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terça-feira, 24 de julho de 2012

Ilha de gelo que se libertou do glaciar Petermann, da Gronelândia

Grande iceberg originado a partir do glaciar de Petermann, observado pelo satélite Terra da NASA. A imagem foi rodada e o norte está para a direita. Há fissuras superficiais semelhantes tanto no glaciar Petermann como na ilha de gelo recentemente formada - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jesse Allen/Robert Simmon

Imagens do satélite Aqua da NASA, captadas em 16 e 17 de Julho de 2012, mostram que o grande glaciar Petermann, da Gronelândia, mais uma vez se quebrou formando um grande icebeg que se soltou e é visto descendo o fiorde em direcção ao mar.
A nova imagem captada pelo satélite Terra da NASA, em 21 de Julho, revela que o iceberg ocupa uma área de 32,3 quilómetros quadrados e continua a progredir no fiorde, dirigindo-se para o mar.
O Glaciar de Petermann está localizado no noroeste da Gronelândia e termina numa plataforma gigante de gelo flutuante no Oceano Árctico. Em 2010, este glaciar deu origem a um iceberg gigantesco, com cerca de 251 quilómetros quadrados. O iceberg que agora se formou é menor e libertou-se mais a montante no glaciar, ao longo de uma fenda que apareceu em imagens de satélite em 2001.
Segundo especialistas, a separação do iceberg está mais associada a correntes oceânicas do que ao degelo de superfície causado por alterações climáticas.
Fonte: NASA/Earth Observatory

terça-feira, 17 de julho de 2012

Grande iceberg separou-se de um glaciar da Gronelândia

O Glaciar de Petermann originou um novo iceberg gigante, observado através do satélite Aqua da NASA - Crédito: NASA/NASA Earth Observatory/Jesse Allen

O Glaciar de Petermann é um grande glaciar ao longo da costa Noroeste da Gronelândia, em direcção ao Oceano Árctico, onde termina numa plataforma de gelo gigante alongada flutuante.
Periodicamente, este glaciar quebra formando icebergs. Em 2010, Petermann originou um iceberg gigantesco, uma verdadeira ilha de gelo. Este ano, o glaciar voltou a quebrar, libertando mais um iceberg.
A formação do novo iceberg foi observada pelo satélite Aqua, da NASA, que tem uma órbita polar e passa sobre a região várias vezes por dia. As duas imagens do Glaciar de Petermann, captadas em 16 de Julho de 2012, permitem ver que às 10:25 Tempo Universal Coordenado (UTC), o iceberg ainda se mantinha próximo do glaciar, mas pelas 12:00 UTC, o iceberg já tinha começado a mover-se para o norte até ao fiorde. No dia seguinte, 17 de Julho, o afastamento do iceberg era maior.

domingo, 20 de maio de 2012

Recuo do glaciar Columbia, no Alaska, observado do espaço

Glaciar Columbia, no Alaska, em 1986, observado pelo satélite Landsat 5 - Crédito: NASA/Earth Observatory/Jesse Allen and Robert Simmon

O majestoso glaciar Columbia, no Alaska, é um dos glaciares que está a mudar mais rapidamente no mundo. As imagens de satélite revelam que começou a diminuir com uma velocidade sem precedentes a partir da década de 1980.
O glaciar Columbia desce de um campo de gelo a 3.050 metros acima do nível do mar, pelos flancos das montanhas Chugach, fluindo directamente para o mar, onde entra em Prince William Sound, no sudeste do Alasca.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vídeo mostra o "dramático retrocesso" de glaciar na Patagónia


Um novo estudo do Patagonia Icefields in South America (Campos de Gelo da Patagonia na América do Sul), da NASA e do Centro de Estudos Científicos do Chile conclui que os campos de gelo, as maiores massas de gelo não antártico no Hemisfério Sul, estão a ficar cada vez mais finos a um ritmo acelerado, mais rapidamente do que noutras áreas do planeta, em consequência do aquecimento global. O escoamento que resulta da fusão destes campos de gelo está a contribuir para um aumento contínuo do nível global do mar.
Cientistas chilenos gravaram pela primeira vez em vídeo e mostram o retrocesso do glaciar de Jorge Montt, um dos principais do sul da Patagónia.
Segundo os especialistas, o derretimento acelerado faz o glaciar, de 454 quilómetros quadrados, perder um quilómetro por ano.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O nascimento de um grande iceberg na Antárctida

Uma grande fractura é claramente visível em toda a plataforma de gelo flutuante do glaciar de Pine Island, na Antárctida. A fractura pode partir-se nos próximos meses e formar um iceberg com cerca de 800 quilómetros quadrados - Crédito: NASA / Michael Studinger

Em Outubro de 2011, cientistas do programa IceBridge da NASA descobriram uma enorme fenda no glaciar Pine Island, no oeste da Antárctida. Esta fractura, que atravessa a plataforma de gelo flutuante do glaciar, estende-se por 29 Km de comprimento e com 50 metros de profundidade, poderá produzir um iceberg com mais de 800 Km quadrados de tamanho.

sábado, 2 de julho de 2011

Ilha de gelo separada do glaciar de Petermann está na costa do Labrador

Imagem em cor natural da gigantesca ilha de gelo nas costas do Labrador, no Canadá, em 25 de Junho de 2011, obtida pelo satélite Aqua - Crédito: Earth Observatory/Jeff Schmaltz

Em 5 de Agosto de 2010, um enorme pedaço de gelo, com aproximadamente 251 quilómetros quadrados, separou-se do glaciar de Petermann, ao longo da costa noroeste da Gronelândia, constituindo o maior iceberg do Árctico desde 1962, uma verdadeira ilha de gelo.

A ilha de gelo formou-se a partir do glaciar de Petermann, em 5 de Agosto de 2010 - Crédito: Earth Observatory/Jesse Allen e Robert Simmon

Passados 11 meses, a ilha de gelo maciço estende-se por 62 quilómetros quadrados de área e 3,5 a 4 biliões de toneladas de peso. Na sua viagem de quase 30 graus de latitude e mais de 3.000 Km, foi quebrando e derretendo lentamente. Actualmente encontra-se nas costas do Labrador, no Canadá, levada pelas correntes oceânicas.
A ilha de gelo, agora designada  PII-A, vem sendo acompanhada, via satélite e rádio, pelo Canadian Ice Service. Eventualmente pode representar um perigo para plataformas de petróleo e rotas de navegação de Newfoundland.
Um pescador do Canadá filmou o gigantesco iceberg.


Em 17 de Setembro de 2010, o Canadá colocou um sinal no bloco gelo, de modo a poder ser rastreado. Pode seguir-se o seu trajecto neste endereço.
Fonte: Earth Observatory

sábado, 5 de março de 2011

Sismo partiu o glaciar Tasman da Nova Zelândia

sismo de 6,3 graus que devastou Christchurch, Nova Zelândia, em 22 de fevereiro de 2011, fez desprender um bloco de gelo azul de 30 milhões de toneladas do glaciar Tasman, o maior do país. O bloco de gelo caiu no lago terminal do glaciar, lago Tasmânia, a 200 quilómetros de Christchurch, formando pequenos icebergs e provocando ondas de 3,5 metros de altura que varreram o lago durante cerca de meia hora.
Em 2 de março de 2011, o satélite Terra da NASA obteve esta imagem da região, que mostra que os icebergs se reuniram na extremidade do lago.

O glaciar Tasman tem vindo a recuar nos últimos anos. O sismo de Fevereiro apenas ajudou a partir o gelo que acabaria por cair, mais tarde ou mais cedo - Crédito:  Earth Observatory /Jesse Allen

Na imagem em falsa cor, a cobertura vegetal está a vermelho. O revestimento sujo do glaciar e a rocha exposta a sul são de cor castanho escuro. O topo das montanhas a oeste está coberto por neve branca, o rio e o lago, rodeado por material rochoso fino, são acinzentados.
O glaciar Tasman é o mais largo e mais longo do país. Tem vindo a recuar nos últimos anos, e o desprendimento de gelo do seu pé, ou terminal, é um mecanismo de recuo. O sismo de Fevereiro apenas lhe forneceu um impulso de energia final para partir o gelo que, de qualquer modo, acabaria por cair.

Face terminal do glaciar Tasman, no lago Tasmânia. O glaciar está revestido por detritos - Fonte: wikipédia

De acordo com o Instituto Nacional de Water and Atmospheric Research (NIWA) da Nova Zelândia, no final de 2007 o glaciar de Tasman tinha recuado cinco quilómetros  desde 1976. Amontoados de pedras-morenas assinalam a extensão anterior do glaciar e orlam o lago que se formou no seu terminal.
Os glaciares dos Alpes Sul, daNova Zelândia Alpes, perderam 11% do seu volume entre 1976 e 2007. Desde então, os glaciares perderam gelo ou mantiveram-se estáveis, dependendo da quantidade de precipitação caída durante o ano.
De acordo com o NIWA, 90% do gelo perdido nos 12 maiores glaciares (incluindo Tasman) pode ser atribuída à formação de icebergs a partir do terminal ou à fusão do gelo na sua superfície que torna o glaciar cada vez mais fino.
Fonte: Earth Observatory

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Glaciares argentinos estão a recuar devido ao aquecimento global

A organização ambientalista Greenpeace Argentina apresentou uma nova evidência sobre o retrocesso dos glaciares na Argentina, como consequência do aquecimento global. No vídeo, a organização mostra a retracção do glaciar Ameghino, situado no Parque Nacional Los Glaciares, cordilheira dos Andes na província de Santa Cruz, Argentina Patagonia.
"O que se pode ver é uma retracção notável, de quase 4 Km, o que coincide com a evolução que se verifica, nas últimas décadas, na quase totalidade dos gelos ao longo de toda a cordilheira" explicou Juan Carlos Villalonga, Director de Campanha da Greenpeace Argentina.


Mais informações Greenpeace Argentina