A NASA apresentou um novo vídeo que mostra detalhadamente a superfície do asteróide gigante Vesta. Os dados obtidos pela câmara de enquadramento da sonda Dawn, usados para produzir as visualizaões, vão ajudar os cientistas a compreender a origem e a formação do asteróide, o segundo maior objecto do cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Novo vídeo da NASA mostra o asteróide Vesta em pormenor
A NASA apresentou um novo vídeo que mostra detalhadamente a superfície do asteróide gigante Vesta. Os dados obtidos pela câmara de enquadramento da sonda Dawn, usados para produzir as visualizaões, vão ajudar os cientistas a compreender a origem e a formação do asteróide, o segundo maior objecto do cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Especialistas ajudam zoológicos a inseminar rinocerontes-brancos do sul para salvar a espécie
A utilização da Inseminação artificial é cada vez mais uma parte essencial das estratégias de conservação de espécies ameaçadas em zoológicos de todo o mundo.
Especialistas alemães, do Leibniz Institute for Zoo and Wildlife Research (IZW), visitam os zoológicos para ensinar os profissionais locais a inseminar artificialmente rinocerontes raros.
No vídeo, a equipa está no Zoo Whipsnade, em Bedfordshire, na Inglaterra, para a reprodução assistida de dois rinocerontes-brancos do sul.
Missão Kepler da NASA descobriu um planeta orbitando duas estrelas
Kepler fez mais uma das suas extraordinárias descobertas - um planeta que orbita duas estrelas - a 200 anos-luz da Terra.
Ilustração de Kepler-16b, o primeiro planeta conhecido que orbita duas estrelas - conhecido por "circumbinary planet" (planeta circumbinário). Foi descoberto pela missão Kepler da NASA. Na imagem o novo planeta passa em frente às duas estrelas-mãe (trânsito), onde a mais pequena bloqueia, parcialmente, a maior - Crédito: NASA/JPL-Caltech/R. Hurt
É um planeta frio e gasoso, não próprio para abrigar vida, mas demonstra a diversidade de planetas na nossa galáxia. Kepler-16b foi detectado através da observação de trânsitos, em que o brilho de uma estrela escurece quando o planeta passa na sua frente. O novo planeta pertence ao sistema Kepler-16, um par de estrelas que orbitam e que se eclipsam uma à outra, do nosso ponto de vista na Terra. Quando a estrela menor bloqueia parcialmente a estrela maior, ocorre um eclipse primário, e quando a estrela menor é ocultada, ou completamente bloqueada pelo estrela maior, o eclipse é secundário.
Descoberta nova espécie de golfinho na Austrália
Investigadores australianos descobriram uma nova espécie de golfinho na costa sudeste da Austrália.
Cerca de 150 golfinhos que vivem ao largo de Melbourne, até agora foram considerados como uma das duas espécies conhecidas de golfinhos nariz-de-garrafa que vivem na área. No entanto, estudos do ADN e análises detalhadas dos crânios guardados em vários museus de história natural mostraram que se trata de uma nova espécie.
A nova classificação científica, Tursiops australis sp., vem descrita na revista PLoS One. A espécie recebeu o nome comum de 'golfinho Burrunan' um nome aborígene australiano que significa "peixe grande do mar do tipo boto".
A nova espécie Tursiops australis forma duas populações, vivendo na Baía de Port Phillip e em Gippsland Lakes, no estado de Vitória. Pensava-se que estes golfinhos podiam pertencer a qualquer uma das espécies, Tursiops truncatus (golfinho-roaz) ou Tursiops aduncus (golfinho-nariz-de-garrafa-do-Índico) que ocorrem na costa australiana.
Dada a proximidade destas duas pequenas populações residentes de Tursiops australis de grandes centros urbanos e agrícolas, os investigadores alertam para a necessidade da sua conservação. A espécie é um endemismo australiano susceptível a numerosas ameaças antropogénicas, deverá ser incluída na lista australiana das espécies em perigo.
Cerca de 150 golfinhos que vivem ao largo de Melbourne, até agora foram considerados como uma das duas espécies conhecidas de golfinhos nariz-de-garrafa que vivem na área. No entanto, estudos do ADN e análises detalhadas dos crânios guardados em vários museus de história natural mostraram que se trata de uma nova espécie.
A nova espécie, golfinho Burrunan, Tursiops australis sp. - Fonte: wikipédia
A nova classificação científica, Tursiops australis sp., vem descrita na revista PLoS One. A espécie recebeu o nome comum de 'golfinho Burrunan' um nome aborígene australiano que significa "peixe grande do mar do tipo boto".
A nova espécie Tursiops australis forma duas populações, vivendo na Baía de Port Phillip e em Gippsland Lakes, no estado de Vitória. Pensava-se que estes golfinhos podiam pertencer a qualquer uma das espécies, Tursiops truncatus (golfinho-roaz) ou Tursiops aduncus (golfinho-nariz-de-garrafa-do-Índico) que ocorrem na costa australiana.
Portugal tem uma população de 27 golfinhos-roaz, Tursiops truncatus, residente no estuário do Rio Sado, em Setúbal - Fonte: wikipédia
Dada a proximidade destas duas pequenas populações residentes de Tursiops australis de grandes centros urbanos e agrícolas, os investigadores alertam para a necessidade da sua conservação. A espécie é um endemismo australiano susceptível a numerosas ameaças antropogénicas, deverá ser incluída na lista australiana das espécies em perigo.
Fonte: Público.pt
Cenas da "guerra quente": presidente russo não é grande dançarino
O Kremlin rejeitou qualquer responsabilidade pela decisão de uma TV estatal russa deixar de emitir uma cena de paródia do presidente Dmitri Medvedev dançando, ao ritmo da canção "American Boy". A "dança" algo desajeitada do presidente foi captada pela câmera de um telemóvel e colocada na internet, tornando-se um êxito na Rússia.
Segundo a assessoria de comunicação de Medvedev, o presidente não se importa com as imitações. Mas a emissora responsabilizada pela não divulgação da paródia sobre o presidente no canal 1 não deu qualquer explicação para o corte no programa.
Fonte: ÚltimoSegundo
Os neandertais ibéricos já comiam marisco há 150 mil anos
Muito recentemente os portugueses elegeram o arroz de marisco como uma das 7 maravilhas da gastronomia. Agora, ficámos a saber que os habitantes da Península Ibérica já consumiam marisco há 150.000 anos. É uma preferência bastante antiga!
A descoberta deveu-se a um grupo internacional de cientistas, onde colaboraram investigadores portugueses, ao examinar os restos deixados numa gruta da localidade malaguenha de Torremolinos, no sul de Espanha. É o vestígio mais antigo que comprova o consumo de moluscos por parte dos nossos antepassados neandertais.
O estudo, liderado pelo professor Miguel Cortés Sánchez, da Universidade de Sevilha, é publicado na revista de acesso aberto PLoS ONE.
Moluscos marinhos e crustáceos da Gruta de Bajondillo, no sul da Península Ibérica, utilizados pelos neandertais na sua alimentação - Fonte: PLoS ONE
A descoberta deveu-se a um grupo internacional de cientistas, onde colaboraram investigadores portugueses, ao examinar os restos deixados numa gruta da localidade malaguenha de Torremolinos, no sul de Espanha. É o vestígio mais antigo que comprova o consumo de moluscos por parte dos nossos antepassados neandertais.
O estudo, liderado pelo professor Miguel Cortés Sánchez, da Universidade de Sevilha, é publicado na revista de acesso aberto PLoS ONE.
Temporada de eclipses para o Observatório Solar Dinâmico
O Observatório Solar Dinâmico (SDO) tem duas temporadas de eclipses por ano, perto de cada equinócio. Durante três semanas, perto da meia-noite (cerca de 0.700UT), a Terra passa entre o SDO e o Sol. Estes eclipses do Sol (do ponto de vista do SDO) podem durar até 72 minutos no meio de uma época de eclipses. A temporada actual de eclipses começou em 11 de Setembro e prolonga-se até 4 de Outubro. O contacto contínuo com a estação terrestre permite compensar a perda de algumas imagens.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
NASA apresentou o novo sistema de lançamento de missões tripuladas ao espaço
A NASA apresentou nesta quata-feira (14) um novo sistema de lançamento espacial, Space Launch System, ou SLS, um veículo de lançamento avançado que permitirá, no futuro, realizar voos tripulados até à órbita da Terra e outros destinos, como Marte ou o espaço profundo.
O SLS será o veículo de exploração mais poderoso da NASA para missões tripuladas desde que o foguetão Saturno V transportou os astronautas das missões Apollo à Lua, há 40 anos.
O Sistema de Lançamento Espacial, ou SLS, será projetado para transportar no topo a cápsula tripulada polivalente Orion (Orion Multi-Purpose Crew Vehicle), assim como carga importante, equipamento e material científico para a órbita terrestre e outros destinos mais além. Além disso, o SLS servirá como apoio para as naves de transporte comercial que farão voos para a Estação Espacial Internacional (ISS).
O SLS será o veículo de exploração mais poderoso da NASA para missões tripuladas desde que o foguetão Saturno V transportou os astronautas das missões Apollo à Lua, há 40 anos.
O novo sistema de lançamento da NASA, Space Launch System, ou SLS, para voos tripulados no espaço (ilustração) - Crédito: NASA
O Sistema de Lançamento Espacial, ou SLS, será projetado para transportar no topo a cápsula tripulada polivalente Orion (Orion Multi-Purpose Crew Vehicle), assim como carga importante, equipamento e material científico para a órbita terrestre e outros destinos mais além. Além disso, o SLS servirá como apoio para as naves de transporte comercial que farão voos para a Estação Espacial Internacional (ISS).
Gelo no Árctico está a atingir o mínimo histórico
O degelo do Árctico afecta directamente a vida das algas e dos pequenos animais que formam a cadeia alimentar da qual dependem os peixes, os mamíferos como os ursos polares, as focas e o próprio homem - Crédito: wikipédia
O gelo flutuante sobre o Árctico este verão diminuiu até um mínimo recorde. Nos últimos cinco anos observaram-se as menores extensões de gelo no mar, desde que começaram as medições por satélite, na década de 1970.
Este ano, a extensão do gelo do mar Árctico é comparável ao nível mais baixo registado em 2007. De acordo com os cientistas da Universidade de Bremen, na Alemanha, o gelo do mar no início de Setembro era mesmo inferior ao registado nesse ano. Crocodilo escapa durante inundação na Tailândia
As tempestades tropicais têm causado inundações na Tailândia que já mataram oito pessoas e fizéram 500 mil desabrigados.
Para além das chuvas intensas, os tailandeses também têm de se proteger dos crocodilos. Nos arredores de Bangcoc, um crocodilo conseguiu fugir da quinta onde era criado, aproveitando a inundação. Pesando 400 Kg, foi capturado pelos moradores de uma aldeia. No entanto, o dono da quinta não sabe ao certo quantos animais conseguiram escapar.
Fonte: ÚltimoSegundo
Link relacionado:
Dezenas de crocodilos escapam após inundações na Tailândia
Estrela irradia raios X intensos sobre um planeta na sua órbita
Uma estrela próxima, CoRoT-2a, está a irradiar sobre um planeta companheiro uma quantidade de raios X 100 mil vezes mais intensa do que a Terra recebe do Sol.
Novos dados do Observatório de raios X Chandra e do Telescípio Very Large do Observatório Europeu do Sul sugerem que a radiação de alta energia está a evaporar cerca de 5 milhões de toneladas de matéria do planeta a cada segundo.
O planeta, conhecido como CoRoT-2b, tem uma massa cerca de três vezes a de Júpiter ou 1.000 vezes a da Terra, e orbita sua estrela-mãe a uma distância cerca de 10 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
CoRoT-2a é uma estrela muito activa para a idade, e pensa-se que é devido à proximidade do planeta. raios-X brilhantes, produzidos por poderosos e turbulentos campos magnéticos
O sistema CoRoT-2 (estrela e planeta) deve o seu nome ao satélite CoRoT, da Agência Espacial Francesa de Convecção, Rotação e Trânsitos planetários, que o descobriu em 2008. Encontra-se relativamente próximo do Sistema Solar, a uma distância de 880 anos-luz.
Novos dados do Observatório de raios X Chandra e do Telescípio Very Large do Observatório Europeu do Sul sugerem que a radiação de alta energia está a evaporar cerca de 5 milhões de toneladas de matéria do planeta a cada segundo.
Ilustração da estrela próxima, CoRoT-2a, e um planeta em órbita, CoRoT-2b. A estrela está a irradir o planeta com raios X muito intensos. Como consequência, o planeta perde cerca de 5 milhões de toneladas de matéria que se evapora, a cada segundo (a verde na imagem). Os raios X brilhantes são produzidos por poderosos e turbulentos campos magnéticos (representados pelos arcos laranja na imagem) da estrela. Esta é muito activa para a idade e pensa-se que é devido à proximidade do planeta. No canto superior direito localiza-se a estrela companheira de CoRoT-2a - Crédito: X-ray: NASA/CXC/Univ of Hamburg/S.Schröter et al; Optical: NASA/NSF/IPAC-Caltech/UMass/2MASS, UNC/CTIO/PROMPT; Illustration: NASA/CXC/M.Weiss
O planeta, conhecido como CoRoT-2b, tem uma massa cerca de três vezes a de Júpiter ou 1.000 vezes a da Terra, e orbita sua estrela-mãe a uma distância cerca de 10 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
CoRoT-2a é uma estrela muito activa para a idade, e pensa-se que é devido à proximidade do planeta. raios-X brilhantes, produzidos por poderosos e turbulentos campos magnéticos
O sistema CoRoT-2 (estrela e planeta) deve o seu nome ao satélite CoRoT, da Agência Espacial Francesa de Convecção, Rotação e Trânsitos planetários, que o descobriu em 2008. Encontra-se relativamente próximo do Sistema Solar, a uma distância de 880 anos-luz.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
De acordo com observações do Telescópio Herschel, as galáxias não precisam colidir para formar estrelas
A Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou esta treça-feira (13) que as galáxias nem sempre precisam colidir umas nas outras para formar estrelas. A descoberta, baseada em observações do Telescópio de infravermelho Herschel, derruba a hipótese sobre este tema dominante na Astronomia.
Herschel observou duas regiões do espaço, cada uma com cerca de um terço do tamanho da Lua. Estas observações permitiram descobrir um processo de evolução diferente nas galáxias: é o gás e não o choque de galáxias que conduz à formação de estrelas.
Ilustração do novo modelo de evolução das galáxias. Estas acrescem massa a partir de filamentos estreitos de gás frio. Estes filamentos fornecem a galáxia com fluxos contínuos de matéria-prima para alimentar a sua formação estelar a um ritmo lento - Crédito: ESA–AOES Medialab
Herschel observou duas regiões do espaço, cada uma com cerca de um terço do tamanho da Lua. Estas observações permitiram descobrir um processo de evolução diferente nas galáxias: é o gás e não o choque de galáxias que conduz à formação de estrelas.
Revelado o mistério dos Cristais Gigantes de Naica, no México
A Gruta dos Cristais Gigantes de Naica é considerada um dos monumentos geológicos mais extraordinários do mundo, situada na profundidade de uma mina de chumbo e prata, no estado mexicano de Chihuahua. A gruta tem a maior acumulação de cristais de gesso conhecida no planeta e foi descoberta no ano de 2000, quando os operários escavavam uma galeria, a 300 metros de profundidade.
A câmara subterrânea da gruta contém cristais gigantes de gesso, dos maiores cristais naturais encontrados na Terra, num ambiente sufocante, com 50ºC de temperatura e cerca de 90% de humidade relativa, algumas das estruturas cristalinas de gesso ultrapassam os 10 metros de comprimento e um metro de largura.
Interior da gruta mexicana de Naica, com os seus cristais de gesso gigantes - Fonte: wikipédia
A câmara subterrânea da gruta contém cristais gigantes de gesso, dos maiores cristais naturais encontrados na Terra, num ambiente sufocante, com 50ºC de temperatura e cerca de 90% de humidade relativa, algumas das estruturas cristalinas de gesso ultrapassam os 10 metros de comprimento e um metro de largura.
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