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segunda-feira, 9 de abril de 2012

A alga marinha mais comum consegue adaptar-se à acidificação dos oceanos

Proliferação explosiva de Emiliania huxleyi no Mar Barents, vista pelo satélite Aqua da NASA. Os cocólitos (placas de carbonato de cálcio) das suas carapaças reflectem a luz, tornando a superfície do oceano de cor azul leitoso e visível do espaço. As diferenças no brilho e cor devem-se, em parte, à profundidade a que se encontram as algas microscópicas - Crédito: NASA/Earth Observatory

A alga microscópica Emiliania huxleyi, é a mais abundante do fitoplâncton dos oceanos, desempenhando um papel importante na cadeia alimentar e no ciclo de carbono do planeta.
Cientistas alemães quiseram saber como esta alga - com forma de esfera e coberta por uma carapaça de carbonato de cálcio - reagia ao aumento de dióxido de carbono dissolvido na água do mar e que está a torná-la mais ácida.
Na experiência publicada ontem na edição online da revista Nature Geoscience, a Emiliania huxleyi foi submetida a várias concentrações de dióxido de carbono, durante um ano. Os cientistas descobriram que, ao fim de várias gerações, a alga não foi tão afectada como se pensava e até tinha conseguido evoluir e adaptar-se.