Mostrar mensagens com a etiqueta Enceladus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Enceladus. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A pequena Enceladus iluminada por Saturno

Enceladus mostra os seus jactos de vapor de água, partículas de gelo e componentes orgânicos do pólo sul, numa bela imagem da sonda Cassini.
A lua, de 504 Km de diâmetro, é vista aqui iluminada pela luz reflectida do gigante planeta dos anéis, a uma distância de cerca de 777.000 quilómetros, em 18 de Janeiro de 2013.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Enceladus e Titã, enigmáticas luas de Saturno

Enceladus, Titã e os anéis de Saturno, vistos pela sonda Cassini, em 12 de Março de 2012 - Crédito: NASA/Photojournal

Na nova imagem da sonda Cassini, Enceladus, a lua gelada de Saturno, aparece abaixo dos anéis do gigante gasoso, projectada contra a maior lua Titã, que se esconde mais ao longe.
Enceladus (504 Km de largura) e os seus jactos de gelo de água e vapor no pólo sul, o que sugere um mar subterrâneo rico em compostos orgânicos, e Titâ (5.150 Km de largura) com os lagos de hidrocarbonetos líquidos na superfície, debaxo da espessa atmosfera, são duas das mais misteriosas e interessantes luas de Saturno.
A imagem foi tirada em 12 de Março de 2012, a cerca de 1 milhão de quilómetros de Enceladus.
Fonte: NASA/Photojournal

quinta-feira, 29 de março de 2012

Enceladus com condições favoráveis à vida

Jactos de Enceladus, lua de Saturno. Imagem da Sonda Cassini, em 27 de Março de 2012 - Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

A imagem mostra os jactos de vapor de água, partículas de gelo e componentes orgânicos do pólo sul de Enceladus, a sexta maior lua de Saturno.
A foto foi obtida pela sonda Cassini em voo rasante a cerca de 74 Km da superfície da lua, em 27 de Março de 2012.
Estes geisers são libertados por gretas no pólo sul de Enceladus e podem revelar a existência de um oceano subterrâneo.
A sonda Cassini voou várias vezes através dos jactos para analisar a sua composição. Para além de água e substâncias orgânicas, encontrou-se sal nas partículas de gelo e a salinidade era a mesma que nos oceanos da Terra.
Os cientistas acreditam que os jactos têm origem num oceano de água líquida subterrâneo, o que faz de Enceladus um local potencial para a existência de vida microbiana.
Para Carolyn Porco, chefe da equipa de Imagens Científicas da missão, Enceladus é "o lugar mais promissor para uma pesquisa de astrobiologia".
A sonda Cassini foi lançada em 1997, com o objectivo de analisar Saturno e as suas luas. Chegou ao sistema em 2004 e iniciou o estudo de Titão, a maior das luas. O ano passado, a NASA prolongou a sua missão até 2017.
Fonte: Space.com

quinta-feira, 15 de março de 2012

Enceladus e os seus famosos jactos

Enceladus e os seus famosos jactos - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Jactos e nuvens de gelo de água iluminados assinalam o sul do escuro Enceladus, lua de Saturno, nesta imagem.
Os pequenos e grandes jactos de gelo de água são pulverizados a partir de muitos locais ao longo das famosas "riscas de tigre", perto do pólo sul da lua. Estas fissuras expelem partículas de gelo, vapor de água e compostoas orgânicos.
A imagem de Enceladus (504 Km de diâmetro) foi captada pela sonda Cassini, em 20 de Fevereiro de 2012, a cerca de 134.000 Km de distância.
Fonte: NASA

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Enceladus e Epimetheus, luas de Saturno

Enceladus e Epimetheus, luas de Saturno, vistas pela sonda Cassini em 1 de Outubro de 2011 - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Imagem de Enceladus, lua de Saturno, vista pela sonda Cassini durante o sobrevoo de 1 de Outubro de 2011.
Enceladus (com 504 km de diâmetro) ocupa o centro da imagem, e mostra os seus famosos jactos polares sul, na parte inferior. No extremo norte, espreita a lua Epimetheus (com 113 Km de diâmetro), logo abaixo dos anéis de Saturno.
A imagem foi obtida em luz visível pela câmara da sonda Cassini colocada aproximadamente a 175.000 Km de Enceladus.
Fonte: Photojournal/NASA

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sonda Cassini sobrevoa Enceladus

Imagem não processada de Enceladus, a lua gelada de Saturno, captada pela sonda Cassini durante o sobrevoo, em 6 de Novembro de 2011 e recebida na Terra hoje, 7 de Novembro de 2011. A câmara encontrava-se aproximadamente a 108.044 Km de distância.
Crédito de imagem: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

domingo, 25 de setembro de 2011

A pequena lua Enceladus influencia Saturno e o seu ambiente

Os jactos de vapor de água e gelo que emergem de Enceladus, lua de Saturno, criam uma nuvem em forma de anel em torno de Saturno - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Enceladus, a pequena lua de Saturno, atira para o espaço jactos de vapor de água e gelo, observados pela primeira vez pela sonda Cassini da NASA, em 2005. Debaixo da sua superfície pode abrigar água no estado líquido. Os seus geysers criam um halo gigantesco de gelo, poeira e gás à volta da lua e que ajuda a alimentar o anel E de Saturno. Agora sabe-se que, devido aos seus jactos de gelo, Enceladus é a única lua do Sistema Solar conhecida por influenciar significativamente a composição química do seu planeta-mãe.
Em junho, a Agência Espacial Europeia anunciou que o Observatório Espacial Herschel descobriu uma nuvem enorme, em forma de anel, de vapor de água criado por Enceladus e que envolve Saturno. A nuvem tem mais de 600.000 Km de largura e cerca de 60.000 km de espessura e parece ser a fonte de água na atmosfera superior de Saturno.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Enceladus faz "chover" em Saturno

O observatório Espacial Herschel, da ESA, mostrou que a água expulsa da lua Enceladus forma um anel gigante de vapor de água à volta de Saturno.

Os jactos de água da região polar sul de Enceladus foram descobertos pela missão Cassini-Huygens da NASA/ESA - Crédito: NASA / JPL / Space Science Institute

A descoberta resolve um mistério de 14 anos para os astrónomos, que não sabiam explicar a origem da água na camada superior da atmosfera do planeta dos anéis. As observações de Herschel mostram que Enceladus é a única lua do Sistema Solar conhecida por influenciar a composição química do seu planeta-mãe.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os jactos de Enceladus podem vir de um oceano de água líquida salgada no interior da lua, revelou a sonda Cassini

A sonda Cassini descobriu a melhor evidência, até agora, de um grande reservatório de água salgada sob a crosta gelada de Enceladus, lua de Saturno. Os dados resultaram de análise directa, feita pela sonda, dos grãos de gelo ricos em sal, perto de jactos recém-expelidos pela lua.

Jactos grandes e pequenaos expelem água gelada para fora, em muitos locais ao longo das famosas "listas de tigre", perto do pólo sul de Enceladus, lua de Saturno - Crédito: NASA / JPL / Space Science Institute

Durante três passagens em 2008 e 2009, os dados do analisador de poeira cósmica da Cassini mostram que os grãos expulsos de fissuras, conhecidas como "listas de tigre", são relativamente pequenos e predominantemente pobres em sal, longe da lua. Mas mais perto da superfície da lua, Cassini descobriu que predominam nos jactos grãos relativamente grandes e ricos em sódio e potássio. As partículas ricas em sal têm uma composição semelhante à de um oceano e indicam que a maioria, senão todo, do gelo e vapor de água expulsos resultam da evaporação de água salgada líquida, em vez da superfície gelada da lua. As descobertas aparecem na edição desta semana da revista Nature.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Enceladus crescente e os seus espectaculares jactos


Enceladus crescente, observado do lado nocturno, mostra os seus espectaculares jactos de gelo de água em contraluz, emanando da região do pólo sul desta lua de Saturno.
A imagem de Enceladus, com 504 Km de diâmetro, foi obtida em luz visível pela sonda Cassini, em 30 de Janeiro de 2011, à distância de 228.000 Km do satélite.
Mais imagens de Saturno e os seus satélites em Photojournal.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Cassini descobre que Enceladus é uma fonte de energia

De acordo com uma nova análise dos dados recolhidos pela sonda Cassini, o calor produzido na região do pólo sul da lua de Saturno, Enceladus, é muito maior do que se pensava.
Os dados obtidos pela Cassini na zona polar sul de Enceladus, marcada por fissuras lineares, indicam que a energia interna de calor gerado é cerca de 15,8 gigawatts, cerca de 2,6 vezes a potência de todas as fontes de água quente na região de Yellowstone, ou equivalente a 20 centrais eléctricas a carvão. De acordo com Carly Howett, o principal autor do estudo publicado no Journal of Geophysical Research em 4 de março, é maior do que a maior ordem de grandeza prevista pelos cientistas.

A zona do pólo sul de Enceladus emite muito mais energia do que os cientistas tinham previsto inicialmente - Crédito: NASA / JPL / SwRI / SSI

Segundo Howett, "o mecanismo capaz de produzir a maior potência interna observada permanece um mistério e desafia os modelos atualmente propostos para a produção de calor a longo prazo".
Já se sabe, desde 2005, que a zona polar sul de Enceladus é geologicamente activa e com uma actividade centrada em quatro estruturas paralelas lineares, com cerca de 130 Km de comprimento e 2 Km de largura, mais conhecidas por "tiger stripes". Cassini também descobriu que essas fissuras ejectam, constantemente para o espaço, grandes jactos de partículas de gelo e vapor d'água. O calor que escapa do interior de Enceladus aumenta a temperatura das fissuras.

Pelo menos quatro jactos distintos de água gelada são expelidos da região polar sul da lua Enceladus - Crédito: NASA / JPL / Space Science Institute

A nova análise de dados usa as observações da Cassini feitas em 2008 e que abrangem toda a zona polar sul. Através das temperaturas superficiais de Enceladus foi possível determinar a grande produção de energia da região.
Aponta-se uma possível explicação para o fluxo de calor elevado observado como resultado de uma mudança no tempo da relação orbital de Enceladus com Saturno e Dione, permitindo períodos de aquecimento mais intenso por efeito das marés, separados por períodos mais calmos. Cassini pode ter observado Enceladus num desses períodos mais activos.
Para Howett, esta determinação de maior fluxo de calor torna ainda mais provável que exista água líquida abaixo da superfície de Enceladus.
Recentemente, os cientistas descobriram que algumas das partículas dos jactos de Enceladus são ricas em sal, e provavelmente são gotas congelados de um oceano de água salgada em contato com o núcleo rochoso da lua, rico em minerais. A presença de um oceano subterrâneo, ou talvez um mar polar sul entre a capa de gelo exterior de Enceladus e o interior rochoso, aumentaria a eficiência do aquecimento por efeito das marés, permitindo uma maior distorção da camada de gelo.
"A possibilidade de água líquida, uma fonte de energia das marés e a observação produtos químicos orgânicos (ricos em carbono) nos jactos de Enceladus, tornam o satélite um local de forte interesse astrobiológico", disse Howett.
Fonte: Missão Cassini