sábado, 10 de março de 2012

O que é uma tempestade geomagnética?

Ilustração do campo magnético da Terra protegendo o nosso planeta das partículas solares - Crédito: NASA/GSFC/SVS

Uma das formas mais comuns do tempo espacial é a tempestade geomagnética, que acontece cada vez que o ambiente magnético da Terra, a magnetosfera, sofre uma mudança súbita e repetida. A magnetosfera da Terra é criada pelo nosso campo magnético e protege-nos da maioria das partículas que o Sol emite. Durante uma tempestade geomagnética, os campos magnéticos estão continuamente a realinhar e a energia salta rapidamente de uma área para outra.
A expressão "clima espacial" ou (tempo espacial) refere-se às condições no espaço exterior ao ambiente da Terra, da mesma forma que "tempo" e "clima" dizem respeito às condições da baixa atmosfera da Terra.
O Sol atinge regularmente a Terra e o resto do nosso sistema solar com energia na forma de partículas de luz e eletricamente carregadas e campos magnéticos. Os impactos resultantes constituem o clima espacial, o que inclui tudo o que pode afectar os sistemas tecnológicos no espaço e na superfície terrestre e, através deles, a vida humana na sociedade tecnológica actual.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Adolescente lança réplica de vaivém espacial até à estratosfera


Um adolescente romeno de 18 anos, Raul Oaida, fascinado por viagens espaciais, conseguiu lançar no espaço uma réplica do vaivém espacial, algo que muita gente gostaria de voltar a ver com uma nave espacial real. O modelo foi construído com blocos de montar, tipo lego, e supercola.
Com a ajuda de um balão de hélio gigante, uma câmera de alta definição e um localizador por GPS, Oaida registou o voo de seu vaivém espacial que atingiu uma altitude de 35 mil metros.
Fonte: ÚltimoSegundo

Asteróide, recentemente descoberto, aproxima-se da Terra em 2013 sem perigo de bater, dizem os cientistas

Nesta visão oblíqua, o trajecto do asteróide 2012 DA14 passa perto da Terra, dentro da órbita dos satélites geoestacionários, em 15 de Fevereiro de 2013 - Crédito: NASA/JPL Near-Earth Object Program Office

No próximo ano, mais precisamente a 15 de Fevereiro de 2013, o asteróide 2012 DA14 'vai passar à nossa porta' na sua maior aproximação à Terra.
Os astrónomos estimam que o asteróide tenha cerca de 45 metros de diâmetro,e vai aproximar-se a uma distância pouco confortável, ficando mais perto da Terra do que os satélites em órbita geoestacionária. No entanto, de acordo com os cientistas da NASA, 2012 DA14 não representa qualquer perigo real de impacto durante a sua passagem.
Cálculos de especialistas indicam que a órbita do asteróide à volta do Sol não vai aproximá-lo mais do que o equivalente a 3,2 raios terrestres, em 15 de Fevereiro de 2013, isto é, 20.406 Km. Os satélites em órbita geoestacionário encontram-se mais afastados, a 35.800 Km.
2012 DA14 foi descoberto a 15 de Fevereiro de 2012, a cerca de 2,5 milhões de Km, por astrónomos do Observatório La Sagra, no sul da Espanha. A sua órbita em torno do sol é mais ou menos semelhante à da Terra, e faz aproximações relativamente próximos ao nosso planeta duas vezes por órbita.
Fonte: Space.com

Meteorologia espacial: o Sol ainda não acalmou, mais uma tempestade geomagnética a caminho

As três imagens mostram a evolução da ejeção de massa coronal (CME) de hoje, 9 de Março, tal como foram capatadas pelo Observatório Solar Heliosférico (SOHO). O Sol está obscurecido nesta imagem, chamada de coronograph, de modo a observar melhor a atmosfera obscura - ou corona - em torno do Sol. As manchas brancas na imagem são "ruído" de partículas solares que atingem o instrumento de imagem da nave espacial SOHO - Crédito: SOHO / ESA e NASA

O Sol continua agitado, nesta sua fase do ciclo solar 24, a caminho do seu máximo, previsto para 2013. A mancha solar 1429 é bastante activa e produziu mais uma explosão moderada de classe M6.3 hoje, 9 de Março. Cerca de uma hora depois, houve uma ejeção de massa coronal (CME). Esta nuvem de material solar viaja a cerca de 700 Km por segundo, devendo atingir a magnetosfera - a camada exterior protectora dos campos magnéticos em volta do nosso planeta - no início da manhã de 11 de Março.

Banhistas salvam 30 golfinhos numa praia do Rio de Janeiro


Em poucos minutos, banhistas e populares conseguiram salvar, nesta segunda-feira (5), um grupo de cerca de 30 golfinhos (Delphinus capensis) que, inesperadamente, encalharam na praia de Arraial do Cabo, na região de Lagos (Rio da Janeiro).
No entanto, os especialistas alertaram para a forma inadequada como as pessoas pegaram nos animais, arrastar pela cauda pode causar lesões graves e até a morte, embora salientando o salvamento dos golfinhos.
Segundo o especialista Salvatore Siciliano, perito em fauna marinha, "as pessoas devem comunicar o que aconteceu aos órgãos responsáveis. Depois, é preciso manter os golfinhos molhados e protegidos do sol, para não desidratarem. Além disso, é importante evitar confusão, barulho, e isolar a área".
Via Publico.pt

quinta-feira, 8 de março de 2012

Brilhantes azuis na nebulosa da Tarântula

Imagem do brilhante aglomerado de estrelas R136, na nebulosa da Tarântula. Foi captada, em luz ultravioleta visível e vermelho, pelo Telescópio Espacial Hubble, em  20-27 de Outubro de 2009, abrangendo cerca de 100 anos-luz. A nebulosa está perto o suficiente da Terra para que o Hubble possa resolver as estrelas individuais, dando informações importantes aos astrónomos sobre o nascimento das estrelas e a sua evolução - Crédito: NASA, ESA, and F. Paresce (INAF-IASF, Bologna, Italy), R. O'Connell (University of Virginia, Charlottesville), and the Wide Field Camera 3 Science Oversight Committee

O massivo aglomerado de estrelas jovens, de nome R136, com alguns milhões de anos apenas, está situado na nebulosa 30 Doradus, também conhecida por nebulosa da Tarântula ou NGC 2070, uma região de formação estelar da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. Não há nenhuma região de formação estelar conhecida na Via Láctea tão grande ou tão prolífica como esta.
Muitas das estrelas azuis semelhantes a diamantes estão entre as estrelas mais massivas conhecidas, várias delas 100 vezes mais massivas que o Sol. Em alguns milhões de anos vão desaparecer em explosões de supernovas.
Estas estrelas brilhantes estão a criar cavidades profundas no material que as rodeia, através da intensa luz ultravioleta e da força dos seus ventos estelares (jactos de partículas carregadas), que estão a afastar a nuvem de gás hidrogénio envolvente onde elas nasceram. Além de esculpir o ambiente gasoso, estas estrelas também podem ajudar a criar uma nova geração de estrelas, pelos choques entre os ventos estelares nas áreas densas de gás.
Fonte: NASA

Sequenciado o genoma do gorila, uma parte importante para a compreensão da evolução humana

Em 15% do seu genoma, o gorila está mais próximo dos humanos do que os chimpanzés - Fonte: wikipédia

Investigadores completaram o sequenciamento do genoma do gorila, o último que faltava para descobrir o código genético dos grandes símios, os parentes mais próximos do ser humano, uma parte importante para o estudo da evolução da espécie humana.
À sequência de ADN do ser humano, em 2002, seguiu-se o chimpamzé, depois o orangotango e, agora, o gorila. O genoma completo foi obtido a partir de Kamilah, uma fêmea da subespécie Gorilla gorilla gorilla, conhecida como “Gorila-do-ocidente”, que nasceu em cativeiro e vive no Zoo Safari Park, em San Diego. O estudo revela que em 15% do seu genoma está mais próxima dos humanos do que os chimpanzés.

Dia Internacional da Mulher 2012

Para todas as mulheres.

Fonte: wikipédia

quarta-feira, 7 de março de 2012

Diabo de poeira em Marte

Redemoinho de pó, também chamado de diabo de poeira, observado pela sonda MRO da NASA, na superfície de Marte, em 16 de Fevereiro de 2012 - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona

Um redemoinho-de-poeira ou diabo de poeira, com mais de 800 metros de altura e cerca de 30 metros de diâmetro, foi captado na superfície de Marte pela câmara HiRISE (Science Experiment Resolution Imaging ) a bordo da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), da NASA.
O diabo de poeira apresenta um arco, produzido por uma brisa de oeste, a meia altura, formando uma 'serpente' de poeira, com a sombra projectada no solo marciano. 

Meteorologia espacial: Sol tem a segunda grande erupção do ciclo solar

Grande erupção solar X5.4, produzida pela mancha activa AR1429, em 7 de Março de 2012 - Crédito: NASA/SDO/AIA

A grande mancha solar AR1429 libertou uma das maiores explosões solares no início do dia de hoje, 7 de Março. A erupção foi classificada de classe X5.4, a segunda mais potente depois de uma explosão X6.9, em 9 de Agosto de 2011.
O aumento do número de erupções de classe X (as mais fortes) faz parte do ciclo solar normal de onze anos, durantte o qual a sua actividade aumenta até ao máximo solar, e cujo pico se espera no final de 2013. Cerca de uma hora depois, a mesma região produziu outra erupção de classe x1.3 (cerca de 5 vezes menor que a primeira).

Cientistas reproduzem os sons da Terra provocados pelo terramoto do Japão

Exemplo de um dos registos do terramoto do Japão, realizado numa área da falha de San Andrés, na Califórnia. Em A, os pontos indicam os tremores resultantes do impacto do terramoto principal na zona. B é o correspondente sismograma que regista as energias envolvidas. C é o gráfico dos sons registados, correspondentes ao clip de som 6. Aqui pode "ouvir-se" o terramoto através da falha de S. André. O tremor principal soa como uma trovoada à distância e é seguido por um som parecido com o barulho da chuva, que representa a actividade sismica causada na falha californiana de San Andrés (reprodução)

Uma equipa de cientistas dos Estados Unidos conseguiram transformar as ondas sísmicas do terramoto que há um ano atingiu o Japão em sequências de áudio, nas quais é possível "ouvir" o tremor enquanto se propaga ao longo do planeta. Pode ser ouvido aqui.

Atletas de parkour ajudam a estudar orangotangos


Cientistas britânicos querem estudar como os grandes orangotangos se movem tão agilmente entre as árvores da floresta e comendo apenas frutas e insetos.
Os cientistas construíram um percurso na Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, imitando o topo das árvores de uma floresta tropical, onde atletas de parkour, ou freerunning imitam a forma como os orangotangos se movem, pulando e pendurando-se nos ramos. Os atletas executam várias actividades diferentes para medir a energia que usam. Relativamente aos orangotangos, os cientistas pretendem saber se eles estão a usar mais energia pelo facto do habitat estar a mudar e se têm de consumir mais alimentos para conseguir sobreviver.
Fonte: ÚltimoSegundo

O facto mais surpreendente do Universo


Numa entrevista para a revista Time, perguntaram ao astrofísico Dr. Neil de Grasse Tyson "Qual é o facto que considera mais surpreendente no Universo?". A sua resposta está no vídeo acima, com imagens e música de Max Schlickenmeyer. As palavras do cientista motiva-nos a conhecer mais sobre o mundo e o universo.
Via Universe Today