Hoje, celebra-se o 81º aniversário de Miriam Makeba, cantora da África do Sul, conhecida como "Mama África" e grande activista pelos direitos humanos e contra o apartheid na sua terra natal.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Miriam Makeba, cantora e activista dos Direitos Humanos
Hoje, celebra-se o 81º aniversário de Miriam Makeba, cantora da África do Sul, conhecida como "Mama África" e grande activista pelos direitos humanos e contra o apartheid na sua terra natal.
Sabe por que precisam os astronautas de bons dentes?
Todos os astronautas parecem ter sempre muito bons dentes e é um requisito necessário. Será que é para ter um bonito sorriso? Também. Mas há outras razões. No vídeo, a Agência Espacial Europeia (ESA) pede a opinião de várias pessoas e explica porquê.
Vegetais ricos em ferro aliviam tensão pré-menstrual (TPM)
Os brócolos, e outros vegetais ricos em ferro, podem aliviar os sintomas que afectam as mulheres nos dias que antecedem a menstruação - Crédito imagem: wikipédia
Um novo estudo publicado no jornal American Journal of Epidemology mostra que uma dieta rica em alimentos com ferro, em particular vegetais como os brócolos, diminui o risco das mulheres sofrerem tensão pré-menstrual (TPM), síndroma que se verifica nos dias que antecedem a menstruação, normalmente com um aumento da irritabilidade, assim como manifestações físicas como inchaço abdominal ou cefaleia.
Um grupo de investigadores norte-americanos acompanhou cerca de 3.000 mulheres ao longo de 10 anos e avaliou a relação entre o consumo de ferro na alimentação com o desenvolvimento de TPM.
De acordo com os cientistas, a influência do ferro no alívio dos sintomas da TPM pode dever-se ao facto de estar associado à produção de serotonina, uma molécula que ajuda a regular o humor.
No entanto, como o excesso de ferro pode ser prejudicial à saúde, os especialistas chamam a atenção das mulheres que "devem evitar ingerir mais do que um total de 45mg por dia, a menos que o façam por recomendação médica".
Fonte: Boas Notícias
Médicos americanos anunciam "cura funcional" de bebé nascido com vírus da sida (VIH)
Investigadores norte-americanos anunciaram, este domingo, o que consideram ser o primeiro caso de “cura funcional” de um bebé nascido com HIV (vírus da imunodeficiência humana, VIH na sigla em português).
A criança tinha sido infectada à nascença pela mãe seropositiva, e que desconhecia estar infectada durante a gravidez.Segundo explicaram os virologistas, é uma "cura funcional" e não uma cura completa, porque o vírus não foi totalmente erradicado. A sua presença foi reduzida até níveis muito baixos, o que permite ao organismo controlá-lo sem a necessidade de fármacos.
O caso foi apresentado na 20.ª Conferência Anual de Retrovírus e Infecções Oportunistas, em Atlanta, Estados Unidos. O bebé, natural do Estado rural do Mississippi, começou a ser tratado pelos investigadores do Johns Hopkins Children's Center, em Baltimore, tendo-lhe sido administrados apenas medicamentos antirretrovirais comuns, cerca de 30 horas após o seu nascimento, um método pouco habitual e que poderá ter sido a chave da mudança.
Este bebé é a segunda pessoa em todo o mundo diagnosticada com "cura funcional". O norte-americano Timothy Brown foi considerado curado de HIV e leucemia, cinco anos depois de receber transplantes de medula de um dador com uma resistência natural e rara ao vírus.
Estranho crustáceo come a língua de um peixe
O vídeo explica o comportamento duma estranha criatura, um pequeno crustáceo parasita, 'Cymothoa exigua', que suga o sangue da língua de um peixe onde se encontra instalado, até ela desaparecer, e então ele ocupa o seu lugar.O estranho crustáceo encontra-se principalmente em peixes do Golfo do da Califórnia. Os indivíduos podem atingir quase três centímetros, são hermafroditas, sem sexo definido.
Quando jovens, entram pelas brânquias do peixe onde se alojam e, em adultos, tornam-se machos. No entanto, um deles transforma-se numa fêmea e fixa-se com as patas traseiras na base da língua do peixe hospedeiro.
Para alimentar-se, a fêmea suga o sangue da língua do peixe, desintegrando-a completamente e ocupando o seu lugar. O peixe acaba por usar o parasita como substituto da sua língua perdida, enquanto ele continua a usar o sangue e o muco da boca do hospedeiro.
Via DN Ciência
domingo, 3 de março de 2013
Robôs vão ajudar na descontaminação de Fukushima
O trabalho de recuperação da central nuclear de Fukushima, bastante destruída pelo terramoto e tsunami do Japão, em 2011, está longe de terminar. Para ajudar a superar a crise, cientistas japoneses desenvolveram robôs capazes de substituir os homens que trabalham na limpeza e descontaminação do local e arredores.
Fonte: BBC Brasil
Nave de carga Space X Dragon liga-se à Estação Espacial Internacional
Space X Dragon acoplado à Estação Espacial Internacional tendo ao fundo a Terra. Imagem captada em 3 de Março de 2013, durante o acoplamento. A cápsula transporta carga da NASA para a estação orbital - Crédito: NASA Tv
A cápsula espacial não tripulada comercial Dragon (Dragão) chegou à Estação Espacial Internacional no início deste domingo (3 de Março), um dia depois do previsto, devido à perda temporária de três dos seus quatro propulsores, depois da separação do foguetão Falcon 9, na sexta-feira (1 de Março). A avaria foi corrigida e a nave pôde continuar a viagem.
A acoplagem foi ajudada pelo braço robótico da estação orbital, que agarrou a nave da Space X para fixá-la à ISS, quando as duas naves voavam a 407 quilómetros acima da superfície, no Mar da Arábia (vídeo aqui).
A nave Dragon está programado para passar mais de três semanas estacionada na estação. Durante esse tempo, a tripulação irá descarregar cerca de 544 quilogramas de carga científica, hardware e abastecimentos da NASA, recarregando-a com mais de 1.180 quilogramas de amostras de experiências e equipamentos de volta à Terra.
A cápsula Dragon deverá regressar a 25 de Março, e mergulhar em paraquedas no Oceano Pacífico, a cerca de 480 quilómetros a oeste da costa da Baixa Califórnia, onde será recolhida.
Fonte: NASA
sábado, 2 de março de 2013
Observatório Fermi traça um espirógrafo celestial
O Telescópio Espacial de raios gama Fermi, da NASA, orbita o nosso planeta a cada 95 minutos, construindo pontos de vista cada vez mais profundos do universo em cada circuito. O seu instrumento Large Area Telescope (LAT) varre todo o céu a cada três horas, captando raios gama - forma de luz com energia mais elevada - a partir de fontes em todo o universo. Podem ser desde buracos negros supermassivos, a biliões de anos-luz de distância, até objectos curiosos na nossa própria galáxia, tais como binários raios-X, restos de supernovas e pulsares.
Os pulsares são estrelas de neutrões, os núcleos de enormes estrelas que explodiram, depois de ficarem sem combustível. A explosão destruiu a estrela, mas deixou o seu núcleo comprimido num pequeno corpo ainda mais massivo que o Sol.
O conhecido pulsar Vela é especialmente brilhante para o observatório Fermi. Gira 11 vezes por segundo e é a fonte mais brilhante e persistente de raios gama que o instrumento LAT observa.
Agora, um cientista da missão transformou os dados de acompanhamento do famoso pulsar num padrão fascinante "espirógrafo", mostrando a posição do pulsar em relação ao centro do campo de visão do instrumento LAT, durante um período de 51 meses em órbita baixa da Terra.
Os traços do padrão de Vela reflectem os numerosos movimentos do observatório espacial Fermi, incluindo a sua órbita em torno da Terra, a mudança de órbita a cada 95 minutos, e muito mais.
Fonte: NASA
O Olho de Sauron cósmico - nebulosa ESO 456-67
Nebulosa planetária ESO 456-67, captada pelo Hubble - Crédito:ESA/Hubble and NASA
Pode parecer o "olho de Sauron" de "O Senhor dos Anéis", mas é uma nebulosa planetária conhecida como ESO 456-67. O redemoinho de fogo está localizado na constelação de Sagitário (O Arqueiro), no hemisfério sul do céu.
Apesar do nome, estes objectos não têm nada a ver com planetas. O equívoco aconteceu há mais de um século, quando os primeiros astrónomos observavam com telescópios de pouca qualidade, e as nebulosas deste tipo pareciam pequenas e compactas como planetas.
Estas nebulosas formam-se quando uma estrela se aproxima do fim da vida, e atira material para o espaço à sua volta, formando conchas brilhantes de poeira e gás saídos da estrela - as nebulosas planetárias. No centro ficam os restos da estrela original - pequenas e densas estrelas anãs brancas.
Na imagem do Telescópio Espacial Hubble, é possível ver as várias camadas de material expelido pela estrela central, cada uma brilhando num tom diferente - são visíveis bandas de gás de cor vermelha, laranja, amarela e verde-escuro, com manchas claras do espaço no centro da nebulosa.
Não se sabe bem como as nebulosas planetárias apresentam uma tal variedade de formas e estruturas. Algumas parecem ser esféricas, algumas elípticas, outros materiais são atirados em ondas a partir das regiões polares, algumas parecem ampulhetas ou em forma de oito, e outras ainda parecem grandes explosões estelares desordenadas, entre outras.
Fonte: NASA
Força e beleza do vulcão Etna
Emissão explosiva de lava do vulcão Etna, em Fevereiro de 2013 (reprodução)
Monte Etna, o vulcão mais activo da Europa, voltou a explodir com erupções espectaculares de lava e nuvens de gás e cinzas, em 19-20 de Fevereiro de 2013. A actividade do Etna, na ilha da Sicília, está a acontecer através de uma nova cratera, a 2.900 m de altura. Até agora, não constitui perigo para as populações das redondezas.
O vídeo, neste endereço, mostra a força e a beleza do Etna, em 28 de Fevereiro de 2013.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Mais de 100 milhões de tubarões são mortos por ano
Milhões de tubarões são massacrados para retirar as suas barbatanas (shark finning) - Crédito imagem: wikipédia
Pesquisadores conseguiram criar a primeira estimativa dos tubarões massacrados em todo o planeta.
No estudo publicado no jornal Marine Policy, a equipa relata que pelo menos 1,4 milhões de toneladas, ou 100 milhões de tubarões são mortos por ano, com uma gama total de possíveis valores entre 63 e 273 milhões de indivíduos por ano. Os valores foram obtidos a partir de dados de organizações pesqueiras e documentos científicos.
"Esta é a melhor tentativa, publicada até à data, de reunir os dados disponíveis para quantificar os impactos da pesca sobre os tubarões a uma escala global", diz John Musick, um especialista em tubarões no Instituto de Ciência Marinha da Virgínia, em Gloucester Point.
Esta taxa de exploração é considerada muito alta, especialmente para uma espécie que se reproduz mais tarde na vida. O comércio é incentivado pela procura de barbatanas de tubarão para a sopa em comunidades chinesas. Outros animais são capturados acidentalmente durante a pesca de outras espécies.
Isto significa que estão a desaparecer mais tubarões do que nascem, o que compromete o futuro da espécie.
Os tubarões são indicadores claros da qualidade dos oceanos e dos seus ecossistemas. São partes fundamentais para regular e equilibrar as cadeias alimentares marinhas, pois são predadores com uma grande e variada especialização alimentar.
Segundo os autores do estudo, os tubarões precisam de uma protecção forte, tal como os acordos internacionais que já existem para proteger baleias, ou restrições ao comércio das barbatanas e carne.
Várias destas propostas serão apresentadas este mês, durante a Conferência das Partes para a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES) que se reúne em Banguecoque (Krung Thep), Tailândia, entre 3 e 14 de Março de 2013.
Mais informações sobre tubarões em Shark Alliance.
Fonte: Science
Burca é cada vez mais rara na capital do Afeganistão
Durante o regime Talibã, no Afeganistão, as mulheres eram obrigadas a tapar o corpo com a burca.
Actualmente, essa peça de vestuário está a cair em desuso. Muitas vezes considerada como símbolo de opressão feminina, a burca é cada vez mais rara, sobretudo na capital do país, Cabul.
Fonte: BBC Brasil
Segunda missão da cápsula Dragon à Estação Espacial Internacional
A nave Dragão, da empresa Space X, num hangar em Cabo Canaveral, na Flórida - Crédito da imagem: NASA / Kim Shiflett
Depois de realizar o primeiro voo de teste com êxito, em Maio de 2012, e uma missão de reabastecimento real em Outubro do mesmo ano, a Companhia Space Exploration Technologies (SpaceX) realiza, esta sexta-feira (1 de Março), o segundo voo comercial para a Estação Espacial Internacional.
O lançamento do foguetão Falcon 9 da SpaceX com a nave espacial Dragon aconteceu pelas 15:30 (hora de Lisboa), a partir da Base da Força Aérea do Cabo Canaveral, na Flórida, e foi seguido em directo pelo canal da NASA (vídeo de lançamento aqui)
A cápsula não tripulada Dragon (Dragão) transporta cerca de 575 quilogramas de abastecimentos, víveres e material científico para as experiências que estão a ser realizadas no laboratório orbital.
Se tudo correr bem, chega ao seu destino em 2 de Março, sendo ligada à ISS com ajuda do braço robótico, onde permanecerá durante algumas semanas, enquanto os astronautas retiram a carga. A cápsula será carregada novamente com cerca de 1.210 quilogramas de amostras de experiências e equipamentos de retorno à Terra, para serem analisados e verificar como foram afectados pelo ambiente de microgravidade.
O regresso está previsto para 25 de Março, descendo no Oceano Pacífico com ajuda de um paraquedas, ao largo da costa da Baixa Califórnia.
Depois de retirados os vaivéns, a NASA tem utilizado as naves das agências espaciais da Rússia, Europa e Japão para enviar carga para a ISS, mas estes veículos não são capazes de voltar à Terra. Acabam destruídos na atmosfera terrestre.
Este voo é o segundo da Space X de um conjunto de 12 missões para a Estação Espacial Internacional que fazem parte do contrato com a NASA para serviços comerciais de reabastecimento.
Pelo transporte desta carga, a NASA paga à companhia Space X uns 1.200 milhões de euros, sendo cada vez mais favorável à iniciativa privada no espaço - numa altura de restrições económicas - substituindo assim os vaivéns espaciais desactivados em 2011.
Fonte: NASA
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