Mostrar mensagens com a etiqueta Nebulosa da Tarântula. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nebulosa da Tarântula. Mostrar todas as mensagens

sábado, 21 de abril de 2012

Ainda a Nebulosa de Tarântula no aniversário do Telescópio Espacial Hubble

No seu 22º aniversário, o Telescópio Espacial Hubble lançou uma nova imagem da região de formação estelar de 30 Doradus, mas agora com a colaboração dos três grandes observatórios da NASA: Chandra, Hubble e Spitzer - Crédito: X-ray: NASA/CXC/PSU/L.Townsley et al.; Optical: NASA/STScI; Infrared: NASA/JPL/PSU/L.Townsley et al.

30 Doradus, também conhecida por Nebulosa de Tarântula, está situada na vizinha galáxia da Grande Nuvem de Magalhães. É uma das maiores regiões de formação estelar, localizada próximo da Via Láctea. Os milhares de estrelas massivas do seu centro ejectam material e produzem radiação intensa conjuntamente com fortes ventos estelares.
O Observatório de raios X Chandra detecta o gás aquecido, a milhões de graus, por estes ventos estelares e também por explosões de supernovas. Os raios X, de cor azul na imagem, resultam de frentes de choque formadas pela actividade de alta energia estelar.
Na imagem, os dados do Hubble são verdes, revelando a luz das estrelas massivas, juntamente com estrelas em diferentes fases de formação.
A emissão de infravermelho do Spitzer, em vermelho, mostra gás frio e poeira contendo bolhas gigantes esculpidas no seu interior pela mesma radiação quente e ventos fortes das estrelas massivas do centro de 30 Doradus.
Fonte: NASA

quinta-feira, 8 de março de 2012

Brilhantes azuis na nebulosa da Tarântula

Imagem do brilhante aglomerado de estrelas R136, na nebulosa da Tarântula. Foi captada, em luz ultravioleta visível e vermelho, pelo Telescópio Espacial Hubble, em  20-27 de Outubro de 2009, abrangendo cerca de 100 anos-luz. A nebulosa está perto o suficiente da Terra para que o Hubble possa resolver as estrelas individuais, dando informações importantes aos astrónomos sobre o nascimento das estrelas e a sua evolução - Crédito: NASA, ESA, and F. Paresce (INAF-IASF, Bologna, Italy), R. O'Connell (University of Virginia, Charlottesville), and the Wide Field Camera 3 Science Oversight Committee

O massivo aglomerado de estrelas jovens, de nome R136, com alguns milhões de anos apenas, está situado na nebulosa 30 Doradus, também conhecida por nebulosa da Tarântula ou NGC 2070, uma região de formação estelar da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. Não há nenhuma região de formação estelar conhecida na Via Láctea tão grande ou tão prolífica como esta.
Muitas das estrelas azuis semelhantes a diamantes estão entre as estrelas mais massivas conhecidas, várias delas 100 vezes mais massivas que o Sol. Em alguns milhões de anos vão desaparecer em explosões de supernovas.
Estas estrelas brilhantes estão a criar cavidades profundas no material que as rodeia, através da intensa luz ultravioleta e da força dos seus ventos estelares (jactos de partículas carregadas), que estão a afastar a nuvem de gás hidrogénio envolvente onde elas nasceram. Além de esculpir o ambiente gasoso, estas estrelas também podem ajudar a criar uma nova geração de estrelas, pelos choques entre os ventos estelares nas áreas densas de gás.
Fonte: NASA

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Nebulosa da Tarântula

Nebulosa da Tarântula - Crédito: NASA

A região de formação estelar 30 Doradus, também conhecida por Nebulosa da Tarântula, é uma das maiores localizada na galáxia vizinha Grande Nuvem de Magalhães, perto da Via Láctea.
Perto do centro da nebulosa, cerca de 2.400 estrelas de grande massa produzem radiação intensa e ventos estelares fortes à medida que expulsam material.
O Observatório de raios X Chandra detectou gás a milhões graus de temperatura (azul) vindo de frentes de choque - semelhantes a estrondos sónicos - formadas por esses ventos estelares e explosões de supernovas. Este gás quente forma bolhas gigantescas no gás frio e poeira que o rodeia, visto na imagem em emissão de infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer (laranja).
Fonte: NASA