de 3 quilogramas de areia do estômago, que confundiu com a neve que os pinguins engolem para permanecer hidratados.
O pinguim, um macho com cerca de três anos e meio, fez milhares de amigos enquanto esteve no zoológico de Wellington. A sua recuperação foi acompanhada online, através de câmara de vídeo e, custeada em parte, por meio de doações. Muitas pessoas foram ao zoo despedir-se.
Agora Happy Feet volta para o seu habitat num barco de pesquisa, o “Tangaroa”, um navio do Instituto Nacional de Investigação da Água e Atmosfera que iniciou uma expedição de um mês ao oceano Austral para estudar os stocks de peixe na região. O navio de exploração neozelandês leva a bordo uma equipa de veterinários e vai libertar o pinguim-imperador, depois de quatro dias de viagem.
O pinguim foi equipado com um dispositivo de localização que vai permitir ao zoo seguir os seus movimentos. O público também pode seguir o seu progresso no endereço http://www.nzemperor.com/  e seguir a viagem por meio de vídeo.
Fonte: Público.pt  /  ÚltimoSegundo

domingo, 31 de julho de 2011

Pinguim-imperador perdido na Nova Zelândia está recuperado

"Happy feet" já está bem e regressará, em breve, à sua casa (reprodução)

O jovem pinguim-imperador que foi encontrado numa praia da Nova Zelândia está a recuperar bem e pode regressar à Antártida no próximo mês.
De acordo com o pessoal do zoológico de Wellington que acolheu e tratou o pinguim, "Happy Feet" (como foi baptizado), está muito bem e até já aumentou de peso, após a cirurgia endoscópica que lhe fizéram para extrair a areia que ele engoliu ao confundi-la com neve (ver vídeo).
Desde que chegou, "Happy Feet" tem sido a principal atracção do zoológico, é o primeiro pingüim-imperador na Nova Zelândia em pelo menos 44 anos. Para que se possa sentir como no seu habitat, está numa sala refrigerda a 8ºC e com uma cama de gelo. Esta semana deu o primeiro mergulho numa piscina arrefecida a 0ºC (ver o vídeo).
Nas próximas semanas "Happy Feet" será lançado de regresso à Antártida a partir da extremidade sul do país.
Fonte: BBC News

Link relacionado:
Happy Feet Live Stream

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Como sobrevivem os pinguins-imperador durante o inverno na Antárctida


Os pinguins-imperador (Aptenodytes forsteri), são os únicos vertebrados que se reproduzem durante o inverno antárctico, onde eles têm de suportar temperaturas abaixo de -45ºC e sem comer, com ventos que podem chegar a 180 quilómetros por hora. Para sobreviver, eles juntam-se formando grandes grupos.
Uma equipa internacional de cientistas mostrou como eles conseguem suportar o frio quando estão nesses grupos.
Através de um vídeo, gravado durante o inverno na Antárctida, é possível observar a movimentação em ondas no grupo de pinguins. Acelerando as imagens, os cientistas descobriram que as aves se movem pelo grupo, permitindo que as da periferia passem para o interior da colónia e possam aquecer-se também. O estudo foi publicado na revista especializada Plos One.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pinguins do zoológico de Londres têm praia artificial


Os pinguins do Zoológico de Londres têm, agora, uma nova área com areia, sol, mar e água gelada. Os pinguins vivem em grandes grupos sociais e a praia artificial criada para eles torna o seu ambiente mais parecido com a natureza.
A situação dos pinguins na natureza é preocupante. Os seus números estão a diminuir e muitas espécies estão ameaçadas devido às alterações climáticas, excesso de pesca e poluição. Cinco entre dezoito espécies estão ameaçadas e onze entre dezoito espécies estão vulneráveis.
Segundo os pesquisadores, é necessário reduzir as emissões de dióxido de carbono e controlar a pesca de modo mais rigoroso, para melhorar a situação destas aves tão especiais.
Fonte: ÚltimoSegundo

sábado, 11 de setembro de 2010

Pinguins podem desaparecer ainda este século

Biólogos norte-americanos alertam para a situação da maioria das espécies de pinguins. Das 18 espécies existentes na Terra, 13 estão consideradas ameaçadas ou em perigo de extinção e já constam da Lista Vermelha da IUCN. Os mais recentes a entrarem para a lista vermelha foram os pinguins africanos.

Pinguim africano, Spheniscus demersus - Fonte: wikipédia

Recentemente realizou-se a 7ª Conferência Internacional sobre Pinguins, no New England Aquarium, em Boston, onde especialistas de 22 países discutiram o problema da extinção dos pinguins.
São apontadas várias causas para o rápido declínio de muitas das espécies, sendo as principais as que mais afectam o alimento e o habitat, como a pesca, os derrames de petróleo, as mudanças climáticas e a redução das camadas de gelo.
As alterações climáticas constituem um grande perigo para os pinguins. Alteram drásticamente os habitats, afectam a temperatura dos oceanos e reduzem a quantidade de gelo marinho. Há uma redução do espaço para viver e procriar e uma diminuição de alimento, Krill, pequenos crustáceos e peixes de águas mais frias.
De acordo com os especialistas, as más notícias não abrangem apenas os pinguins, tem a ver, também, com o maior ecossistema do planeta, o oceano onde eles vivem. Se os pinguins não estão bem, os oceanos também não estão.
Para o responsável do New England Aquarium e organizador da conferência, os pinguins "são uma espécie de sentinela, ou o canário na mina de carvão, para o oceano em geral. Eles podem mostrar-nos algumas coisas que estão acontecendo no ambiente marinho".
Mais informações aqui e aqui(em inglês).

Veja as 18 espécies de pinguins existentes