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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Robô Opportunity continua a sua actividade em Marte, analisando a rocha "Chester Lake"

"Chester Lake", segunda rocha a analisar pelo robô Opportunity, junto à cratera Endeavour, em Marte. A foto é uma combinação de três imagens obtidas através de diferentes filtros pela câmara panorâmica de Opportunity (Pancam), em 7 de Setembro de 2011 - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Cornell/ASU

Um afloramento rochoso chamado "Chester Lake" é a segunda rocha que o robô Opportunity da NASA vai explorar, junto à cratera Endeavour, em Marte.
"Chester Lake", com cerca de um metro de diâmetro, está situado em "Cape York," que forma uma parte da borda oeste da cratera Endeavour e, segundo os cientistas, a rocha está num local que parece ser representativo de uma região de afloramentos no lado interior de "Cabo York".

"Chester Lake", em cor falsa, para enfatizar as diferenças entre os materiais na rocha e solo - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Cornell/ASU

Esta segunda rocha escolhida é diferente da primeira rocha estudada pelo Opportunity, "Tisdale 2", que é uma rocha escavada durante o impacto que produziu uma pequena cratera na borda de Endeavour. Ambas parecem ser rochas do tipo brecha, uma rocha formada pela união de fragmentos de rochas mais antigas.
Serão feitas todas as análises necessárias para determinar a química, mineralogia e configuração geológica da rocha, inclusivamente a procura de evidências da presença de minerais de argila na sua composição, o que pode estar relacionado com a água.
Fonte: Photojournal/NASA

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Observações da sonda MRO da NASA sugerem fluxos de água em Marte

A NASA anunciou em conferência que observações feitas com a sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) revelaram possíveis fluxos (correntes) de água, durante os meses mais quentes em Marte.

Combinações de imagens orbitais em 3D feitas com o equipamento High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE), a bordo da sonda MRO,  mostram fluxos escuros que aparecem e vão crescendo na primavera e no verão, numa ladeira dentro da cratera Newton de Marte, em 30 de Maio de 2011, estação de verão no local, 41.6 graus de latitude sul e 202.3 graus de longitude este - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona

Estruturas (veios) escuras, semelhantes a dedos, aparecem e vão crescendo nalgumas ravinas de Marte durante o final da Primavera e Verão, desaparecendo no Inverno. Foram feitas observações repetidas das mudanças sazonais destes veios em vários declives acentuados, em latitudes médias do hemisfério sul de Marte.
"A melhor explicação para estas observações até agora é que há um fluxo de água salgada", disse Alfred McEwen, da Universidade do Arizona, Tucson, que é o principal investigador de HiRISE e principal autor de um relatório sobre os fluxos recorrentes publicado na revista Science.