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terça-feira, 23 de abril de 2013

Elefantes selvagens brincam em área protegida no Camboja

 

O vídeo mostra elefantes selvagens asiáticos brincando numa reserva, no Camboja. As imagens, captadas por uma câmara oculta, foram apresentadas pela organização Wildlife Conservation Society (WCS), nesta segunda-feira (22 de Abril), Dia da Terra.
De acordo com o comunicado da organização conservacionista, a área onde se encontram os elefantes, já esteve ameaçada pelos madeireiros. Mas, em 2009, o governo do Camboja transformou-a numa área protegida, a Reserva Florestal Seima, criada para preservar animais e armazenamento de carbono para combater as alterações climáticas. Actualmente a reserva é um "paraíso para 23 espécies de carnívoros, incluindo sete espécies de felinos, dois ursos, eo cão selvagem asiático", segundo o comunicado.
As imagens foram captadas durante o trabalho de monitoramento da biodiversidade pela WCS e Administração Florestal do Governo do Camboja.
"Lançamos este filme no Dia da Terra para mostrar que, se ambientalistas, governos e comunidades locais trabalharem juntos, podem salvar elefantes", diz Joe Walston, com o WCS, no comunicado. "Estas bonitas imagens na floresta protegida de SEIMA são um testemunho visual de como pode parecer o sucesso da conservação."
Fonte: LiveScience

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Onze mil elefantes-da-floresta foram mortos no Gabão, em menos de dez anos

Nos últimos nove anos, mais de dois terços dos elefantes-da-floresta do Gabão foram dizimados por causa do marfim das suas presas - Crédito: wikipédia

Caçadores clandestinos mataram mais de 11 mil elefantes das florestas do Parque Nacional de Minkébé, no Gabão, desde 2004, segundo um comunicado da agência que gere as áreas protegidas do país (Agence Nationale des Parcs Nationaux).
Um estudo realizado pelo governo do Gabão, juntamente com as organizações ambientalistas World Wildlife Fund (WWF) e Wildlife Conservation Society (WCS), descobriu que só resta um terço dos elefantes-da-floresta (Loxodonta cyclotis)que havia no parque Minkébé, há nove anos. Os restantes dois terços - cerca de 11 mil - foram massacrados para alimentar o crescente comércio ilegal de marfim.
O Gabão, com 13% da floresta tropical africana, acolhe uma população estimada em 40.000 elefantes, cerca de metade da população mundial de elefantes-da-floresta em África.
A ocupação humana no interior do parque de Minkébé tem aumentado nos últimos anos. Esta espécie de elefante, de menor tamanho, é cobiçada pelas suas presas. A procura de marfim para jóias e objectos ornamentais está a crescer rapidamente no Extremo Oriente.
Fonte: Via Publico.pt

Link relacionado:

Foram abatidos mais de 500 elefantes em parque nacional dos Camarões

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Elefantes pigmeus raros "envenenados" no Bornéu

Pensa-se que existem menos de 1500 elefantes pigmeus do Bornéu em estado selvagem - Crédito imagem: wikipédia

Dez elefantes pigmeus foram encontrados mortos numa reserva da ilha de Bornéu, na Malásia, e as autoridades suspeitam que foram envenenados. Os animais ainda tinham as presas, indicando que não foram mortos por caçadores furtivos.
Os elefantes, que tinham sofrido hemorragia interna e sem ferimentos de balas, foram encontrados próximos uns dos outros, no espaço de três semanas.
Sen Nathan, veterinário-chefe da Reserva Florestal Gunung Rara, no Estado de Sabah (ilha de Bornéu), afirmou que os elefantes mortos tinha idades que variavam entre quatro e 20 anos e que seriam todos de um mesmo grupo familiar.
"Foi muito triste ver todos aqueles elefantes mortos, especialmente uma das fêmeas que tinha um filhote muito pequeno, de cerca de três meses de idade. O filhote tentava acordar a mãe morta", afirmou Nathan.
Os danos causados no sistema digestivo dos animais fez pensar numa intoxicação aguda grave. Estão a ser feitos testes que poderão confirmar se houve um envenenamento deliberado.
Segundo a WWF, estima-se que existam menos de 1.500 elefantes pigmeus do Bornéu. Constituem a subespécie (Elephas maximus borneensis) de elefantes mais pequenos, com "expressão" infantil, ameaçada pela exploração madeireira, caça e maior contacto com os seres humanos.
Fonte: BBC news

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cria de elefante é apresentada no zoo de Berlim


Com três dias de vida, a pequena cria de elefante (fémea) Anchali foi apresentada à imprensa, no zoológico de Berlim.
Anchali nasceu com 160 Kg num parto normal. Cria e mãe, uma elefante tailandesa chamada Pang Pha, estão bem. No entanto há preocupação entre os responsáveis do zoo. Recentemente, um vírus já matou três filhotes de elefante no zoo de Berlim. Por isso, Anchali deve ser monitorada para evitar ser infectada.
Fonte: ÚltimoSegundo

terça-feira, 20 de março de 2012

Foram abatidos mais de 500 elefantes em parque nacional dos Camarões

Em  2011 foram apreendidas mais de 23 toneladas de marfim contrabandeado, o que corresponde a 2500 elefantes mortos - Fonte: wikipédia

Governo e responsáveis pela reserva natural dos Camarões não estão de acordo quanto ao número de elefantes mortos, desde o início de Janeiro, no Parque Nacional de Bouba Ndjidda, no Norte do país. Para Paul Bour, director do centro turístico do parque nacional, foram abatidos mais de 500 elefantes, e não 128 como diz o Governo.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Elefantes são mortos nos Camarões para financiar guerras

Elefante-africano - Fonte: wikipédia

As autoridades do norte dos Camarões denunciaram, esta semana, o massacre de mais de 200 elefantes, só neste início do ano de 2012, mortos por caçadores furtivos bem armados procedentes do Sudão e do Chade, para lhes retirarem as suas presas de marfim que, depois, são vendidas para a Ásia e Europa.
Os animais abatidos viviam no Parque Nacional de Bouba Ndjida, perto da fronteira com o Chade e, segundo as autoridades, os caçadores actuam com a conivência da população local que, assim, se livra dos danos causados pelos paquidermes nas culturas e ainda recebe, supostamente, carne de elefante em troca.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Até os elefantes fogem das abelhas!

Abelhas, uma solução ecológica para controlar elefantes - Fonte imagem: wikipédia

Usar abelhas para afastar elefantes dos terrenos cultivados é uma estratégia que foi adoptada com sucesso em comunidades agrícolas do Quénia.
Os elefantes das savanas africanas receiam as picadas das abelhas. Com base neste facto, a bióloga britânica Lucy E. King desenvolveu um projecto inovador utilizando cercas com colmeias de abelhas africanas a distâncias regulares para afastar os elefantes, ajudando a reduzir os conflitos entre o maior mamífero terrestre e os povos locais do Quénia. O projecto valeu a Lucy King um prémio do Programa de Ambiente das Nações Unidas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Inundações na Tailândia e os elefantes bebés


Na cidade tailandesa de Ayutthaya, as inundações obrigaram a recolher numa ilha de cimento 17 elefantes domesticados, metade dos quais bebés. Mães e crias permaneceram isoladas pelas águas, durante vários dias, sendo os alimentos transportados por barcos. Procurou-se evitar que se afogassem os elefantes bebés, demasiado pequenos para atravessar as águas da inundação, com cerca de dois metros de profundidade.
Fonte: ÚltimoSegundo

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Existem duas espécies de elefante africano e não uma

Uma equipa de cientistas das universidades de Harvard, Illinois (Estados Unidos) e York (Reino Unido) confirmou, através de análise genética, que existem duas espécies diferentes de elefantes em África, o elefante africano da savana (Loxodonta africana) e o elefante africano da floresta tropical (Loxodonta cyclotis).

O elefante africano da savana tem uma altura média de 3,5 metros e um peso entre seis e sete toneladas
Fobte: wikipédia

Há já alguns anos que se pensava nesta hipótese e a sequenciação genética mostrou que realmente são duas espécies distintas há vários milhões de anos. O estudo foi publicado na edição de Dezembro da revista “PLoS Biology”.

Elefante africano da floresta (juvenil). O adulto tem uma altura de 2,5 metros e um peso entre três e quatro toneladas
Fonte: wikipédia

A confirmação destas duas espécies é importante relativamente à conservação dos elefantes africanos. Para Alfred Roca, do Departamento de Ciências Animais na Universidade do Illinois. “Desde 1950, todos os elefantes africanos têm sido conservados enquanto apenas uma espécie. Agora que sabemos que são dois animais distintos, o elefante da floresta deveria tornar-se uma prioridade maior, a nível de conservação”.
Mais informações aqui