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sexta-feira, 4 de março de 2011

Observatório Glory não entrou em órbita

Foguete Taurus XL com o observatório Glory antes do lançamento - Crédito: NASA/Randy

O observatório Glory lançado a bordo do foguete Taurus XL, a partir da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia na sexta-feira 05:09:45 EST não conseguiu atingir a órbita. Tudo indica que o escudo protector do foguete Taurus XL não se separou, conforme era esperado cerca de três minutos após o lançamento.
O satélite Glory tinha uma missão de observação do clima da Terra, através do estudo dos papéis de dois elementos críticos do sistema climático terrestre: a irradiância solar (insolação) total e as partículas em suspensão na atmosfera, os aerossóis. Ambos têm efeitos significativos directos e indirectos sobre o clima do nosso planeta.
Fonte: NASA

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Foguete Taurus XL e Observatório Glory prontos para o lançamento

Foguete Taurus XL e Observatório Glory prontos para o lançamento junto ao oceano Pacífico

No complexo de lançamento espacial 576 E da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, o foguete Taurus XL está pronto para o lançamento em 23 de Fevereiro de 2011. O foguete Orbital Sciences Taurus XL vai colocar o Observatório Glory em órbita baixa da Terra.
Os dados colhidos na missão Glory permitirão aos cientistas entender melhor como o sol e as minúsculas partículas chamadas aerossóis atmosféricos afetam o clima da Terra, informação essencial para fornecer modelos da Terra  e prever com precisão o clima futuro da Terra e como a vida humana pode ser afectada.
Fonte: NASA

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Satélite Glory - nova missão de observação do clima da Terra

Brevemente a NASA vai iniciar uma nova missão de observação da Terra -o satélite Glory (Glória), cujo lançamento está previsto para 23 de Fevereiro. O satélite vai estudar os papéis de dois elementos críticos do sistema climático da Terra: a irradiância solar (insolação) total e as partículas em suspensão na atmosfera, os aerossóis. Ambos têm significativos efeitos directos e indirectos sobre o clima da Terra.

A missão Glory vai melhorar a nossa compreensão de como o sol e os aerossóis atmosféricos afectam o clima da Terra
Crédito: NASA

Os dois instrumentos a bordo do Glória irão fornecer novos dados aos climatólogos de modo a tornar mais precisos os modelos climáticos, numa altura em que o clima da Terra está em constante mudança. As suas informações são essenciais para prever futuras mudanças climáticas. O Aerosol Polarimetry Sensor (APS) vai recolher informações sobre os aerossóis no ar e que podem afectar o clima, a absorção e a irradiação da luz. O Total Irradiance Monitor (TIM), vai medir a intensidade da radiação solar no topo da atmosfera terrestre.
Pretende-se calcular, com a maior precisão possível, a quantidade de energia que entra e sai da atmosfera da Terra, ficando a conhecer melhor os impactos dos aerossóis e da variabilidade solar a longo prazo, que ainda não estão tão esclarecidos como os efeitos dos gases de estufa no clima do nosso planeta.
As partículas de aerossol, ou os gases que levam à sua formação, podem vir dos escapes dos veículos e ventos do deserto, da água do mar e fogueiras, erupções vulcânicas e fábricas. Mesmo as florestas, os solos, ou comunidades de plâncton do oceano podem ser fontes de certos tipos de aerossóis.
Embora considerada constante em sentido amplo, na verdade a radiação solar oscila ligeiramente como os ciclos de sol com períodos de actividade mais intensa e menos, aproximadamente a cada onze anos.
Depois do lançamento, Glory irá participar de um grupo de satélites designado por "A-Train", que voam em órbitas terrestres baixas ( LEO ), inclusivamente o Aqua e os satélites Aura, um "super-observatório" da Terra.



Fonte: NASA